sábado, 16 de novembro de 2013

Cartas e gozadas!



Olá! Meu nome é Vanessa e eu ainda não acredito que vou contar essa história. Foi surpreendente e inesquecível. Uma experiência única e maravilhosa.

Felipe era um amigo especial e eu sentia muito a sua falta após um mês inteiro sem notícias dele. Então resolvi visitá-lo para matar as saudades. Chegando em sua casa o encontrei fazendo uma de suas coisas preferidas, jogando poker com seus amigos Daniel, Fábio e Bruno. Conhecia todos, porém Daniel e Fábio apenas de vista. Bruno e eu já havíamos tido um flerte em uma festa na casa do Felipe mas nada passou de apenas olhares e sorrisos. 

Felipe me convidou para jogar e eu topei. Não tinha muito conhecimento, mas seria no mínimo divertido estar entre eles e quem sabe eu estaria com sorte naquele dia. Jogamos por 2 horas ou mais. Nem reparei que o tempo havia passado tão depressa pois por incrível que pareça eu estava ganhando quase todas. Acredito em sorte de principiante, mas naquele dia eu passei a ter certeza que isso existia mesmo. Ganhar de meninos tão viciados como aqueles era mesmo glorioso e muito satisfatório. A minha garra para o jogo e todos os meus blefes fizeram os quatro amigos desistirem de jogar e quererem fazer outra coisa.

FIQUEI EXTREMAMENTE FURIOSA!

Felipe, Daniel e Fábio definitivamente não queriam mais jogar, até Bruno dar uma ideia que no início me assustou um pouco. Vamos jogar Strip Poker, disse Bruno.

ARREGALEI OS OLHOS E PENSEI; AGORA EU TO FERRADA.

Recuei na mesma hora. Levantei da mesa e fui em direção a porta me despedindo de todos com um singelo abanar de mãos. Tchau pra vocês to fora, eu disse. No mesmo instante Fábio levantou do sofá e correu em direção a porta. Se colocando em minha frente impedindo minha passagem, caçoou de mim alegando que eu não era tão boa assim.

VOCÊ NÃO SE GARANTE VANESSINHA???

Meu rosto incendiou e minha vontade era meter a mão na cara dele. Perdeu de mim várias vezes, como podia se empinar em minha frente e dizer que eu não me garantia? Rapaizinho abusado. Bem, só me restava então provar que naquela mesa quem mandava era eu. Se a sorte estava comigo até aquele momento, não veria motivos para ela me abandonar logo agora.

RESPIREI FUNDO E VOLTEI PARA MEU LUGAR.

 Vamos lá então, estou louca para ver gente pelada nessa mesa, zombei daqueles meninos tão inocentes.

O primeiro a começar a se despir foi Felipe, tênis e meias. Que sem graça. Bom se eu quisesse deixá-los encabulados precisaria ganhar ainda mais. Felipe novamente e dessa vez a camiseta. Nas outras rodadas Felipe ganhou tanto quanto eu, não entendi o porque estava perdendo daquele jeito. Mas enfim prosseguimos com o jogo.  

E FELIPE PERDEU AS CALÇAS!

Só de cuecas Felipe tornava o jogo ainda mais interessante. Mesmo sendo apenas bons amigos, algo nele me chamou a atenção. O volume na cueca era visível.
O jogo prosseguiu quando um em seguida do outro foi ficando de cueca e eu sem entender tamanha sincronia. Não fazia muito sentido porém o mais importante é que eu estava completamente vestida.
Reparei que todos passaram a se olhar muito durante o jogo, mas não dei tanta importância já que minha missão naquele momento seria deixá-los completamente nus.

E DE REPENTE EU PERDI E LÁ SE FOI MINHA JAQUETA!

Respirei profundamente e a vontade de vê-los sem roupa aumentava a cada jogada. Era a cueca de cada um contra toda roupa que eu vestia, calça, blusa, jaquetinha, calcinha e sutiã. Seria impossível eles segurarem a tal cueca por tanto tempo.

MINHA BLUSA FOI AO CHÃO E JUNTO A MINHA CARA.

Ninguém dizia uma palavra apenas se olhavam e jogavam e eu pensando ainda mais no pênis de cada um.

PERDI, PERDI E PERDI!

De calcinha e seios a mostra finalmente consegui. Bruno perdeu no jogo e também a cueca. De tão eufórica pela enfim vitória fiz questão de ajudá-lo. Fui até ele e agachada em sua frente deslizei a peça íntima pelas pernas e por alguns minutos fitei seu pênis. Porque mesmo nós não ficamos naquela noite? Perguntei encantada com o pinto lindo que ele tinha. Todos riram e aquilo me excitou profundamente. Foi quando dei conta que eu estava completamente nua, ou quase isso, rodeada de caras na mesma situação e todos estavam excitados.

QUE BRINCADEIRINHA MAIS PERIGOSA MENINOS!

Bruno me ergueu pelo braço e me beijou. Ao mesmo tempo atrás de mim Felipe se aproximou e apertou minha bunda enquanto beijava nuca e costas. Fábio estava tirando a cueca e Daniel pela lateral tocava minha menina por cima da calcinha e a única coisa que passava em minha mente era que os quatro iriam me comer.

MEDO, FÚRIA, CURIOSIDADE E TESÃO!

Pouco a pouco fui sendo levada ao quarto, e todos estavam ao redor de mim, me beijando e me tocando. Ali eu era a gostosa, deliciosa e muito mais. E eu estava completamente envolvida com cada um deles. Do jeito de cada um fazer.

DEITEI NA CAMA E A LÍNGUA QUENTE DE DANIEL FOI A PRIMEIRA A TOCAR MINHA VAGINA JÁ ENCHARCADA.

Enquanto lambida, dois pênis roçaram meu rosto e com as mãos deslizei-os até a cabecinha encontrar minha boca. Um dedo úmido invadiu meu ânus.

O MEDO VIROU TESÃO. A FÚRIA VIROU TESÃO. A CURIOSIDADE VIROU TESÃO. E O TESÃO FOI QUADRUPLICADO PELOS NOMES DANIEL, FELIPE, BRUNO E FÁBIO!

Já não identificava quem era quem. Meus olhos estavam fechados quase que todo tempo. Meu corpo jamais sentiu tanto toque e tanta penetração ao mesmo tempo. Anal, vaginal, oral e a deliciosa punheta os deixavam delirando de prazer. Ninguém sobrou. Eram todos meus.

MEU CORPO TODO QUEIMAVA E POR INCRÍVEL QUE PAREÇA EU QUERIA MAIS, MAIS E MAIS!


Um por cima e outro por baixo e a dupla penetração me fez gozar infinitas vezes. De dois em dois os meninos revesavam a dupla penetração. Enquanto um montava o outro encaixava por baixo beijando meus seios. O desejo estava tão intenso que eu não sentia dor alguma. E os coordenava dizendo a palavra "troca". Não me senti usada em momento algum. Eu quis todos ao mesmo tempo desde o começo. Eu quis tirar a roupa desde o começo. Me vi trepando com os quatro desde o começo.

FODI! FODI! FODI O QUANTO PUDE E O QUANTO ELES AGUENTARAM!

Bruno já estava explodindo quando pediu para gozar na minha cara enquanto Felipe ainda metia um pouco mais. Quis que todos gozassem ao mesmo tempo em mim. Na cara, na boca, nos seios. Eles poderiam escolher mas todos deveriam gozar juntos em mim.

OS QUATRO PÊNIS AO MEU REDOR ME FAZIA SENTIR PODEROSA.



Todos apontaram seus membros em direção ao meu rosto e como metralhadoras fuzilaram minha pele fazendo-a ficar branca de gozo.

QUATRO EJACULADAS E UMA SAFADA!

Eu jamais esquecerei esse Poker!

Após esse dia nunca mais repetimos a dose. Porém confesso que adoraria jogar novamente.   

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Velho amigo, agora MEU barbudo!


Para mim, um homem de barba fica bem mais masculino. Dá aquele ar de homem rude e se bem cuidada a barba torna o homem muito mais interessante.

      Eu particularmente nunca dei muita importância se o cara tinha ou não barba, mas quando reencontrei um velho amigo na porta de casa me encantei perdidamente pelos lindos pelos que lhe cobria a face.
     

 Juliano e eu já havíamos tido alguns momentos de intimidade enquanto adolescentes, mas por motivos familiares precisou mudar de cidade e com o tempo fomos nos afastando. Os anos passaram, conhecemos outras pessoas e um belo dia o rosto angelical daquele menino foi sumindo das minhas lembranças, até nossos olhares se cruzarem novamente.

      Estava em casa a toa quando ouvi alguém bater a minha porta. 

NÃO PUDE ACREDITAR QUANDO O VI!

 Claro que no primeiro olhar seria impossível reconhecê-lo, quase 10 anos afastados e sem nenhum contato, mas aquele sorriso era só dele e aquele olhar eu jamais esqueceria.

Oi Má! Uma bela voz soou e um sorriso completava aquela frase me fazendo desacreditar no que via. Minha vontade era abraçá-lo de tanta alegria por reencontrá-lo, mas meu medo de tudo ter esfriado como eu realmente achava me impediu de pular em seu pescoço.
Juliano, é vc mesmo? Perguntei espantada. Sim Má eu voltei; ele disse me proporcionando a maior felicidade do mundo. 

E então não pude controlar, o abraço veio em seguida a tantos sorrisos trocados. E nesse momento senti o primeiro roçar daquela linda barba em meu rosto.

Após entrar e se acomodar no sofá, Juliano e eu conversamos por horas e horas, ainda tínhamos assuntos em comum e algo mais. Ele continuava moleque mesmo com cara de homem e foi novamente despertando em mim a tara que eu jurava ter acabado.

DEFINITIVAMENTE A TARA NÃO ACABOU!

      Em algum momento da conversa, Juliano tocou meu rosto dizendo como eu estava linda e o quanto ele havia sentido minha falta. Como dizer a ele que tudo que ele me falasse ou fizesse seria recíproco? 

E então, ainda sentado no sofá, Juliano chegou um pouco mais perto de mim e disse o quando queria matar as saudades. Engoli a seco e só pensava que o melhor orgasmo que eu já tive em toda minha vida havia sido com ele. COMO RESISTIR?  

Virei o rosto para ele e resolvi não mais me acanhar. Eu quero vc Má, aqui e agora, ele disse. Minhas mãos suaram no mesmo instante em que percebi aquela linda boca se aproximar da minha. 

Seu beijo ainda era o mesmo, com a única exceção de ter que descobrir o desenho dos lábios no meio de tantos pelos. 

Sua língua deslizou sobre meus lábios antes de chegar a minha e enquanto o beijo se concretizava, sua mão deslizava sobre meu corpo em direção aos meus seios. Sem nem perceber eu estava sem blusa e com toda delicadeza do mundo Juliano desabotoou meu sutiã. 

Piercings? Ele perguntou. Meus mamilos eram perfurados e na nossa época eu ainda não os tinha. Mas a surpresa o excitou ainda mais. 

Como era bom saber que mesmo com o rosto coberto de barba e com aquela cara de menino crescido Juliano ainda era o mesmo safadinho de sempre. Aliás, seu jeito sem vergonha misturado a cara de homem era o conjunto perfeito.

Mas de alguma forma estava diferente, dessa vez ele sabia exatamente o que fazer. 
Ju foi beijando cada parte do meu corpo e se tinha uma coisa que ele fazia como ninguém era abocanhar meus seios e a sensação da barba roçando em minha pele arrepiava meu corpo. Lentamente fui deitando no sofá e Juliano deslizou a língua sobre as jóias que meus mamilos possuíam. 

BRINCOU ATÉ ENCHARCAR...MINHA XOXOTA!

Desceu as mãos sobre meu quadril e abriu minha calça sem dizer uma única palavra, apenas me olhando profundamente e me deixando enlouquecida com cada movimento que ele fazia. Quando dei por mim estava nua e ele me tinha nas mãos novamente. 

 Tudo estava perfeito e ainda melhor com as cócegas que aquela barba fazia. E eu só imaginava como seria a sensação quando ele resolvesse descer um pouco mais.
      

LÍNGUA, PELOS, LÁBIOS E AS VEZES ATÉ DENTES!

Um de cada vez, e em alguns momentos todos juntos me levavam a doces lembranças do passado. Suas carícias foram descendo cada vez mais até seus pelos da face encontrar os meus pubianos. Outra habilidade fantástica desse menino. Sua língua percorria cada centímetro dela e meus lábios vaginais finalmente encontram aquela linda boca. 

O SILÊNCIO FOI QUEBRADO COM MEU GEMIDO E ENQUANTO EU DESLIZAVA OS DEDOS SOBRE SEU CABELO ELE DESLIZAVA OS DELE DENTRO DE MIM!

Ju penetrava levemente deslizando os dedos num vai e vem tão perfeito que minha alma parecia desprender do corpo. Sua barba fazia cócegas, sua língua arrepiava meu corpo e seus dedos me fizeram gozar deliciosamente.

Realmente Juliano tinha voltado, mas dessa vez mais homem do que nunca.

Minhas pernas ficaram moles e eu não acreditava que após dez anos iria sentir todo prazer novamente. Ju me carregou para o quarto e me jogou na cama  e enquanto me olhava profundamente ia se despindo. Camiseta, calça e a cueca estavam no chão e completamente nu Ju pulou sobre meu corpo me dando um beijo ardente. Suas mãos envolveram minhas costas e senti ser pressionada contra o corpo dele. E aquela barba, estava presente em cada movimento e fazia tudo ficar ainda mais delicioso. Agressivamente Juliano me penetrou e mesmo parecendo um sexo brutal cada metida dele dentro de mim me fazia delirar. 

PARAVA, REBOLAVA E METIA COM FORÇA.

E essa sequência foi me levando ao ápice do orgasmo. Era maravilhoso transar com ele.

Uma sincronia única de carinhos e pegadas expressavam o que a anos ficamos sem falar ou demonstrar. Ele estava dedicado a mim de uma forma que jamais esteve. Alí com o corpo colado ao meu, eu sabia que a falta e a saudade fez parte de ambos e agora, aniquilaríamos cada falta que sentimos do outro, em cada movimento. Ele estava feroz como um leão, pouco me deixava toca-lo, e com toda fúria que demonstrava no sexo se deixou mostrar menino quando disse que jamais me perderia novamente. 

JULIANO TOCOU ALÉM DE TUDO MEU CORAÇÃO!

E ali me derreti por dentro e por fora. Seu olhar era bruto mas seus olhos estavam cheios de carinho. E em meio a gemidos, putaria e carinho Juliano gozou.

UM ABRAÇO E NADA MAIS!

Juliano voltara, mas dessa vez para ficar.