segunda-feira, 7 de abril de 2014

Dono de mim.

A porta de casa se abriu, eu estava lavando a louça quando você chegou. No mesmo instante em que sua chave caiu sobre a mesa da sala, minhas mãos buscaram o pano de prato para que pudesse secá-las.

Me virei para porta da cozinha, ainda encostada na pia. O longo corredor a minha frente escuro e vazio, ansiava pela sua imagem surgindo sobre ele, assim como eu. Na outra ponta você surgiu vestindo um terno absolutamente alinhado ao corpo. Tão perfeito como se saísse de uma capa de revista de moda. 

VOCÊ ESTAVA ABSOLUTAMENTE DESLUMBRANTE E SEDUTOR.

Não me soltei na pia, permaneci ali a sua espera já imaginando o que aconteceria. E eu sempre sabia o que acontecia.

Você, com suas mãos nos bolsos, caminhou até mim  como se estivesse numa passarela. A cada passo que você dava, em minha direção, minhas entranhas se contorciam esperando o melhor, como sempre.

A penumbra do longo corredor não me permitia ver seu rosto, porém eu já sabia que em sua mente insana habitava todos os mais pecaminosos pensamentos. E como eu delirava ao saber disso.

Seu corpo perfeito chegou a porta da cozinha, e agora a luz branca e clara que vinha do lustre iluminava seu rosto também perfeito. E eu apenas esperando o seu sinal. Nosso teatrinho estava pronto para começar. 

Nos encaramos por alguns minutos, sem dizer uma palavra se quer, apenas sentindo o clima do momento. Esperamos...esperamos....esperamos até ver uma de suas sobrancelhas erguer afirmando que nossa loucura começaria. Recebi o sinal e em disparada corri para longe. Você, como um caçador atrás da presa me perseguiu pela cozinha. 

Dei a volta na ilha, esbarrei em algumas panelas e corri em direção a porta dos fundos para fugir. Minhas mãos alcançaram a maçaneta redonda da porta mas a mesma não a abria. E você, chamando minha atenção com um tilintar de chaves, sorriu ao me mostrar as mesmas balançando no ar deixando claro que havia trancado a porta. 

NO MESMO INSTANTE SORRI E SENTI MINHA EXCITAÇÃO AUMENTAR LOUCAMENTE.

Uma estreita passagem me levaria até a entrada do corredor onde eu poderia correr para longe de você. Mas precisaria ser rápida para que você não conseguisse me alcançar a tempo. Mas eu já conhecia o final dessa história. 

Corri e consegui alcançar o batente da porta, porém antes que eu disparasse corredor adentro, suas mãos alcançaram meus cabelos. 

Você sem medo de me machucar puxou meus cabelos e por ele me arrastou até a pia da cozinha e me prensou contra ela. Minha excitação se misturava ao medo. Senti sua mão deslizar sobre minha barriga até encontrar minhas partes íntimas e assim apertá-la e esfregá-la com os dedos. 

Sua mão desceu até encontrar a barra do meu vestido e o ergueu deixando meu bumbum a mostra. Achando que seria abusada por você ou de uma vez penetrada, me surpreendi com seu tapa ardido em meu glúteo.

VOCÊ NÃO EXITAVA QUANDO O ASSUNTO ERA ME MACHUCAR. E EU ADORAVA.

Meu grito de dor misturado ao gemido te deixaram louco. Ainda me segurando pelos cabelos você me jogou ao centro da cozinha e mandou que eu me despisse. Como eu adorava te provocar neguei seu pedido e tentei fugir novamente. Você, sendo muito mais veloz e já esperando minha atitude, estava perto o suficiente para me agarrar de novo. 

E no instante que me virei você mesmo se responsabilizou por me despir e rasgou meu vestido com uma força bruta. 

E EU ADORAVA QUANDO VOCÊ FAZIA ISSO

Era você que mandava naquela casa e eu não poderia jamais me esquecer disso. Nua em pelo você me fez engatinhar pelo corredor até encontrarmos as escadas. E enquanto eu engatinhava como um animal obediente, você me segurava pelos cabelos evitando que mais uma vez eu fugisse.

Ao chegarmos ao pé da escada você me mandou subir e antes que eu pudesse reclamar das dores nos joelhos, você novamente agarrou meus cabelos e me arrastou até o quarto.



Quando queria, você sabia ser muito bruto, e eu me perdia nas suas fantasias pois não sabia o momento em que o teatro viraria realidade.

Subimos as escadas, eu de joelhos e você comandando tudo. Entramos no seu escritório onde estavam seus acessórios de tortura. Fiquei de quatro no chão enquanto você buscava a coleira na gaveta da sua mesa. Fiquei feliz e aliviada por saber que desda vez apenas a coleira faria parte da nossa insana brincadeira.

A COLEIRA QUE ME FAZIA ABSOLUTAMENTE SUBMISSA A VOCÊ.

Você agachou em minha frente e eu ergui meus olhos para olhar os seus tentando seduzi-lo, mas claro você não suportava nenhuma reação minha. Eu, mesmo adorando tudo, não podia demonstrar a você. Quanto mais eu gemia de dor, quanto mais eu reclamasse de tudo, ou quanto mais prazeroso fosse para mim, mais você ficava excitado e assim perdia o foco da tortura.

Você se sentou no sofá e me colocou de bruços em seu colo. Me deu palmadinhas na bunda por eu ter fugido de você na cozinha, e eu gemia adorando seus tapas deliciosos.

Meus gemidos mais uma vez o provocaram. Você continuou me batendo e cada vez mais forte. Seus dedos marcaram minhas nádegas e por um instante de pena de mim, você decidiu me agradar.

Seus dedos deslizaram sobre meu apertado cuzinho até encontrarem minha vagina já encharcada. Senti ser dedilhada e gemi enlouquecidamente. Por mim, passaria horas em seu colo.

APANHANDO E GOZANDO.

Já estava incrivelmente molhada quando seus dedos deslizaram para fora da minha buceta. E agora eu apenas esperava a próxima ordem. 

Nua, encoleirada e domada você me levou como um cãozinho para nosso quarto. E lá tudo começou. Você sentou na beirada da cama e abriu a calça. Colocou seu pênis para fora e me fez chupá-lo. Enquanto eu o chupava você me ordenava. E se eu não fizesse do jeito certo, apanhava. 

MAS NINGUÉM O CHUPAVA COMO EU. E VOCÊ SABIA BEM DISSO.

E era nesse momento em que você se rendia um pouco a mim. Quando soltava a coleira e se apoiava nas mãos quase deitado na cama, eu sabia o quanto você estava entregue a mim. E quando seus lindos olhos fechavam para poder sentir todo meu potencial, ali a certeza do meu poder sobre você era plena.

AGORA EU TINHA VOCÊ NAS MÃOS. AGORA EU TINHA VOCÊ NOS LÁBIOS.

Chupei até você quase gozar. Num gemido alto e rouco você agarrou meu rosto aproximando-o do seu eufórico e irado dizendo como eu te chupava bem. Um riso escapou de minha boca, e isso o enfureceu novamente.

Você não suportava minhas emoções e eu adorava sua fúria. Vi seus pés andando até o guarda roupa onde você tirou gravata e casaco e pendurou no cabide. Ficando a sua espera encostei nos pés da cama e abri as pernas expondo todo meu corpo a você. 

Minha vagina brilhava em gozo e seus olhos, ao notarem isso, não suportaram a pressão. Segurando-me pelos cabelos você me jogou na cama, mergulhou entre meus seios e os lambeu. Tentando tirar o foco da minha buceta encharcada, você se dedicou aos meus mamilos por alguns minutos.



Algumas lambidas me fizeram gemer, e quando você notou que estava me proporcionado prazer, logo se recompôs e se levantou para mandar novamente. Limpou os lábios na manga da camisa enquanto me encarava enfurecido.

Notei seu pênis por baixo da calça rígido de tesão. No fundo você queria provar a si mesmo que conseguia se controlar ao me ver tão exposta. Foi quando acabei com todo seu teatro.

Me toquei, me mostrei, me masturbei. Deixei você louco de vontade de me abocanhar. Você podia até não dizer uma palavra enquanto me via naquela situação, mas sua respiração profunda e você me comendo com os olhos o entregava.

SUA BOCA DESEJAVA LOUCAMENTE MINHA VAGINA.

Você acariciou seu pênis o pondo para fora da braguilha e ordenou que eu o chupasse novamente mas que não parasse de me masturbar. Então, deitei próximo a beirada da cama e o chupei como uma louca e quanto mais eu me masturbava, mais você o enfiava em minha boca.

Mais uma vez senti seus tapas em minha bunda e aquela fúria tomou conta de mim e engoli você profundamente. Seu tesão era tanto que seus tapas agora estavam em minha cara. Tapas, puxões de cabelo, fúria e tesão. Aquela loucura estava perfeita.

Naquele momento eu era sua vagabunda, sua puta, sua escrava. Teus tapas esquentavam meu rosto e isso me fazia querer chupar você mais, mais e mais. Eu sentia meu rosto em brasa, mas o arder dos tapas sumia quando você deixava escapar um elogio de sua boca.

Eu podia ser a vadia que você queria, mas por ser tão perfeita e por estar tão entregue, era também a sua musa, a sua Deusa, o seu amor.

Por mais que você tentasse, sua maldade e fúria eram devastadas por mim. Meu corpo, gemidos e desejos por você aniquilavam qualquer possibilidade de resistência, e ali eu já sabia que não prolongaríamos muito as suas insanidades.      

Suas loucuras se tornavam as minhas e me puxando pela coleira você me jogou de bruços na beirada da cama e ordenou que eu ficasse de quatro. Se encaixou por trás de mim. Tampando minha boca você meteu em meu ânus com uma força que quase me levou ao desmaio.



Ali sem dúvida eu percebi o quanto você era malvado. Eu estava quase sem ar, mas você continuava a enfiar. Era bruto e me tirava lágrias dos olhos, Mas mesmo com dor eu queria que você sentisse que teria tudo de mim. Seria tua mulher e acataria todas as tuas ordens. Meu prazer era te dar prazer, não importava como.

EU GRITEI, EU XINGUEI, EU SÓ DESEJEI QUE VOCÊ TERMINASSE

Mas sua sede pelo meu buraquinho era maior que tudo. A dor tomou conta de mim e passei a não querer mais fazer parte das suas brincadeiras. Mas você não me soltava.

Seu tesão era imenso e sem mais aguentar minha luta, você me jogou no chão e enquanto se despia por completo, me ordenava a posição cachorrinho novamente. E eu só desejava ser penetrada em outro lugar.

AS LÁGRIMAS ESCORRIAM DO MEU ROSTO E O SORRISO SURGIA NO SEU.

Eu não queria mais ficar de quatro para você, mas você, prometendo que seria mais gentil, me convenceu a me entregar novamente. Minha surpresa foi que mesmo explodindo em excitação, desta vez você foi carinhoso. Finalmente minha vagina pôde sentir as carinhosas metidas do seu lindo pênis Me segurou pela coleira e meteu vagarosamente pedindo que eu gemesse baixinho para você.

Gemi baixinho e gritei alto quando você metia no meu ânus novamente. Revesando as entradas você me fodeu até não aguentar mais. Eu estava queimando e explodindo em orgasmos quando você gentilmente beijou minhas costas e comigo ainda de quatro no chão, soltou minha coleira.

AGORA O BRUTO CERTAMENTE TERIA IDO EMBORA

Você me virou de frente, agarrou meu pescoço e enquanto me beijava carinhosamente, enfiou seu mastro entre meus seios. Era maravilhoso senti-lo deslizando entre eles.

Eu estava sedenta de você, queria foder com você até juntos gozarmos finalmente. Mas você apenas abusava de mim. Após a espanhola você finalmente abocanhou minha vagina, e sua boca me levou a imenso delírio mais uma vez.



Fomos para cama, você abriu minhas pernas e me engoliu. Seu oral era divino. Sua língua deslizando sobre meus lábios vaginais e meu clitóris era praticamente o ápice para mim. Eu estava prestes a gozar pra você quando sem mais aguentar suas mãos vorazes me puxaram para beirada da cama e seu pau mais uma vez se fez presente.




Com força você me fodeu, e eu já sem energias me entreguei a você até explodir em gozo. Minha vagina já estava inchada. Meu corpo já doía. Minha pele já estava vermelha te tapas e mordidas. Mas você, insaciável, ainda queria mais.

Meu corpo tremia e minhas pernas bambeavam quando você me mandou engatinhar até a sala novamente. Eu não podia acreditar. Seu pau estava estourando de prazer, mas você ainda queria aguentar. E aguentaria o máximo que pudesse.

Senti seu pênis novamente antes de descer as escadas. Você ergueu meu quadril e me fodeu mais uma vez. O corrimão da escada estava molhado com meu suor. Eu estava exausta e temia pelo que viesse.

Num movimento brusco você me tomou em seus braços e no colo me levou até o andar de baixo. Agradeci em pensamento, pois meus joelhos já queimavam de tanto engatinhar.

Ao encontrar o sofá da sala, você me jogou por cima do encosto e de quatro mais uma vez você me fodeu. Minha buceta que nesse momento estava em chamas, engoliu seu pênis novamente. Você socava com força e rebolava. Eu gemia de dor e prazer.

MINHA VAGINA ARDIA, MAS POR INCRÍVEL QUE PAREÇA, O PRAZER ERA AINDA MAIOR.

Não achei que seria possível, mas ainda conseguia gozar. E cada vez que você me fodia, eu jorrava ainda mais. Seu pau já era parte de mim.




Sua fúria permanecia, e quanto mais excitado você ficava, mais forte você metia. Você prendeu meus braços para trás e mostrou quem era o dono de quem. Minha submissão a você era plena e estava alucinada com sua performasse.

Enfim você não mais aguentou, e seu gozo explodiu em mim. Você me puxou pelos cabelos e me sentou no sofá. Pediu que eu abrisse a boca e esperasse seu leite morno. Enquanto você se masturbava só para finalizar a chegada do jato branco, eu me acariciava para você.

Seu pênis jorrou sêmem em meu rosto. O líquido escorria até minha boca e eu lambia. Você segurando-me pelos cabelos, esfregava a cabecinha rosada em minhas bochechas. E agora sim, nosso sexo bruto e insano chegara ao fim.

Você me bateu o quanto pôde, arrancou meus cabelos até minha cabeça latejar de dor. Meu pescoço doía pela coleira apertada. Minhas partes íntimas não preciso nem dizer o quanto estavam esfoladas. Mas, mesmo com toda sua brutalidade e ignorância, após toda sua fúria, nós dois debaixo do chuveiro quente eramos só amor. Amor e risos. Amor e carinhos. Pois no final de tudo você era sim meu dono, mas era também aquele que sempre cuidava de mim.







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