sábado, 16 de novembro de 2013

Cartas e gozadas!



Olá! Meu nome é Vanessa e eu ainda não acredito que vou contar essa história. Foi surpreendente e inesquecível. Uma experiência única e maravilhosa.

Felipe era um amigo especial e eu sentia muito a sua falta após um mês inteiro sem notícias dele. Então resolvi visitá-lo para matar as saudades. Chegando em sua casa o encontrei fazendo uma de suas coisas preferidas, jogando poker com seus amigos Daniel, Fábio e Bruno. Conhecia todos, porém Daniel e Fábio apenas de vista. Bruno e eu já havíamos tido um flerte em uma festa na casa do Felipe mas nada passou de apenas olhares e sorrisos. 

Felipe me convidou para jogar e eu topei. Não tinha muito conhecimento, mas seria no mínimo divertido estar entre eles e quem sabe eu estaria com sorte naquele dia. Jogamos por 2 horas ou mais. Nem reparei que o tempo havia passado tão depressa pois por incrível que pareça eu estava ganhando quase todas. Acredito em sorte de principiante, mas naquele dia eu passei a ter certeza que isso existia mesmo. Ganhar de meninos tão viciados como aqueles era mesmo glorioso e muito satisfatório. A minha garra para o jogo e todos os meus blefes fizeram os quatro amigos desistirem de jogar e quererem fazer outra coisa.

FIQUEI EXTREMAMENTE FURIOSA!

Felipe, Daniel e Fábio definitivamente não queriam mais jogar, até Bruno dar uma ideia que no início me assustou um pouco. Vamos jogar Strip Poker, disse Bruno.

ARREGALEI OS OLHOS E PENSEI; AGORA EU TO FERRADA.

Recuei na mesma hora. Levantei da mesa e fui em direção a porta me despedindo de todos com um singelo abanar de mãos. Tchau pra vocês to fora, eu disse. No mesmo instante Fábio levantou do sofá e correu em direção a porta. Se colocando em minha frente impedindo minha passagem, caçoou de mim alegando que eu não era tão boa assim.

VOCÊ NÃO SE GARANTE VANESSINHA???

Meu rosto incendiou e minha vontade era meter a mão na cara dele. Perdeu de mim várias vezes, como podia se empinar em minha frente e dizer que eu não me garantia? Rapaizinho abusado. Bem, só me restava então provar que naquela mesa quem mandava era eu. Se a sorte estava comigo até aquele momento, não veria motivos para ela me abandonar logo agora.

RESPIREI FUNDO E VOLTEI PARA MEU LUGAR.

 Vamos lá então, estou louca para ver gente pelada nessa mesa, zombei daqueles meninos tão inocentes.

O primeiro a começar a se despir foi Felipe, tênis e meias. Que sem graça. Bom se eu quisesse deixá-los encabulados precisaria ganhar ainda mais. Felipe novamente e dessa vez a camiseta. Nas outras rodadas Felipe ganhou tanto quanto eu, não entendi o porque estava perdendo daquele jeito. Mas enfim prosseguimos com o jogo.  

E FELIPE PERDEU AS CALÇAS!

Só de cuecas Felipe tornava o jogo ainda mais interessante. Mesmo sendo apenas bons amigos, algo nele me chamou a atenção. O volume na cueca era visível.
O jogo prosseguiu quando um em seguida do outro foi ficando de cueca e eu sem entender tamanha sincronia. Não fazia muito sentido porém o mais importante é que eu estava completamente vestida.
Reparei que todos passaram a se olhar muito durante o jogo, mas não dei tanta importância já que minha missão naquele momento seria deixá-los completamente nus.

E DE REPENTE EU PERDI E LÁ SE FOI MINHA JAQUETA!

Respirei profundamente e a vontade de vê-los sem roupa aumentava a cada jogada. Era a cueca de cada um contra toda roupa que eu vestia, calça, blusa, jaquetinha, calcinha e sutiã. Seria impossível eles segurarem a tal cueca por tanto tempo.

MINHA BLUSA FOI AO CHÃO E JUNTO A MINHA CARA.

Ninguém dizia uma palavra apenas se olhavam e jogavam e eu pensando ainda mais no pênis de cada um.

PERDI, PERDI E PERDI!

De calcinha e seios a mostra finalmente consegui. Bruno perdeu no jogo e também a cueca. De tão eufórica pela enfim vitória fiz questão de ajudá-lo. Fui até ele e agachada em sua frente deslizei a peça íntima pelas pernas e por alguns minutos fitei seu pênis. Porque mesmo nós não ficamos naquela noite? Perguntei encantada com o pinto lindo que ele tinha. Todos riram e aquilo me excitou profundamente. Foi quando dei conta que eu estava completamente nua, ou quase isso, rodeada de caras na mesma situação e todos estavam excitados.

QUE BRINCADEIRINHA MAIS PERIGOSA MENINOS!

Bruno me ergueu pelo braço e me beijou. Ao mesmo tempo atrás de mim Felipe se aproximou e apertou minha bunda enquanto beijava nuca e costas. Fábio estava tirando a cueca e Daniel pela lateral tocava minha menina por cima da calcinha e a única coisa que passava em minha mente era que os quatro iriam me comer.

MEDO, FÚRIA, CURIOSIDADE E TESÃO!

Pouco a pouco fui sendo levada ao quarto, e todos estavam ao redor de mim, me beijando e me tocando. Ali eu era a gostosa, deliciosa e muito mais. E eu estava completamente envolvida com cada um deles. Do jeito de cada um fazer.

DEITEI NA CAMA E A LÍNGUA QUENTE DE DANIEL FOI A PRIMEIRA A TOCAR MINHA VAGINA JÁ ENCHARCADA.

Enquanto lambida, dois pênis roçaram meu rosto e com as mãos deslizei-os até a cabecinha encontrar minha boca. Um dedo úmido invadiu meu ânus.

O MEDO VIROU TESÃO. A FÚRIA VIROU TESÃO. A CURIOSIDADE VIROU TESÃO. E O TESÃO FOI QUADRUPLICADO PELOS NOMES DANIEL, FELIPE, BRUNO E FÁBIO!

Já não identificava quem era quem. Meus olhos estavam fechados quase que todo tempo. Meu corpo jamais sentiu tanto toque e tanta penetração ao mesmo tempo. Anal, vaginal, oral e a deliciosa punheta os deixavam delirando de prazer. Ninguém sobrou. Eram todos meus.

MEU CORPO TODO QUEIMAVA E POR INCRÍVEL QUE PAREÇA EU QUERIA MAIS, MAIS E MAIS!


Um por cima e outro por baixo e a dupla penetração me fez gozar infinitas vezes. De dois em dois os meninos revesavam a dupla penetração. Enquanto um montava o outro encaixava por baixo beijando meus seios. O desejo estava tão intenso que eu não sentia dor alguma. E os coordenava dizendo a palavra "troca". Não me senti usada em momento algum. Eu quis todos ao mesmo tempo desde o começo. Eu quis tirar a roupa desde o começo. Me vi trepando com os quatro desde o começo.

FODI! FODI! FODI O QUANTO PUDE E O QUANTO ELES AGUENTARAM!

Bruno já estava explodindo quando pediu para gozar na minha cara enquanto Felipe ainda metia um pouco mais. Quis que todos gozassem ao mesmo tempo em mim. Na cara, na boca, nos seios. Eles poderiam escolher mas todos deveriam gozar juntos em mim.

OS QUATRO PÊNIS AO MEU REDOR ME FAZIA SENTIR PODEROSA.



Todos apontaram seus membros em direção ao meu rosto e como metralhadoras fuzilaram minha pele fazendo-a ficar branca de gozo.

QUATRO EJACULADAS E UMA SAFADA!

Eu jamais esquecerei esse Poker!

Após esse dia nunca mais repetimos a dose. Porém confesso que adoraria jogar novamente.   

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Velho amigo, agora MEU barbudo!


Para mim, um homem de barba fica bem mais masculino. Dá aquele ar de homem rude e se bem cuidada a barba torna o homem muito mais interessante.

      Eu particularmente nunca dei muita importância se o cara tinha ou não barba, mas quando reencontrei um velho amigo na porta de casa me encantei perdidamente pelos lindos pelos que lhe cobria a face.
     

 Juliano e eu já havíamos tido alguns momentos de intimidade enquanto adolescentes, mas por motivos familiares precisou mudar de cidade e com o tempo fomos nos afastando. Os anos passaram, conhecemos outras pessoas e um belo dia o rosto angelical daquele menino foi sumindo das minhas lembranças, até nossos olhares se cruzarem novamente.

      Estava em casa a toa quando ouvi alguém bater a minha porta. 

NÃO PUDE ACREDITAR QUANDO O VI!

 Claro que no primeiro olhar seria impossível reconhecê-lo, quase 10 anos afastados e sem nenhum contato, mas aquele sorriso era só dele e aquele olhar eu jamais esqueceria.

Oi Má! Uma bela voz soou e um sorriso completava aquela frase me fazendo desacreditar no que via. Minha vontade era abraçá-lo de tanta alegria por reencontrá-lo, mas meu medo de tudo ter esfriado como eu realmente achava me impediu de pular em seu pescoço.
Juliano, é vc mesmo? Perguntei espantada. Sim Má eu voltei; ele disse me proporcionando a maior felicidade do mundo. 

E então não pude controlar, o abraço veio em seguida a tantos sorrisos trocados. E nesse momento senti o primeiro roçar daquela linda barba em meu rosto.

Após entrar e se acomodar no sofá, Juliano e eu conversamos por horas e horas, ainda tínhamos assuntos em comum e algo mais. Ele continuava moleque mesmo com cara de homem e foi novamente despertando em mim a tara que eu jurava ter acabado.

DEFINITIVAMENTE A TARA NÃO ACABOU!

      Em algum momento da conversa, Juliano tocou meu rosto dizendo como eu estava linda e o quanto ele havia sentido minha falta. Como dizer a ele que tudo que ele me falasse ou fizesse seria recíproco? 

E então, ainda sentado no sofá, Juliano chegou um pouco mais perto de mim e disse o quando queria matar as saudades. Engoli a seco e só pensava que o melhor orgasmo que eu já tive em toda minha vida havia sido com ele. COMO RESISTIR?  

Virei o rosto para ele e resolvi não mais me acanhar. Eu quero vc Má, aqui e agora, ele disse. Minhas mãos suaram no mesmo instante em que percebi aquela linda boca se aproximar da minha. 

Seu beijo ainda era o mesmo, com a única exceção de ter que descobrir o desenho dos lábios no meio de tantos pelos. 

Sua língua deslizou sobre meus lábios antes de chegar a minha e enquanto o beijo se concretizava, sua mão deslizava sobre meu corpo em direção aos meus seios. Sem nem perceber eu estava sem blusa e com toda delicadeza do mundo Juliano desabotoou meu sutiã. 

Piercings? Ele perguntou. Meus mamilos eram perfurados e na nossa época eu ainda não os tinha. Mas a surpresa o excitou ainda mais. 

Como era bom saber que mesmo com o rosto coberto de barba e com aquela cara de menino crescido Juliano ainda era o mesmo safadinho de sempre. Aliás, seu jeito sem vergonha misturado a cara de homem era o conjunto perfeito.

Mas de alguma forma estava diferente, dessa vez ele sabia exatamente o que fazer. 
Ju foi beijando cada parte do meu corpo e se tinha uma coisa que ele fazia como ninguém era abocanhar meus seios e a sensação da barba roçando em minha pele arrepiava meu corpo. Lentamente fui deitando no sofá e Juliano deslizou a língua sobre as jóias que meus mamilos possuíam. 

BRINCOU ATÉ ENCHARCAR...MINHA XOXOTA!

Desceu as mãos sobre meu quadril e abriu minha calça sem dizer uma única palavra, apenas me olhando profundamente e me deixando enlouquecida com cada movimento que ele fazia. Quando dei por mim estava nua e ele me tinha nas mãos novamente. 

 Tudo estava perfeito e ainda melhor com as cócegas que aquela barba fazia. E eu só imaginava como seria a sensação quando ele resolvesse descer um pouco mais.
      

LÍNGUA, PELOS, LÁBIOS E AS VEZES ATÉ DENTES!

Um de cada vez, e em alguns momentos todos juntos me levavam a doces lembranças do passado. Suas carícias foram descendo cada vez mais até seus pelos da face encontrar os meus pubianos. Outra habilidade fantástica desse menino. Sua língua percorria cada centímetro dela e meus lábios vaginais finalmente encontram aquela linda boca. 

O SILÊNCIO FOI QUEBRADO COM MEU GEMIDO E ENQUANTO EU DESLIZAVA OS DEDOS SOBRE SEU CABELO ELE DESLIZAVA OS DELE DENTRO DE MIM!

Ju penetrava levemente deslizando os dedos num vai e vem tão perfeito que minha alma parecia desprender do corpo. Sua barba fazia cócegas, sua língua arrepiava meu corpo e seus dedos me fizeram gozar deliciosamente.

Realmente Juliano tinha voltado, mas dessa vez mais homem do que nunca.

Minhas pernas ficaram moles e eu não acreditava que após dez anos iria sentir todo prazer novamente. Ju me carregou para o quarto e me jogou na cama  e enquanto me olhava profundamente ia se despindo. Camiseta, calça e a cueca estavam no chão e completamente nu Ju pulou sobre meu corpo me dando um beijo ardente. Suas mãos envolveram minhas costas e senti ser pressionada contra o corpo dele. E aquela barba, estava presente em cada movimento e fazia tudo ficar ainda mais delicioso. Agressivamente Juliano me penetrou e mesmo parecendo um sexo brutal cada metida dele dentro de mim me fazia delirar. 

PARAVA, REBOLAVA E METIA COM FORÇA.

E essa sequência foi me levando ao ápice do orgasmo. Era maravilhoso transar com ele.

Uma sincronia única de carinhos e pegadas expressavam o que a anos ficamos sem falar ou demonstrar. Ele estava dedicado a mim de uma forma que jamais esteve. Alí com o corpo colado ao meu, eu sabia que a falta e a saudade fez parte de ambos e agora, aniquilaríamos cada falta que sentimos do outro, em cada movimento. Ele estava feroz como um leão, pouco me deixava toca-lo, e com toda fúria que demonstrava no sexo se deixou mostrar menino quando disse que jamais me perderia novamente. 

JULIANO TOCOU ALÉM DE TUDO MEU CORAÇÃO!

E ali me derreti por dentro e por fora. Seu olhar era bruto mas seus olhos estavam cheios de carinho. E em meio a gemidos, putaria e carinho Juliano gozou.

UM ABRAÇO E NADA MAIS!

Juliano voltara, mas dessa vez para ficar.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Você, meu sonho.


Desligo o note e a última imagem presa na minha retina é sua foto, os olhos castanhos, a barba escura contrastando com a pele branca, os lábios que imagino macios, o peito nu, a cueca preta e seu corpo magro impregnado nos meus pensamentos.

Deito na cama exausta, mais uma madrugada de insônia e saudades, já tem dias que você não aparece online. Não bastasse a distância e o fato de não te conhecer pessoalmente, ainda sofro sem suas palavras pra me aquecer. Por isso adormeci te chamando nos meus sonhos, e você veio, num quarto simples de hotel, com um sorriso doce e sexy, não disse nada, apenas esticou sua mão em minha direção, num convite impossível de ser recusado.
Assim que nossas mãos se encontraram, senti seus dedos gelados e um puxão que levou meu corpo ao encontro do seu abraço, senti um arrepio intenso e minhas pernas amolecendo. Meu coração descompassado com a proximidade dos seus lábios, fechei meus olhos e me entreguei aos seus beijos, as línguas se roçando e as bocas unidas cheias de desejo, febre, salivas. A tua barba arranhando meu rosto e suas mãos apertando minha cintura, deslizando pelas minhas costas, minhas mãos se movem sozinhas, buscam teus ombros, tua nuca, querem saciar a necessidade de te ter.
A toalha que cobria meu corpo, se desprende e escorrega ao chão. Sem nada pra me proteger, sinto sua perna e a textura da calça jeans entre minhas coxas, meus seios se esfregam no algodão da sua camiseta vermelha, mordo vagarosamente seus lábios, soltando um gemido baixo de prazer. Seus braços me soltam e eu caio deitada na cama, as pernas entreabertas, quero reclamar por ter me soltado, mas me detenho ao ver você arrancando a camiseta e abrindo a calça. Ver você se despir, tão devagar, faz meu corpo estremecer, sinto minha respiração pausada, passo minha língua nos lábios, brinco instintivamente com meu piercing.
Você se ajoelha na beirada da cama e aperta minhas pernas com as mãos, abrindo-as enquanto se deita sobre o meu corpo. Quero te puxar para dentro de mim, acabar logo com essa vontade agoniante que me domina, mas você se detém nos meus seios, segurando-os entre suas mãos, envolve meus mamilos com a boca, arrancando mais gemidos da minha garganta. Abraço seu corpo com minhas pernas, você percebe a tortura que está fazendo e sorri deliciosamente, deixando meus mamilos, você sobe vagarosamente... beijando meu ombro, meu pescoço e termina por morder suavemente minha orelha enquanto finalmente me penetra, me preenchendo por completa.
Eu chamo seu nome entre gemidos, arranho suas costas e com o quadril acompanho seus movimentos, a luz acesa me permite ver seu rosto levemente molhado de suor e a expressão de prazer. Sinto meu corpo tremer, os músculos se contraindo a cada metida sua, tento me segurar e prolongar mais um pouco a sensação maravilhosa que antecede o orgasmo, mas como se adivinhasse e quisesse mostrar seu poder sobre mim, você me beija apaixonadamente e aumenta o ritmo das suas investidas. Um formigamento e um calor imenso toma conta do meu corpo, que explode em êxtase! 
Eu te aperto, num abraço quase desesperado, as bocas unidas, os olhos cerrados, sinto seus dedos acariciando meu rosto, abro os olhos devagar e sorrio, ainda te sentindo completamente rígido dentro de mim. Beijos seus lábios devagar e empurro levemente seus ombros. Sem nos desgrudarmos, giro seu corpo e me coloco sentada em cima de você, seguro suas mãos com as minhas, firmando-as no colchão enquanto continuo a mover meus quadris, me esfregando, subindo, descendo, alternando o ritmo de acordo com a minha vontade. Seus olhos brilham e seus lábios se comprimem tentando reter gemidos, ou gritos, e isso me deixa completamente louca, em transe, aumento o ritmo me sentindo completamente excitada novamente.
Solto suas mãos e levanto meu tronco, permitindo que você veja meus seios balançando e a volúpia que toma conta do meu corpo. Sinto seus dedos cravarem na minha perna, subindo pelos quadris e me mostrando o ritmo do seu prazer. O suor faz nossos corpos escorregarem com facilidade, numa dança única, como se já fossem íntimos um do outro, sinto as ondas de prazer que tomam conta de todos os meus sentidos e me deito sobre seu peito, sussurrando em seu ouvido "goza comigo, amor". Você me cala, invadindo com sua língua a minha boca, puxando meus cabelos, o outro braço em volta da minha cintura e enfim o seu corpo estremece junto com o meu, num orgasmo intenso, conjunto.
Acordo assustada, suada, tremendo, o celular tocando. Passo o dedo sobre a tela e vejo uma mensagem sua, desejando um bom dia e me contando que onde você está, o tempo é de muita chuva. Eu suspiro e respondo, desejando bom dia também, mas querendo apenas dizer, "sonhei com você e queria que estivesse aqui".

Conto fornecido pela autora "ACP".

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Meu pedaço de chocolate!



Abri meus olhos, olhei ao redor, o quarto estava vazio, o chão estava molhado, a toalha estava sobre a mesa, o vapor do chuveiro ainda estava no ar e embaçava o espelho, e eu, bem eu estava deitada na cama completamente nua.

Me virei de bruços e enquanto abraçava o travesseiro exalei o delicioso perfume que nele estava e isso me trouxe uma vaga lembrança da noite anterior. Enquanto forçava a mente para fazer surgir alguma lembrança percebi um pequeno detalhe.

UMA CUECA BRANCA ENFEITAVA O ABAJUR SOBRE O CRIADO MUDO.

Fleches vinham em minha mente e uma linda bunda perfeitamente desenhada surgiu em meus pensamentos.

Me distanciei do travesseiro sentando sobre as pernas e ao olhar na cabeceira da cama vi uma linda calcinha e então mais um fleche surgiu.

MÃOS ARRANCANDO A PEÇA ÍNTIMA DO MEU CORPO FAZENDO-A DESLIZAR SOBRE MINHAS PERNAS.

Sentei e abracei meus joelhos, foi quando percebi que os mesmos estavam levemente arroxeados. Mais um fleche e dessa vez um forte gemido e a clara imagem dos meus seios balançando enquanto quase de quatro era explorada. Respirei profundamente. Levantei e andei pelo quarto. Tentei de todas as formas lembrar de algo mais concreto como um rosto por exemplo. Eu estava certa de que havia transando com alguém, mas seria muito mais confortável se eu soubesse quem seria esse alguém.

Abri a porta do quarto e no corredor a minha frente estavam mais peças de roupa. Dessa vez uma calça masculina e minha blusa. Na mesma hora, mais um fleche. Um empurrão me fez ficar de encontro a porta e enquanto o espiava com o canto do olho com o cabelo no rosto o vi tirar a calça e em seguida sem deixar que me virasse para ele, arrancou minha blusa e a jogou no chão. Passo a passo fui olhando ao meu redor e observando cada detalhe do cenário. Cheguei ao topo da escada e de cima avistei no começo do corrimão meu jeans pendurado por uma só perna. Fechei os olhos e mais um fleche.

Com as costas nos degraus deitada com ele em cima de mim senti suas mãos abrirem minha calça enquanto sua boca deliciosamente beijava meu pescoço.

SEU ROSTO ESCONDIDO MAIS UMA VEZ.

Desci, e degrau por degrau tentava descobrir quem afinal passou aquela noite comigo. Cheguei a sala e por cima do encosto do sofá a camiseta dele se fazia presente. Alí tudo começou e era a minha chance de lembrar ao menos um detalhe do rosto até então desconhecido.

AINDA NUA DEITEI NO SOFÁ.

 Peguei a camiseta e levei-a de encontro ao rosto para sentir o perfume que certamente me levaria ao dono. Aquele que se tornou meu tormento.

RESPIREI UMA, DUAS, TRÊS VEZES E O FILME COMEÇOU.

A porta abriu, entrei e o convidei para sentar. Abrimos uma garrafa de vinho. Duas garrafas de vinho. A terceira pela metade fez com que eu aceitasse o que ele me propusesse. No sofá arranquei sua camiseta e a pele negra e sedosa me excitou profundamente. Nos beijamos, nos apalpamos e na primeira chance corri para as escadas implorando que ele me seguisse. Subi somente três degraus quando ele me segurou pela cintura e me deitou na escada. Com mãos habilidosas me livrou do apertado jeans que eu usava. Subi as escadas de quatro enquanto sentia a língua dele umedecer meu ânus por cima da calcinha. No topo da escada já de pé nos beijamos e aquele negão maravilhoso apertou meus seios por cima da blusa e os mordeu.

FUI SENTINDO CADA MORDISCAR EM MEUS MAMILOS ENQUANTO DE COSTAS IA EM DIREÇÃO A PORTA.

Quando me virou de costas e me empurrou contra a porta. Senti seus dedos deslizarem sobre minha bunda alcançando minha vagina e me penetrando deliciosamente.

GEMI, GEMI E GEMI.

Só imaginava aqueles dedos escuros contrastando com minha xoxota rosada.

FIQUEI COMPLETAMENTE EXCITADA.

Ele abriu e tirou a calça e tinha certeza que seria alí que aquele negão me foderia. Eu de calcinha e blusa, ele de cueca. Não tinha mais como prolongar. Ainda de costas para ele mas sem os dedos em mim, ele arrancou minha blusa e jogou ao chão. Olhei para meus seios e vi suas mãos negras os apalparem. O contraste de cor me excitava e minha curiosidade em relação ao tamanho do seu membro me instigava profundamente.

A PORTA SE ABRIU E NUA FUI JOGADA NA CAMA.

De frente para ele, puder observar cada detalhe. Cueca branca. Nenhum contraste de cor me excitaria tanto quanto sua pele negra vestida com a cueca branca. A cueca que delineava o formato do mastro duro.

AH NEGÃO, QUE TESÃO!

Sua cueca foi jogada no abajur e meu espanto era visível. Seu pênis era lindo, grande sim mas nada anormal. Só não teria coragem de deixá-lo me penetrar por trás.
Ele me puxou para a beirada da cama, abriu minhas pernas e abocanhou minha menina ainda com a calcinha.

ENQUANTO SUA LÍNGUA ENCHARCAVA O TECIDO POR FORA, MINHA VAGINA ENCHARCAVA O TECIDO POR DENTRO.

O sabor de dentro de mim ia de encontro a língua adoçando a boca dele. Minha calcinha foi saindo pouco a pouco e após deslizar sobre minhas pernas foi lançada até cair sobre a cabeceira da cama. Sua língua parecia ser tão grande quanto seu pênis.
Ele já estava tão ansioso quanto eu e num puxão só, me ergueu, agarrou meus braços e cabelos me deixando quase de quatro e assim enfiou o imenso mastro na minha buceta encharcada. A cabeça do seu pênis atingia lugares jamais visitados antes e eu estava delirando de prazer.

O SOCAR DA PIROCA ERA TÃO INTENSO QUE ME FEZ GOZAR INÚMERAS VEZES




Demorei para me lembrar dos detalhes mas após a lembrança do orgasmo vir a tona, foi fácil recordar que transamos não só no chão, mas também na cama, na mesa, no chuveiro, na parede, na sala. A casa ficou pequena para nossa performasse.

Foi quando o filme em minha mente acabou e ao abrir os olhos me deparei com o ator principal em pé ao lado do sofá em minha frente totalmente pronto pra outra. E eu pude finalmente descobrir que o ator principal e dono de toda a minha imaginação era um completo desconhecido. Um desconhecido sim, mas o pedaço de chocolate mais delicioso que já comi.                  

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Aluno exemplar.


Sou apaixonada pela minha profissão. Professora numa escola particular como sempre sonhei, lecionava para alunos do segundo grau. Naquele ano, desde o primeiro dia de aula um certo aluno me mandava bilhetes e fazia gracinhas com as coisas que eu dizia, levando tudo para o duplo sentido.

Nunca dei corda para suas brincadeiras até porque além do cargo que nos separava automaticamente, ele era bem mais novo do que eu. Mas mesmo com apenas 16 anos Fernando era muito gostoso. Não da pra negar que como mulher eu ficava completamente mexida por ele. Menino extremamente ousado e corajoso me surpreendeu saindo da escola num fim de tarde.

Deixei a sala dos professores e indo em direção a saída Fernando se aproximou e perguntou se eu precisava de ajuda. Ah se ele soubesse que tipo de ajuda eu realmente precisava. Estava mesmo sobrecarregada. Livros, bolsas, atraso sexual, provas, papéis e mais papéis. Aceitei sua ajuda e ao mesmo tempo me arrependi poque já imaginava que daquele lindo menino, nada seria de graça.

 Mesmo que eu topasse pagar o que fosse para sentir aquele moleque bem de pertinho. Fernando esticou sua mão em direção ao meu ombro e quando percebi me afastei com um passo pra trás questionando o que ele estava tentando fazer. Tentando pegar sua bolsa para carregar pra senhora, disse ele. Disfarcei o quanto pude mas não tinha como não notar minha face avermelhando em segundos.

Entreguei-lhe a bolsa e mais alguns livros e enquanto caminhávamos em direção a saída em absoluto silêncio, Fernando disse ter esquecido a blusa dele no banheiro da escola. Que desculpa esfarrapada, pensei, mas se ele estava sendo tão gentil em me acompanhar até o carro, que problema teria se eu fosse com ele até a entrada do banheiro, ou até lá dentro quem sabe. Que problema afinal teria em pagar um boquete pra ele? Minha nossa, me distraí por alguns minutos.

O banheiro não ficava tão distante de onde estávamos e como a escola já estava vazia, ninguém nos veria andando juntos pelos corredores. Pedi que ele não demorasse pois eu estava realmente com muita pressa e claro, estava lutando contra a vontade de pular naquele menino. Fernando entrou no banheiro e eu obviamente esperei do lado de fora, olhando para o relógio impacientemente. Cada segundo ao lado daquele rapaz era um risco pra mim e pra ele obviamente.

De repente ouvi um grito que vinha lá de dentro. SOCORRO!!! A voz de Fernando ecoava pelas frestas da porta. Me desesperei, não sabia se entrava ou se procurava o zelador da escola. Mas seria muito tempo perdido e algo sério poderia estar acontecendo aquele menino. Fernando o que houve? Gritei para dentro do banheiro, mas com o corpo ainda do lado de fora. Não via e nem ouvia mais nada. Resolvi me encorajar e descobrir de uma vez por todas o que de fato estava rolando.

Tensa com toda certeza, dei o primeiro passo para dentro do lavabo. Larguei minhas coisas na entrada e fui adentrando com a cabeça em busca de algo. Fernando onde está vc? Perguntei ainda mais nervosa. De repente ouvi o barulho do chuveiro ligado e enquanto entrava a visão daquele espetáculo de homem ia surgindo.



Completamente nu, completamente molhado e completamente perfeito. Em toda minha vida jamais vi um corpo tão bem torneado assim tão de perto. Fiquei paralisada por alguns segundos e esqueci de todo susto que tomara pelos mesmos segundos. Seus pelos pingavam água enquanto a mão deslizava sobre peito e membro.Algo dentro da minha cabeça dizia para acordar e voltar a realidade, mas meu corpo simplesmente não mexia, meus olhos simplesmente não piscavam e minha boca simplesmente não fechava.


Fitando cada detalhe percebi seu pé molhado pisar para fora do box e um seguido do outro caminhava em minha direção. Precisava me mexer, precisava reagir ou seria atacada. Nossa, atacada! Minha nossa, ATACADA! Alguém me ouvia?? EU SEREI ATACADA! Minha nossa, que delícia. EU FUI ATACADA!

Claro que não me movi. Já piscava, já fechava a boca e se eu quisesse poderia sair correndo daquele lugar, mas não. Que mulher não gostaria de se ver em tal situação? Me fazendo de morta esperei para ver do que aquele menino seria capaz. Suas mãos seguraram meu rosto e enquanto presa nelas senti o roçar do seu rosto molhado no meu. Me cheirava e deslizava os lábios sobre os meus. Nenhuma palavra, nenhum som. Apenas gestos e toda possível sacanagem estavam presentes.

Senti suas mãos percorrerem minhas costas e eu só pensava na maldita depilação que não havia feito naquela semana. Porque fui deixar pra ultima hora? Tantas provas, tantos afazeres e eu deixei de cuidar de mim. O que ele iria achar? Passei a me preocupar como uma garotinha que iria dar pela primeira vez. Que idiotice, na cabeça daquele menino eu era a professora, a que mandava e desmandava. Eu era a diferente de tudo que ele já teve na vida, então peluda ou não Fernando queria e iria me comer.

Caramba! Nesse momento o gostoso lambia meu pescoço e me fazia virar os olhos. Os olhos e o corpo, virou meu corpo e me jogou contra a parede do chuveiro. Parei ao dar de cara com ela e antes que me virasse para ele o desgraçado puxou meu cabelo e agarrou minha bunda. Nesse momento eu já estava encharcada, por fora e por dentro. Menino...eu disse. Sim professora, ele respondeu. Beijos, beijos, beijos, lambidas, lambidas e mais beijos. que tesão do caralho senti naquele moleque. Já era minha blusa, o maldito abriu violentamente minha camisa e o sutiã branco molhado praticamente esfregava na cara dele meus seios e mamilos.

Socorro? Eu perguntei enquanto ele espremia um seio contra o outro em suas mãos. Socorro sim professora, eu to com o pau latejando de tesão pela senhora, por favor me socorre. Cinto no chão, e o zíper abrindo. Tirar minha calça não foi fácil. A porcaria toda molhada grudava no corpo, mas ele sabia muito bem o que queria e mesmo com tanto trabalho, minha calça foi parar na pia. Já nem pensava nos pelos quando minha calcinha foi lançada ao ar. Agora era apenas a minha linda e peluda xoxota e seu mastro duríssimo.

Meu pau quer sua boceta professora, ele dizia. Mete nela então Fernando, respondi erguendo uma perna e entrelaçando na cintura dele. Fernando me pegou no colo e me prensando contra a parede enfiou aquele pau delicioso nela e meteu, meteu e meteu muitas vezes. Eu pulava em seus braços e seu caralho entrava e saia da minha buceta. Era tesão demais naquele banho, eu já havia gozado várias vezes enquanto ele ainda metia. Vc não vai gozar mocinho?; perguntei a ele já sem forças. Só se for no seu cuzinho professora, o filha da puta respondeu.



Meu cu! O desgraçado queria comer meu cu. Fiquei pasmada com a atitude ousada dele. Fiquei pasmada e dei meu cu pra ele, na mesma posição. O garotinho tinha mesmo força nos braços e eu não sabia que tinha tanto prazer em dar o rabo. Que bunda deliciosa professora, agora sim eu vou gozar; aquela voz de menino adolescente falou ao meu ouvido. Então goza que eu não aguento mais Fernando, respondi quase em desmaio. Os gritos dele enquanto gozava eram deliciosos. Mas enfim a putaria chegou ao fim e a professora santa, se é que ela existiu em algum momento voltou a habitar o meu corpo.

Desci dos braços dele, vesti minha calça sem calcinha, juntei tudo e voei para o carro. Com um sorriso muito sem vergonha Fernando me chamou antes que eu saísse e disse; até amanhã professora. E por favor venha de saia.      

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Entre elas.


Na busca incessante do real prazer resolvi experimentar alguns brinquedinhos. Quem realmente conhece e já experimentou o sexo sabe o quanto é bom tudo que ele proporciona se, com consentimento. Mas me aguçava a curiosidade quando eu parava pra pensar qual sensação teria em ser penetrada ou massageada por um, digamos assim, consolo.

Em busca do amigo entrei em um sexy shop e confesso que a primeira vista fiquei bem confusa com tantas opções. Tamanhos, cores, circunferências, os que vibram os que não, flexíveis, rígidos, disfarçados, escancarados, duplos, triplos... Ufa, enfim! Mil opções e isso me deixou mais confusa e ainda mais curiosa. Por sorte, na loja havia uma garota que pôde me atender e explicar toda aquela confusão.

Passo a passo foi me mostrando como poderia ser usado cada um deles. Mesmo eu tentando parecer uma pessoa desencanada e super inteirada no assunto, cada vez que a vendedora usava as frases "penetrar no ânus", "massagear o clitóris" ou algo do tipo, eu tinha vontade de sumir de tanta vergonha. Mas enfim, depois de tantas explicações escolhi o meu brinquedo. Nada muito grande, porém bem robusto, não tinha tanto formato de pênis e sim mais funções. Junto à parte a ser penetrada havia um massageador de clitóris e quando o ví funcionando nas mãos da vendedora na mesma hora me apaixonei pela peça. Se aquele tal massageador vibrasse daquele jeito no meu clitóris eu com certeza alcançaria as nuvens.

Corri para casa super ansiosa para conhecer melhor meu mais novo companheiro. Higienizei-o, me despi e deitei confortavelmente na cama. No começo fiquei um pouco desengonçada. Ao mesmo tempo em que o penetrava, tentava me familiarizar com tantos botões e funções. Mas enfim o tal consolo começou a me "consolar", até a campainha tocar. Não dava pra acreditar. Bem agora? Que saco!

Eu estava completamente nua e precisei correr em busca de algo para vestir. Um robe era a única coisa a vista no momento e indo em direção a porta usando somente isso, só torcia para que não desse de cara com nenhum estranho. Fiquei bem aliviada ao ver que a visita era minha melhor amiga Suzana. Visita não, já de casa Suzana foi entrando e dizendo que tinha planos para nós naquela noite. Sempre topei as propostas dela até porque são sempre bem boas, mas eu estava tão curiosa em usar o vibrador que descartaria qualquer convite pra sair. Ainda mais tendo sido interrompida daquele jeito.

Suzana insistiu muito e mesmo eu dando milhões de desculpas ela disse que só sairia dalí se eu contasse a ela o que de tão importante eu teria pra fazer. Era complicado abrir esse novo segredo a alguém, mas se tinha alguém que eu confiava cegamente era ela. Pedi que ela não me julgasse e cheia de tatos contei a verdade. Gargalhando Suzana disse como eu era boba por ter tanta vergonha disso e na mesma hora pediu que eu mostrasse o brinquedo novo. Recusei me expor ainda mais, mas vestida de robe e com a porta do quarto fechada ela na hora se ligou que eu estava brincando antes dela chegar e que sendo assim sem dúvida o vibra estaria me esperando em cima da cama.

Corri atrás dela quando a vi sair em disparada em direção ao meu quarto, mas claro ela foi bem mais rápida do que eu. Ao abrir a porta Suzana se jogou em minha cama caindo sobre ele e fugindo de mim dando voltas pelo quarto, Suzana tirava a maior onda da minha cara. Fiquei furiosa e não sei como, mas pulei em cima dela.

A luta foi árdua e quando dei conta meu robe estava aberto e eu me debatia encima dela fazendo força para arrancar o vibra de suas mãos. Ela deitada entre minhas pernas ia perdendo a força e dizendo que poderia me ajudar a desvendar os mistérios do tenebroso consolo. Com uma força maior arranquei-o de suas mãos e saindo de cima dela desacreditava na tal proposta. Vc está maluca? Eu perguntei. Não sua boba, só quero que vc me permita te ensinar como se usa essa maravilha, ela disse.

Minha ficha não caia e indo em direção a porta, tentando voltar a sala disse a ela que jamais faria aquilo. Antes que eu pudesse sair do quarto, Suzana mais uma vez foi mais rápida e por trás de mim fechou a porta e se colocou em minha frente impedindo minha passagem. Não estou brincando, deixa eu te mostrar como faz, vc não vai se arrepender, disse ela. Meu rosto corou na mesma hora. Suzana me olhou profundamente nos olhos e ao mesmo tempo que aquilo me revoltava, tal atitude me fazia sentir coisas muito estranhas.

 Nem percebi que meu robe ainda estava aberto, foi quando senti os dedos dela tocarem meu mamilo. Deixa vai, ela pedia com uma doce voz a qual eu desconhecia. Dei um passo pra trás me afastando e com medo dela eu perguntei da onde surgiu aquele interesse em mim? Não sou lésbica, ela disse. Quero apenas matar uma curiosidade e tenho certeza que posso matar a sua também. Confesso que no mesmo instante me vi tocando-a e beijando-a
.
Virando de costas para ela eu disse que não sabia se teria coragem. Foi quando senti suas mãos alcançarem a gola do robe e deslizando-as até meus seios Suzana foi me despindo e dizendo; vc não precisa fazer absolutamente nada apenas confie em mim. Eu confio, (Trêmula)


E tudo começou. A pedido dela me deitei completamente nua e antes que toda aquela loucura se tornasse real Suzana me beijou. Delicadamente, com carinho e de olhos abertos me olhando constantemente. Foi descendo ao pescoço...ombro...entre os seios....barriga....pelos....e quando a próxima parte seria beijada fechei meus olhos e esperei começar a sentir o que quer que aquele momento me proporcionaria.

Deixei de ser trêmula. Só que não, ainda não. Suzana voltava ao seios e brincava com meus mamilos em sua boca, juntando-os um ao outro com suas mãos fazendo-os parecer ainda maiores. Que sensação louca. Quando fechava os olhos tudo parecia normal. Já tinha sido lambida nos mamilos e essa sensação era comum, muito prazerosa, porém nada novo, mas quando abria os olhos e via junto aos meus seios os cabelos dela sobre minha pele,  me dava conta de que eram mãos e uma boca feminina que me tocavam.
Nossa, aí sim a sensação era bem incomum e tão prazerosa quanto.

Após se divertir nos seios Suzana voltou a beijar meu corpo e era incrível a habilidade que ela tinha com o corpo feminino. Talvez já tivesse feito isso com outra mulher, talvez fosse a mesma coisa como com um homem, ou ainda, talvez ela tenha se imaginado no meu lugar e estivesse fazendo exatamente o que gostaria que alguém fizesse com ela. Enfim, mesmo sem usarmos o brinquedo estava tudo perfeito. Finalmente Suzana chegou aonde eu mais esperava. Minha melhor amiga e eu. Jamais a imaginaria daquele jeito... Beijos, suspiros, amassos.

Era diferente de tudo que já vivi. A maciez de sua pele e do toque, o perfume adocicado, os lábios úmidos, ambos,  pois nessa hora tanto eu como ela estávamos molhadas de desejo. Foi ai que Suzana sussurrou em meu ouvido, quero sentir seu gostinho, posso?

SIM! SIM! SIM!

Sem titubear e sem resistências. Suzana me tratava como uma menina sendo deflorada pela primeira vez. Desejava um homem? Nesse momento juro que nem me lembrava da raça masculina. Aqueles dedos milimetricamente treinados e com precisão cirúrgica, faziam loucuras a qual nenhum pênis de proporções deliciosas me aguçavam a mente.



Senti o primeiro beijo em minha região pubiana. Tremi! Senti calafrios e um intenso calor vindo do meu corpo, foi quando recebi uma doce lambida em meu clitóris, e Suzana me chupava como uma fruta, talvez a mais carnuda e cheia de suco. Gritei! Suzana, vc esta me deixando louca!!! Interrompi por um segundo para ouvir dela, com seus olhos maliciosamente treinados no estilo; EU SEI O QUE ESTOU FAZENDO!

Gemi, me contorci e ela me dedilhava como uma selvagem oscilando entre a ternura e o tesão extremo. Um verdadeiro frenesi. Num ato de prazer e loucura, puxei-a pelos cabelos e a trouxe até meus lábios. Beijei-a com uma intensidade louca, aquele beijo molhado, quente, entre suspiros de tesão.

Opa...o vibrador!

Quando achei que já tinha terminado, eis que o brinquedinho entra em cena. Suzana delicadamente me coloca de lado, com as pernas semi abertas, numa posição em que ao mesmo tempo em que me introduzia me beijava e delicadamente mordia e chupava meus mamilos, alternadamente.

FIQUEI LOUCA!

Pedia mais...mais...Suzana não parava. O seu prazer era ver o meu prazer. O meu virar de olhos, o meu desejo proibido agora revelado. Não demorou muito e cheguei ao orgasmo. Um orgasmo quente, voluptuoso que alternava carinho, atenção, paixão, pecado e safadeza das boas. Suzana perguntou; gozou amor?! Com um olhar de satisfação apenas abri um sincero sorriso.

Ela deitou sobre meu corpo nu, suado e desprovido de qualquer sensação de medo, vergonha ou timidez. Claro, quis retribuir o prazer. Virei Suzana na cama e deitei-me por cima dela, olhando em seus olhos disse: Amiga, obrigada por esse momento. Há muito tempo não tinha um orgasmo tão prazeroso. Beijei-a.

Suzana com os olhos brilhantes de tesão, disse: Morde meu seio enquanto eu me masturbo, morde? Comecei imediatamente alternando entre mordidinhas leves e doces lambidas. Foi quando ela me disse: morde com força. E eu atendi ao seu estranho pedido. 1...2...3...Suzana explode num delicioso gozo. Fiquei admirada e feliz, pois nunca imaginei que pudesse sentir tanto prazer com outra mulher.

Hoje em dia eu e Suzana somos amigas, acho que ainda mais do que antes. Esse fato em nada alterou a nossa amizade, ficamos mais fieis e próximas e sempre que rola uma oportunidade temos um encontro a 3. Eu, Suzana e meu doce brinquedinho.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Ah o Sexo!



A excitação transforma-se em calor e no corpo ela se espalha em toda a dimensão da pele e se manifesta em cada detalhe refletindo-se em suor que escorre, boca que seca, pêlos que arrepiam, olhos que fecham, suspiros e gemidos que ecoam, lugares que umedecem...Fantasias são exploradas, o amor acontece... Ou não. Às vezes somente a chamada "putaria" se faz presente e sem pudor todos os orifícios são testados e fantasias são alcançadas. A dor que vira prazer, o tapa que vira afago, as mordidas que se comparam a doces beijos, mas deixam grandes marcas. O roxo que se esconde no dia seguinte e que às vezes se exibe como troféu. O sexo, a intimidade de duas pessoas ou mais, a nudez ou a quase nudez que nos provoca a imaginação. A sedução. A coragem e o poder que adquirimos para surpreender o outro. Na cama, na cadeira, no chão, no sofá, na grama, na água, na parede... Debruçados, de quatro, por cima, por baixo... AH O ORGASMO! Sensação unicamente prazerosa e que nos tira a razão quando atinge níveis altos. A sensação que dura segundos... Segundos intensos. Tremores, falta de ar, confusão, cansaço, riso solto e aquela vontade de ter tudo de novo!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Quando a saudade vira prazer.


Um quarto escuro, apenas uma sutil luz que vinha de um poste na rua invadia o quarto pela fresta aberta da cortina. Cada um se despe sozinho. Enquanto um olha o outro em meio a penumbra, se enchergam roupas sendo lançadas no ar. E o primeiro beijo acontece. A sensação é completamente nova. Mesmo com anos de convivência a saudade cravada no peito se mistura a vontade e tudo acontece. Um deita sobre o outro e mãos passeiam nas curvas do corpo. Lugares sensíveis são tocados e a respiração acelera. Mesmo com tanta vontade a espera pela penetração é muito mais instigante do que o próprio orgasmo. E o desejo de que a sensação perdure pela noite adentro é inmensamente maior ao tamanho da saudade. Na boca línguas se encontram e se misturam como numa dança romantica e enquanto isso acontece unhas deslizam sobre as costas. Uma pausa, para que um deite de bruços enquanto o outro explora o corpo deste em cada centímetro. E então a língua trabalha. Do tendão próximo ao calcanhar a língua encharca e provoca uma sensação jamais sentida antes. E no mesmo instante em que molha pêlos e perna, unhas e mãos deslizam em direção aos glúteos. Lábios, saliva e língua juntos enontram panturrilha, coxas e a bela bunda que o amor possui. Musculos bem torneados estimulam ainda mais a imaginação. Ela senta sobre as costas do outro, e enquanto nua, se faz presente de uma forma úmida e quente. Mãos acariciam toda a parte inferior do corpo e assim, pêlos arrepiam. O desejo aumenta e com ele o membro também, na mesma intensidade em que ela se encharca ainda mais, se possível. Ela se deita sobre o corpo dele também de bruços, encaixando tudo que a posição permite e enquanto ele sente seios sendo esmagados nas costas a língua dela e o bafo quente chegam a nuca dele. Mais pêlos arrepiam e mais tesão invade o corpo. Língua em orelha, gemidos em ouvidos e palavra de carinho são sussurradas em meio a tanta excitação. A posição muda, agora de frente ele recebe mais toques. Depois de todo corpo explorado o sexo oral é o presente perfeito para de certa forma acalmar o corpo que já ferve. Enquanto sugando de maneira tão perfeita um leve lubrificante é sentido e por pouco um jato quase escapa invadindo a boca dela. Ele já não se aguanta e num movimento brusco a joga deitada e tenta penetrá-la. Tenta e consegue, e por algumas vezes até se movimenta, mas junto com toda vontade de gozar está a certeza de que se o fizer a noite chegará ao fim. Então se auto flagela um pouco mais segurando tudo dentro dele. Mais carinhos, mais línguas, mais gemidos silenciosos e muito mais tesão. Tudo se intensifica junto a espera pelo enfim ato de amor.
Tudo bem, chega de tanto sofrimento. A posição é conhecida, a mais prática. E ele por cima dela sem nem precisar das mãos penetra o pênis já quase explodindo. De tão molhada a vagina dela ecoa barulhos engraçados e isso ao invés de fazê-los rir os deixam ainda mais excitados. Mesmo a ponto de gozar, as metidas duram bastante e um quase grito escapa da boca dela. Ele a cala com um beijo e ao mesmo tempo respira ofegante com a boca grudada na dela. Suor, unhas rasgando a pele, mordidas, puxões de cabelo e a pouca luz permite um olho no olho. Além de química, entre eles existe um amor maior. E tudo isso faz desse sexo a melhor experiência já vivida por ambos. A saudade doeu o tempo todo mas naquele momento a saudade tranformou-se em prazer jamais sentido antes. E enfim o orgasmo acontece e com ele um abraço intenso e o gemido baixinho querendo virar grito. A intimidade...a amizade...a parceria faz deles um só. E alí fica a promessa de que a próxima será ainda melhor.  
   

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O Massagista.

        

        Os dias são corridos, o tempo quase não da pra nada. A minha vida é só trabalhar e claro como qualquer ser humano, um dia o corpo não aguenta. Meu nível de stress por conta do trabalho estava me matando de tão alto. Não tinha tempo pra mim e menos ainda para os amigos e sinceramente eu já estava cansada de tudo isso.
        Um dia cruzando com uma amiga pelos corredores do escritório fiquei pasmada com tantos sorrisos e bom humor que vinham dela. Até não aguentar e perguntar o motivo de tudo aquilo já que ela tinha a vida tão corrida quanto a minha. Andréia me disse que toda semana, ao menos 2 vezes fazia um tipo de massagem relaxante na hora do almoço. Eu adorei a ideia de início, mas ficar parada durante 1 hora enquanto o mundo lá fora corria na minha frente era demais para mim. Andréia pediu que eu guardasse o cartão do lugar que ela fazia a tal massagem. Agradeci, li rapidamente o nome do lugar e guardei no bolso do casaco sem dar muita importância. Achei a ideia bacana e sem dúvida seria uma solução para meu stress, mas não quis tentar. 
        Um belo dia, Andréia passou em minha sala me convidado para almoçar. Mesmo sem tempo resolvi aceitar o convite, mas como combinado seria um almoço rápido.
        Estranhei pegarmos o elevar para a garagem, já que o restaurante que costumávamos almoçar era a alguns passos do edifício que trabalhávamos. Intrigada perguntei a Andréia qual a necessidade do carro. E ela muito educada disse; eu a convidei para almoçar, por tanto eu escolho o restaurante e eu pago. Como a muito tempo não tínhamos um momento só das amigas, resolvi esquecer as horas e aproveitar aquela gentileza para por o papo em dia. Entramos no carro e seguimos em direção ao restaurante, bem, era o que eu imaginava. 
        Ao parar o carro em uma vaga na rua, olhei ao meu redor e não consegui enxergar nenhum restaurante. Talvez Andréia tivesse parada um pouco longe por falta de vaga para estacionar. Mas, ao descer do carro lá estava em minha frente uma placa com o mesmo logo do cartão que ela havia me dado. Não podia acreditar. Andréia havia me levado para fazer a tal massagem e eu só conseguia pensar no tempo que perderia dentro de uma sala. Fiquei furiosa no começo, mas de certa forma ela se preocupava com minha saúde e quis ajudar. Então depois de uma breve discussão resolvi entrar.
        O lugar era muito bonito. Um grande lustre no teto, um ambiente muito “clean” e um lindo homem nos aguardando na recepção. Enquanto Andréia confirmava meu horário com o rapaz dei uma rápida olhada ao meu redor e percebi que não era uma clínica de massagem comum. Alí faziam-se massagens eróticas e isso me deixou ainda mais afim de experimentar. Penduradas nas paredes alguns quadros chamaram minha atenção. Um belo nú artístico. Homens, mulheres, casais. Todos nús e expostos, porém com uma sutileza que já me fazia sentir mais leve só de observar tais imagens. Fiquei mesmo compenetrada com aquela bela arte, ao ponto de não ouvir o recepcionista me chamando. Voltei a mim com uma leve cutucada nas costas que Andréia havia me dado. Fiquei sem graça, pedi desculpas e acompanhei o rapaz até a sala que seria atendida. Antes que eu chegasse a porta da sala, Andréia me alcançou e disse; não se acanhe apenas faça exatamente o que o massagista pedir. Vc não vai se arrepender. Deixa comigo, eu disse e então segui o rapaz até que ele fechasse a porta pedindo que eu aguardasse o massagista.
       Esperei alguns minutos até que a porta se abriu e um lindo homem entrou na sala e me cumprimentou com um forte aperto de mão se apresentando como Bruno. Eu nunca havia feito massagem com um homem, e muito menos uma massagem daquele tipo. Pra falar a verdade, não me lembrava da ultima vez que um cara havia me tocado. Mas tudo bem, eu estava tão tensa que mãos grandes e fortes sem dúvida resolveriam meu problema.
       Bruno pediu que eu me despisse no banheiro que tinha na sala. Muito nervosa perguntei a ele o que exatamente eu precisava tirar. Bruno rindo discretamente disse que eu poderia ficar de calcinha se quisesse. Bom, foi o que fiz. Fiquei de calcinha e me enrolei em uma toalha. Ao voltar para sala, notei o ambiente um pouco escuro, apenas algumas velas iluminavam o local e um delicioso cheiro de incenso pairava no ar. Deite-se de bruços aqui, disse Bruno. Na mesma hora fui em direção a maca e deitei ainda enrolada na toalha. Bruno colocou um som muito suave para tocar, quase um mantra. Pediu que eu fechasse os olhos e esvaziasse a mente. Fui seguindo tudo de acordo como ele falava. Abri a toalha antes de me acomodar totalmente e a deixei-a solta sobre meu corpo. E então finalmente pude sentir o primeiro toque dele. Bruno retirou a toalha e assim fiquei exposta apenas de calcinha. Quando senti um delicioso líquido escorrer sobre minha costas.
            Bruno as tocou e enquanto o fazia ia me dizendo coisas referentes a chácaras e o lado espiritual de tudo aquilo. Enquanto estava no topo da minha cabeça, suas mãos deslizavam da nuca a lombar em movimentos suaves espalhando o óleo que ele havia despejado sobre mim. Realmente aquilo tudo me relaxaria totalmente e eu estava curiosa para saber como terminaria. Bruno foi para onde estavam meus pés e com suas mãos encharcadas de óleo massageou da ponta dos dedos ao calcanhar. Após massagear meus pés Bruno deslizou suas mãos em minhas pernas e chegando ao bumbum o apertou e acariciou. Enquanto ele fazia movimentos circulares nas minhas nádegas, elas abriam e fechavam e isso fazia o óleo escorrer em meu anus e em seguida minha vagina. Seus toques às vezes pareciam mais carinhos do que massagens. E isso começou a me excitar estranhamente. Após explorar toda parte de trás do meu corpo, a pedido dele virei de frente para ser massageada. E foi aí que o auge da excitação começou. No início mais sutil com massagens nas mãos e dedos. Um pouco mais de óleo e Bruno voltando ao topo da minha cabeça, começou a me tocar no pescoço, colo e seios. Suas mãos estavam quentes com o atrito em minha pele e eu temia abrir os olhos e ficar ainda mais excitada se visse os movimentos, além de senti-los. Quando suas mãos escorregaram em minha barriga até a costura da calcinha não consegui controlar e soltei o primeiro gemido. Da barriga, suas mãos subiram aos seios novamente pela lateral do corpo. E enquanto ele passeava pelas minhas curvas, podia sentir o calor do peito dele se aproximar do meu rosto. Novamente aos seios e seus movimentos circulares fazia meus mamilos endurecer de tanta excitação. Meu corpo começou a dar sinais de que aquela massagem me levaria ao ápice do prazer. Que loucura...
            Bruno voltou aos meus pés e lá pequenos espasmos orgásticos iam se intensificando pouco a pouco. Suas mãos deslizavam sobre minhas coxas e a ponta de seus dedos tocavam levemente minha virilha, e isso fazia meu corpo contorcer.
Comecei a pensar que ter ficado de calcinha tinha sido uma péssima idéia, mas não quis interromper a massagem pedindo que ele a tirasse. Então continuei de olhos fechados sentindo tudo que ele me proporcionava. Mas Bruno era muito experiente e quando eu menos esperava, ele mesmo tirou a calcinha. Que delícia. Deixei meu corpo largado encima da maca e com as pernas levemente abertas senti Bruno massagear meu clitóris me fazendo chegar a um nível incrível de excitação e estase total. Seus dedos me penetraram enquanto outros ainda tocavam o clitóris e ainda assim outra mão percorria meu corpo. Tal sensação já não era mais física e sim emocional. Ao mesmo tempo que gemidos escapavam da garganta, minha voz sumia quando eu mais precisava. E então fez-se a contagem. Um, dois três, quatro e incríveis cinco orgasmos seguidos um do outro. Que sensação única. A emoção era tão intensa que lágrimas me saltaram aos olhos. Emoção misturada com prazer. Definitivamente homem nenhum havia feito o que aquele massagista tão experiente fez. Meu corpo ainda tremia e eu quase não consegui voltar a realidade. Cada toque tinha um sentido, além de me fazer relaxar, Bruno me fez descobrir pontos em meu corpo que eu jamais imaginaria sentir prazer ao ser tocada.
        Bom, uma hora havia se passado e eu precisei de alguns minutos para voltar a razão e me acalmar. E enquanto voltava a mim, tive a certeza de que não poderia viver sem aquilo. Tanto pensei para me entregar as mãos daquele homem e agora sinto que não posso mais viver sem ele.
        Já vestida e de volta a recepção corri para os braços de Andréia e a abracei tão entusiasmada que ela mesma se espantou com minha atitude. Obrigada! Obrigada! Obrigada! Era tudo que conseguia dizer. Ela perguntava se eu havia gostado. E eu sem pensar respondi; Bruno agora passa a ser meu remédio, minha cura, minha razão para relaxar corpo e mente. Não vivo mais sem isso, não vivo mais sem ele.   

sábado, 31 de agosto de 2013

A Prima


O que fazer quando seu desejo por uma mulher é grande o suficiente para tê-la a qualquer hora e lugar, porém seu grau de parentesco com a mesma o impede de chegar as vias de fato?

        Manoela, minha querida prima Manu estava de férias em minha casa. Ou melhor dizendo, na casa dos meus pais. O tesão que essa menina causava em mim era surreal. Não sabia se pela pouca idade que tinha, a qual me estimulava a incorporar um professor e ensiná-la tudo, ou talvez pelo sutil jeito de menina que me fazia querer transformá-la em mulher. Talvez até pelo belo corpo que ela tinha que mesmo com pouca idade já se via um lindo traseiro e um maravilhoso par de seios.
        Tão inocente ainda brincava de esconder com meus irmãos mais novos. Sempre gostei de observá-la, e às vezes, não sei se por fruto da minha imaginação, mas tinha a absoluta certeza que ela me lançava olhares bem profundos e sorrisos cheio de mistérios. Na minha mente imaginava como seria aquele corpo. Como seria a cor dos mamilos e se por acaso ela já tinha o habito de se depilar. E se tinha, como o faria? Deixaria muitos pelos ou apenas um ralo e fino caminho até sua caverna quente e molhada?
Ah priminha, se vc soubesse o tamanho to meu desejo e como ele ficava duro de imaginá-la.
        Mas infelizmente não podia arriscar, se minha família descobrisse qualquer envolvimento entre nós, todos ficariam contra mim, afinal mesmo já sendo uma adolescente, seus 18 anos não a faziam parecer mais do que uma doce menina.
        Tentava ficar o mais longe possível dela até mesmo para não correr o risco de não me controlar. Mas não resisti o dia que ela me convidou para brincar de esconder junto com as crianças da família. Um de meus irmãos ficou responsável pela contagem enquanto nós escolhíamos o lugar para nos esconder. Reparei que ela sempre escolhia o lugar mais a vista para que as crianças a encontrassem já que eram apenas crianças. Tentei não fazer diferente disso e me escondi atrás de uma árvore a qual deixava metade do meu corpo a mostra sendo assim fácil der ser encontrado, foi quando observei aquela linda menina correndo em minha direção segurando a saia para que o vento não a levantasse. Chegando a mim Manu me surpreendeu dizendo; vc vem comigo. Correndo e me segurando pela mão Manu foi me levando para dentro de casa. Não entendia o porque aquele doce de garota resolveu me levar para lá já que a intenção era ficarmos a vista para sermos encontrados. Mas Manu ainda me puxava pela mão e percorria a sala, as escadas e só parou quando chegamos ao sótão. Perguntei a ela o porque de nos escondermos lá, assim jamais aquelas crianças nos encontrariam. E aquela graça de menina, virando seu olhar a mim enquanto trancava a porta do sótão disse, exatamente para não sermos encontrados. Meu coração disparou, e eu não podia acreditar que por trás de asas de anjo, Manu escondia seu garfo de diaba. Mesmo tendo sonhado dia e noite com aquilo, acho que fiquei bem nervoso quando descobri o furacão que ela era. A cada passo que ela dava em minha direção, balbuciava uma frase do tipo, quero dar pra vc aqui e agora. Não tive tempo para nada, a menina que parecia intocável me atacou. Após tirar a blusa e a saia, só de langerie, Manu pulou em mim e me agarrou com braços e pernas e colou sua boca na minha. Seus lábios eram pequenos e macios e sua boca tinha suave sabor de morango.
        Eu, um cara de quase 30 anos e ela apenas com 18, era uma grande diferença. Minha idade era avançada e mesmo a desejando intensamente, naquele momento comecei a pensar o quão errado seria aquilo. Mas no sexo a priminha do interior se mostrava bem mais avançada do que eu. Não resisti e me entreguei.
        Carregando-a no colo com as pernas ainda entrelaçadas em meu corpo, fui beijando-a e levando-a até a primeira parede que eu pudesse enconstá-la. E lá Manu desabotoou o sutian mostrando seus pequenos e firmes seios de adolescente. Rosados, eram rosados. Enfim uma das dúvidas havia sido matada. Lindos mamilos rosados. E como eram doces, beijei-os e lambi o quanto pude, pois aquela MULHER estava apressada e só pedia para que eu a penetrasse. Não tínhamos mesmo muito tempo, a essa hora as crianças estariam gritando nossos nomes  pela casa. Mas ouvir Manu dizer a frase “me fode”, sem dúvida abafava qualquer outro barulho. E como isso soava bem aos meus ouvidos. A joguei num colchão velho que estava lá e enquanto seu corpo pulava com o impacto, seus seios balançavam deliciosamente. Enquanto a via deslizar as mãos pelo próprio corpo instigando-me, fui abrindo a calça e pondo todo aquele meu desejo pra fora. Duro feito rocha e pulsando como um coração acelerado. Cai ajoelhado no colchão entre as pernas dela e deslizei os dedos no vale por cima da calcinha. Já estava úmido e o cheiro que exalava me atraía como abelha no mel.
        Tira minha calcinha e mete, Manu pedia descontrolada. Arranquei a peça intima e assim mais uma curiosidade ia embora. Lá estava uma fina e rala penugem sobre os lábios vaginais mais lindos que eu já vi. Também rosados, mas brilhavam com tanta lubrificação. Que delícia de mulher. Manu estava finalmente nua em minha frente e eu não acreditava que meu sonho tinha finalmente virado realidade. Seu corpo era tão lindo e bem desenhado que se nada acontecesse não me importaria. Olhar para ela com todo aquele jeitinho meigo, mas ao mesmo tempo cheia de detalhes de uma mulher adulta me fascinava. Mas que homem suportaria controlar os próprios instintos com tudo aquilo nas mãos? Eu não seria um deles.
        Puxei-a pelo quadril em direção ao meu e com a ajuda de uma das mãos encaixei meu pênis dentro dela e esse ato tão simples, fez surgir o gemido mais angelical que eu já ouvi. Meti, meti e meti o quanto pude e o quanto o tempo permitiu. Já podia imaginar alguém tentando abrir a porta do sótão em busca de nós dois. O nervosismo e o medo pareciam me excitar ainda mais. Manu gemia gostoso e ao mesmo tempo dizia; isso primo, mete com força. Meu primo mais velho, finalmente. Que loucura!
        Jamais perderia a oportunidade de transar com ela, mas demorar pra gozar seria uma missão impossível diante daquela situação, mas por sorte consegui segurar até que ela chegasse ao orgasmo.
        Após nossa deliciosa rapidinha ela levantou e vestiu toda a roupa com exceção da calcinha, que estava jogada num canto do sótão. Juntou a mesma do chão e entregou em minha mão dizendo; essa vc guarda de lembrança. Manu foi até a porta e voltou para brincar com as crianças. E eu, ainda nu e deitado no velho colchão adormeci com sua peça íntima esticada em meu rosto exalando o mais puro aroma da doce e gostosa priminha do interior.     

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Aquele Estacionamento.

   

   Não poderia deixar escapar a oportunidade de me deliciar nos braços do meu mais antigo desejo sexual. Ah André! O tipo de cara que chama atenção de qualquer mulher. Boca carnuda, ombros largos, peitoral definido, sorriso extremamente encantador e tantas outras qualidades que me fazia delirar com a simples imagem de um dia ter ele só pra mim.
Já nos conhecíamos há algum tempo, mas nunca arriscamos algo a mais. O porque? Não fazia a menor ideia. Mas aquele dia, naquela festa tudo parecia conspirar a favor para que os desejos e fantasias virassem realidade.
      Pista de dança, uma multidão ao redor e algumas luzes piscando rapidamente iluminavam o rosto das pessoas. E no meio de tantos rostos lá estava o dele. Eu já havia bebido alguns goles de tudo que pudesse alterar minha razão e isso sem dúvida me ajudou a ter coragem para que eu atravessasse aquela pista de dança e fosse ao encontro dele. Enquanto dava meus passos na direção daquele homem divino, percebi que ele não só havia notado a mim e minha intenção como vinha ao meu encontro também. Passaria apenas alguns segundos até o primeiro toque e de repente minha cabeça se encheu de perguntas. Deveria beijá-lo? E como fazê-lo?  Lentamente como em um filme de amor ou vorazmente como animais no cio? O que eu queria? Sexo era a única coisa que me vinha à mente quando o via. Então não restavam mais dúvidas, iria agarrá-lo e deixar o instinto falar por mim. Falar? Eu deveria falar algo antes de atacá-lo? Minha nossa, tanta espera pra tanta dúvida? Chega! Nossos corpos estavam se aproximando cada vez mais e não restava mais tempo para tantas perguntas. Nenhuma palavra se quer, apenas o movimento dos nossos lábios se abrindo. O tão esperado beijo era exatamente como havia imaginado. Boa macia, incrivelmente quente e gostosa. E a cada roçar de uma língua na outra, meu corpo parecia estar em brasas. Sem perguntas nem respostas, apenas sua mão me puxando para fora da festa em direção ao estacionamento. Um canto escuro, uma parede e nada mais. Que loucura! Anos imaginando lindos lençóis de cetim, banheira de hidromassagem ou um macio sofá que fosse e fui parar ali, em pé no estacionamento. Bom, pode parecer loucura, mas ele não poderia ter escolhido lugar melhor. Rude suas mãos deslizaram sobre minhas coxas por baixo da sai indo de encontro a minha calcinha rasgando-a sem o menor pudor. Minha nossa que homem era aquele? Nem nos meus melhores sonhos o imaginava tão habilidoso com o corpo feminino. Após arrancar minha peça íntima e jogá-la longe, André agachou em minha frente, levantou uma de minhas pernas apoiando-a em seu ombro e abocanhou minha bocetinha tão encharcada. Sua língua estuprava meu clitóris me fazendo gozar pela primeira vez. Tremores tomavam meu corpo e na virilha sentia meu líquido escorrer deliciosamente. André se levantou e junto ao som abafado da festa uma frase invadiu meu ouvido; quer mais? Sim! Sim! Sim! Não desejaria outra coisa naquele momento.
Mais um puxão pela mão e correndo pelo estacionamento em busca de um lugar ainda mais deserto, pude sentir a brisa gelada da madrugada deslizar entre minhas pernas resfriando o vulcão que acabara de entrar em erupção.

       Um capô e toda ousadia possível. André se jogou em cima de um carro
e após se acomodar naquele capô coberto de sereno, me olhando nos olhos e abrindo a calça disse; me chupa! Não havia tempo pra pensar e minha boca já salivava imaginando o delicioso sabor daquele lindo pênis. Caí de boa, lambi e chupei o tão desejado membro. Enquanto deslizava as mãos sobre meus cabelos ele gemia baixinho demonstrando satisfação com meu desempenho. Nossos olhares se encontravam e no meio de tanto prazer eu o ouvia perguntar se minha vagina seria tão encharcada como minha boca. Mete e vc vai descobrir, eu disse. Um piscar de olhos e pude sentir o gelado capô em minhas costas. Mais alguns beijos, amassos e toda excitação que uma transa poderia proporcionar. Minhas costas ficavam cada vez mais geladas enquanto ele subia minha blusa deixando meus seios a mostra. Mas suas mãos e boca os acolhiam e protegiam tão bem, que todo o corpo começava a esquentar novamente. Pequenas mordidinhas nos mamilos e lá em baixo seus dedos me penetravam. Metendo com força e abocanhando meus seios, André me fez entrar em erupção mais uma vez. Que delícia! Como era bom gozar com as pernas entrelaçadas nele. Mas melhor que isso seria gozar com o bumbum roçando em seus pelos pubianos e quem sabe levando deliciosas mordidinhas na nuca e nas costas enquanto penetrada de bruços. E assim foi feito. O capô do carro agora evaporava nosso suor. Puxões de cabelo, apertões no quadril e seus movimentos de vai e vem me levavam ao delírio mais uma vez. Mas agora meu líquido se misturava ao dele e juntos gozamos deliciosamente. Sua pele estava toda arrepiada, sua respiração ia acalmando enquanto apoiava a testa sobre minhas costas. Finalmente, ele dizia. Não podia mais suportar a curiosidade. E eu sorrindo levemente não imaginava que tal fantasia era de ambos. Nossos olhares se encontravam novamente e após nos recompor selamos a aventura com um beijo mais suave. Um sorriso de satisfação e assim chegou ao fim o sexo mais emocionante que eu já tive na vida. Sem despedidas e nenhuma promessa. Voltei para a festa com apenas uma certeza. Primeira e ultima vez. Se houvesse outra, em hipótese alguma poderia se comparar aquela.    

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Sinais


O desejo invade o corpo. O suor escorre nas mãos. A boca seca. Os mamilos dão os primeiros sinais e em seguida a peça íntima umedece. O cheiro invade o ambiente. Os olhares se cruzam. As mãos se tocam e os pelos do corpo arrepiam. A primeira peça de roupa cai ao chão e em seguida a boca que estava seca se encharca. De repente um calafrio sobe a espinha e junto dele o toque macio de dedos. Mãos deslizam sobre as costas e chegam a nuca. E línguas se entrelaçam num beijo ardende e intenso. Abraços viram amassos, carícias viram pegação. Gemidos são sussurrados e entre eles algumas palavras de baixo calão. Em lençóis e travesseiros dois corpos se entrelaçam em puro prazer. E finalmente um passa a fazer parte do outro ligados por um só canal. Movimentos de vai e vem, olhos se fecham e mãos arranham costas e ombros. Quanta excitação, quanto prazer. Posições são exploradas. Beijos e mais beijos. Gemidos viram gritos. Carinhos viram leves palmadas e no alge do prazer partes íntimas são inundadas. Suor, respiração ofegante, a cama completamente desarrumada e a certeza de que cada segundo valeu a pena.   

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A Estranha Perfeita.



Imagine sentir atração por alguém que vc nem conhece, uma atração tão grande que toma conta de vc fazendo com que seus atos sejam totalmente incontroláveis. 

Luciana é uma mulher linda, cheia de estilo e com uma vontade voraz de seduzir. Certa vez, online no meu perfil da internet, ela veio falar comigo. 

Não conhecia aquele rosto e por isso relutei um pouco no começo com receio de ser um perfil fake. Mas seu jeitinho sedutor e sua foto que revelava uma mulher incrivelmente linda me instigaram o suficiente para que eu desse um pouco mais de atenção. Conversa vai conversa vem, Luciana começou a desviar o assunto tornando o papo ainda mais interessante. Foi fazendo perguntas mais íntimas do tipo “vc tem namorada?”, “gosta de sair?”. 

Confesso que cada vez mais aquela mulher me encantava. E ela sempre dizendo o quanto eu era interessante e chamava atenção. Dizia que eu era o tipo de homem que a agradava e que se ela pudesse gostaria de me ver mais de perto. Foi o que bastou para um encontro no horário do almoço. 

O RISCO DE TUDO AQUILO SER FALSO ERA MUITO GRANDE MAS EU ESTAVA DISPOSTO A CONHECE-LA E QUEM SABE ALGO MAIS.

Passei em um ponto marcado por ela para buscá-la e a levei até minha casa. Mesmo muito interessada, seu rosto ficou corado de vergonha quando sentiu pela primeira vez o roçar da minha barba em seu rosto ao cumprimentá-la com um beijo. Perguntei se ela tinha certeza de que queria mesmo ir até o fim e olhando nos meus olhos o suave tom da sua voz afirmou.

SIM, MAIS QUE QUALQUER OUTRA COISA NESSE MUNDO.

 Um tremor estranho tomou meu corpo, minha boca secou e meu membro enrijeceu como por um passe de mágica. É, não restava mais dúvidas, aquela mulher não só era de verdade como certamente me faria ter o melhor sexo da minha vida. 

 Ao abrir a porta de casa convidei-a para sentar, safada como pensei que seria, Luciana tocou meu pênis já adormecido e disse, aqui? Fiquei sem palavras, aquele jeito provocante e ao mesmo tempo cheio de bom humor me fazia ficar cada vez mais encantado por ela. Tentando entrar no clima da brincadeira, sem parecer muito bobo, concordei que se ela quisesse já poderia sim sentar em mim e cavalgar loucamente. Sem nem pensar Luciana foi se aproximando e sussurrando alguma coisa sobre meus lábios, foi me cheirando e me tocando. Não entendi o que ela havia dito, porém seus atos com certeza me explicaram. 

Não demorou muito para minha camiseta estar sobre o chão e sua blusa deslizar para fora do corpo. Sentir seus seios tocarem meu peito, mesmo que ainda cobertos pelo sutiã foi uma sensação muito prazerosa, sua pele era quente e macia e seu colo parecia chamar meu nome pedindo que eu os beijasse. 

Luciana tinha mesmo muita habilidade no quesito seduzir, além de mãos ágeis, sua boca era maravilhosamente macia, quente e úmida, e eu só imaginava que sua vagina fosse da mesma forma ou mais. Me conduzindo ao sofá ainda de sutiã, Luciana ajoelhou entre minhas pernas e foi deslizando suas mãos sobre minhas coxas até o zíper que ainda mantinha minha calça fechada. 

A PARTIR DAQUELE MOMENTO ELA NÃO SÓ ABRIU A CALÇA MAS TAMBÉM A BOCA.


Engoliu meu pênis que agora estava duro como nunca. Com uma cara de gulosa, Luciana foi deslizando sua língua sobre todo o corpo do meu pau duríssimo. Enquanto sentia sua língua lubrificar todo meu pênis fechei os olhos por alguns segundos e foi aí que me senti abocanhado. Sinceramente não sei como ela fazia aquilo, mas com um dom inexplicável ela me chupava e lambia e ainda assim mordia. Pude sentir sua garganta e nesse momento não mais enxergava meu pênis. 


ESTAVA INTEIRO DENTRO DA BOCA DELA.

Achando que ela se acabaria ali, fechei meus olhos e tentei me concentrar para não gozar. Mesmo que fosse delicioso vê-la engolir meu leitinho, quis usufruir mais daquela delícia. E então, achando que não tinha mais lugar para ser tocado, ou lambido ou chupado, Luciana deslizou a língua em minha virilha e foi descendo até as bolas. 

CHUPOU E LAMBEU SEM SE IMPORTAR COM OS POUCOS PELOS QUE TINHA.

 Ainda na missão de me dar prazer jamais sentido, sua língua desceu um pouco mais e entre as bolas e o ânus Luciana me levou ao êxtase maior, ao pico da adrenalina e ao maior tesão que eu já senti na vida. Que boca era aquela, que delícia de mulher. Meu corpo contorcia no sofá e mesmo que eu puxasse seus cabelos querendo tirá-la de lá para que eu não gozasse, aquela louca insistia em continuar, voltando assim para meu pênis. 

CHUPOU COM TANTA VONTADE QUE NÃO RESISTI.

 Avisei a ela que gozaria, sua boca estava me transtornando. Achando que ela pararia no mesmo instante para que aí eu pudesse proporcioná-la tal prazer, a menina da internet me surpreende ainda mais.

GOZA, GOZA NA MINHA BOCA QUE VOU ENGOLIR TODO SEU LEITINHO.


Foi como soltar um preso a anos encarcerado. Explodi dentro da boca dela, e a cada ejaculada sentia sua boca sugar tudo para dentro da garganta. 
Fiquei zonzo com tal atitude. Aquela mulher era muito deliciosa, sabia mesmo como enlouquecer um homem e eu só pensava em fazer o mesmo com ela. Mas minha alegria durou pouco. Mesmo sendo de carne e osso, Luciana desapareceu rapidamente. 

APENAS UMA AMOSTRA

Ela disse enquanto vestia a blusa. Se direcionou até a porta e de longe me jogou um beijo. Eu não podia acreditar. Mesmo tendo gozado eu queria mais, muito mais. Fiquei maluco, vidrado nela. Mas como num sonho tive que acordar e voltar a realidade. 
Não paro de pensar em tudo que aquela boca foi capaz de fazer. E aqui, dias depois desse louco encontro, ainda posso sentir os lábios dela sugando meu pau e tenho certeza de que essa sensação jamais sairá da minha pele. 
 Agora só me resta a dúvida, será que um dia poderei mergulhar entre as pernas dela também?