sábado, 5 de março de 2016

A caminho de casa.


A festa estava perfeita. Era cada vez melhor estar contigo e tua companhia era tão completa e envolvente.

Mas a medida que as horas passavam a vontade de ter aquele momento a sós contigo só aumentava.

Bastou uma troca de olhares para entender que você também me devoraria. Para entender que mais uma vez estávamos na mesma sintonia.

Durante toda a noite, e mesmo na frente dos amigos, nos provocamos e nos testamos, e me entregar de uma vez era tudo que eu queria. 

A vontade era grande demais. A euforia e o tesão aumentavam em cada movimento teu, em cada toque, em cada olhar.

Tocar teus lábios com os meus já era arriscado demais.

Teus olhos em alguns momentos pareciam me engolir. Sentia no fundo da alma o quanto eles analisavam cada parte do meu corpo.

E tamanha vontade fez de uma "saída à francesa", a solução para nossos problemas.

Dentro do carro a caminho de casa as provocações só aumentavam e você tinha um dom surreal de me deixar completamente entregue e submissa as tuas vontades.

Que delícia ver tua boca beijar meus dedos enquanto os mesmos entrelaçavam nos teus.

Era lindo te ver dividindo comigo a atenção que tinha na direção, enquanto acariciava com afinco teus lindos lábios e língua na minha pele. 

TUA BOCA QUENTE DESPERTAVA O CALOR DE DENTRO DE MIM

Sutil e delicado o líquido morno escorria de dentro dela indo de encontro a calcinha e a euforia começava quando teus gemidos provocativos invadiam o silencio do carro. Não via a hora de chegar em casa.

AH MENINO, VOCÊ DESCONFIGURAVA TODO MEU AUTOCONTROLE.

Nosso destino se aproximava, mas o tesão já incontrolável não nos fez perder mais tempo.

Um canto deserto, e o estofado do carro foram o suficiente para que eu derretesse em gozo para vc.

O vestido q eu usava tornou tudo mais prático, e o deslizar da minha calcinha sobre as pernas fez com que você acelerasse as ações.  

Teu corpo vindo em direção ao meu descompassava as batidas do meu coração e contraia ainda mais o pulsar dos meus músculos vaginais. 

O TESÃO ENTRE NÓS ERA PERTURBADOR

Quando teus dedos passearam entre minhas pernas e invadiram meu corpo, amoleci como manteiga derretida deslizando no banco do carro. Tua boca gemendo eufórico no meu ouvido quase me levou ao orgasmo absoluto enquanto era puxada pelos cabelos. 

Me entrego à você sentindo todos os teus toques enquanto de olhos fechados derreto em tuas mãos. 

AH MEU AMOR, PRECISO DE VOCÊ TODOS OS DIAS!
SÓ VOCÊ PODE ME PROPORCIONAR PRAZER ASSIM!

Tua voz safada enfim me pede para sentar nele, e com delicadeza monto em vc, que sentado no banco observa cada movimento do meu corpo.

Erguer o vestido foi o suficiente e teu pênis lindo já duro como rocha aguardava o deslizar da minha menina encharcada sentando sobre ele.

E NESSE MOMENTO A CERTEZA DE QUE ELES FORAM FEITOS UM PARA O OUTRO ERA PLENA. 

Me faltam palavras para descrever como era bom fazer amor contigo. Como nossos corpos se conectam da forma mais intensa possível.

Como é bom senti-lo entrando e saindo do meu corpo, como é perfeito olhar pro teu rosto e ver o tesão que sentes com tudo isso demonstrado em cada expressão.

Quando vc morde os lábios, quando franze a testa, quando fecha os olhos, quando fala as palavras mais doces e as mais sacanas enquanto eu rebolo sem controle sentada em você.

Tuas mãos buscando meus seios cobertos pelo vestido, as minhas apoiadas ao volante do carro me ajudando a quicar como louca. Nossos corpos em sintonia perfeita chegando ao ápice no mesmo instante

O teu líquido quente jorrando para dentro de mim no mesmo instante em que ela fricciona de prazer.

GOZAR JUNTO COM VOCÊ É A MELHOR SENSAÇÃO DO MUNDO!

E continuaria gozando infinitas vezes se pudesse.

Mas meu corpo exaurido e ainda tremulo com espasmos de prazer demonstravam que eu precisaria de alguns minutos para me recompor.

E como era bom fazer isso deitada no teu peito. Esperando deliciosamente minha alma voltar ao corpo. Melhor ainda era mais uma vez confirmar que DEFINITIVAMENTE nossos corpos foram feitos um para o outro.










    

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O noivo da minha irmã.




A casa estava escura, o silêncio da madrugada já se fazia presente, e todos os pensamentos que me vinham a mente estavam em você.

Aquele que para mim era o fruto proibido. Como noivo da minha irmã eu precisava entender e aceitar que você jamais seria meu.

Numa noite como outra qualquer, você estava em casa com ela. Meus pais haviam viajado e ela aproveitava tais situações para ficar mais a vontade com você. E eu, come sempre, apenas imaginava e invejava tudo que acontecia.

Já era tarde, eu estava na sala ainda sem sono, tentando fugir dos sons perturbadores que ouvia através das paredes. Risos, gemidos, gargalhadas. A sintonia de vocês era intensa e isso me fazia acreditar, ainda mais, que ter uma noite contigo estava fora do meu alcance.

Eu assistia meu seriado de TV quando você surgiu somente de cueca samba canção em busca de um copo de água. E exatamente desse jeito, parou ao meu lado. Normalmente eu evitava olhar para você, mas dessa vez me senti hipnotizada ao reparar o desenho que seu pênis solto fazia no leve tecido da cueca.

O desejo que tinha era perturbador e somente me afastando eu conseguiria controlar alguns impulsos.

Parei de te olhar, mas seu corpo em pé ao meu lado me desconcentrava, e todos os seus comentários sobre o que passava na TV não fazia o menor sentido para mim. Não aguentei, e com o canto do olho espiei teu corpo novamente.

Foi quando o copo de água suado foi a sua boca, e algumas gotas pingaram em sua barriga. Por alguns segundos emudeci visualizando a gota escorrer até o tecido da sua cueca.

Fiquei excitada no mesmo instante, mas para evitar qualquer problema, arrumei alguma desculpa para deixá-lo e fui para meu quarto.

Jamais imaginaria que você passearia pela casa de madrugada, por isso não me importei em vestir uma camisola um pouco mais curta. E mesmo que esticasse-a para baixo tentando não ficar exposta, a camisola era curta o suficiente para surgir de você, um comentário provocante, antes mesmo que eu tentasse fechar a porta.

Não estava muito certa do que você havia dito. Talvez por não acreditar que fosse possível. Mas seu olhar faminto em minha direção bastava.

Você largou o copo encima de uma mesinha qualquer que decorava a sala, seu corpo foi se aproximando sem freio. Seu braço se esticando até a mão alcançar a maçaneta da porta, enquanto a outra me empurrava para dentro do quarto.

FIQUEI SEM FALA, FIQUEI SEM VOZ, FIQUEI SEM AÇÃO

 Minhas pernas amoleceram quando teus braços envolveram minha cintura e você me tomou num beijo intenso e longo. Ainda podia sentir o geladinho da água que havias tomado. Suas mãos deslizavam no tecido de algodão que eu vestida, num provocar desenfreado erguendo aos poucos minha camisola.

Desejei você todos os dias desde que o conheci, e por mais errado que tudo aquilo seria, não conseguia parar de te beijar. Não conseguia parar de agradecer por conhecer o sono pesado que ela tinha. Não conseguia me soltar de seus braços, simplesmente porque eu não queria.

Tudo que sempre desejei estava prestes a acontecer e descobrir em cada detalhe que você tinha as mesmas vontades, tornava aquela noite a mais completa e perfeita da minha vida.

 O medo de sermos pegos começou a tomar conta de mim, e tal adrenalina misturada aos teus toques tão perfeitos me excitavam arrancando suspiros e gemidos. Tua boca percorria meu corpo enquanto você se ajoelhava em minha frente.

Senti tuas mãos quentes deslizarem por minhas coxas até encontrar minha calcinha, e com cuidado e delicadeza, senti a mesma deslizar por minhas pernas. Eu ainda de pé, você ainda de joelhos. E então começava um dedilhar sutil, o qual mais uma vez,  arrancava de mim gemidos e suspiros.

FECHEI OS OLHOS E ESPEREI PELO MELHOR

Foi quando tua língua se perdeu entre pelos e lábios. E o que antes eram pernas amolecidas, agora já não mais conseguia ficar em pé. Com tua ajuda deitei na cama, mas você ainda no chão de joelhos continuava a me lamber e chupar, acariciar e dedilhar.

MEU CORPO EM TRANSE CONTORCIA ENTRE OS LENÇÓIS

Dedicado ao sexo oral, me fez quase perder os sentidos. E gemer baixinho era algo que já não conseguia fazer. Tua língua estimulando meu clitóris, vagina e ânus e teus dedos entrando e saindo dos meus orifícios me fizeram gemer como louca.



Meu ânus apertado virava brinquedo em tuas mãos, e num momento de lucidez agarrei o travesseiro e abafei os gritos insanos que você me proporcionava.

Meu quadril mexia fazendo seus dedos serem engolidos por minha vagina. Eu rebolava em tua boca enquanto imóvel você me via perder o controle pela primeira vez.

TUA BARBA MOLHADA, MINHA VAGINA GOZADA. E EU AINDA QUERENDO MAIS

Teus dedos encharcados com minha essência foram em mim boca. E o sabor do orgasmo me fez querer retribuir da mesma forma o que você havia feito.

Montei em teu corpo que já estava confortavelmente deitado em minha cama. E enquanto me ajeitava para te chupar, mal acreditava que tudo aquilo estava de fato acontecendo.

Tirei com delicadeza sua samba canção, e a medida que a expulsava de seu corpo, surgia o tão esperado momento. Aquele em que eu mataria a curiosidade de saber como ele era.

Mal consigo explicar a perfeição. Duro com certeza, rosado e apetitoso. Grosso, cheio de veias, imponente e extremamente saboroso.

Por um momento achei que minha boca não comportaria o tamanho, mas com jeitinho e aos poucos, meus lábios encharcados deslizavam com facilidade.

 Enquanto o chupava entendia o porque minha irmã gemia tão alto. E eu já não suportava esperar para ter a mesma sensação. Queria logo sentir você socando ele dentro de mim.

Mas não podia me apressar. Talvez aquela fosse nossa única chance e eu me dedicaria por completo à você.

CHUPEI! SUGUEI, LAMBI, MORDI, ENCHARQUEI, ASSOPREI! CHUPEI DE NOVO E FIZ TUDO DE NOVO



Agora eram teus gemidos que o travesseiro abafava.

Não tínhamos muito tempo para detalhes. A cada minuto que você permanecia ali comigo era um risco que corríamos. Então, numa pegada forte e brusca fui jogada de quatro na cama. Suas mãos apenas levantaram minha camisola deixando a mostra meu rabo empinado pra você. E finalmente socou seu delicioso pau dentro dela.

MAL PODIA ACREDITAR

O soca soca frenético me fez gozar inúmeras vezes. Seu dedo invasor pressionando meu ânus era um bônus o qual eu não esperava, mas que definitivamente fazia toda a diferença.
Suas mãos grandes apertavam meu quadril levando-o de encontro ao seu, e isso me tirava o ar e quase sem folego desabei entre os travesseiros empinando minha bunda ainda mais para você.  



Gozamos, juntos e eufóricos. Mas descobri que minha vontade de você só aumentou. Queria mais, queria me expor mais. Faltaram os gritos, os tapas. Os puxões de cabelo que me fariam gemer e gemer cada vez mais. Meus seios fartos em tua boca. As posições não exploradas, enfim.

Mas precisava me conter com o que tinha.

Antes de voltar para ela, você se aproximou pedindo desculpas por não ter se controlado. Desculpas tão esfarrapadas como me encontrar "por acaso" ainda acordada no sofá.

Aceitei suas desculpas desde que fizéssemos um acordo. Não aceitaria mais passar vontades. Não aceitaria mais somente me masturbar pensando em você.  Queria mais, queria ser sua tanto quanto ela era.

E eu sei que ela jamais aceitaria, mas por você Luiz Fernando, esperaria todos os dias.

domingo, 17 de agosto de 2014

Sedenta.

Uma dor na lombar,  das horas que ficamos juntos me fazia lembrar. Tua malícia tão envolvente era ainda maior quando eu estava presente.

A vontade de novamente contigo gozar, aumentava cada vez que meus olhos encontravam o teu olhar.

ERA PERCEPTÍVEL NO AR O QUANTO NOS DESEJÁVAMOS

Teu jeito divertido além de sedutor era instigante e perturbador. Você sabia ser a melhor companhia e engolir você como da última vez era tudo o que eu queria.

Tua mão agarrando meus cabelos em meio a uma conversa descontraída, me fazia esquecer completamente o que dizia.

E quando tuas mãos deslizavam sobre minha coxa por baixo do vestido, minha vagina me lembrou do que uma vez eu havia sentido. Minha calcinha molhada me lembrava do quanto um simples toque teu me excitava.

MEU CORPO JÁ SE PREPARAVA PARA O QUE VOCÊ ME PROPORCIONARIA

Entre risos e gargalhadas a espera me enlouquecia. Te ter era tudo que eu queria.
Pois quando você me desejava sentia com força bruta a vontade que te consumia.

A porta fechada me fazia pensar que naquele momento como bixos no cio iríamos nos agarrar.

Nossos gritos e gemidos incomodaram os vizinhos e no tapete macio trepei com você como uma cadela no cio.

AAAHHH!!! QUE DELÍCIA ERA SER FODIDA POR VOCÊ!

Fiquei louca quando de cerveja gelada te ví encher a boca. E quando vi teu dedo mergulhado no líquido gelado meu corpo inteiro ficou arrepiado.

Naquele momento percebi que querias atolar na minha vagina, teus gelados dedos e língua.

Tua criatividade era delirante e meu corpo em tuas mãos te proporcionava pura diversão.

Risos e gemidos nossa brincadeira louca me arrancavam suspiros. Folgado você me batia e eu delirava com tua ousadia.

Teu colo esparramado no sofá era o lugar perfeito para eu sentar. E teu pau tão imponente me fazia quicar loucamente.

Que delícia era novamente ser tua menina e naquela noite barulhenta mais uma vez eu estava sedenta. Teu sexo tão perfeito me fazia contrair por dentro. Minha vagina e minhas entranhas me proporcionavam sensações estranhas.

E agora estou viciada tanto na sua performance quanto na sua gozada.

Você tão sedento ainda me querendo, confesso causava medo. Mas tua dedicação em me dar prazer era o melhor que eu podia ter.

Teu corpo tão perfeito mechendo me fazia explodir por dentro e os espasmos de prazer me fizeram dormir e sonhar com você.

O dia ficou claro e eu não estava mais ao teu lado e ao acordar me veio uma provocante sensação, te proporcionar prazer absoluto se tornara minha maior missão.



quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Nossa história



Mais tarde naquela noite eu encontraria algo surpreendente. Estaria diante dos meus olhos alguém que por algum tempo havia sido presente.

Naqueles lindos olhos ví a antiga figura de um menino. E foi nessa imagem que voltei a sonhar com o perigo.

Aonde você estava que tanto te procurei? E porque foges de mim logo agora que te encontrei?

A dor de um passado reviveu entre nós dois e o ter em minha vida novamente eram planos que não poderia deixar para depois.

Em busca da minha maior alegria te procurei mais uma vez naquela esquina.

A esquina em que você costumava me esperar sempre depois do jantar.

Menino dos olhos marcantes, você se lembra de quando eramos grandes amantes?

Quando nos encontrávamos na penumbra da madrugada e você com intensos beijos me calava.

Naquele frio estacionamento seu carro era testemunha dos nossos momentos. E no apertado banco da frente, sua língua em meu corpo se fazia presente.

Quantas marcas meus pés deixaram no vidro do seu carro. Quantas vezes perdi meus brincos entre o banco e o encaixe do cinto. E quantas vezes o sol surgindo no horizonte é que nos mostrava o quanto a hora passara.

Mas era irresistível estar com você e hoje ainda sinto o quanto quero tudo aquilo reviver.

Lembro como se fosse hoje dos teus beijos lançados a mim de longe. Quando me via chegar corria para me abraçar... Apertar... Me amar.

Você lembra? Quando eu pulava em teu colo com uma euforia plena?

Você se recorda? De quando fazíamos amor por horas? Meu corpo contorcendo de prazer como num filme privê.

Para mim tudo ainda permanece aqui. Teu cheiro, teu beijo, teus gemidos, meus gritos.

QUERO TUDO DE VOLTA E QUERO AGORA!

Porque quando suas mãos deslizam sobre meu corpo sinto-me viva de novo.

O dia estava marcado e dessa vez nada daria errado. Fomos para seu carro em busca de uma conversa porque você com medo do passado não tinha pressa.

Te vi exitar toda vez que tentava te tocar. Não tenha medo pois dessa vez te prometo, não vou te magoar.

O carro já não era o mesmo mas o espaço ainda pequeno me impedia de desfrutar melhor daquele momento.

Você cheio de desculpas esfarrapadas não queria mais sentir por mim tamanha tara.

E eu cheia libido só desejava mais uma noite contigo.

Mas finalmente você se deu conta que mesmo lutando contra estava pronto pra me amar.

Ah menino, tuas mãos deslizando no meu umbigo enquanto debruçada no painel já imaginava teu dedilhar fiel.

Sentada em teu colo rebolando eu imploro...

ME POSSUA POIS EU ADORO!

Dessa vez algo estava diferente. Seus abraços eram mais intensos assim como teus beijos.

Sua pegada estava envolvente e isso demonstrava que você havia se tornado um homem experiente.

E quando tua boca mordeu meus mamilos por cima da roupa gemi pela primeira vez como louca.

A nossa saudade estava sendo exposta em cada movimento.

Minha saia já estava erguida quando senti teus dedos acariciando-me a virilha.

Teus olhares direcionados a mim só demonstrava que nossa história não havia chegado ao fim.

Minha calcinha posta pro lado aumentava ainda mais meu rebolado e eu achando que sentiria seus dedos cai na real quando já estava lá dentro.

Pulei, rebolei e de olhos fechados me entreguei.

Grosso e robusto seu pênis tentava achar espaço naquele buraco apertado que estava feliz por ter te encontrado.

Meus seios batiam em teu rosto enquanto empolgada eu pulava. E minha unha em tua pele de tanto tesão eu cravava.

Você que antes me evitava, agora por cima de mim penetrava.

E sua boca sedenta e norvasa a minha beijava.

Era maravilhoso recordar nossos momentos e descobrir um novo homem enquanto te sentia lá dentro.

De olhos fechados eu me entregava sem perceber que a lua enorme no céu iluminava eu e você.

Como vulcão você jorrou lava quente dentro de mim e após uma década percebi que nossa história jamais teria fim.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O ideal!

O nervosismo e a expectativa me enlouqueceram por dias.

Imaginar como seria e esperar pelo momento perfeito chegou a causar medo.

Mas quando teu corpo nu invadiu o quarto, me senti pronta para entregar o que de melhor eu tinha guardado.

Teu sorriso e tua fala rouca só me deixava ainda mais boba. Sem jeito e meio perdida só queria superar tuas expectativas.

Tua expressão enquanto me penetrava era ainda melhor do que eu imaginava. E teus gemidos soavam como música aos meus ouvidos.

TUA PELE NA MINHA ME CAUSAVA TRANSTORNO E EUFORIA

As horas ao teu lado voaram e a vontade de nunca mais sair dali... Não tinha fim!

E o que dizer de tuas mãos? Teu dedilhar tão perfeito fazia escorrer de dentro de mim todo o meu desejo.

E quando teu rosto mergulhava entre minhas coxas? Nesse momento mais nada me dava medo!

Minha boca gulosa passeando pelo teu corpo, demonstrava o quanto também te deixava louco.

E o prazer se tornava ainda maior quando teus tapas acariciavam meu rosto.

Carinhoso e voraz, teus gestos e movimentos me tiravam a paz.

E o que seria apenas mais uma experiência, estava tornando-se a melhor noite da minha existência.

Ser jogada na cama e penetrada com força me fazia gemer como louca. E gemer aos gritos para você era tudo que me restava fazer.

FOSTE DO MENINO AMOROSO AO HOMEM SACANA. E FIZESTE A MULHER EXPERIENTE QUE SOU, SE SURPREENDER NA CAMA.

Minha mente entorpecida anestesiava algumas partes já doloridas e entre o real e a fantasia, espasmos de orgasmo eu sentia.

Era surreal a intensidade da nossa sintonia.

Você tão perfeito e saboroso fazia com que eu desejasse ainda mais teu gozo.

E minha pele molhada com tua essência tornava o fim da nossa noite a minha melhor experiência.

E agora aqui sozinha lembrando de cada segundo, faz surgir em meu rosto um sorriso absurdo.

Você foi a companhia ideal...da conversa gentil ao sexo animal!





domingo, 10 de agosto de 2014

Muito mais que uma xícara de açúcar.




"Nem nos meus melhores sonhos imaginei que seria possível ter você. Nem nas minhas mais loucas fantasias imaginei que sua voz ao meu ouvido diria o quanto desejava me ter em seus braços também."

Eu estava sozinha em casa e ao que tudo indica a luz da sala acesa chamou sua atenção. A porta não estava trancada e você sem medo do que encontrar, abriu e chamou pelo meu nome. Eu estava deitada no sofá da sala, somente de camiseta e calcinha enrolada as cobertas. Meu filme favorito passava na TV quando seu corpo adentrando a sala me assutou profundamente.

Você fechou a porta e trancou, minha mão veio ao peito tentando controlar as batidas do meu coração eufórico pelo susto. Eu te olhava alí em pé ao lado da porta e furiosa pensava apenas uma coisa: afinal o que você queria?

Apenas conversar. Apenas um minuto de atenção, Apenas...

Há algumas semanas eu te olhava. Vizinhos de porta, era fácil ver você a cada saída pelo quintal.

Quantas vezes me perdi fuzilando teu corpo com o olhar enquanto você sem camisa pendurava as roupas no varal. E quantas vezes só despertava da minha imaginação quando você a centímetros do meu rosto perguntava se estava tudo bem.

Tendo que concordar com você alí dentro da minha casa, cedi um espaço no sofá para que você sentasse ao meu lado e pudesse então falar o que tanto queria.

Confesso meu nervosismo e não só pelo susto que levei ao te ver entrar de supetão, mas por estar semi nua tão perto de você.

As palavras saiam de sua boca mas nenhuma delas fazia sentido para mim. Nenhuma entrou na minha cabeça até que você, como um louco, pulou sobre mim me agarrando pela cintura. Seus braços fortes me fizeram deslizar sobre o tecido do sofá esparramando seu corpo sobre o meu.

EU FIQUEI CHOCADA E AS PRESSAS TENTAVA RECUPERAR AS COBERTAS QUE CAÍRAM AO CHÃO.

Seus olhos passearam sobre meu corpo e sua cara de safado triplicou ao me ver semi nua.
Quando seus olhos voltaram a fitar os meus, senti sua boca próxima o suficiente para sentir o cheiro de vinho que exalava dela.

 SECO OU SUAVE?

Perguntei a você enquanto deslizava meu nariz sobre seus lábios querendo sentir um pouco mais do cheiro que vinha da sua boca.

ME BEIJE E SABERÁ!

Sua voz sensual sussurrou ao pé do meu ouvido estremessendo todo meu corpo.

Colei meus lábios aos teus e me entreguei.

Seu beijo era quente, seus lábios macios e apressados e suas mãos ágeis já agarravam meus seios por baixo da camiseta. Gemi baixinho e você feroz como um lobo me apertava contra seu corpo. Ah vizinho, como era bom te ter tão perto.

Confesso não fazer a menor ideia se o tal vinho era suave ou seco. Minha única certeza era querer permanecer colada em tua boca. Era continuar sentindo tua língua dançando com a minha. Minha única certeza era querer permanecer envolvida em teus braços.

Nossos corpos colados domimados pela volúpia do momento fizeram com que entrássemos numa luta para ver quem dominava mais a situação.

Queria mostrar a você todo meu potencial e você sem duvida fazia o mesmo. Mas entre agarros e amassos, predominou a lei do mais forte.

Seus braços me agarrando quase não me permitia movimentos. Sua boca me lambuzava os lábios, o queixo, o pescoço. Sua barba por fazer arranhava minha pele como lixa e ao mesmo tempo que temia marcas, desejava que você me esfolasse inteira.

Minha fúria em te dominar explodiu de alguma forma e com uma força desconhecida empurrei você jogando-o ao outro lado do sofá e montei em seu colo.

Enquanto ainda grudada em sua boca, rebolava encima de você e assim já sentia seu pênis empolgado com toda aquela situação.

Suas mãos amassavam meu bumbum espremendo com força minha menina contra seu quadril.

ESTÁVAMOS ENLOUQUECIDOS!

Arranquei minha camiseta. Meus seios a mostra e a centímetros de distancia de seus lábios o deixaram louco. Sua boca confusa não sabia se os beijava, lambia, mordia ou se os elogiava dizendo o quanto eram macios e carnudos, lindos e deliciosos.

Estávamos a um passo de nos conhecermos ainda mais e sua euforia o deixava ainda mais bruto e faminto.

Fui jogada novamente ao sofá, cobertores e travesseiros foram completamente ao chão. Você arrancou minha calcinha e erguendo minhas pernas ao ar abocanhou minha vagina. Que oral delicioso. Você definitivamente completava de forma perfeita cada item da minha imaginação insana.




Não queria mais que você parasse! Sua boca sugou minha virilha com tanta força que a primeira marca já podia ser vista. 

Delirei!

COMO PRATO PRINCIPAL VOCÊ ME DEVORAVA!

Você era intenso e apressado e isso me deixava ainda mais envolvida a tudo que acontecia. Seu sexo oral era perfeito.

Enquanto meus olhos fechados intensificavam os toques de sua língua, sua mão agarrava meus seios amassando-os. Tudo que você fazia era maravilhoso. 

Num movimento brusco você deslizou para cima de mim e quando abri meus olhos seu pênis já estava em minha boca. 

MONTADO EM MIM VOCÊ ORDENAVA QUE EU O CHUPASSE. 



Nem sei dizer o quanto suas ordens me excitavam. Uma de suas mãos agarrava meu cabelo com força enquanto a outra segura aquele imenso membro batendo na minha cara. 

Desgraçado! Você ainda comandava, mas sua atitude tornava mais intensa a vontade de foder você!

Meu sexo oral o deixou louco. Chupei você com dedicação. Queria te mostrar o quanto poderia deixá-lo submisso a mim. 

E FOI ASSIM QUE VOCÊ SE RENDEU PELA ÚNICA VEZ.

Encharquei meus lábios e ajoelhada entre suas pernas abocanhei todo o corpo do seu pênis. Sem fazer força alguma, apenas deslizando minha boca babada para cima e para baixo deixando vc ainda mais excitado.

Entre carinhos com a língua e leves chupadas enterrei a rosada cabeça do seu pau maravilhoso no fundo da minha garganta. Apertei meus lábios próximo aos seus pelos e suguei com força deslizando minha boca até a ponta dele.

Seus gritos eufóricos faziam eco na minha sala. E louco com tal sensação você deu alguns tapas na minha cara de safada.

SEM DÚVIDA EU ESTAVA DANDO À VOCÊ O QUE EU TINHA DE MAIS SAFADA!

 Não demorou muito para você me por de quatro no sofá e enfiar seu pau duríssimo na minha gruta. 

GRANDE, DURO, INTENSO E VELOZ! ERA ASSIM QUE SENTIA VOCÊ ATRÁS DE MIM! 

Sua força ignorante açava minha pele, por dentro e por fora. Suas unhas me arranhavam as costas, sua boca mordia minha nuca. Você me deixava marcas e mais marcas, e o orgasmo se aproximava  aos poucos. 



Tapas na minha bunda, puxões de cabelo, dedilhadas no meu ânus apertado. 

GRITEI COMO UMA LOUCA DESVAIRADA ENQUANTO VOCÊ SOCAVA!

Senti meu líquido morno escorrer por minhas coxas toda vez que você tirava ele de dentro de mim. Mas mesmo com o corpo amolecido você ainda penetrava com força. 

Do sofá para o balcão da cozinha e ainda de quatro seu pau insaciável deslizava novamente para dentro da minha buceta molhada. Eu já não me aguentava nas próprias pernas mas você não se cansava. Definitivamente, essa era a posição que você mais gostava e eu nunca havia gozado tanto desta forma.


Com todo aquele movimento brusco podia sentir suas bolas batendo contra meu clitóris e que sensação deliciosa tudo isso me proporcionou.  

VOU GOZAR!

Gritei gemendo quando mais uma vez senti seu dedo intruso visitar meu ânus. Ao me ouvir você acelerou ainda mais as metidas e assim meu gozo escorreu pelas pernas.

VIZINHO SAFADO! 

Ainda sentia os espasmos do meu orgasmo quanto você me ajoelhou no chão pedindo para te chupar um pouco mais.
Ajoelhei, mas estava certa de que ficaria lambuzada com sua porra quente.

Dito e feito! Sua voz mansa pedia para gozar em mim e eu que estava entregue por completo a você, não pensei muito ao dizer sim.

Antes que você derramasse em em mim seu jato quente chupei você um pouco mais. 
Mas dessa vez não precisei me dedicar tanto. Seu líquido já estava próximo e minha boca chupando suas bolas o aproximou ainda mais.

 Ali na sua frente escancarei a boca e fui lambusada  enquanto você jorrava gozo nos meu lábios e rosto.



Exaustos voltamos ao sofá e alí permanecemos por algum tempo. Você incrível como sempre achei que fosse, me deu um banho e me colocou na cama antes de ir embora. 

A partir desse momento percebi que nós teríamos muito mais do que a política da boa vizinhança e suas vizitas noturnas e surpreendentes passaram a ser comuns durante muito tempo.
















segunda-feira, 7 de abril de 2014

Dono de mim.

A porta de casa se abriu, eu estava lavando a louça quando você chegou. No mesmo instante em que sua chave caiu sobre a mesa da sala, minhas mãos buscaram o pano de prato para que pudesse secá-las.

Me virei para porta da cozinha, ainda encostada na pia. O longo corredor a minha frente escuro e vazio, ansiava pela sua imagem surgindo sobre ele, assim como eu. Na outra ponta você surgiu vestindo um terno absolutamente alinhado ao corpo. Tão perfeito como se saísse de uma capa de revista de moda. 

VOCÊ ESTAVA ABSOLUTAMENTE DESLUMBRANTE E SEDUTOR.

Não me soltei na pia, permaneci ali a sua espera já imaginando o que aconteceria. E eu sempre sabia o que acontecia.

Você, com suas mãos nos bolsos, caminhou até mim  como se estivesse numa passarela. A cada passo que você dava, em minha direção, minhas entranhas se contorciam esperando o melhor, como sempre.

A penumbra do longo corredor não me permitia ver seu rosto, porém eu já sabia que em sua mente insana habitava todos os mais pecaminosos pensamentos. E como eu delirava ao saber disso.

Seu corpo perfeito chegou a porta da cozinha, e agora a luz branca e clara que vinha do lustre iluminava seu rosto também perfeito. E eu apenas esperando o seu sinal. Nosso teatrinho estava pronto para começar. 

Nos encaramos por alguns minutos, sem dizer uma palavra se quer, apenas sentindo o clima do momento. Esperamos...esperamos....esperamos até ver uma de suas sobrancelhas erguer afirmando que nossa loucura começaria. Recebi o sinal e em disparada corri para longe. Você, como um caçador atrás da presa me perseguiu pela cozinha. 

Dei a volta na ilha, esbarrei em algumas panelas e corri em direção a porta dos fundos para fugir. Minhas mãos alcançaram a maçaneta redonda da porta mas a mesma não a abria. E você, chamando minha atenção com um tilintar de chaves, sorriu ao me mostrar as mesmas balançando no ar deixando claro que havia trancado a porta. 

NO MESMO INSTANTE SORRI E SENTI MINHA EXCITAÇÃO AUMENTAR LOUCAMENTE.

Uma estreita passagem me levaria até a entrada do corredor onde eu poderia correr para longe de você. Mas precisaria ser rápida para que você não conseguisse me alcançar a tempo. Mas eu já conhecia o final dessa história. 

Corri e consegui alcançar o batente da porta, porém antes que eu disparasse corredor adentro, suas mãos alcançaram meus cabelos. 

Você sem medo de me machucar puxou meus cabelos e por ele me arrastou até a pia da cozinha e me prensou contra ela. Minha excitação se misturava ao medo. Senti sua mão deslizar sobre minha barriga até encontrar minhas partes íntimas e assim apertá-la e esfregá-la com os dedos. 

Sua mão desceu até encontrar a barra do meu vestido e o ergueu deixando meu bumbum a mostra. Achando que seria abusada por você ou de uma vez penetrada, me surpreendi com seu tapa ardido em meu glúteo.

VOCÊ NÃO EXITAVA QUANDO O ASSUNTO ERA ME MACHUCAR. E EU ADORAVA.

Meu grito de dor misturado ao gemido te deixaram louco. Ainda me segurando pelos cabelos você me jogou ao centro da cozinha e mandou que eu me despisse. Como eu adorava te provocar neguei seu pedido e tentei fugir novamente. Você, sendo muito mais veloz e já esperando minha atitude, estava perto o suficiente para me agarrar de novo. 

E no instante que me virei você mesmo se responsabilizou por me despir e rasgou meu vestido com uma força bruta. 

E EU ADORAVA QUANDO VOCÊ FAZIA ISSO

Era você que mandava naquela casa e eu não poderia jamais me esquecer disso. Nua em pelo você me fez engatinhar pelo corredor até encontrarmos as escadas. E enquanto eu engatinhava como um animal obediente, você me segurava pelos cabelos evitando que mais uma vez eu fugisse.

Ao chegarmos ao pé da escada você me mandou subir e antes que eu pudesse reclamar das dores nos joelhos, você novamente agarrou meus cabelos e me arrastou até o quarto.



Quando queria, você sabia ser muito bruto, e eu me perdia nas suas fantasias pois não sabia o momento em que o teatro viraria realidade.

Subimos as escadas, eu de joelhos e você comandando tudo. Entramos no seu escritório onde estavam seus acessórios de tortura. Fiquei de quatro no chão enquanto você buscava a coleira na gaveta da sua mesa. Fiquei feliz e aliviada por saber que desda vez apenas a coleira faria parte da nossa insana brincadeira.

A COLEIRA QUE ME FAZIA ABSOLUTAMENTE SUBMISSA A VOCÊ.

Você agachou em minha frente e eu ergui meus olhos para olhar os seus tentando seduzi-lo, mas claro você não suportava nenhuma reação minha. Eu, mesmo adorando tudo, não podia demonstrar a você. Quanto mais eu gemia de dor, quanto mais eu reclamasse de tudo, ou quanto mais prazeroso fosse para mim, mais você ficava excitado e assim perdia o foco da tortura.

Você se sentou no sofá e me colocou de bruços em seu colo. Me deu palmadinhas na bunda por eu ter fugido de você na cozinha, e eu gemia adorando seus tapas deliciosos.

Meus gemidos mais uma vez o provocaram. Você continuou me batendo e cada vez mais forte. Seus dedos marcaram minhas nádegas e por um instante de pena de mim, você decidiu me agradar.

Seus dedos deslizaram sobre meu apertado cuzinho até encontrarem minha vagina já encharcada. Senti ser dedilhada e gemi enlouquecidamente. Por mim, passaria horas em seu colo.

APANHANDO E GOZANDO.

Já estava incrivelmente molhada quando seus dedos deslizaram para fora da minha buceta. E agora eu apenas esperava a próxima ordem. 

Nua, encoleirada e domada você me levou como um cãozinho para nosso quarto. E lá tudo começou. Você sentou na beirada da cama e abriu a calça. Colocou seu pênis para fora e me fez chupá-lo. Enquanto eu o chupava você me ordenava. E se eu não fizesse do jeito certo, apanhava. 

MAS NINGUÉM O CHUPAVA COMO EU. E VOCÊ SABIA BEM DISSO.

E era nesse momento em que você se rendia um pouco a mim. Quando soltava a coleira e se apoiava nas mãos quase deitado na cama, eu sabia o quanto você estava entregue a mim. E quando seus lindos olhos fechavam para poder sentir todo meu potencial, ali a certeza do meu poder sobre você era plena.

AGORA EU TINHA VOCÊ NAS MÃOS. AGORA EU TINHA VOCÊ NOS LÁBIOS.

Chupei até você quase gozar. Num gemido alto e rouco você agarrou meu rosto aproximando-o do seu eufórico e irado dizendo como eu te chupava bem. Um riso escapou de minha boca, e isso o enfureceu novamente.

Você não suportava minhas emoções e eu adorava sua fúria. Vi seus pés andando até o guarda roupa onde você tirou gravata e casaco e pendurou no cabide. Ficando a sua espera encostei nos pés da cama e abri as pernas expondo todo meu corpo a você. 

Minha vagina brilhava em gozo e seus olhos, ao notarem isso, não suportaram a pressão. Segurando-me pelos cabelos você me jogou na cama, mergulhou entre meus seios e os lambeu. Tentando tirar o foco da minha buceta encharcada, você se dedicou aos meus mamilos por alguns minutos.



Algumas lambidas me fizeram gemer, e quando você notou que estava me proporcionado prazer, logo se recompôs e se levantou para mandar novamente. Limpou os lábios na manga da camisa enquanto me encarava enfurecido.

Notei seu pênis por baixo da calça rígido de tesão. No fundo você queria provar a si mesmo que conseguia se controlar ao me ver tão exposta. Foi quando acabei com todo seu teatro.

Me toquei, me mostrei, me masturbei. Deixei você louco de vontade de me abocanhar. Você podia até não dizer uma palavra enquanto me via naquela situação, mas sua respiração profunda e você me comendo com os olhos o entregava.

SUA BOCA DESEJAVA LOUCAMENTE MINHA VAGINA.

Você acariciou seu pênis o pondo para fora da braguilha e ordenou que eu o chupasse novamente mas que não parasse de me masturbar. Então, deitei próximo a beirada da cama e o chupei como uma louca e quanto mais eu me masturbava, mais você o enfiava em minha boca.

Mais uma vez senti seus tapas em minha bunda e aquela fúria tomou conta de mim e engoli você profundamente. Seu tesão era tanto que seus tapas agora estavam em minha cara. Tapas, puxões de cabelo, fúria e tesão. Aquela loucura estava perfeita.

Naquele momento eu era sua vagabunda, sua puta, sua escrava. Teus tapas esquentavam meu rosto e isso me fazia querer chupar você mais, mais e mais. Eu sentia meu rosto em brasa, mas o arder dos tapas sumia quando você deixava escapar um elogio de sua boca.

Eu podia ser a vadia que você queria, mas por ser tão perfeita e por estar tão entregue, era também a sua musa, a sua Deusa, o seu amor.

Por mais que você tentasse, sua maldade e fúria eram devastadas por mim. Meu corpo, gemidos e desejos por você aniquilavam qualquer possibilidade de resistência, e ali eu já sabia que não prolongaríamos muito as suas insanidades.      

Suas loucuras se tornavam as minhas e me puxando pela coleira você me jogou de bruços na beirada da cama e ordenou que eu ficasse de quatro. Se encaixou por trás de mim. Tampando minha boca você meteu em meu ânus com uma força que quase me levou ao desmaio.



Ali sem dúvida eu percebi o quanto você era malvado. Eu estava quase sem ar, mas você continuava a enfiar. Era bruto e me tirava lágrias dos olhos, Mas mesmo com dor eu queria que você sentisse que teria tudo de mim. Seria tua mulher e acataria todas as tuas ordens. Meu prazer era te dar prazer, não importava como.

EU GRITEI, EU XINGUEI, EU SÓ DESEJEI QUE VOCÊ TERMINASSE

Mas sua sede pelo meu buraquinho era maior que tudo. A dor tomou conta de mim e passei a não querer mais fazer parte das suas brincadeiras. Mas você não me soltava.

Seu tesão era imenso e sem mais aguentar minha luta, você me jogou no chão e enquanto se despia por completo, me ordenava a posição cachorrinho novamente. E eu só desejava ser penetrada em outro lugar.

AS LÁGRIMAS ESCORRIAM DO MEU ROSTO E O SORRISO SURGIA NO SEU.

Eu não queria mais ficar de quatro para você, mas você, prometendo que seria mais gentil, me convenceu a me entregar novamente. Minha surpresa foi que mesmo explodindo em excitação, desta vez você foi carinhoso. Finalmente minha vagina pôde sentir as carinhosas metidas do seu lindo pênis Me segurou pela coleira e meteu vagarosamente pedindo que eu gemesse baixinho para você.

Gemi baixinho e gritei alto quando você metia no meu ânus novamente. Revesando as entradas você me fodeu até não aguentar mais. Eu estava queimando e explodindo em orgasmos quando você gentilmente beijou minhas costas e comigo ainda de quatro no chão, soltou minha coleira.

AGORA O BRUTO CERTAMENTE TERIA IDO EMBORA

Você me virou de frente, agarrou meu pescoço e enquanto me beijava carinhosamente, enfiou seu mastro entre meus seios. Era maravilhoso senti-lo deslizando entre eles.

Eu estava sedenta de você, queria foder com você até juntos gozarmos finalmente. Mas você apenas abusava de mim. Após a espanhola você finalmente abocanhou minha vagina, e sua boca me levou a imenso delírio mais uma vez.



Fomos para cama, você abriu minhas pernas e me engoliu. Seu oral era divino. Sua língua deslizando sobre meus lábios vaginais e meu clitóris era praticamente o ápice para mim. Eu estava prestes a gozar pra você quando sem mais aguentar suas mãos vorazes me puxaram para beirada da cama e seu pau mais uma vez se fez presente.




Com força você me fodeu, e eu já sem energias me entreguei a você até explodir em gozo. Minha vagina já estava inchada. Meu corpo já doía. Minha pele já estava vermelha te tapas e mordidas. Mas você, insaciável, ainda queria mais.

Meu corpo tremia e minhas pernas bambeavam quando você me mandou engatinhar até a sala novamente. Eu não podia acreditar. Seu pau estava estourando de prazer, mas você ainda queria aguentar. E aguentaria o máximo que pudesse.

Senti seu pênis novamente antes de descer as escadas. Você ergueu meu quadril e me fodeu mais uma vez. O corrimão da escada estava molhado com meu suor. Eu estava exausta e temia pelo que viesse.

Num movimento brusco você me tomou em seus braços e no colo me levou até o andar de baixo. Agradeci em pensamento, pois meus joelhos já queimavam de tanto engatinhar.

Ao encontrar o sofá da sala, você me jogou por cima do encosto e de quatro mais uma vez você me fodeu. Minha buceta que nesse momento estava em chamas, engoliu seu pênis novamente. Você socava com força e rebolava. Eu gemia de dor e prazer.

MINHA VAGINA ARDIA, MAS POR INCRÍVEL QUE PAREÇA, O PRAZER ERA AINDA MAIOR.

Não achei que seria possível, mas ainda conseguia gozar. E cada vez que você me fodia, eu jorrava ainda mais. Seu pau já era parte de mim.




Sua fúria permanecia, e quanto mais excitado você ficava, mais forte você metia. Você prendeu meus braços para trás e mostrou quem era o dono de quem. Minha submissão a você era plena e estava alucinada com sua performasse.

Enfim você não mais aguentou, e seu gozo explodiu em mim. Você me puxou pelos cabelos e me sentou no sofá. Pediu que eu abrisse a boca e esperasse seu leite morno. Enquanto você se masturbava só para finalizar a chegada do jato branco, eu me acariciava para você.

Seu pênis jorrou sêmem em meu rosto. O líquido escorria até minha boca e eu lambia. Você segurando-me pelos cabelos, esfregava a cabecinha rosada em minhas bochechas. E agora sim, nosso sexo bruto e insano chegara ao fim.

Você me bateu o quanto pôde, arrancou meus cabelos até minha cabeça latejar de dor. Meu pescoço doía pela coleira apertada. Minhas partes íntimas não preciso nem dizer o quanto estavam esfoladas. Mas, mesmo com toda sua brutalidade e ignorância, após toda sua fúria, nós dois debaixo do chuveiro quente eramos só amor. Amor e risos. Amor e carinhos. Pois no final de tudo você era sim meu dono, mas era também aquele que sempre cuidava de mim.