Não poderia deixar escapar a
oportunidade de me deliciar nos braços do meu mais antigo desejo sexual. Ah
André! O tipo de cara que chama atenção de qualquer mulher. Boca carnuda,
ombros largos, peitoral definido, sorriso extremamente encantador e tantas outras
qualidades que me fazia delirar com a simples imagem de um dia ter ele só pra
mim.
Já nos conhecíamos há algum tempo, mas nunca arriscamos algo a mais. O porque? Não fazia a menor ideia. Mas aquele dia, naquela festa tudo parecia conspirar a favor para que os desejos e fantasias virassem realidade.
Pista de dança, uma multidão ao redor e algumas luzes piscando rapidamente iluminavam o rosto das pessoas. E no meio de tantos rostos lá estava o dele. Eu já havia bebido alguns goles de tudo que pudesse alterar minha razão e isso sem dúvida me ajudou a ter coragem para que eu atravessasse aquela pista de dança e fosse ao encontro dele. Enquanto dava meus passos na direção daquele homem divino, percebi que ele não só havia notado a mim e minha intenção como vinha ao meu encontro também. Passaria apenas alguns segundos até o primeiro toque e de repente minha cabeça se encheu de perguntas. Deveria beijá-lo? E como fazê-lo? Lentamente como em um filme de amor ou vorazmente como animais no cio? O que eu queria? Sexo era a única coisa que me vinha à mente quando o via. Então não restavam mais dúvidas, iria agarrá-lo e deixar o instinto falar por mim. Falar? Eu deveria falar algo antes de atacá-lo? Minha nossa, tanta espera pra tanta dúvida? Chega! Nossos corpos estavam se aproximando cada vez mais e não restava mais tempo para tantas perguntas. Nenhuma palavra se quer, apenas o movimento dos nossos lábios se abrindo. O tão esperado beijo era exatamente como havia imaginado. Boa macia, incrivelmente quente e gostosa. E a cada roçar de uma língua na outra, meu corpo parecia estar em brasas. Sem perguntas nem respostas, apenas sua mão me puxando para fora da festa em direção ao estacionamento. Um canto escuro, uma parede e nada mais. Que loucura! Anos imaginando lindos lençóis de cetim, banheira de hidromassagem ou um macio sofá que fosse e fui parar ali, em pé no estacionamento. Bom, pode parecer loucura, mas ele não poderia ter escolhido lugar melhor. Rude suas mãos deslizaram sobre minhas coxas por baixo da sai indo de encontro a minha calcinha rasgando-a sem o menor pudor. Minha nossa que homem era aquele? Nem nos meus melhores sonhos o imaginava tão habilidoso com o corpo feminino. Após arrancar minha peça íntima e jogá-la longe, André agachou em minha frente, levantou uma de minhas pernas apoiando-a em seu ombro e abocanhou minha bocetinha tão encharcada. Sua língua estuprava meu clitóris me fazendo gozar pela primeira vez. Tremores tomavam meu corpo e na virilha sentia meu líquido escorrer deliciosamente. André se levantou e junto ao som abafado da festa uma frase invadiu meu ouvido; quer mais? Sim! Sim! Sim! Não desejaria outra coisa naquele momento.
Mais um puxão pela mão e correndo pelo estacionamento em busca de um lugar ainda mais deserto, pude sentir a brisa gelada da madrugada deslizar entre minhas pernas resfriando o vulcão que acabara de entrar em erupção.
Já nos conhecíamos há algum tempo, mas nunca arriscamos algo a mais. O porque? Não fazia a menor ideia. Mas aquele dia, naquela festa tudo parecia conspirar a favor para que os desejos e fantasias virassem realidade.
Pista de dança, uma multidão ao redor e algumas luzes piscando rapidamente iluminavam o rosto das pessoas. E no meio de tantos rostos lá estava o dele. Eu já havia bebido alguns goles de tudo que pudesse alterar minha razão e isso sem dúvida me ajudou a ter coragem para que eu atravessasse aquela pista de dança e fosse ao encontro dele. Enquanto dava meus passos na direção daquele homem divino, percebi que ele não só havia notado a mim e minha intenção como vinha ao meu encontro também. Passaria apenas alguns segundos até o primeiro toque e de repente minha cabeça se encheu de perguntas. Deveria beijá-lo? E como fazê-lo? Lentamente como em um filme de amor ou vorazmente como animais no cio? O que eu queria? Sexo era a única coisa que me vinha à mente quando o via. Então não restavam mais dúvidas, iria agarrá-lo e deixar o instinto falar por mim. Falar? Eu deveria falar algo antes de atacá-lo? Minha nossa, tanta espera pra tanta dúvida? Chega! Nossos corpos estavam se aproximando cada vez mais e não restava mais tempo para tantas perguntas. Nenhuma palavra se quer, apenas o movimento dos nossos lábios se abrindo. O tão esperado beijo era exatamente como havia imaginado. Boa macia, incrivelmente quente e gostosa. E a cada roçar de uma língua na outra, meu corpo parecia estar em brasas. Sem perguntas nem respostas, apenas sua mão me puxando para fora da festa em direção ao estacionamento. Um canto escuro, uma parede e nada mais. Que loucura! Anos imaginando lindos lençóis de cetim, banheira de hidromassagem ou um macio sofá que fosse e fui parar ali, em pé no estacionamento. Bom, pode parecer loucura, mas ele não poderia ter escolhido lugar melhor. Rude suas mãos deslizaram sobre minhas coxas por baixo da sai indo de encontro a minha calcinha rasgando-a sem o menor pudor. Minha nossa que homem era aquele? Nem nos meus melhores sonhos o imaginava tão habilidoso com o corpo feminino. Após arrancar minha peça íntima e jogá-la longe, André agachou em minha frente, levantou uma de minhas pernas apoiando-a em seu ombro e abocanhou minha bocetinha tão encharcada. Sua língua estuprava meu clitóris me fazendo gozar pela primeira vez. Tremores tomavam meu corpo e na virilha sentia meu líquido escorrer deliciosamente. André se levantou e junto ao som abafado da festa uma frase invadiu meu ouvido; quer mais? Sim! Sim! Sim! Não desejaria outra coisa naquele momento.
Mais um puxão pela mão e correndo pelo estacionamento em busca de um lugar ainda mais deserto, pude sentir a brisa gelada da madrugada deslizar entre minhas pernas resfriando o vulcão que acabara de entrar em erupção.
Um
capô e toda ousadia possível. André se jogou em cima de um carro
e após se acomodar naquele capô coberto de sereno, me olhando nos olhos e
abrindo a calça disse; me chupa! Não havia tempo pra pensar e minha boca já
salivava imaginando o delicioso sabor daquele lindo pênis. Caí de boa, lambi e chupei
o tão desejado membro. Enquanto deslizava as mãos sobre meus cabelos ele gemia
baixinho demonstrando satisfação com meu desempenho. Nossos olhares se
encontravam e no meio de tanto prazer eu o ouvia perguntar se minha vagina
seria tão encharcada como minha boca. Mete e vc vai descobrir, eu disse. Um
piscar de olhos e pude sentir o gelado capô em minhas costas. Mais alguns
beijos, amassos e toda excitação que uma transa poderia proporcionar. Minhas
costas ficavam cada vez mais geladas enquanto ele subia minha blusa deixando
meus seios a mostra. Mas suas mãos e boca os acolhiam e protegiam tão bem, que
todo o corpo começava a esquentar novamente. Pequenas mordidinhas nos mamilos e
lá em baixo seus dedos me penetravam. Metendo com força e abocanhando meus
seios, André me fez entrar em erupção mais uma vez. Que delícia! Como era bom
gozar com as pernas entrelaçadas nele. Mas melhor que isso seria gozar com o
bumbum roçando em seus pelos pubianos e quem sabe levando deliciosas
mordidinhas na nuca e nas costas enquanto penetrada de bruços. E assim foi
feito. O capô do carro agora evaporava nosso suor. Puxões de cabelo, apertões
no quadril e seus movimentos de vai e vem me levavam ao delírio mais uma vez.
Mas agora meu líquido se misturava ao dele e juntos gozamos deliciosamente. Sua
pele estava toda arrepiada, sua respiração ia acalmando enquanto apoiava a
testa sobre minhas costas. Finalmente, ele dizia. Não podia mais suportar a
curiosidade. E eu sorrindo levemente não imaginava que tal fantasia era de
ambos. Nossos olhares se encontravam novamente e após nos recompor selamos a
aventura com um beijo mais suave. Um sorriso de satisfação e assim chegou ao
fim o sexo mais emocionante que eu já tive na vida. Sem despedidas e nenhuma
promessa. Voltei para a festa com apenas uma certeza. Primeira e ultima vez. Se
houvesse outra, em hipótese alguma poderia se comparar aquela.

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