sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Meu pedaço de chocolate!



Abri meus olhos, olhei ao redor, o quarto estava vazio, o chão estava molhado, a toalha estava sobre a mesa, o vapor do chuveiro ainda estava no ar e embaçava o espelho, e eu, bem eu estava deitada na cama completamente nua.

Me virei de bruços e enquanto abraçava o travesseiro exalei o delicioso perfume que nele estava e isso me trouxe uma vaga lembrança da noite anterior. Enquanto forçava a mente para fazer surgir alguma lembrança percebi um pequeno detalhe.

UMA CUECA BRANCA ENFEITAVA O ABAJUR SOBRE O CRIADO MUDO.

Fleches vinham em minha mente e uma linda bunda perfeitamente desenhada surgiu em meus pensamentos.

Me distanciei do travesseiro sentando sobre as pernas e ao olhar na cabeceira da cama vi uma linda calcinha e então mais um fleche surgiu.

MÃOS ARRANCANDO A PEÇA ÍNTIMA DO MEU CORPO FAZENDO-A DESLIZAR SOBRE MINHAS PERNAS.

Sentei e abracei meus joelhos, foi quando percebi que os mesmos estavam levemente arroxeados. Mais um fleche e dessa vez um forte gemido e a clara imagem dos meus seios balançando enquanto quase de quatro era explorada. Respirei profundamente. Levantei e andei pelo quarto. Tentei de todas as formas lembrar de algo mais concreto como um rosto por exemplo. Eu estava certa de que havia transando com alguém, mas seria muito mais confortável se eu soubesse quem seria esse alguém.

Abri a porta do quarto e no corredor a minha frente estavam mais peças de roupa. Dessa vez uma calça masculina e minha blusa. Na mesma hora, mais um fleche. Um empurrão me fez ficar de encontro a porta e enquanto o espiava com o canto do olho com o cabelo no rosto o vi tirar a calça e em seguida sem deixar que me virasse para ele, arrancou minha blusa e a jogou no chão. Passo a passo fui olhando ao meu redor e observando cada detalhe do cenário. Cheguei ao topo da escada e de cima avistei no começo do corrimão meu jeans pendurado por uma só perna. Fechei os olhos e mais um fleche.

Com as costas nos degraus deitada com ele em cima de mim senti suas mãos abrirem minha calça enquanto sua boca deliciosamente beijava meu pescoço.

SEU ROSTO ESCONDIDO MAIS UMA VEZ.

Desci, e degrau por degrau tentava descobrir quem afinal passou aquela noite comigo. Cheguei a sala e por cima do encosto do sofá a camiseta dele se fazia presente. Alí tudo começou e era a minha chance de lembrar ao menos um detalhe do rosto até então desconhecido.

AINDA NUA DEITEI NO SOFÁ.

 Peguei a camiseta e levei-a de encontro ao rosto para sentir o perfume que certamente me levaria ao dono. Aquele que se tornou meu tormento.

RESPIREI UMA, DUAS, TRÊS VEZES E O FILME COMEÇOU.

A porta abriu, entrei e o convidei para sentar. Abrimos uma garrafa de vinho. Duas garrafas de vinho. A terceira pela metade fez com que eu aceitasse o que ele me propusesse. No sofá arranquei sua camiseta e a pele negra e sedosa me excitou profundamente. Nos beijamos, nos apalpamos e na primeira chance corri para as escadas implorando que ele me seguisse. Subi somente três degraus quando ele me segurou pela cintura e me deitou na escada. Com mãos habilidosas me livrou do apertado jeans que eu usava. Subi as escadas de quatro enquanto sentia a língua dele umedecer meu ânus por cima da calcinha. No topo da escada já de pé nos beijamos e aquele negão maravilhoso apertou meus seios por cima da blusa e os mordeu.

FUI SENTINDO CADA MORDISCAR EM MEUS MAMILOS ENQUANTO DE COSTAS IA EM DIREÇÃO A PORTA.

Quando me virou de costas e me empurrou contra a porta. Senti seus dedos deslizarem sobre minha bunda alcançando minha vagina e me penetrando deliciosamente.

GEMI, GEMI E GEMI.

Só imaginava aqueles dedos escuros contrastando com minha xoxota rosada.

FIQUEI COMPLETAMENTE EXCITADA.

Ele abriu e tirou a calça e tinha certeza que seria alí que aquele negão me foderia. Eu de calcinha e blusa, ele de cueca. Não tinha mais como prolongar. Ainda de costas para ele mas sem os dedos em mim, ele arrancou minha blusa e jogou ao chão. Olhei para meus seios e vi suas mãos negras os apalparem. O contraste de cor me excitava e minha curiosidade em relação ao tamanho do seu membro me instigava profundamente.

A PORTA SE ABRIU E NUA FUI JOGADA NA CAMA.

De frente para ele, puder observar cada detalhe. Cueca branca. Nenhum contraste de cor me excitaria tanto quanto sua pele negra vestida com a cueca branca. A cueca que delineava o formato do mastro duro.

AH NEGÃO, QUE TESÃO!

Sua cueca foi jogada no abajur e meu espanto era visível. Seu pênis era lindo, grande sim mas nada anormal. Só não teria coragem de deixá-lo me penetrar por trás.
Ele me puxou para a beirada da cama, abriu minhas pernas e abocanhou minha menina ainda com a calcinha.

ENQUANTO SUA LÍNGUA ENCHARCAVA O TECIDO POR FORA, MINHA VAGINA ENCHARCAVA O TECIDO POR DENTRO.

O sabor de dentro de mim ia de encontro a língua adoçando a boca dele. Minha calcinha foi saindo pouco a pouco e após deslizar sobre minhas pernas foi lançada até cair sobre a cabeceira da cama. Sua língua parecia ser tão grande quanto seu pênis.
Ele já estava tão ansioso quanto eu e num puxão só, me ergueu, agarrou meus braços e cabelos me deixando quase de quatro e assim enfiou o imenso mastro na minha buceta encharcada. A cabeça do seu pênis atingia lugares jamais visitados antes e eu estava delirando de prazer.

O SOCAR DA PIROCA ERA TÃO INTENSO QUE ME FEZ GOZAR INÚMERAS VEZES




Demorei para me lembrar dos detalhes mas após a lembrança do orgasmo vir a tona, foi fácil recordar que transamos não só no chão, mas também na cama, na mesa, no chuveiro, na parede, na sala. A casa ficou pequena para nossa performasse.

Foi quando o filme em minha mente acabou e ao abrir os olhos me deparei com o ator principal em pé ao lado do sofá em minha frente totalmente pronto pra outra. E eu pude finalmente descobrir que o ator principal e dono de toda a minha imaginação era um completo desconhecido. Um desconhecido sim, mas o pedaço de chocolate mais delicioso que já comi.                  

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