segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Aluno exemplar.


Sou apaixonada pela minha profissão. Professora numa escola particular como sempre sonhei, lecionava para alunos do segundo grau. Naquele ano, desde o primeiro dia de aula um certo aluno me mandava bilhetes e fazia gracinhas com as coisas que eu dizia, levando tudo para o duplo sentido.

Nunca dei corda para suas brincadeiras até porque além do cargo que nos separava automaticamente, ele era bem mais novo do que eu. Mas mesmo com apenas 16 anos Fernando era muito gostoso. Não da pra negar que como mulher eu ficava completamente mexida por ele. Menino extremamente ousado e corajoso me surpreendeu saindo da escola num fim de tarde.

Deixei a sala dos professores e indo em direção a saída Fernando se aproximou e perguntou se eu precisava de ajuda. Ah se ele soubesse que tipo de ajuda eu realmente precisava. Estava mesmo sobrecarregada. Livros, bolsas, atraso sexual, provas, papéis e mais papéis. Aceitei sua ajuda e ao mesmo tempo me arrependi poque já imaginava que daquele lindo menino, nada seria de graça.

 Mesmo que eu topasse pagar o que fosse para sentir aquele moleque bem de pertinho. Fernando esticou sua mão em direção ao meu ombro e quando percebi me afastei com um passo pra trás questionando o que ele estava tentando fazer. Tentando pegar sua bolsa para carregar pra senhora, disse ele. Disfarcei o quanto pude mas não tinha como não notar minha face avermelhando em segundos.

Entreguei-lhe a bolsa e mais alguns livros e enquanto caminhávamos em direção a saída em absoluto silêncio, Fernando disse ter esquecido a blusa dele no banheiro da escola. Que desculpa esfarrapada, pensei, mas se ele estava sendo tão gentil em me acompanhar até o carro, que problema teria se eu fosse com ele até a entrada do banheiro, ou até lá dentro quem sabe. Que problema afinal teria em pagar um boquete pra ele? Minha nossa, me distraí por alguns minutos.

O banheiro não ficava tão distante de onde estávamos e como a escola já estava vazia, ninguém nos veria andando juntos pelos corredores. Pedi que ele não demorasse pois eu estava realmente com muita pressa e claro, estava lutando contra a vontade de pular naquele menino. Fernando entrou no banheiro e eu obviamente esperei do lado de fora, olhando para o relógio impacientemente. Cada segundo ao lado daquele rapaz era um risco pra mim e pra ele obviamente.

De repente ouvi um grito que vinha lá de dentro. SOCORRO!!! A voz de Fernando ecoava pelas frestas da porta. Me desesperei, não sabia se entrava ou se procurava o zelador da escola. Mas seria muito tempo perdido e algo sério poderia estar acontecendo aquele menino. Fernando o que houve? Gritei para dentro do banheiro, mas com o corpo ainda do lado de fora. Não via e nem ouvia mais nada. Resolvi me encorajar e descobrir de uma vez por todas o que de fato estava rolando.

Tensa com toda certeza, dei o primeiro passo para dentro do lavabo. Larguei minhas coisas na entrada e fui adentrando com a cabeça em busca de algo. Fernando onde está vc? Perguntei ainda mais nervosa. De repente ouvi o barulho do chuveiro ligado e enquanto entrava a visão daquele espetáculo de homem ia surgindo.



Completamente nu, completamente molhado e completamente perfeito. Em toda minha vida jamais vi um corpo tão bem torneado assim tão de perto. Fiquei paralisada por alguns segundos e esqueci de todo susto que tomara pelos mesmos segundos. Seus pelos pingavam água enquanto a mão deslizava sobre peito e membro.Algo dentro da minha cabeça dizia para acordar e voltar a realidade, mas meu corpo simplesmente não mexia, meus olhos simplesmente não piscavam e minha boca simplesmente não fechava.


Fitando cada detalhe percebi seu pé molhado pisar para fora do box e um seguido do outro caminhava em minha direção. Precisava me mexer, precisava reagir ou seria atacada. Nossa, atacada! Minha nossa, ATACADA! Alguém me ouvia?? EU SEREI ATACADA! Minha nossa, que delícia. EU FUI ATACADA!

Claro que não me movi. Já piscava, já fechava a boca e se eu quisesse poderia sair correndo daquele lugar, mas não. Que mulher não gostaria de se ver em tal situação? Me fazendo de morta esperei para ver do que aquele menino seria capaz. Suas mãos seguraram meu rosto e enquanto presa nelas senti o roçar do seu rosto molhado no meu. Me cheirava e deslizava os lábios sobre os meus. Nenhuma palavra, nenhum som. Apenas gestos e toda possível sacanagem estavam presentes.

Senti suas mãos percorrerem minhas costas e eu só pensava na maldita depilação que não havia feito naquela semana. Porque fui deixar pra ultima hora? Tantas provas, tantos afazeres e eu deixei de cuidar de mim. O que ele iria achar? Passei a me preocupar como uma garotinha que iria dar pela primeira vez. Que idiotice, na cabeça daquele menino eu era a professora, a que mandava e desmandava. Eu era a diferente de tudo que ele já teve na vida, então peluda ou não Fernando queria e iria me comer.

Caramba! Nesse momento o gostoso lambia meu pescoço e me fazia virar os olhos. Os olhos e o corpo, virou meu corpo e me jogou contra a parede do chuveiro. Parei ao dar de cara com ela e antes que me virasse para ele o desgraçado puxou meu cabelo e agarrou minha bunda. Nesse momento eu já estava encharcada, por fora e por dentro. Menino...eu disse. Sim professora, ele respondeu. Beijos, beijos, beijos, lambidas, lambidas e mais beijos. que tesão do caralho senti naquele moleque. Já era minha blusa, o maldito abriu violentamente minha camisa e o sutiã branco molhado praticamente esfregava na cara dele meus seios e mamilos.

Socorro? Eu perguntei enquanto ele espremia um seio contra o outro em suas mãos. Socorro sim professora, eu to com o pau latejando de tesão pela senhora, por favor me socorre. Cinto no chão, e o zíper abrindo. Tirar minha calça não foi fácil. A porcaria toda molhada grudava no corpo, mas ele sabia muito bem o que queria e mesmo com tanto trabalho, minha calça foi parar na pia. Já nem pensava nos pelos quando minha calcinha foi lançada ao ar. Agora era apenas a minha linda e peluda xoxota e seu mastro duríssimo.

Meu pau quer sua boceta professora, ele dizia. Mete nela então Fernando, respondi erguendo uma perna e entrelaçando na cintura dele. Fernando me pegou no colo e me prensando contra a parede enfiou aquele pau delicioso nela e meteu, meteu e meteu muitas vezes. Eu pulava em seus braços e seu caralho entrava e saia da minha buceta. Era tesão demais naquele banho, eu já havia gozado várias vezes enquanto ele ainda metia. Vc não vai gozar mocinho?; perguntei a ele já sem forças. Só se for no seu cuzinho professora, o filha da puta respondeu.



Meu cu! O desgraçado queria comer meu cu. Fiquei pasmada com a atitude ousada dele. Fiquei pasmada e dei meu cu pra ele, na mesma posição. O garotinho tinha mesmo força nos braços e eu não sabia que tinha tanto prazer em dar o rabo. Que bunda deliciosa professora, agora sim eu vou gozar; aquela voz de menino adolescente falou ao meu ouvido. Então goza que eu não aguento mais Fernando, respondi quase em desmaio. Os gritos dele enquanto gozava eram deliciosos. Mas enfim a putaria chegou ao fim e a professora santa, se é que ela existiu em algum momento voltou a habitar o meu corpo.

Desci dos braços dele, vesti minha calça sem calcinha, juntei tudo e voei para o carro. Com um sorriso muito sem vergonha Fernando me chamou antes que eu saísse e disse; até amanhã professora. E por favor venha de saia.      

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