Na busca incessante do real prazer resolvi experimentar alguns
brinquedinhos. Quem realmente conhece e já experimentou o sexo sabe o quanto é
bom tudo que ele proporciona se, com consentimento. Mas me aguçava a
curiosidade quando eu parava pra pensar qual sensação teria em ser penetrada ou
massageada por um, digamos assim, consolo.
Em busca do amigo entrei em um sexy shop e confesso que a primeira vista fiquei bem confusa com tantas opções. Tamanhos, cores, circunferências, os que vibram os que não, flexíveis, rígidos, disfarçados, escancarados, duplos, triplos... Ufa, enfim! Mil opções e isso me deixou mais confusa e ainda mais curiosa. Por sorte, na loja havia uma garota que pôde me atender e explicar toda aquela confusão.
Passo a passo foi me mostrando como poderia ser usado cada um deles. Mesmo eu tentando parecer uma pessoa desencanada e super inteirada no assunto, cada vez que a vendedora usava as frases "penetrar no ânus", "massagear o clitóris" ou algo do tipo, eu tinha vontade de sumir de tanta vergonha. Mas enfim, depois de tantas explicações escolhi o meu brinquedo. Nada muito grande, porém bem robusto, não tinha tanto formato de pênis e sim mais funções. Junto à parte a ser penetrada havia um massageador de clitóris e quando o ví funcionando nas mãos da vendedora na mesma hora me apaixonei pela peça. Se aquele tal massageador vibrasse daquele jeito no meu clitóris eu com certeza alcançaria as nuvens.
Corri para casa super ansiosa para conhecer melhor meu mais novo companheiro. Higienizei-o, me despi e deitei confortavelmente na cama. No começo fiquei um pouco desengonçada. Ao mesmo tempo em que o penetrava, tentava me familiarizar com tantos botões e funções. Mas enfim o tal consolo começou a me "consolar", até a campainha tocar. Não dava pra acreditar. Bem agora? Que saco!
Eu estava completamente nua e precisei correr em busca de algo para vestir. Um robe era a única coisa a vista no momento e indo em direção a porta usando somente isso, só torcia para que não desse de cara com nenhum estranho. Fiquei bem aliviada ao ver que a visita era minha melhor amiga Suzana. Visita não, já de casa Suzana foi entrando e dizendo que tinha planos para nós naquela noite. Sempre topei as propostas dela até porque são sempre bem boas, mas eu estava tão curiosa em usar o vibrador que descartaria qualquer convite pra sair. Ainda mais tendo sido interrompida daquele jeito.
Suzana insistiu muito e mesmo eu dando milhões de desculpas ela disse que só sairia dalí se eu contasse a ela o que de tão importante eu teria pra fazer. Era complicado abrir esse novo segredo a alguém, mas se tinha alguém que eu confiava cegamente era ela. Pedi que ela não me julgasse e cheia de tatos contei a verdade. Gargalhando Suzana disse como eu era boba por ter tanta vergonha disso e na mesma hora pediu que eu mostrasse o brinquedo novo. Recusei me expor ainda mais, mas vestida de robe e com a porta do quarto fechada ela na hora se ligou que eu estava brincando antes dela chegar e que sendo assim sem dúvida o vibra estaria me esperando em cima da cama.
Corri atrás dela quando a vi sair em disparada em direção ao meu quarto, mas claro ela foi bem mais rápida do que eu. Ao abrir a porta Suzana se jogou em minha cama caindo sobre ele e fugindo de mim dando voltas pelo quarto, Suzana tirava a maior onda da minha cara. Fiquei furiosa e não sei como, mas pulei em cima dela.
A luta foi árdua e quando dei conta meu robe estava aberto e eu me debatia encima dela fazendo força para arrancar o vibra de suas mãos. Ela deitada entre minhas pernas ia perdendo a força e dizendo que poderia me ajudar a desvendar os mistérios do tenebroso consolo. Com uma força maior arranquei-o de suas mãos e saindo de cima dela desacreditava na tal proposta. Vc está maluca? Eu perguntei. Não sua boba, só quero que vc me permita te ensinar como se usa essa maravilha, ela disse.
Minha ficha não caia e indo em direção a porta, tentando voltar a sala disse a ela que jamais faria aquilo. Antes que eu pudesse sair do quarto, Suzana mais uma vez foi mais rápida e por trás de mim fechou a porta e se colocou em minha frente impedindo minha passagem. Não estou brincando, deixa eu te mostrar como faz, vc não vai se arrepender, disse ela. Meu rosto corou na mesma hora. Suzana me olhou profundamente nos olhos e ao mesmo tempo que aquilo me revoltava, tal atitude me fazia sentir coisas muito estranhas.
Nem percebi que meu robe ainda estava aberto, foi quando senti os dedos dela tocarem meu mamilo. Deixa vai, ela pedia com uma doce voz a qual eu desconhecia. Dei um passo pra trás me afastando e com medo dela eu perguntei da onde surgiu aquele interesse em mim? Não sou lésbica, ela disse. Quero apenas matar uma curiosidade e tenho certeza que posso matar a sua também. Confesso que no mesmo instante me vi tocando-a e beijando-a
.
Em busca do amigo entrei em um sexy shop e confesso que a primeira vista fiquei bem confusa com tantas opções. Tamanhos, cores, circunferências, os que vibram os que não, flexíveis, rígidos, disfarçados, escancarados, duplos, triplos... Ufa, enfim! Mil opções e isso me deixou mais confusa e ainda mais curiosa. Por sorte, na loja havia uma garota que pôde me atender e explicar toda aquela confusão.
Passo a passo foi me mostrando como poderia ser usado cada um deles. Mesmo eu tentando parecer uma pessoa desencanada e super inteirada no assunto, cada vez que a vendedora usava as frases "penetrar no ânus", "massagear o clitóris" ou algo do tipo, eu tinha vontade de sumir de tanta vergonha. Mas enfim, depois de tantas explicações escolhi o meu brinquedo. Nada muito grande, porém bem robusto, não tinha tanto formato de pênis e sim mais funções. Junto à parte a ser penetrada havia um massageador de clitóris e quando o ví funcionando nas mãos da vendedora na mesma hora me apaixonei pela peça. Se aquele tal massageador vibrasse daquele jeito no meu clitóris eu com certeza alcançaria as nuvens.
Corri para casa super ansiosa para conhecer melhor meu mais novo companheiro. Higienizei-o, me despi e deitei confortavelmente na cama. No começo fiquei um pouco desengonçada. Ao mesmo tempo em que o penetrava, tentava me familiarizar com tantos botões e funções. Mas enfim o tal consolo começou a me "consolar", até a campainha tocar. Não dava pra acreditar. Bem agora? Que saco!
Eu estava completamente nua e precisei correr em busca de algo para vestir. Um robe era a única coisa a vista no momento e indo em direção a porta usando somente isso, só torcia para que não desse de cara com nenhum estranho. Fiquei bem aliviada ao ver que a visita era minha melhor amiga Suzana. Visita não, já de casa Suzana foi entrando e dizendo que tinha planos para nós naquela noite. Sempre topei as propostas dela até porque são sempre bem boas, mas eu estava tão curiosa em usar o vibrador que descartaria qualquer convite pra sair. Ainda mais tendo sido interrompida daquele jeito.
Suzana insistiu muito e mesmo eu dando milhões de desculpas ela disse que só sairia dalí se eu contasse a ela o que de tão importante eu teria pra fazer. Era complicado abrir esse novo segredo a alguém, mas se tinha alguém que eu confiava cegamente era ela. Pedi que ela não me julgasse e cheia de tatos contei a verdade. Gargalhando Suzana disse como eu era boba por ter tanta vergonha disso e na mesma hora pediu que eu mostrasse o brinquedo novo. Recusei me expor ainda mais, mas vestida de robe e com a porta do quarto fechada ela na hora se ligou que eu estava brincando antes dela chegar e que sendo assim sem dúvida o vibra estaria me esperando em cima da cama.
Corri atrás dela quando a vi sair em disparada em direção ao meu quarto, mas claro ela foi bem mais rápida do que eu. Ao abrir a porta Suzana se jogou em minha cama caindo sobre ele e fugindo de mim dando voltas pelo quarto, Suzana tirava a maior onda da minha cara. Fiquei furiosa e não sei como, mas pulei em cima dela.
A luta foi árdua e quando dei conta meu robe estava aberto e eu me debatia encima dela fazendo força para arrancar o vibra de suas mãos. Ela deitada entre minhas pernas ia perdendo a força e dizendo que poderia me ajudar a desvendar os mistérios do tenebroso consolo. Com uma força maior arranquei-o de suas mãos e saindo de cima dela desacreditava na tal proposta. Vc está maluca? Eu perguntei. Não sua boba, só quero que vc me permita te ensinar como se usa essa maravilha, ela disse.
Minha ficha não caia e indo em direção a porta, tentando voltar a sala disse a ela que jamais faria aquilo. Antes que eu pudesse sair do quarto, Suzana mais uma vez foi mais rápida e por trás de mim fechou a porta e se colocou em minha frente impedindo minha passagem. Não estou brincando, deixa eu te mostrar como faz, vc não vai se arrepender, disse ela. Meu rosto corou na mesma hora. Suzana me olhou profundamente nos olhos e ao mesmo tempo que aquilo me revoltava, tal atitude me fazia sentir coisas muito estranhas.
Nem percebi que meu robe ainda estava aberto, foi quando senti os dedos dela tocarem meu mamilo. Deixa vai, ela pedia com uma doce voz a qual eu desconhecia. Dei um passo pra trás me afastando e com medo dela eu perguntei da onde surgiu aquele interesse em mim? Não sou lésbica, ela disse. Quero apenas matar uma curiosidade e tenho certeza que posso matar a sua também. Confesso que no mesmo instante me vi tocando-a e beijando-a
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Virando de costas para ela eu disse que
não sabia se teria coragem. Foi quando senti suas mãos alcançarem a gola do robe
e deslizando-as até meus seios Suzana foi me despindo e dizendo; vc não precisa
fazer absolutamente nada apenas confie em mim. Eu confio, (Trêmula)
E tudo começou. A pedido dela me deitei completamente nua e antes que toda aquela loucura se tornasse real Suzana me beijou. Delicadamente, com carinho e de olhos abertos me olhando constantemente. Foi descendo ao pescoço...ombro...entre os seios....barriga....pelos....e quando a próxima parte seria beijada fechei meus olhos e esperei começar a sentir o que quer que aquele momento me proporcionaria.
Deixei de ser trêmula. Só que não, ainda não. Suzana voltava ao seios e brincava com meus mamilos em sua boca, juntando-os um ao outro com suas mãos fazendo-os parecer ainda maiores. Que sensação louca. Quando fechava os olhos tudo parecia normal. Já tinha sido lambida nos mamilos e essa sensação era comum, muito prazerosa, porém nada novo, mas quando abria os olhos e via junto aos meus seios os cabelos dela sobre minha pele, me dava conta de que eram mãos e uma boca feminina que me tocavam.
Nossa, aí sim a sensação era bem incomum e tão prazerosa quanto.
Após se divertir nos seios Suzana voltou a beijar meu corpo e era incrível a habilidade que ela tinha com o corpo feminino. Talvez já tivesse feito isso com outra mulher, talvez fosse a mesma coisa como com um homem, ou ainda, talvez ela tenha se imaginado no meu lugar e estivesse fazendo exatamente o que gostaria que alguém fizesse com ela. Enfim, mesmo sem usarmos o brinquedo estava tudo perfeito. Finalmente Suzana chegou aonde eu mais esperava. Minha melhor amiga e eu. Jamais a imaginaria daquele jeito... Beijos, suspiros, amassos.
Era diferente de tudo que já vivi. A maciez de sua pele e do toque, o perfume adocicado, os lábios úmidos, ambos, pois nessa hora tanto eu como ela estávamos molhadas de desejo. Foi ai que Suzana sussurrou em meu ouvido, quero sentir seu gostinho, posso?
SIM! SIM! SIM!
Sem titubear e sem resistências. Suzana me tratava como uma menina sendo deflorada pela primeira vez. Desejava um homem? Nesse momento juro que nem me lembrava da raça masculina. Aqueles dedos milimetricamente treinados e com precisão cirúrgica, faziam loucuras a qual nenhum pênis de proporções deliciosas me aguçavam a mente.
Senti o primeiro beijo em minha região
pubiana. Tremi! Senti calafrios e um intenso calor vindo do meu corpo, foi
quando recebi uma doce lambida em meu clitóris, e Suzana me chupava como uma
fruta, talvez a mais carnuda e cheia de suco. Gritei! Suzana, vc esta me
deixando louca!!! Interrompi por um segundo para ouvir dela, com seus olhos
maliciosamente treinados no estilo; EU SEI O QUE ESTOU FAZENDO!
Gemi, me contorci e ela me dedilhava
como uma selvagem oscilando entre a ternura e o tesão extremo. Um verdadeiro
frenesi. Num ato de prazer e loucura, puxei-a pelos cabelos e a trouxe até meus
lábios. Beijei-a com uma intensidade louca, aquele beijo molhado, quente, entre
suspiros de tesão.
Opa...o vibrador!
Quando achei que já tinha terminado, eis que o brinquedinho entra em cena. Suzana delicadamente me coloca de lado, com as pernas semi abertas, numa posição em que ao mesmo tempo em que me introduzia me beijava e delicadamente mordia e chupava meus mamilos, alternadamente.
FIQUEI LOUCA!
Pedia mais...mais...Suzana não parava. O seu prazer era ver o meu prazer. O meu virar de olhos, o meu desejo proibido agora revelado. Não demorou muito e cheguei ao orgasmo. Um orgasmo quente, voluptuoso que alternava carinho, atenção, paixão, pecado e safadeza das boas. Suzana perguntou; gozou amor?! Com um olhar de satisfação apenas abri um sincero sorriso.
Ela deitou sobre meu corpo nu, suado e desprovido de qualquer sensação de medo, vergonha ou timidez. Claro, quis retribuir o prazer. Virei Suzana na cama e deitei-me por cima dela, olhando em seus olhos disse: Amiga, obrigada por esse momento. Há muito tempo não tinha um orgasmo tão prazeroso. Beijei-a.
Suzana com os olhos brilhantes de tesão, disse: Morde meu seio enquanto eu me masturbo, morde? Comecei imediatamente alternando entre mordidinhas leves e doces lambidas. Foi quando ela me disse: morde com força. E eu atendi ao seu estranho pedido. 1...2...3...Suzana explode num delicioso gozo. Fiquei admirada e feliz, pois nunca imaginei que pudesse sentir tanto prazer com outra mulher.
Hoje em dia eu e Suzana somos amigas, acho que ainda mais do que antes. Esse fato em nada alterou a nossa amizade, ficamos mais fieis e próximas e sempre que rola uma oportunidade temos um encontro a 3. Eu, Suzana e meu doce brinquedinho.
Opa...o vibrador!
Quando achei que já tinha terminado, eis que o brinquedinho entra em cena. Suzana delicadamente me coloca de lado, com as pernas semi abertas, numa posição em que ao mesmo tempo em que me introduzia me beijava e delicadamente mordia e chupava meus mamilos, alternadamente.
FIQUEI LOUCA!
Pedia mais...mais...Suzana não parava. O seu prazer era ver o meu prazer. O meu virar de olhos, o meu desejo proibido agora revelado. Não demorou muito e cheguei ao orgasmo. Um orgasmo quente, voluptuoso que alternava carinho, atenção, paixão, pecado e safadeza das boas. Suzana perguntou; gozou amor?! Com um olhar de satisfação apenas abri um sincero sorriso.
Ela deitou sobre meu corpo nu, suado e desprovido de qualquer sensação de medo, vergonha ou timidez. Claro, quis retribuir o prazer. Virei Suzana na cama e deitei-me por cima dela, olhando em seus olhos disse: Amiga, obrigada por esse momento. Há muito tempo não tinha um orgasmo tão prazeroso. Beijei-a.
Suzana com os olhos brilhantes de tesão, disse: Morde meu seio enquanto eu me masturbo, morde? Comecei imediatamente alternando entre mordidinhas leves e doces lambidas. Foi quando ela me disse: morde com força. E eu atendi ao seu estranho pedido. 1...2...3...Suzana explode num delicioso gozo. Fiquei admirada e feliz, pois nunca imaginei que pudesse sentir tanto prazer com outra mulher.
Hoje em dia eu e Suzana somos amigas, acho que ainda mais do que antes. Esse fato em nada alterou a nossa amizade, ficamos mais fieis e próximas e sempre que rola uma oportunidade temos um encontro a 3. Eu, Suzana e meu doce brinquedinho.


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