quarta-feira, 17 de setembro de 2014
O noivo da minha irmã.
A casa estava escura, o silêncio da madrugada já se fazia presente, e todos os pensamentos que me vinham a mente estavam em você.
Aquele que para mim era o fruto proibido. Como noivo da minha irmã eu precisava entender e aceitar que você jamais seria meu.
Numa noite como outra qualquer, você estava em casa com ela. Meus pais haviam viajado e ela aproveitava tais situações para ficar mais a vontade com você. E eu, come sempre, apenas imaginava e invejava tudo que acontecia.
Já era tarde, eu estava na sala ainda sem sono, tentando fugir dos sons perturbadores que ouvia através das paredes. Risos, gemidos, gargalhadas. A sintonia de vocês era intensa e isso me fazia acreditar, ainda mais, que ter uma noite contigo estava fora do meu alcance.
Eu assistia meu seriado de TV quando você surgiu somente de cueca samba canção em busca de um copo de água. E exatamente desse jeito, parou ao meu lado. Normalmente eu evitava olhar para você, mas dessa vez me senti hipnotizada ao reparar o desenho que seu pênis solto fazia no leve tecido da cueca.
O desejo que tinha era perturbador e somente me afastando eu conseguiria controlar alguns impulsos.
Parei de te olhar, mas seu corpo em pé ao meu lado me desconcentrava, e todos os seus comentários sobre o que passava na TV não fazia o menor sentido para mim. Não aguentei, e com o canto do olho espiei teu corpo novamente.
Foi quando o copo de água suado foi a sua boca, e algumas gotas pingaram em sua barriga. Por alguns segundos emudeci visualizando a gota escorrer até o tecido da sua cueca.
Fiquei excitada no mesmo instante, mas para evitar qualquer problema, arrumei alguma desculpa para deixá-lo e fui para meu quarto.
Jamais imaginaria que você passearia pela casa de madrugada, por isso não me importei em vestir uma camisola um pouco mais curta. E mesmo que esticasse-a para baixo tentando não ficar exposta, a camisola era curta o suficiente para surgir de você, um comentário provocante, antes mesmo que eu tentasse fechar a porta.
Não estava muito certa do que você havia dito. Talvez por não acreditar que fosse possível. Mas seu olhar faminto em minha direção bastava.
Você largou o copo encima de uma mesinha qualquer que decorava a sala, seu corpo foi se aproximando sem freio. Seu braço se esticando até a mão alcançar a maçaneta da porta, enquanto a outra me empurrava para dentro do quarto.
FIQUEI SEM FALA, FIQUEI SEM VOZ, FIQUEI SEM AÇÃO
Minhas pernas amoleceram quando teus braços envolveram minha cintura e você me tomou num beijo intenso e longo. Ainda podia sentir o geladinho da água que havias tomado. Suas mãos deslizavam no tecido de algodão que eu vestida, num provocar desenfreado erguendo aos poucos minha camisola.
Desejei você todos os dias desde que o conheci, e por mais errado que tudo aquilo seria, não conseguia parar de te beijar. Não conseguia parar de agradecer por conhecer o sono pesado que ela tinha. Não conseguia me soltar de seus braços, simplesmente porque eu não queria.
Tudo que sempre desejei estava prestes a acontecer e descobrir em cada detalhe que você tinha as mesmas vontades, tornava aquela noite a mais completa e perfeita da minha vida.
O medo de sermos pegos começou a tomar conta de mim, e tal adrenalina misturada aos teus toques tão perfeitos me excitavam arrancando suspiros e gemidos. Tua boca percorria meu corpo enquanto você se ajoelhava em minha frente.
Senti tuas mãos quentes deslizarem por minhas coxas até encontrar minha calcinha, e com cuidado e delicadeza, senti a mesma deslizar por minhas pernas. Eu ainda de pé, você ainda de joelhos. E então começava um dedilhar sutil, o qual mais uma vez, arrancava de mim gemidos e suspiros.
FECHEI OS OLHOS E ESPEREI PELO MELHOR
Foi quando tua língua se perdeu entre pelos e lábios. E o que antes eram pernas amolecidas, agora já não mais conseguia ficar em pé. Com tua ajuda deitei na cama, mas você ainda no chão de joelhos continuava a me lamber e chupar, acariciar e dedilhar.
MEU CORPO EM TRANSE CONTORCIA ENTRE OS LENÇÓIS
Dedicado ao sexo oral, me fez quase perder os sentidos. E gemer baixinho era algo que já não conseguia fazer. Tua língua estimulando meu clitóris, vagina e ânus e teus dedos entrando e saindo dos meus orifícios me fizeram gemer como louca.
Meu ânus apertado virava brinquedo em tuas mãos, e num momento de lucidez agarrei o travesseiro e abafei os gritos insanos que você me proporcionava.
Meu quadril mexia fazendo seus dedos serem engolidos por minha vagina. Eu rebolava em tua boca enquanto imóvel você me via perder o controle pela primeira vez.
TUA BARBA MOLHADA, MINHA VAGINA GOZADA. E EU AINDA QUERENDO MAIS
Teus dedos encharcados com minha essência foram em mim boca. E o sabor do orgasmo me fez querer retribuir da mesma forma o que você havia feito.
Montei em teu corpo que já estava confortavelmente deitado em minha cama. E enquanto me ajeitava para te chupar, mal acreditava que tudo aquilo estava de fato acontecendo.
Tirei com delicadeza sua samba canção, e a medida que a expulsava de seu corpo, surgia o tão esperado momento. Aquele em que eu mataria a curiosidade de saber como ele era.
Mal consigo explicar a perfeição. Duro com certeza, rosado e apetitoso. Grosso, cheio de veias, imponente e extremamente saboroso.
Por um momento achei que minha boca não comportaria o tamanho, mas com jeitinho e aos poucos, meus lábios encharcados deslizavam com facilidade.
Enquanto o chupava entendia o porque minha irmã gemia tão alto. E eu já não suportava esperar para ter a mesma sensação. Queria logo sentir você socando ele dentro de mim.
Mas não podia me apressar. Talvez aquela fosse nossa única chance e eu me dedicaria por completo à você.
CHUPEI! SUGUEI, LAMBI, MORDI, ENCHARQUEI, ASSOPREI! CHUPEI DE NOVO E FIZ TUDO DE NOVO
Agora eram teus gemidos que o travesseiro abafava.
Não tínhamos muito tempo para detalhes. A cada minuto que você permanecia ali comigo era um risco que corríamos. Então, numa pegada forte e brusca fui jogada de quatro na cama. Suas mãos apenas levantaram minha camisola deixando a mostra meu rabo empinado pra você. E finalmente socou seu delicioso pau dentro dela.
MAL PODIA ACREDITAR
O soca soca frenético me fez gozar inúmeras vezes. Seu dedo invasor pressionando meu ânus era um bônus o qual eu não esperava, mas que definitivamente fazia toda a diferença.
Suas mãos grandes apertavam meu quadril levando-o de encontro ao seu, e isso me tirava o ar e quase sem folego desabei entre os travesseiros empinando minha bunda ainda mais para você.
Gozamos, juntos e eufóricos. Mas descobri que minha vontade de você só aumentou. Queria mais, queria me expor mais. Faltaram os gritos, os tapas. Os puxões de cabelo que me fariam gemer e gemer cada vez mais. Meus seios fartos em tua boca. As posições não exploradas, enfim.
Mas precisava me conter com o que tinha.
Antes de voltar para ela, você se aproximou pedindo desculpas por não ter se controlado. Desculpas tão esfarrapadas como me encontrar "por acaso" ainda acordada no sofá.
Aceitei suas desculpas desde que fizéssemos um acordo. Não aceitaria mais passar vontades. Não aceitaria mais somente me masturbar pensando em você. Queria mais, queria ser sua tanto quanto ela era.
E eu sei que ela jamais aceitaria, mas por você Luiz Fernando, esperaria todos os dias.
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Parte do texto me fez lembrar de uma noite em uma casa com poucas pessoas, mas muitos sorrisos. Poucas pessoas, mas um aroma sexual oculto no ar. Poucas pessoas, mas uma vontade de te dominar. Poucas pessoas, mas o suficiente para proporcionar um sexo rápido e ao mesmo tempo longo nos sentimentos expostos.
ResponderExcluirDica: casa de uma grande amiga sua. rsrsrsrsrsrs