Os dias
são corridos, o tempo quase não da pra nada. A minha vida é só trabalhar e
claro como qualquer ser humano, um dia o corpo não aguenta. Meu nível de stress
por conta do trabalho estava me matando de tão alto. Não tinha tempo pra mim e
menos ainda para os amigos e sinceramente eu já estava cansada de tudo
isso.
Um dia cruzando com uma amiga pelos corredores do
escritório fiquei pasmada com tantos sorrisos e bom humor que vinham dela. Até
não aguentar e perguntar o motivo de tudo aquilo já que ela tinha a vida tão
corrida quanto a minha. Andréia me disse que toda semana, ao menos 2 vezes
fazia um tipo de massagem relaxante na hora do almoço. Eu adorei a ideia de
início, mas ficar parada durante 1 hora enquanto o mundo lá fora corria na minha
frente era demais para mim. Andréia pediu que eu guardasse o cartão do lugar
que ela fazia a tal massagem. Agradeci, li rapidamente o nome do lugar e
guardei no bolso do casaco sem dar muita importância. Achei a ideia bacana e
sem dúvida seria uma solução para meu stress, mas não quis tentar.
Um belo dia, Andréia passou em minha sala me convidado
para almoçar. Mesmo sem tempo resolvi aceitar o convite, mas como combinado
seria um almoço rápido.
Estranhei pegarmos o elevar para a garagem, já que o restaurante que costumávamos almoçar era a alguns passos do edifício que trabalhávamos. Intrigada perguntei a Andréia qual a necessidade do carro. E ela muito educada disse; eu a convidei para almoçar, por tanto eu escolho o restaurante e eu pago. Como a muito tempo não tínhamos um momento só das amigas, resolvi esquecer as horas e aproveitar aquela gentileza para por o papo em dia. Entramos no carro e seguimos em direção ao restaurante, bem, era o que eu imaginava.
Estranhei pegarmos o elevar para a garagem, já que o restaurante que costumávamos almoçar era a alguns passos do edifício que trabalhávamos. Intrigada perguntei a Andréia qual a necessidade do carro. E ela muito educada disse; eu a convidei para almoçar, por tanto eu escolho o restaurante e eu pago. Como a muito tempo não tínhamos um momento só das amigas, resolvi esquecer as horas e aproveitar aquela gentileza para por o papo em dia. Entramos no carro e seguimos em direção ao restaurante, bem, era o que eu imaginava.
Ao parar o carro em uma vaga na rua, olhei ao meu redor e
não consegui enxergar nenhum restaurante. Talvez Andréia tivesse parada um
pouco longe por falta de vaga para estacionar. Mas, ao descer do carro lá
estava em minha frente uma placa com o mesmo logo do cartão que ela havia me
dado. Não podia acreditar. Andréia havia me levado para fazer a tal massagem e
eu só conseguia pensar no tempo que perderia dentro de uma sala. Fiquei furiosa
no começo, mas de certa forma ela se preocupava com minha saúde e quis ajudar.
Então depois de uma breve discussão resolvi entrar.
O lugar era muito bonito. Um grande lustre no teto, um
ambiente muito “clean” e um lindo homem nos aguardando na recepção. Enquanto
Andréia confirmava meu horário com o rapaz dei uma rápida olhada ao meu redor e
percebi que não era uma clínica de massagem comum. Alí faziam-se massagens
eróticas e isso me deixou ainda mais afim de experimentar. Penduradas nas
paredes alguns quadros chamaram minha atenção. Um belo nú artístico. Homens,
mulheres, casais. Todos nús e expostos, porém com uma sutileza que já me fazia
sentir mais leve só de observar tais imagens. Fiquei mesmo compenetrada com
aquela bela arte, ao ponto de não ouvir o recepcionista me chamando. Voltei a
mim com uma leve cutucada nas costas que Andréia havia me dado. Fiquei sem
graça, pedi desculpas e acompanhei o rapaz até a sala que seria atendida. Antes
que eu chegasse a porta da sala, Andréia me alcançou e disse; não se acanhe
apenas faça exatamente o que o massagista pedir. Vc não vai se arrepender. Deixa
comigo, eu disse e então segui o rapaz até que ele fechasse a porta pedindo que
eu aguardasse o massagista.
Esperei alguns minutos até que a porta se abriu e um lindo homem
entrou na sala e me cumprimentou com um forte aperto de mão se apresentando
como Bruno. Eu nunca havia feito massagem com um homem, e muito menos uma
massagem daquele tipo. Pra falar a verdade, não me lembrava da ultima vez que
um cara havia me tocado. Mas tudo bem, eu estava tão tensa que mãos grandes e
fortes sem dúvida resolveriam meu problema.
Bruno pediu que eu me despisse no
banheiro que tinha na sala. Muito nervosa perguntei a ele o que exatamente eu
precisava tirar. Bruno rindo discretamente disse que eu poderia ficar de
calcinha se quisesse. Bom, foi o que fiz. Fiquei de calcinha e me enrolei em
uma toalha. Ao voltar para sala, notei o ambiente um pouco escuro, apenas
algumas velas iluminavam o local e um delicioso cheiro de incenso pairava no
ar. Deite-se de bruços aqui, disse Bruno. Na mesma hora fui em direção a maca e
deitei ainda enrolada na toalha. Bruno colocou um som muito suave para tocar,
quase um mantra. Pediu que eu fechasse os olhos e esvaziasse a mente. Fui
seguindo tudo de acordo como ele falava. Abri a toalha antes de me acomodar
totalmente e a deixei-a solta sobre meu corpo. E então finalmente pude sentir o
primeiro toque dele. Bruno retirou a toalha e assim fiquei exposta
apenas de calcinha. Quando senti um delicioso líquido escorrer sobre minha
costas.
Bruno as tocou e enquanto o fazia ia
me dizendo coisas referentes a chácaras e o lado espiritual de tudo aquilo. Enquanto
estava no topo da minha cabeça, suas mãos deslizavam da nuca a lombar em
movimentos suaves espalhando o óleo que ele havia despejado sobre mim. Realmente
aquilo tudo me relaxaria totalmente e eu estava curiosa para saber como
terminaria. Bruno foi para onde estavam meus pés e com suas mãos encharcadas de
óleo massageou da ponta dos dedos ao calcanhar. Após massagear meus pés Bruno
deslizou suas mãos em minhas pernas e chegando ao bumbum o apertou e acariciou. Enquanto ele fazia movimentos circulares nas minhas nádegas, elas abriam e fechavam e isso fazia o óleo escorrer em meu anus e em seguida minha vagina. Seus toques às vezes pareciam mais carinhos do que
massagens. E isso começou a me excitar estranhamente. Após explorar toda parte
de trás do meu corpo, a pedido dele virei de frente para ser massageada. E foi
aí que o auge da excitação começou. No início mais sutil com massagens nas mãos e dedos. Um pouco mais de óleo e Bruno voltando ao
topo da minha cabeça, começou a me tocar no pescoço, colo e seios. Suas mãos
estavam quentes com o atrito em minha pele e eu temia abrir os olhos e ficar
ainda mais excitada se visse os movimentos, além de senti-los. Quando suas mãos
escorregaram em minha barriga até a costura da calcinha não consegui controlar
e soltei o primeiro gemido. Da barriga, suas mãos subiram aos seios novamente
pela lateral do corpo. E enquanto ele passeava pelas minhas curvas, podia sentir o
calor do peito dele se aproximar do meu rosto. Novamente aos seios e seus
movimentos circulares fazia meus mamilos endurecer de tanta excitação. Meu
corpo começou a dar sinais de que aquela massagem me levaria ao ápice do
prazer. Que loucura...
Bruno voltou aos meus pés e lá
pequenos espasmos orgásticos iam se intensificando pouco a pouco. Suas mãos
deslizavam sobre minhas coxas e a ponta de seus dedos tocavam levemente minha
virilha, e isso fazia meu corpo contorcer.
Comecei a pensar que ter ficado de calcinha tinha sido uma
péssima idéia, mas não quis interromper a massagem pedindo que ele a tirasse.
Então continuei de olhos fechados sentindo tudo que ele me proporcionava. Mas
Bruno era muito experiente e quando eu menos esperava, ele mesmo tirou a
calcinha. Que delícia. Deixei meu corpo largado encima da maca e com as pernas
levemente abertas senti Bruno massagear meu clitóris me fazendo chegar a um
nível incrível de excitação e estase total. Seus dedos me penetraram enquanto
outros ainda tocavam o clitóris e ainda assim outra mão percorria meu corpo.
Tal sensação já não era mais física e sim emocional. Ao mesmo tempo que gemidos
escapavam da garganta, minha voz sumia quando eu mais precisava. E então fez-se
a contagem. Um, dois três, quatro e incríveis cinco orgasmos seguidos um do
outro. Que sensação única. A emoção era tão intensa que lágrimas me saltaram
aos olhos. Emoção misturada com prazer. Definitivamente homem nenhum havia feito o que aquele massagista tão
experiente fez. Meu corpo ainda tremia e eu quase não consegui voltar a realidade. Cada toque tinha um sentido, além de me fazer relaxar, Bruno me fez descobrir pontos em meu corpo que eu jamais imaginaria sentir prazer ao ser tocada.
Bom, uma hora havia se passado e eu precisei de alguns minutos para voltar a razão e me acalmar. E enquanto voltava a mim, tive a certeza de que não poderia viver sem aquilo. Tanto pensei para me entregar as mãos daquele homem e agora sinto que não posso mais viver sem ele.
Bom, uma hora havia se passado e eu precisei de alguns minutos para voltar a razão e me acalmar. E enquanto voltava a mim, tive a certeza de que não poderia viver sem aquilo. Tanto pensei para me entregar as mãos daquele homem e agora sinto que não posso mais viver sem ele.
Já vestida e de volta a recepção corri para os braços de
Andréia e a abracei tão entusiasmada que ela mesma se espantou com minha
atitude. Obrigada! Obrigada! Obrigada! Era tudo que conseguia dizer. Ela
perguntava se eu havia gostado. E eu sem pensar respondi; Bruno agora passa a
ser meu remédio, minha cura, minha razão para relaxar corpo e mente. Não vivo
mais sem isso, não vivo mais sem ele.

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