O que fazer quando seu desejo por uma mulher é grande o
suficiente para tê-la a qualquer hora e lugar, porém seu grau de parentesco com
a mesma o impede de chegar as vias de fato?
Manoela, minha querida prima Manu estava de férias em minha
casa. Ou melhor dizendo, na casa dos meus pais. O tesão que essa menina causava
em mim era surreal. Não sabia se pela pouca idade que tinha, a qual me
estimulava a incorporar um professor e ensiná-la tudo, ou talvez pelo sutil
jeito de menina que me fazia querer transformá-la em mulher. Talvez até pelo
belo corpo que ela tinha que mesmo com pouca idade já se via um lindo traseiro
e um maravilhoso par de seios.
Tão inocente ainda brincava de esconder com meus irmãos mais novos. Sempre gostei de observá-la, e às vezes, não sei se por fruto da minha imaginação, mas tinha a absoluta certeza que ela me lançava olhares bem profundos e sorrisos cheio de mistérios. Na minha mente imaginava como seria aquele corpo. Como seria a cor dos mamilos e se por acaso ela já tinha o habito de se depilar. E se tinha, como o faria? Deixaria muitos pelos ou apenas um ralo e fino caminho até sua caverna quente e molhada?
Ah priminha, se vc soubesse o tamanho to meu desejo e como ele ficava duro de imaginá-la.
Mas infelizmente não podia arriscar, se minha família descobrisse qualquer envolvimento entre nós, todos ficariam contra mim, afinal mesmo já sendo uma adolescente, seus 18 anos não a faziam parecer mais do que uma doce menina.
Tentava ficar o mais longe possível dela até mesmo para não correr o risco de não me controlar. Mas não resisti o dia que ela me convidou para brincar de esconder junto com as crianças da família. Um de meus irmãos ficou responsável pela contagem enquanto nós escolhíamos o lugar para nos esconder. Reparei que ela sempre escolhia o lugar mais a vista para que as crianças a encontrassem já que eram apenas crianças. Tentei não fazer diferente disso e me escondi atrás de uma árvore a qual deixava metade do meu corpo a mostra sendo assim fácil der ser encontrado, foi quando observei aquela linda menina correndo em minha direção segurando a saia para que o vento não a levantasse. Chegando a mim Manu me surpreendeu dizendo; vc vem comigo. Correndo e me segurando pela mão Manu foi me levando para dentro de casa. Não entendia o porque aquele doce de garota resolveu me levar para lá já que a intenção era ficarmos a vista para sermos encontrados. Mas Manu ainda me puxava pela mão e percorria a sala, as escadas e só parou quando chegamos ao sótão. Perguntei a ela o porque de nos escondermos lá, assim jamais aquelas crianças nos encontrariam. E aquela graça de menina, virando seu olhar a mim enquanto trancava a porta do sótão disse, exatamente para não sermos encontrados. Meu coração disparou, e eu não podia acreditar que por trás de asas de anjo, Manu escondia seu garfo de diaba. Mesmo tendo sonhado dia e noite com aquilo, acho que fiquei bem nervoso quando descobri o furacão que ela era. A cada passo que ela dava em minha direção, balbuciava uma frase do tipo, quero dar pra vc aqui e agora. Não tive tempo para nada, a menina que parecia intocável me atacou. Após tirar a blusa e a saia, só de langerie, Manu pulou em mim e me agarrou com braços e pernas e colou sua boca na minha. Seus lábios eram pequenos e macios e sua boca tinha suave sabor de morango.
Eu, um cara de quase 30 anos e ela apenas com 18, era uma grande diferença. Minha idade era avançada e mesmo a desejando intensamente, naquele momento comecei a pensar o quão errado seria aquilo. Mas no sexo a priminha do interior se mostrava bem mais avançada do que eu. Não resisti e me entreguei.
Carregando-a no colo com as pernas ainda entrelaçadas em meu corpo, fui beijando-a e levando-a até a primeira parede que eu pudesse enconstá-la. E lá Manu desabotoou o sutian mostrando seus pequenos e firmes seios de adolescente. Rosados, eram rosados. Enfim uma das dúvidas havia sido matada. Lindos mamilos rosados. E como eram doces, beijei-os e lambi o quanto pude, pois aquela MULHER estava apressada e só pedia para que eu a penetrasse. Não tínhamos mesmo muito tempo, a essa hora as crianças estariam gritando nossos nomes pela casa. Mas ouvir Manu dizer a frase “me fode”, sem dúvida abafava qualquer outro barulho. E como isso soava bem aos meus ouvidos. A joguei num colchão velho que estava lá e enquanto seu corpo pulava com o impacto, seus seios balançavam deliciosamente. Enquanto a via deslizar as mãos pelo próprio corpo instigando-me, fui abrindo a calça e pondo todo aquele meu desejo pra fora. Duro feito rocha e pulsando como um coração acelerado. Cai ajoelhado no colchão entre as pernas dela e deslizei os dedos no vale por cima da calcinha. Já estava úmido e o cheiro que exalava me atraía como abelha no mel.
Tira minha calcinha e mete, Manu pedia descontrolada. Arranquei a peça intima e assim mais uma curiosidade ia embora. Lá estava uma fina e rala penugem sobre os lábios vaginais mais lindos que eu já vi. Também rosados, mas brilhavam com tanta lubrificação. Que delícia de mulher. Manu estava finalmente nua em minha frente e eu não acreditava que meu sonho tinha finalmente virado realidade. Seu corpo era tão lindo e bem desenhado que se nada acontecesse não me importaria. Olhar para ela com todo aquele jeitinho meigo, mas ao mesmo tempo cheia de detalhes de uma mulher adulta me fascinava. Mas que homem suportaria controlar os próprios instintos com tudo aquilo nas mãos? Eu não seria um deles.
Puxei-a pelo quadril em direção ao meu e com a ajuda de uma das mãos encaixei meu pênis dentro dela e esse ato tão simples, fez surgir o gemido mais angelical que eu já ouvi. Meti, meti e meti o quanto pude e o quanto o tempo permitiu. Já podia imaginar alguém tentando abrir a porta do sótão em busca de nós dois. O nervosismo e o medo pareciam me excitar ainda mais. Manu gemia gostoso e ao mesmo tempo dizia; isso primo, mete com força. Meu primo mais velho, finalmente. Que loucura!
Jamais perderia a oportunidade de transar com ela, mas demorar pra gozar seria uma missão impossível diante daquela situação, mas por sorte consegui segurar até que ela chegasse ao orgasmo.
Após nossa deliciosa rapidinha ela levantou e vestiu toda a roupa com exceção da calcinha, que estava jogada num canto do sótão. Juntou a mesma do chão e entregou em minha mão dizendo; essa vc guarda de lembrança. Manu foi até a porta e voltou para brincar com as crianças. E eu, ainda nu e deitado no velho colchão adormeci com sua peça íntima esticada em meu rosto exalando o mais puro aroma da doce e gostosa priminha do interior.
Tão inocente ainda brincava de esconder com meus irmãos mais novos. Sempre gostei de observá-la, e às vezes, não sei se por fruto da minha imaginação, mas tinha a absoluta certeza que ela me lançava olhares bem profundos e sorrisos cheio de mistérios. Na minha mente imaginava como seria aquele corpo. Como seria a cor dos mamilos e se por acaso ela já tinha o habito de se depilar. E se tinha, como o faria? Deixaria muitos pelos ou apenas um ralo e fino caminho até sua caverna quente e molhada?
Ah priminha, se vc soubesse o tamanho to meu desejo e como ele ficava duro de imaginá-la.
Mas infelizmente não podia arriscar, se minha família descobrisse qualquer envolvimento entre nós, todos ficariam contra mim, afinal mesmo já sendo uma adolescente, seus 18 anos não a faziam parecer mais do que uma doce menina.
Tentava ficar o mais longe possível dela até mesmo para não correr o risco de não me controlar. Mas não resisti o dia que ela me convidou para brincar de esconder junto com as crianças da família. Um de meus irmãos ficou responsável pela contagem enquanto nós escolhíamos o lugar para nos esconder. Reparei que ela sempre escolhia o lugar mais a vista para que as crianças a encontrassem já que eram apenas crianças. Tentei não fazer diferente disso e me escondi atrás de uma árvore a qual deixava metade do meu corpo a mostra sendo assim fácil der ser encontrado, foi quando observei aquela linda menina correndo em minha direção segurando a saia para que o vento não a levantasse. Chegando a mim Manu me surpreendeu dizendo; vc vem comigo. Correndo e me segurando pela mão Manu foi me levando para dentro de casa. Não entendia o porque aquele doce de garota resolveu me levar para lá já que a intenção era ficarmos a vista para sermos encontrados. Mas Manu ainda me puxava pela mão e percorria a sala, as escadas e só parou quando chegamos ao sótão. Perguntei a ela o porque de nos escondermos lá, assim jamais aquelas crianças nos encontrariam. E aquela graça de menina, virando seu olhar a mim enquanto trancava a porta do sótão disse, exatamente para não sermos encontrados. Meu coração disparou, e eu não podia acreditar que por trás de asas de anjo, Manu escondia seu garfo de diaba. Mesmo tendo sonhado dia e noite com aquilo, acho que fiquei bem nervoso quando descobri o furacão que ela era. A cada passo que ela dava em minha direção, balbuciava uma frase do tipo, quero dar pra vc aqui e agora. Não tive tempo para nada, a menina que parecia intocável me atacou. Após tirar a blusa e a saia, só de langerie, Manu pulou em mim e me agarrou com braços e pernas e colou sua boca na minha. Seus lábios eram pequenos e macios e sua boca tinha suave sabor de morango.
Eu, um cara de quase 30 anos e ela apenas com 18, era uma grande diferença. Minha idade era avançada e mesmo a desejando intensamente, naquele momento comecei a pensar o quão errado seria aquilo. Mas no sexo a priminha do interior se mostrava bem mais avançada do que eu. Não resisti e me entreguei.
Carregando-a no colo com as pernas ainda entrelaçadas em meu corpo, fui beijando-a e levando-a até a primeira parede que eu pudesse enconstá-la. E lá Manu desabotoou o sutian mostrando seus pequenos e firmes seios de adolescente. Rosados, eram rosados. Enfim uma das dúvidas havia sido matada. Lindos mamilos rosados. E como eram doces, beijei-os e lambi o quanto pude, pois aquela MULHER estava apressada e só pedia para que eu a penetrasse. Não tínhamos mesmo muito tempo, a essa hora as crianças estariam gritando nossos nomes pela casa. Mas ouvir Manu dizer a frase “me fode”, sem dúvida abafava qualquer outro barulho. E como isso soava bem aos meus ouvidos. A joguei num colchão velho que estava lá e enquanto seu corpo pulava com o impacto, seus seios balançavam deliciosamente. Enquanto a via deslizar as mãos pelo próprio corpo instigando-me, fui abrindo a calça e pondo todo aquele meu desejo pra fora. Duro feito rocha e pulsando como um coração acelerado. Cai ajoelhado no colchão entre as pernas dela e deslizei os dedos no vale por cima da calcinha. Já estava úmido e o cheiro que exalava me atraía como abelha no mel.
Tira minha calcinha e mete, Manu pedia descontrolada. Arranquei a peça intima e assim mais uma curiosidade ia embora. Lá estava uma fina e rala penugem sobre os lábios vaginais mais lindos que eu já vi. Também rosados, mas brilhavam com tanta lubrificação. Que delícia de mulher. Manu estava finalmente nua em minha frente e eu não acreditava que meu sonho tinha finalmente virado realidade. Seu corpo era tão lindo e bem desenhado que se nada acontecesse não me importaria. Olhar para ela com todo aquele jeitinho meigo, mas ao mesmo tempo cheia de detalhes de uma mulher adulta me fascinava. Mas que homem suportaria controlar os próprios instintos com tudo aquilo nas mãos? Eu não seria um deles.
Puxei-a pelo quadril em direção ao meu e com a ajuda de uma das mãos encaixei meu pênis dentro dela e esse ato tão simples, fez surgir o gemido mais angelical que eu já ouvi. Meti, meti e meti o quanto pude e o quanto o tempo permitiu. Já podia imaginar alguém tentando abrir a porta do sótão em busca de nós dois. O nervosismo e o medo pareciam me excitar ainda mais. Manu gemia gostoso e ao mesmo tempo dizia; isso primo, mete com força. Meu primo mais velho, finalmente. Que loucura!
Jamais perderia a oportunidade de transar com ela, mas demorar pra gozar seria uma missão impossível diante daquela situação, mas por sorte consegui segurar até que ela chegasse ao orgasmo.
Após nossa deliciosa rapidinha ela levantou e vestiu toda a roupa com exceção da calcinha, que estava jogada num canto do sótão. Juntou a mesma do chão e entregou em minha mão dizendo; essa vc guarda de lembrança. Manu foi até a porta e voltou para brincar com as crianças. E eu, ainda nu e deitado no velho colchão adormeci com sua peça íntima esticada em meu rosto exalando o mais puro aroma da doce e gostosa priminha do interior.

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