quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Entre elas.


Na busca incessante do real prazer resolvi experimentar alguns brinquedinhos. Quem realmente conhece e já experimentou o sexo sabe o quanto é bom tudo que ele proporciona se, com consentimento. Mas me aguçava a curiosidade quando eu parava pra pensar qual sensação teria em ser penetrada ou massageada por um, digamos assim, consolo.

Em busca do amigo entrei em um sexy shop e confesso que a primeira vista fiquei bem confusa com tantas opções. Tamanhos, cores, circunferências, os que vibram os que não, flexíveis, rígidos, disfarçados, escancarados, duplos, triplos... Ufa, enfim! Mil opções e isso me deixou mais confusa e ainda mais curiosa. Por sorte, na loja havia uma garota que pôde me atender e explicar toda aquela confusão.

Passo a passo foi me mostrando como poderia ser usado cada um deles. Mesmo eu tentando parecer uma pessoa desencanada e super inteirada no assunto, cada vez que a vendedora usava as frases "penetrar no ânus", "massagear o clitóris" ou algo do tipo, eu tinha vontade de sumir de tanta vergonha. Mas enfim, depois de tantas explicações escolhi o meu brinquedo. Nada muito grande, porém bem robusto, não tinha tanto formato de pênis e sim mais funções. Junto à parte a ser penetrada havia um massageador de clitóris e quando o ví funcionando nas mãos da vendedora na mesma hora me apaixonei pela peça. Se aquele tal massageador vibrasse daquele jeito no meu clitóris eu com certeza alcançaria as nuvens.

Corri para casa super ansiosa para conhecer melhor meu mais novo companheiro. Higienizei-o, me despi e deitei confortavelmente na cama. No começo fiquei um pouco desengonçada. Ao mesmo tempo em que o penetrava, tentava me familiarizar com tantos botões e funções. Mas enfim o tal consolo começou a me "consolar", até a campainha tocar. Não dava pra acreditar. Bem agora? Que saco!

Eu estava completamente nua e precisei correr em busca de algo para vestir. Um robe era a única coisa a vista no momento e indo em direção a porta usando somente isso, só torcia para que não desse de cara com nenhum estranho. Fiquei bem aliviada ao ver que a visita era minha melhor amiga Suzana. Visita não, já de casa Suzana foi entrando e dizendo que tinha planos para nós naquela noite. Sempre topei as propostas dela até porque são sempre bem boas, mas eu estava tão curiosa em usar o vibrador que descartaria qualquer convite pra sair. Ainda mais tendo sido interrompida daquele jeito.

Suzana insistiu muito e mesmo eu dando milhões de desculpas ela disse que só sairia dalí se eu contasse a ela o que de tão importante eu teria pra fazer. Era complicado abrir esse novo segredo a alguém, mas se tinha alguém que eu confiava cegamente era ela. Pedi que ela não me julgasse e cheia de tatos contei a verdade. Gargalhando Suzana disse como eu era boba por ter tanta vergonha disso e na mesma hora pediu que eu mostrasse o brinquedo novo. Recusei me expor ainda mais, mas vestida de robe e com a porta do quarto fechada ela na hora se ligou que eu estava brincando antes dela chegar e que sendo assim sem dúvida o vibra estaria me esperando em cima da cama.

Corri atrás dela quando a vi sair em disparada em direção ao meu quarto, mas claro ela foi bem mais rápida do que eu. Ao abrir a porta Suzana se jogou em minha cama caindo sobre ele e fugindo de mim dando voltas pelo quarto, Suzana tirava a maior onda da minha cara. Fiquei furiosa e não sei como, mas pulei em cima dela.

A luta foi árdua e quando dei conta meu robe estava aberto e eu me debatia encima dela fazendo força para arrancar o vibra de suas mãos. Ela deitada entre minhas pernas ia perdendo a força e dizendo que poderia me ajudar a desvendar os mistérios do tenebroso consolo. Com uma força maior arranquei-o de suas mãos e saindo de cima dela desacreditava na tal proposta. Vc está maluca? Eu perguntei. Não sua boba, só quero que vc me permita te ensinar como se usa essa maravilha, ela disse.

Minha ficha não caia e indo em direção a porta, tentando voltar a sala disse a ela que jamais faria aquilo. Antes que eu pudesse sair do quarto, Suzana mais uma vez foi mais rápida e por trás de mim fechou a porta e se colocou em minha frente impedindo minha passagem. Não estou brincando, deixa eu te mostrar como faz, vc não vai se arrepender, disse ela. Meu rosto corou na mesma hora. Suzana me olhou profundamente nos olhos e ao mesmo tempo que aquilo me revoltava, tal atitude me fazia sentir coisas muito estranhas.

 Nem percebi que meu robe ainda estava aberto, foi quando senti os dedos dela tocarem meu mamilo. Deixa vai, ela pedia com uma doce voz a qual eu desconhecia. Dei um passo pra trás me afastando e com medo dela eu perguntei da onde surgiu aquele interesse em mim? Não sou lésbica, ela disse. Quero apenas matar uma curiosidade e tenho certeza que posso matar a sua também. Confesso que no mesmo instante me vi tocando-a e beijando-a
.
Virando de costas para ela eu disse que não sabia se teria coragem. Foi quando senti suas mãos alcançarem a gola do robe e deslizando-as até meus seios Suzana foi me despindo e dizendo; vc não precisa fazer absolutamente nada apenas confie em mim. Eu confio, (Trêmula)


E tudo começou. A pedido dela me deitei completamente nua e antes que toda aquela loucura se tornasse real Suzana me beijou. Delicadamente, com carinho e de olhos abertos me olhando constantemente. Foi descendo ao pescoço...ombro...entre os seios....barriga....pelos....e quando a próxima parte seria beijada fechei meus olhos e esperei começar a sentir o que quer que aquele momento me proporcionaria.

Deixei de ser trêmula. Só que não, ainda não. Suzana voltava ao seios e brincava com meus mamilos em sua boca, juntando-os um ao outro com suas mãos fazendo-os parecer ainda maiores. Que sensação louca. Quando fechava os olhos tudo parecia normal. Já tinha sido lambida nos mamilos e essa sensação era comum, muito prazerosa, porém nada novo, mas quando abria os olhos e via junto aos meus seios os cabelos dela sobre minha pele,  me dava conta de que eram mãos e uma boca feminina que me tocavam.
Nossa, aí sim a sensação era bem incomum e tão prazerosa quanto.

Após se divertir nos seios Suzana voltou a beijar meu corpo e era incrível a habilidade que ela tinha com o corpo feminino. Talvez já tivesse feito isso com outra mulher, talvez fosse a mesma coisa como com um homem, ou ainda, talvez ela tenha se imaginado no meu lugar e estivesse fazendo exatamente o que gostaria que alguém fizesse com ela. Enfim, mesmo sem usarmos o brinquedo estava tudo perfeito. Finalmente Suzana chegou aonde eu mais esperava. Minha melhor amiga e eu. Jamais a imaginaria daquele jeito... Beijos, suspiros, amassos.

Era diferente de tudo que já vivi. A maciez de sua pele e do toque, o perfume adocicado, os lábios úmidos, ambos,  pois nessa hora tanto eu como ela estávamos molhadas de desejo. Foi ai que Suzana sussurrou em meu ouvido, quero sentir seu gostinho, posso?

SIM! SIM! SIM!

Sem titubear e sem resistências. Suzana me tratava como uma menina sendo deflorada pela primeira vez. Desejava um homem? Nesse momento juro que nem me lembrava da raça masculina. Aqueles dedos milimetricamente treinados e com precisão cirúrgica, faziam loucuras a qual nenhum pênis de proporções deliciosas me aguçavam a mente.



Senti o primeiro beijo em minha região pubiana. Tremi! Senti calafrios e um intenso calor vindo do meu corpo, foi quando recebi uma doce lambida em meu clitóris, e Suzana me chupava como uma fruta, talvez a mais carnuda e cheia de suco. Gritei! Suzana, vc esta me deixando louca!!! Interrompi por um segundo para ouvir dela, com seus olhos maliciosamente treinados no estilo; EU SEI O QUE ESTOU FAZENDO!

Gemi, me contorci e ela me dedilhava como uma selvagem oscilando entre a ternura e o tesão extremo. Um verdadeiro frenesi. Num ato de prazer e loucura, puxei-a pelos cabelos e a trouxe até meus lábios. Beijei-a com uma intensidade louca, aquele beijo molhado, quente, entre suspiros de tesão.

Opa...o vibrador!

Quando achei que já tinha terminado, eis que o brinquedinho entra em cena. Suzana delicadamente me coloca de lado, com as pernas semi abertas, numa posição em que ao mesmo tempo em que me introduzia me beijava e delicadamente mordia e chupava meus mamilos, alternadamente.

FIQUEI LOUCA!

Pedia mais...mais...Suzana não parava. O seu prazer era ver o meu prazer. O meu virar de olhos, o meu desejo proibido agora revelado. Não demorou muito e cheguei ao orgasmo. Um orgasmo quente, voluptuoso que alternava carinho, atenção, paixão, pecado e safadeza das boas. Suzana perguntou; gozou amor?! Com um olhar de satisfação apenas abri um sincero sorriso.

Ela deitou sobre meu corpo nu, suado e desprovido de qualquer sensação de medo, vergonha ou timidez. Claro, quis retribuir o prazer. Virei Suzana na cama e deitei-me por cima dela, olhando em seus olhos disse: Amiga, obrigada por esse momento. Há muito tempo não tinha um orgasmo tão prazeroso. Beijei-a.

Suzana com os olhos brilhantes de tesão, disse: Morde meu seio enquanto eu me masturbo, morde? Comecei imediatamente alternando entre mordidinhas leves e doces lambidas. Foi quando ela me disse: morde com força. E eu atendi ao seu estranho pedido. 1...2...3...Suzana explode num delicioso gozo. Fiquei admirada e feliz, pois nunca imaginei que pudesse sentir tanto prazer com outra mulher.

Hoje em dia eu e Suzana somos amigas, acho que ainda mais do que antes. Esse fato em nada alterou a nossa amizade, ficamos mais fieis e próximas e sempre que rola uma oportunidade temos um encontro a 3. Eu, Suzana e meu doce brinquedinho.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Ah o Sexo!



A excitação transforma-se em calor e no corpo ela se espalha em toda a dimensão da pele e se manifesta em cada detalhe refletindo-se em suor que escorre, boca que seca, pêlos que arrepiam, olhos que fecham, suspiros e gemidos que ecoam, lugares que umedecem...Fantasias são exploradas, o amor acontece... Ou não. Às vezes somente a chamada "putaria" se faz presente e sem pudor todos os orifícios são testados e fantasias são alcançadas. A dor que vira prazer, o tapa que vira afago, as mordidas que se comparam a doces beijos, mas deixam grandes marcas. O roxo que se esconde no dia seguinte e que às vezes se exibe como troféu. O sexo, a intimidade de duas pessoas ou mais, a nudez ou a quase nudez que nos provoca a imaginação. A sedução. A coragem e o poder que adquirimos para surpreender o outro. Na cama, na cadeira, no chão, no sofá, na grama, na água, na parede... Debruçados, de quatro, por cima, por baixo... AH O ORGASMO! Sensação unicamente prazerosa e que nos tira a razão quando atinge níveis altos. A sensação que dura segundos... Segundos intensos. Tremores, falta de ar, confusão, cansaço, riso solto e aquela vontade de ter tudo de novo!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Quando a saudade vira prazer.


Um quarto escuro, apenas uma sutil luz que vinha de um poste na rua invadia o quarto pela fresta aberta da cortina. Cada um se despe sozinho. Enquanto um olha o outro em meio a penumbra, se enchergam roupas sendo lançadas no ar. E o primeiro beijo acontece. A sensação é completamente nova. Mesmo com anos de convivência a saudade cravada no peito se mistura a vontade e tudo acontece. Um deita sobre o outro e mãos passeiam nas curvas do corpo. Lugares sensíveis são tocados e a respiração acelera. Mesmo com tanta vontade a espera pela penetração é muito mais instigante do que o próprio orgasmo. E o desejo de que a sensação perdure pela noite adentro é inmensamente maior ao tamanho da saudade. Na boca línguas se encontram e se misturam como numa dança romantica e enquanto isso acontece unhas deslizam sobre as costas. Uma pausa, para que um deite de bruços enquanto o outro explora o corpo deste em cada centímetro. E então a língua trabalha. Do tendão próximo ao calcanhar a língua encharca e provoca uma sensação jamais sentida antes. E no mesmo instante em que molha pêlos e perna, unhas e mãos deslizam em direção aos glúteos. Lábios, saliva e língua juntos enontram panturrilha, coxas e a bela bunda que o amor possui. Musculos bem torneados estimulam ainda mais a imaginação. Ela senta sobre as costas do outro, e enquanto nua, se faz presente de uma forma úmida e quente. Mãos acariciam toda a parte inferior do corpo e assim, pêlos arrepiam. O desejo aumenta e com ele o membro também, na mesma intensidade em que ela se encharca ainda mais, se possível. Ela se deita sobre o corpo dele também de bruços, encaixando tudo que a posição permite e enquanto ele sente seios sendo esmagados nas costas a língua dela e o bafo quente chegam a nuca dele. Mais pêlos arrepiam e mais tesão invade o corpo. Língua em orelha, gemidos em ouvidos e palavra de carinho são sussurradas em meio a tanta excitação. A posição muda, agora de frente ele recebe mais toques. Depois de todo corpo explorado o sexo oral é o presente perfeito para de certa forma acalmar o corpo que já ferve. Enquanto sugando de maneira tão perfeita um leve lubrificante é sentido e por pouco um jato quase escapa invadindo a boca dela. Ele já não se aguanta e num movimento brusco a joga deitada e tenta penetrá-la. Tenta e consegue, e por algumas vezes até se movimenta, mas junto com toda vontade de gozar está a certeza de que se o fizer a noite chegará ao fim. Então se auto flagela um pouco mais segurando tudo dentro dele. Mais carinhos, mais línguas, mais gemidos silenciosos e muito mais tesão. Tudo se intensifica junto a espera pelo enfim ato de amor.
Tudo bem, chega de tanto sofrimento. A posição é conhecida, a mais prática. E ele por cima dela sem nem precisar das mãos penetra o pênis já quase explodindo. De tão molhada a vagina dela ecoa barulhos engraçados e isso ao invés de fazê-los rir os deixam ainda mais excitados. Mesmo a ponto de gozar, as metidas duram bastante e um quase grito escapa da boca dela. Ele a cala com um beijo e ao mesmo tempo respira ofegante com a boca grudada na dela. Suor, unhas rasgando a pele, mordidas, puxões de cabelo e a pouca luz permite um olho no olho. Além de química, entre eles existe um amor maior. E tudo isso faz desse sexo a melhor experiência já vivida por ambos. A saudade doeu o tempo todo mas naquele momento a saudade tranformou-se em prazer jamais sentido antes. E enfim o orgasmo acontece e com ele um abraço intenso e o gemido baixinho querendo virar grito. A intimidade...a amizade...a parceria faz deles um só. E alí fica a promessa de que a próxima será ainda melhor.  
   

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O Massagista.

        

        Os dias são corridos, o tempo quase não da pra nada. A minha vida é só trabalhar e claro como qualquer ser humano, um dia o corpo não aguenta. Meu nível de stress por conta do trabalho estava me matando de tão alto. Não tinha tempo pra mim e menos ainda para os amigos e sinceramente eu já estava cansada de tudo isso.
        Um dia cruzando com uma amiga pelos corredores do escritório fiquei pasmada com tantos sorrisos e bom humor que vinham dela. Até não aguentar e perguntar o motivo de tudo aquilo já que ela tinha a vida tão corrida quanto a minha. Andréia me disse que toda semana, ao menos 2 vezes fazia um tipo de massagem relaxante na hora do almoço. Eu adorei a ideia de início, mas ficar parada durante 1 hora enquanto o mundo lá fora corria na minha frente era demais para mim. Andréia pediu que eu guardasse o cartão do lugar que ela fazia a tal massagem. Agradeci, li rapidamente o nome do lugar e guardei no bolso do casaco sem dar muita importância. Achei a ideia bacana e sem dúvida seria uma solução para meu stress, mas não quis tentar. 
        Um belo dia, Andréia passou em minha sala me convidado para almoçar. Mesmo sem tempo resolvi aceitar o convite, mas como combinado seria um almoço rápido.
        Estranhei pegarmos o elevar para a garagem, já que o restaurante que costumávamos almoçar era a alguns passos do edifício que trabalhávamos. Intrigada perguntei a Andréia qual a necessidade do carro. E ela muito educada disse; eu a convidei para almoçar, por tanto eu escolho o restaurante e eu pago. Como a muito tempo não tínhamos um momento só das amigas, resolvi esquecer as horas e aproveitar aquela gentileza para por o papo em dia. Entramos no carro e seguimos em direção ao restaurante, bem, era o que eu imaginava. 
        Ao parar o carro em uma vaga na rua, olhei ao meu redor e não consegui enxergar nenhum restaurante. Talvez Andréia tivesse parada um pouco longe por falta de vaga para estacionar. Mas, ao descer do carro lá estava em minha frente uma placa com o mesmo logo do cartão que ela havia me dado. Não podia acreditar. Andréia havia me levado para fazer a tal massagem e eu só conseguia pensar no tempo que perderia dentro de uma sala. Fiquei furiosa no começo, mas de certa forma ela se preocupava com minha saúde e quis ajudar. Então depois de uma breve discussão resolvi entrar.
        O lugar era muito bonito. Um grande lustre no teto, um ambiente muito “clean” e um lindo homem nos aguardando na recepção. Enquanto Andréia confirmava meu horário com o rapaz dei uma rápida olhada ao meu redor e percebi que não era uma clínica de massagem comum. Alí faziam-se massagens eróticas e isso me deixou ainda mais afim de experimentar. Penduradas nas paredes alguns quadros chamaram minha atenção. Um belo nú artístico. Homens, mulheres, casais. Todos nús e expostos, porém com uma sutileza que já me fazia sentir mais leve só de observar tais imagens. Fiquei mesmo compenetrada com aquela bela arte, ao ponto de não ouvir o recepcionista me chamando. Voltei a mim com uma leve cutucada nas costas que Andréia havia me dado. Fiquei sem graça, pedi desculpas e acompanhei o rapaz até a sala que seria atendida. Antes que eu chegasse a porta da sala, Andréia me alcançou e disse; não se acanhe apenas faça exatamente o que o massagista pedir. Vc não vai se arrepender. Deixa comigo, eu disse e então segui o rapaz até que ele fechasse a porta pedindo que eu aguardasse o massagista.
       Esperei alguns minutos até que a porta se abriu e um lindo homem entrou na sala e me cumprimentou com um forte aperto de mão se apresentando como Bruno. Eu nunca havia feito massagem com um homem, e muito menos uma massagem daquele tipo. Pra falar a verdade, não me lembrava da ultima vez que um cara havia me tocado. Mas tudo bem, eu estava tão tensa que mãos grandes e fortes sem dúvida resolveriam meu problema.
       Bruno pediu que eu me despisse no banheiro que tinha na sala. Muito nervosa perguntei a ele o que exatamente eu precisava tirar. Bruno rindo discretamente disse que eu poderia ficar de calcinha se quisesse. Bom, foi o que fiz. Fiquei de calcinha e me enrolei em uma toalha. Ao voltar para sala, notei o ambiente um pouco escuro, apenas algumas velas iluminavam o local e um delicioso cheiro de incenso pairava no ar. Deite-se de bruços aqui, disse Bruno. Na mesma hora fui em direção a maca e deitei ainda enrolada na toalha. Bruno colocou um som muito suave para tocar, quase um mantra. Pediu que eu fechasse os olhos e esvaziasse a mente. Fui seguindo tudo de acordo como ele falava. Abri a toalha antes de me acomodar totalmente e a deixei-a solta sobre meu corpo. E então finalmente pude sentir o primeiro toque dele. Bruno retirou a toalha e assim fiquei exposta apenas de calcinha. Quando senti um delicioso líquido escorrer sobre minha costas.
            Bruno as tocou e enquanto o fazia ia me dizendo coisas referentes a chácaras e o lado espiritual de tudo aquilo. Enquanto estava no topo da minha cabeça, suas mãos deslizavam da nuca a lombar em movimentos suaves espalhando o óleo que ele havia despejado sobre mim. Realmente aquilo tudo me relaxaria totalmente e eu estava curiosa para saber como terminaria. Bruno foi para onde estavam meus pés e com suas mãos encharcadas de óleo massageou da ponta dos dedos ao calcanhar. Após massagear meus pés Bruno deslizou suas mãos em minhas pernas e chegando ao bumbum o apertou e acariciou. Enquanto ele fazia movimentos circulares nas minhas nádegas, elas abriam e fechavam e isso fazia o óleo escorrer em meu anus e em seguida minha vagina. Seus toques às vezes pareciam mais carinhos do que massagens. E isso começou a me excitar estranhamente. Após explorar toda parte de trás do meu corpo, a pedido dele virei de frente para ser massageada. E foi aí que o auge da excitação começou. No início mais sutil com massagens nas mãos e dedos. Um pouco mais de óleo e Bruno voltando ao topo da minha cabeça, começou a me tocar no pescoço, colo e seios. Suas mãos estavam quentes com o atrito em minha pele e eu temia abrir os olhos e ficar ainda mais excitada se visse os movimentos, além de senti-los. Quando suas mãos escorregaram em minha barriga até a costura da calcinha não consegui controlar e soltei o primeiro gemido. Da barriga, suas mãos subiram aos seios novamente pela lateral do corpo. E enquanto ele passeava pelas minhas curvas, podia sentir o calor do peito dele se aproximar do meu rosto. Novamente aos seios e seus movimentos circulares fazia meus mamilos endurecer de tanta excitação. Meu corpo começou a dar sinais de que aquela massagem me levaria ao ápice do prazer. Que loucura...
            Bruno voltou aos meus pés e lá pequenos espasmos orgásticos iam se intensificando pouco a pouco. Suas mãos deslizavam sobre minhas coxas e a ponta de seus dedos tocavam levemente minha virilha, e isso fazia meu corpo contorcer.
Comecei a pensar que ter ficado de calcinha tinha sido uma péssima idéia, mas não quis interromper a massagem pedindo que ele a tirasse. Então continuei de olhos fechados sentindo tudo que ele me proporcionava. Mas Bruno era muito experiente e quando eu menos esperava, ele mesmo tirou a calcinha. Que delícia. Deixei meu corpo largado encima da maca e com as pernas levemente abertas senti Bruno massagear meu clitóris me fazendo chegar a um nível incrível de excitação e estase total. Seus dedos me penetraram enquanto outros ainda tocavam o clitóris e ainda assim outra mão percorria meu corpo. Tal sensação já não era mais física e sim emocional. Ao mesmo tempo que gemidos escapavam da garganta, minha voz sumia quando eu mais precisava. E então fez-se a contagem. Um, dois três, quatro e incríveis cinco orgasmos seguidos um do outro. Que sensação única. A emoção era tão intensa que lágrimas me saltaram aos olhos. Emoção misturada com prazer. Definitivamente homem nenhum havia feito o que aquele massagista tão experiente fez. Meu corpo ainda tremia e eu quase não consegui voltar a realidade. Cada toque tinha um sentido, além de me fazer relaxar, Bruno me fez descobrir pontos em meu corpo que eu jamais imaginaria sentir prazer ao ser tocada.
        Bom, uma hora havia se passado e eu precisei de alguns minutos para voltar a razão e me acalmar. E enquanto voltava a mim, tive a certeza de que não poderia viver sem aquilo. Tanto pensei para me entregar as mãos daquele homem e agora sinto que não posso mais viver sem ele.
        Já vestida e de volta a recepção corri para os braços de Andréia e a abracei tão entusiasmada que ela mesma se espantou com minha atitude. Obrigada! Obrigada! Obrigada! Era tudo que conseguia dizer. Ela perguntava se eu havia gostado. E eu sem pensar respondi; Bruno agora passa a ser meu remédio, minha cura, minha razão para relaxar corpo e mente. Não vivo mais sem isso, não vivo mais sem ele.