quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Você, meu sonho.


Desligo o note e a última imagem presa na minha retina é sua foto, os olhos castanhos, a barba escura contrastando com a pele branca, os lábios que imagino macios, o peito nu, a cueca preta e seu corpo magro impregnado nos meus pensamentos.

Deito na cama exausta, mais uma madrugada de insônia e saudades, já tem dias que você não aparece online. Não bastasse a distância e o fato de não te conhecer pessoalmente, ainda sofro sem suas palavras pra me aquecer. Por isso adormeci te chamando nos meus sonhos, e você veio, num quarto simples de hotel, com um sorriso doce e sexy, não disse nada, apenas esticou sua mão em minha direção, num convite impossível de ser recusado.
Assim que nossas mãos se encontraram, senti seus dedos gelados e um puxão que levou meu corpo ao encontro do seu abraço, senti um arrepio intenso e minhas pernas amolecendo. Meu coração descompassado com a proximidade dos seus lábios, fechei meus olhos e me entreguei aos seus beijos, as línguas se roçando e as bocas unidas cheias de desejo, febre, salivas. A tua barba arranhando meu rosto e suas mãos apertando minha cintura, deslizando pelas minhas costas, minhas mãos se movem sozinhas, buscam teus ombros, tua nuca, querem saciar a necessidade de te ter.
A toalha que cobria meu corpo, se desprende e escorrega ao chão. Sem nada pra me proteger, sinto sua perna e a textura da calça jeans entre minhas coxas, meus seios se esfregam no algodão da sua camiseta vermelha, mordo vagarosamente seus lábios, soltando um gemido baixo de prazer. Seus braços me soltam e eu caio deitada na cama, as pernas entreabertas, quero reclamar por ter me soltado, mas me detenho ao ver você arrancando a camiseta e abrindo a calça. Ver você se despir, tão devagar, faz meu corpo estremecer, sinto minha respiração pausada, passo minha língua nos lábios, brinco instintivamente com meu piercing.
Você se ajoelha na beirada da cama e aperta minhas pernas com as mãos, abrindo-as enquanto se deita sobre o meu corpo. Quero te puxar para dentro de mim, acabar logo com essa vontade agoniante que me domina, mas você se detém nos meus seios, segurando-os entre suas mãos, envolve meus mamilos com a boca, arrancando mais gemidos da minha garganta. Abraço seu corpo com minhas pernas, você percebe a tortura que está fazendo e sorri deliciosamente, deixando meus mamilos, você sobe vagarosamente... beijando meu ombro, meu pescoço e termina por morder suavemente minha orelha enquanto finalmente me penetra, me preenchendo por completa.
Eu chamo seu nome entre gemidos, arranho suas costas e com o quadril acompanho seus movimentos, a luz acesa me permite ver seu rosto levemente molhado de suor e a expressão de prazer. Sinto meu corpo tremer, os músculos se contraindo a cada metida sua, tento me segurar e prolongar mais um pouco a sensação maravilhosa que antecede o orgasmo, mas como se adivinhasse e quisesse mostrar seu poder sobre mim, você me beija apaixonadamente e aumenta o ritmo das suas investidas. Um formigamento e um calor imenso toma conta do meu corpo, que explode em êxtase! 
Eu te aperto, num abraço quase desesperado, as bocas unidas, os olhos cerrados, sinto seus dedos acariciando meu rosto, abro os olhos devagar e sorrio, ainda te sentindo completamente rígido dentro de mim. Beijos seus lábios devagar e empurro levemente seus ombros. Sem nos desgrudarmos, giro seu corpo e me coloco sentada em cima de você, seguro suas mãos com as minhas, firmando-as no colchão enquanto continuo a mover meus quadris, me esfregando, subindo, descendo, alternando o ritmo de acordo com a minha vontade. Seus olhos brilham e seus lábios se comprimem tentando reter gemidos, ou gritos, e isso me deixa completamente louca, em transe, aumento o ritmo me sentindo completamente excitada novamente.
Solto suas mãos e levanto meu tronco, permitindo que você veja meus seios balançando e a volúpia que toma conta do meu corpo. Sinto seus dedos cravarem na minha perna, subindo pelos quadris e me mostrando o ritmo do seu prazer. O suor faz nossos corpos escorregarem com facilidade, numa dança única, como se já fossem íntimos um do outro, sinto as ondas de prazer que tomam conta de todos os meus sentidos e me deito sobre seu peito, sussurrando em seu ouvido "goza comigo, amor". Você me cala, invadindo com sua língua a minha boca, puxando meus cabelos, o outro braço em volta da minha cintura e enfim o seu corpo estremece junto com o meu, num orgasmo intenso, conjunto.
Acordo assustada, suada, tremendo, o celular tocando. Passo o dedo sobre a tela e vejo uma mensagem sua, desejando um bom dia e me contando que onde você está, o tempo é de muita chuva. Eu suspiro e respondo, desejando bom dia também, mas querendo apenas dizer, "sonhei com você e queria que estivesse aqui".

Conto fornecido pela autora "ACP".

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Meu pedaço de chocolate!



Abri meus olhos, olhei ao redor, o quarto estava vazio, o chão estava molhado, a toalha estava sobre a mesa, o vapor do chuveiro ainda estava no ar e embaçava o espelho, e eu, bem eu estava deitada na cama completamente nua.

Me virei de bruços e enquanto abraçava o travesseiro exalei o delicioso perfume que nele estava e isso me trouxe uma vaga lembrança da noite anterior. Enquanto forçava a mente para fazer surgir alguma lembrança percebi um pequeno detalhe.

UMA CUECA BRANCA ENFEITAVA O ABAJUR SOBRE O CRIADO MUDO.

Fleches vinham em minha mente e uma linda bunda perfeitamente desenhada surgiu em meus pensamentos.

Me distanciei do travesseiro sentando sobre as pernas e ao olhar na cabeceira da cama vi uma linda calcinha e então mais um fleche surgiu.

MÃOS ARRANCANDO A PEÇA ÍNTIMA DO MEU CORPO FAZENDO-A DESLIZAR SOBRE MINHAS PERNAS.

Sentei e abracei meus joelhos, foi quando percebi que os mesmos estavam levemente arroxeados. Mais um fleche e dessa vez um forte gemido e a clara imagem dos meus seios balançando enquanto quase de quatro era explorada. Respirei profundamente. Levantei e andei pelo quarto. Tentei de todas as formas lembrar de algo mais concreto como um rosto por exemplo. Eu estava certa de que havia transando com alguém, mas seria muito mais confortável se eu soubesse quem seria esse alguém.

Abri a porta do quarto e no corredor a minha frente estavam mais peças de roupa. Dessa vez uma calça masculina e minha blusa. Na mesma hora, mais um fleche. Um empurrão me fez ficar de encontro a porta e enquanto o espiava com o canto do olho com o cabelo no rosto o vi tirar a calça e em seguida sem deixar que me virasse para ele, arrancou minha blusa e a jogou no chão. Passo a passo fui olhando ao meu redor e observando cada detalhe do cenário. Cheguei ao topo da escada e de cima avistei no começo do corrimão meu jeans pendurado por uma só perna. Fechei os olhos e mais um fleche.

Com as costas nos degraus deitada com ele em cima de mim senti suas mãos abrirem minha calça enquanto sua boca deliciosamente beijava meu pescoço.

SEU ROSTO ESCONDIDO MAIS UMA VEZ.

Desci, e degrau por degrau tentava descobrir quem afinal passou aquela noite comigo. Cheguei a sala e por cima do encosto do sofá a camiseta dele se fazia presente. Alí tudo começou e era a minha chance de lembrar ao menos um detalhe do rosto até então desconhecido.

AINDA NUA DEITEI NO SOFÁ.

 Peguei a camiseta e levei-a de encontro ao rosto para sentir o perfume que certamente me levaria ao dono. Aquele que se tornou meu tormento.

RESPIREI UMA, DUAS, TRÊS VEZES E O FILME COMEÇOU.

A porta abriu, entrei e o convidei para sentar. Abrimos uma garrafa de vinho. Duas garrafas de vinho. A terceira pela metade fez com que eu aceitasse o que ele me propusesse. No sofá arranquei sua camiseta e a pele negra e sedosa me excitou profundamente. Nos beijamos, nos apalpamos e na primeira chance corri para as escadas implorando que ele me seguisse. Subi somente três degraus quando ele me segurou pela cintura e me deitou na escada. Com mãos habilidosas me livrou do apertado jeans que eu usava. Subi as escadas de quatro enquanto sentia a língua dele umedecer meu ânus por cima da calcinha. No topo da escada já de pé nos beijamos e aquele negão maravilhoso apertou meus seios por cima da blusa e os mordeu.

FUI SENTINDO CADA MORDISCAR EM MEUS MAMILOS ENQUANTO DE COSTAS IA EM DIREÇÃO A PORTA.

Quando me virou de costas e me empurrou contra a porta. Senti seus dedos deslizarem sobre minha bunda alcançando minha vagina e me penetrando deliciosamente.

GEMI, GEMI E GEMI.

Só imaginava aqueles dedos escuros contrastando com minha xoxota rosada.

FIQUEI COMPLETAMENTE EXCITADA.

Ele abriu e tirou a calça e tinha certeza que seria alí que aquele negão me foderia. Eu de calcinha e blusa, ele de cueca. Não tinha mais como prolongar. Ainda de costas para ele mas sem os dedos em mim, ele arrancou minha blusa e jogou ao chão. Olhei para meus seios e vi suas mãos negras os apalparem. O contraste de cor me excitava e minha curiosidade em relação ao tamanho do seu membro me instigava profundamente.

A PORTA SE ABRIU E NUA FUI JOGADA NA CAMA.

De frente para ele, puder observar cada detalhe. Cueca branca. Nenhum contraste de cor me excitaria tanto quanto sua pele negra vestida com a cueca branca. A cueca que delineava o formato do mastro duro.

AH NEGÃO, QUE TESÃO!

Sua cueca foi jogada no abajur e meu espanto era visível. Seu pênis era lindo, grande sim mas nada anormal. Só não teria coragem de deixá-lo me penetrar por trás.
Ele me puxou para a beirada da cama, abriu minhas pernas e abocanhou minha menina ainda com a calcinha.

ENQUANTO SUA LÍNGUA ENCHARCAVA O TECIDO POR FORA, MINHA VAGINA ENCHARCAVA O TECIDO POR DENTRO.

O sabor de dentro de mim ia de encontro a língua adoçando a boca dele. Minha calcinha foi saindo pouco a pouco e após deslizar sobre minhas pernas foi lançada até cair sobre a cabeceira da cama. Sua língua parecia ser tão grande quanto seu pênis.
Ele já estava tão ansioso quanto eu e num puxão só, me ergueu, agarrou meus braços e cabelos me deixando quase de quatro e assim enfiou o imenso mastro na minha buceta encharcada. A cabeça do seu pênis atingia lugares jamais visitados antes e eu estava delirando de prazer.

O SOCAR DA PIROCA ERA TÃO INTENSO QUE ME FEZ GOZAR INÚMERAS VEZES




Demorei para me lembrar dos detalhes mas após a lembrança do orgasmo vir a tona, foi fácil recordar que transamos não só no chão, mas também na cama, na mesa, no chuveiro, na parede, na sala. A casa ficou pequena para nossa performasse.

Foi quando o filme em minha mente acabou e ao abrir os olhos me deparei com o ator principal em pé ao lado do sofá em minha frente totalmente pronto pra outra. E eu pude finalmente descobrir que o ator principal e dono de toda a minha imaginação era um completo desconhecido. Um desconhecido sim, mas o pedaço de chocolate mais delicioso que já comi.                  

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Aluno exemplar.


Sou apaixonada pela minha profissão. Professora numa escola particular como sempre sonhei, lecionava para alunos do segundo grau. Naquele ano, desde o primeiro dia de aula um certo aluno me mandava bilhetes e fazia gracinhas com as coisas que eu dizia, levando tudo para o duplo sentido.

Nunca dei corda para suas brincadeiras até porque além do cargo que nos separava automaticamente, ele era bem mais novo do que eu. Mas mesmo com apenas 16 anos Fernando era muito gostoso. Não da pra negar que como mulher eu ficava completamente mexida por ele. Menino extremamente ousado e corajoso me surpreendeu saindo da escola num fim de tarde.

Deixei a sala dos professores e indo em direção a saída Fernando se aproximou e perguntou se eu precisava de ajuda. Ah se ele soubesse que tipo de ajuda eu realmente precisava. Estava mesmo sobrecarregada. Livros, bolsas, atraso sexual, provas, papéis e mais papéis. Aceitei sua ajuda e ao mesmo tempo me arrependi poque já imaginava que daquele lindo menino, nada seria de graça.

 Mesmo que eu topasse pagar o que fosse para sentir aquele moleque bem de pertinho. Fernando esticou sua mão em direção ao meu ombro e quando percebi me afastei com um passo pra trás questionando o que ele estava tentando fazer. Tentando pegar sua bolsa para carregar pra senhora, disse ele. Disfarcei o quanto pude mas não tinha como não notar minha face avermelhando em segundos.

Entreguei-lhe a bolsa e mais alguns livros e enquanto caminhávamos em direção a saída em absoluto silêncio, Fernando disse ter esquecido a blusa dele no banheiro da escola. Que desculpa esfarrapada, pensei, mas se ele estava sendo tão gentil em me acompanhar até o carro, que problema teria se eu fosse com ele até a entrada do banheiro, ou até lá dentro quem sabe. Que problema afinal teria em pagar um boquete pra ele? Minha nossa, me distraí por alguns minutos.

O banheiro não ficava tão distante de onde estávamos e como a escola já estava vazia, ninguém nos veria andando juntos pelos corredores. Pedi que ele não demorasse pois eu estava realmente com muita pressa e claro, estava lutando contra a vontade de pular naquele menino. Fernando entrou no banheiro e eu obviamente esperei do lado de fora, olhando para o relógio impacientemente. Cada segundo ao lado daquele rapaz era um risco pra mim e pra ele obviamente.

De repente ouvi um grito que vinha lá de dentro. SOCORRO!!! A voz de Fernando ecoava pelas frestas da porta. Me desesperei, não sabia se entrava ou se procurava o zelador da escola. Mas seria muito tempo perdido e algo sério poderia estar acontecendo aquele menino. Fernando o que houve? Gritei para dentro do banheiro, mas com o corpo ainda do lado de fora. Não via e nem ouvia mais nada. Resolvi me encorajar e descobrir de uma vez por todas o que de fato estava rolando.

Tensa com toda certeza, dei o primeiro passo para dentro do lavabo. Larguei minhas coisas na entrada e fui adentrando com a cabeça em busca de algo. Fernando onde está vc? Perguntei ainda mais nervosa. De repente ouvi o barulho do chuveiro ligado e enquanto entrava a visão daquele espetáculo de homem ia surgindo.



Completamente nu, completamente molhado e completamente perfeito. Em toda minha vida jamais vi um corpo tão bem torneado assim tão de perto. Fiquei paralisada por alguns segundos e esqueci de todo susto que tomara pelos mesmos segundos. Seus pelos pingavam água enquanto a mão deslizava sobre peito e membro.Algo dentro da minha cabeça dizia para acordar e voltar a realidade, mas meu corpo simplesmente não mexia, meus olhos simplesmente não piscavam e minha boca simplesmente não fechava.


Fitando cada detalhe percebi seu pé molhado pisar para fora do box e um seguido do outro caminhava em minha direção. Precisava me mexer, precisava reagir ou seria atacada. Nossa, atacada! Minha nossa, ATACADA! Alguém me ouvia?? EU SEREI ATACADA! Minha nossa, que delícia. EU FUI ATACADA!

Claro que não me movi. Já piscava, já fechava a boca e se eu quisesse poderia sair correndo daquele lugar, mas não. Que mulher não gostaria de se ver em tal situação? Me fazendo de morta esperei para ver do que aquele menino seria capaz. Suas mãos seguraram meu rosto e enquanto presa nelas senti o roçar do seu rosto molhado no meu. Me cheirava e deslizava os lábios sobre os meus. Nenhuma palavra, nenhum som. Apenas gestos e toda possível sacanagem estavam presentes.

Senti suas mãos percorrerem minhas costas e eu só pensava na maldita depilação que não havia feito naquela semana. Porque fui deixar pra ultima hora? Tantas provas, tantos afazeres e eu deixei de cuidar de mim. O que ele iria achar? Passei a me preocupar como uma garotinha que iria dar pela primeira vez. Que idiotice, na cabeça daquele menino eu era a professora, a que mandava e desmandava. Eu era a diferente de tudo que ele já teve na vida, então peluda ou não Fernando queria e iria me comer.

Caramba! Nesse momento o gostoso lambia meu pescoço e me fazia virar os olhos. Os olhos e o corpo, virou meu corpo e me jogou contra a parede do chuveiro. Parei ao dar de cara com ela e antes que me virasse para ele o desgraçado puxou meu cabelo e agarrou minha bunda. Nesse momento eu já estava encharcada, por fora e por dentro. Menino...eu disse. Sim professora, ele respondeu. Beijos, beijos, beijos, lambidas, lambidas e mais beijos. que tesão do caralho senti naquele moleque. Já era minha blusa, o maldito abriu violentamente minha camisa e o sutiã branco molhado praticamente esfregava na cara dele meus seios e mamilos.

Socorro? Eu perguntei enquanto ele espremia um seio contra o outro em suas mãos. Socorro sim professora, eu to com o pau latejando de tesão pela senhora, por favor me socorre. Cinto no chão, e o zíper abrindo. Tirar minha calça não foi fácil. A porcaria toda molhada grudava no corpo, mas ele sabia muito bem o que queria e mesmo com tanto trabalho, minha calça foi parar na pia. Já nem pensava nos pelos quando minha calcinha foi lançada ao ar. Agora era apenas a minha linda e peluda xoxota e seu mastro duríssimo.

Meu pau quer sua boceta professora, ele dizia. Mete nela então Fernando, respondi erguendo uma perna e entrelaçando na cintura dele. Fernando me pegou no colo e me prensando contra a parede enfiou aquele pau delicioso nela e meteu, meteu e meteu muitas vezes. Eu pulava em seus braços e seu caralho entrava e saia da minha buceta. Era tesão demais naquele banho, eu já havia gozado várias vezes enquanto ele ainda metia. Vc não vai gozar mocinho?; perguntei a ele já sem forças. Só se for no seu cuzinho professora, o filha da puta respondeu.



Meu cu! O desgraçado queria comer meu cu. Fiquei pasmada com a atitude ousada dele. Fiquei pasmada e dei meu cu pra ele, na mesma posição. O garotinho tinha mesmo força nos braços e eu não sabia que tinha tanto prazer em dar o rabo. Que bunda deliciosa professora, agora sim eu vou gozar; aquela voz de menino adolescente falou ao meu ouvido. Então goza que eu não aguento mais Fernando, respondi quase em desmaio. Os gritos dele enquanto gozava eram deliciosos. Mas enfim a putaria chegou ao fim e a professora santa, se é que ela existiu em algum momento voltou a habitar o meu corpo.

Desci dos braços dele, vesti minha calça sem calcinha, juntei tudo e voei para o carro. Com um sorriso muito sem vergonha Fernando me chamou antes que eu saísse e disse; até amanhã professora. E por favor venha de saia.      

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Entre elas.


Na busca incessante do real prazer resolvi experimentar alguns brinquedinhos. Quem realmente conhece e já experimentou o sexo sabe o quanto é bom tudo que ele proporciona se, com consentimento. Mas me aguçava a curiosidade quando eu parava pra pensar qual sensação teria em ser penetrada ou massageada por um, digamos assim, consolo.

Em busca do amigo entrei em um sexy shop e confesso que a primeira vista fiquei bem confusa com tantas opções. Tamanhos, cores, circunferências, os que vibram os que não, flexíveis, rígidos, disfarçados, escancarados, duplos, triplos... Ufa, enfim! Mil opções e isso me deixou mais confusa e ainda mais curiosa. Por sorte, na loja havia uma garota que pôde me atender e explicar toda aquela confusão.

Passo a passo foi me mostrando como poderia ser usado cada um deles. Mesmo eu tentando parecer uma pessoa desencanada e super inteirada no assunto, cada vez que a vendedora usava as frases "penetrar no ânus", "massagear o clitóris" ou algo do tipo, eu tinha vontade de sumir de tanta vergonha. Mas enfim, depois de tantas explicações escolhi o meu brinquedo. Nada muito grande, porém bem robusto, não tinha tanto formato de pênis e sim mais funções. Junto à parte a ser penetrada havia um massageador de clitóris e quando o ví funcionando nas mãos da vendedora na mesma hora me apaixonei pela peça. Se aquele tal massageador vibrasse daquele jeito no meu clitóris eu com certeza alcançaria as nuvens.

Corri para casa super ansiosa para conhecer melhor meu mais novo companheiro. Higienizei-o, me despi e deitei confortavelmente na cama. No começo fiquei um pouco desengonçada. Ao mesmo tempo em que o penetrava, tentava me familiarizar com tantos botões e funções. Mas enfim o tal consolo começou a me "consolar", até a campainha tocar. Não dava pra acreditar. Bem agora? Que saco!

Eu estava completamente nua e precisei correr em busca de algo para vestir. Um robe era a única coisa a vista no momento e indo em direção a porta usando somente isso, só torcia para que não desse de cara com nenhum estranho. Fiquei bem aliviada ao ver que a visita era minha melhor amiga Suzana. Visita não, já de casa Suzana foi entrando e dizendo que tinha planos para nós naquela noite. Sempre topei as propostas dela até porque são sempre bem boas, mas eu estava tão curiosa em usar o vibrador que descartaria qualquer convite pra sair. Ainda mais tendo sido interrompida daquele jeito.

Suzana insistiu muito e mesmo eu dando milhões de desculpas ela disse que só sairia dalí se eu contasse a ela o que de tão importante eu teria pra fazer. Era complicado abrir esse novo segredo a alguém, mas se tinha alguém que eu confiava cegamente era ela. Pedi que ela não me julgasse e cheia de tatos contei a verdade. Gargalhando Suzana disse como eu era boba por ter tanta vergonha disso e na mesma hora pediu que eu mostrasse o brinquedo novo. Recusei me expor ainda mais, mas vestida de robe e com a porta do quarto fechada ela na hora se ligou que eu estava brincando antes dela chegar e que sendo assim sem dúvida o vibra estaria me esperando em cima da cama.

Corri atrás dela quando a vi sair em disparada em direção ao meu quarto, mas claro ela foi bem mais rápida do que eu. Ao abrir a porta Suzana se jogou em minha cama caindo sobre ele e fugindo de mim dando voltas pelo quarto, Suzana tirava a maior onda da minha cara. Fiquei furiosa e não sei como, mas pulei em cima dela.

A luta foi árdua e quando dei conta meu robe estava aberto e eu me debatia encima dela fazendo força para arrancar o vibra de suas mãos. Ela deitada entre minhas pernas ia perdendo a força e dizendo que poderia me ajudar a desvendar os mistérios do tenebroso consolo. Com uma força maior arranquei-o de suas mãos e saindo de cima dela desacreditava na tal proposta. Vc está maluca? Eu perguntei. Não sua boba, só quero que vc me permita te ensinar como se usa essa maravilha, ela disse.

Minha ficha não caia e indo em direção a porta, tentando voltar a sala disse a ela que jamais faria aquilo. Antes que eu pudesse sair do quarto, Suzana mais uma vez foi mais rápida e por trás de mim fechou a porta e se colocou em minha frente impedindo minha passagem. Não estou brincando, deixa eu te mostrar como faz, vc não vai se arrepender, disse ela. Meu rosto corou na mesma hora. Suzana me olhou profundamente nos olhos e ao mesmo tempo que aquilo me revoltava, tal atitude me fazia sentir coisas muito estranhas.

 Nem percebi que meu robe ainda estava aberto, foi quando senti os dedos dela tocarem meu mamilo. Deixa vai, ela pedia com uma doce voz a qual eu desconhecia. Dei um passo pra trás me afastando e com medo dela eu perguntei da onde surgiu aquele interesse em mim? Não sou lésbica, ela disse. Quero apenas matar uma curiosidade e tenho certeza que posso matar a sua também. Confesso que no mesmo instante me vi tocando-a e beijando-a
.
Virando de costas para ela eu disse que não sabia se teria coragem. Foi quando senti suas mãos alcançarem a gola do robe e deslizando-as até meus seios Suzana foi me despindo e dizendo; vc não precisa fazer absolutamente nada apenas confie em mim. Eu confio, (Trêmula)


E tudo começou. A pedido dela me deitei completamente nua e antes que toda aquela loucura se tornasse real Suzana me beijou. Delicadamente, com carinho e de olhos abertos me olhando constantemente. Foi descendo ao pescoço...ombro...entre os seios....barriga....pelos....e quando a próxima parte seria beijada fechei meus olhos e esperei começar a sentir o que quer que aquele momento me proporcionaria.

Deixei de ser trêmula. Só que não, ainda não. Suzana voltava ao seios e brincava com meus mamilos em sua boca, juntando-os um ao outro com suas mãos fazendo-os parecer ainda maiores. Que sensação louca. Quando fechava os olhos tudo parecia normal. Já tinha sido lambida nos mamilos e essa sensação era comum, muito prazerosa, porém nada novo, mas quando abria os olhos e via junto aos meus seios os cabelos dela sobre minha pele,  me dava conta de que eram mãos e uma boca feminina que me tocavam.
Nossa, aí sim a sensação era bem incomum e tão prazerosa quanto.

Após se divertir nos seios Suzana voltou a beijar meu corpo e era incrível a habilidade que ela tinha com o corpo feminino. Talvez já tivesse feito isso com outra mulher, talvez fosse a mesma coisa como com um homem, ou ainda, talvez ela tenha se imaginado no meu lugar e estivesse fazendo exatamente o que gostaria que alguém fizesse com ela. Enfim, mesmo sem usarmos o brinquedo estava tudo perfeito. Finalmente Suzana chegou aonde eu mais esperava. Minha melhor amiga e eu. Jamais a imaginaria daquele jeito... Beijos, suspiros, amassos.

Era diferente de tudo que já vivi. A maciez de sua pele e do toque, o perfume adocicado, os lábios úmidos, ambos,  pois nessa hora tanto eu como ela estávamos molhadas de desejo. Foi ai que Suzana sussurrou em meu ouvido, quero sentir seu gostinho, posso?

SIM! SIM! SIM!

Sem titubear e sem resistências. Suzana me tratava como uma menina sendo deflorada pela primeira vez. Desejava um homem? Nesse momento juro que nem me lembrava da raça masculina. Aqueles dedos milimetricamente treinados e com precisão cirúrgica, faziam loucuras a qual nenhum pênis de proporções deliciosas me aguçavam a mente.



Senti o primeiro beijo em minha região pubiana. Tremi! Senti calafrios e um intenso calor vindo do meu corpo, foi quando recebi uma doce lambida em meu clitóris, e Suzana me chupava como uma fruta, talvez a mais carnuda e cheia de suco. Gritei! Suzana, vc esta me deixando louca!!! Interrompi por um segundo para ouvir dela, com seus olhos maliciosamente treinados no estilo; EU SEI O QUE ESTOU FAZENDO!

Gemi, me contorci e ela me dedilhava como uma selvagem oscilando entre a ternura e o tesão extremo. Um verdadeiro frenesi. Num ato de prazer e loucura, puxei-a pelos cabelos e a trouxe até meus lábios. Beijei-a com uma intensidade louca, aquele beijo molhado, quente, entre suspiros de tesão.

Opa...o vibrador!

Quando achei que já tinha terminado, eis que o brinquedinho entra em cena. Suzana delicadamente me coloca de lado, com as pernas semi abertas, numa posição em que ao mesmo tempo em que me introduzia me beijava e delicadamente mordia e chupava meus mamilos, alternadamente.

FIQUEI LOUCA!

Pedia mais...mais...Suzana não parava. O seu prazer era ver o meu prazer. O meu virar de olhos, o meu desejo proibido agora revelado. Não demorou muito e cheguei ao orgasmo. Um orgasmo quente, voluptuoso que alternava carinho, atenção, paixão, pecado e safadeza das boas. Suzana perguntou; gozou amor?! Com um olhar de satisfação apenas abri um sincero sorriso.

Ela deitou sobre meu corpo nu, suado e desprovido de qualquer sensação de medo, vergonha ou timidez. Claro, quis retribuir o prazer. Virei Suzana na cama e deitei-me por cima dela, olhando em seus olhos disse: Amiga, obrigada por esse momento. Há muito tempo não tinha um orgasmo tão prazeroso. Beijei-a.

Suzana com os olhos brilhantes de tesão, disse: Morde meu seio enquanto eu me masturbo, morde? Comecei imediatamente alternando entre mordidinhas leves e doces lambidas. Foi quando ela me disse: morde com força. E eu atendi ao seu estranho pedido. 1...2...3...Suzana explode num delicioso gozo. Fiquei admirada e feliz, pois nunca imaginei que pudesse sentir tanto prazer com outra mulher.

Hoje em dia eu e Suzana somos amigas, acho que ainda mais do que antes. Esse fato em nada alterou a nossa amizade, ficamos mais fieis e próximas e sempre que rola uma oportunidade temos um encontro a 3. Eu, Suzana e meu doce brinquedinho.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Ah o Sexo!



A excitação transforma-se em calor e no corpo ela se espalha em toda a dimensão da pele e se manifesta em cada detalhe refletindo-se em suor que escorre, boca que seca, pêlos que arrepiam, olhos que fecham, suspiros e gemidos que ecoam, lugares que umedecem...Fantasias são exploradas, o amor acontece... Ou não. Às vezes somente a chamada "putaria" se faz presente e sem pudor todos os orifícios são testados e fantasias são alcançadas. A dor que vira prazer, o tapa que vira afago, as mordidas que se comparam a doces beijos, mas deixam grandes marcas. O roxo que se esconde no dia seguinte e que às vezes se exibe como troféu. O sexo, a intimidade de duas pessoas ou mais, a nudez ou a quase nudez que nos provoca a imaginação. A sedução. A coragem e o poder que adquirimos para surpreender o outro. Na cama, na cadeira, no chão, no sofá, na grama, na água, na parede... Debruçados, de quatro, por cima, por baixo... AH O ORGASMO! Sensação unicamente prazerosa e que nos tira a razão quando atinge níveis altos. A sensação que dura segundos... Segundos intensos. Tremores, falta de ar, confusão, cansaço, riso solto e aquela vontade de ter tudo de novo!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Quando a saudade vira prazer.


Um quarto escuro, apenas uma sutil luz que vinha de um poste na rua invadia o quarto pela fresta aberta da cortina. Cada um se despe sozinho. Enquanto um olha o outro em meio a penumbra, se enchergam roupas sendo lançadas no ar. E o primeiro beijo acontece. A sensação é completamente nova. Mesmo com anos de convivência a saudade cravada no peito se mistura a vontade e tudo acontece. Um deita sobre o outro e mãos passeiam nas curvas do corpo. Lugares sensíveis são tocados e a respiração acelera. Mesmo com tanta vontade a espera pela penetração é muito mais instigante do que o próprio orgasmo. E o desejo de que a sensação perdure pela noite adentro é inmensamente maior ao tamanho da saudade. Na boca línguas se encontram e se misturam como numa dança romantica e enquanto isso acontece unhas deslizam sobre as costas. Uma pausa, para que um deite de bruços enquanto o outro explora o corpo deste em cada centímetro. E então a língua trabalha. Do tendão próximo ao calcanhar a língua encharca e provoca uma sensação jamais sentida antes. E no mesmo instante em que molha pêlos e perna, unhas e mãos deslizam em direção aos glúteos. Lábios, saliva e língua juntos enontram panturrilha, coxas e a bela bunda que o amor possui. Musculos bem torneados estimulam ainda mais a imaginação. Ela senta sobre as costas do outro, e enquanto nua, se faz presente de uma forma úmida e quente. Mãos acariciam toda a parte inferior do corpo e assim, pêlos arrepiam. O desejo aumenta e com ele o membro também, na mesma intensidade em que ela se encharca ainda mais, se possível. Ela se deita sobre o corpo dele também de bruços, encaixando tudo que a posição permite e enquanto ele sente seios sendo esmagados nas costas a língua dela e o bafo quente chegam a nuca dele. Mais pêlos arrepiam e mais tesão invade o corpo. Língua em orelha, gemidos em ouvidos e palavra de carinho são sussurradas em meio a tanta excitação. A posição muda, agora de frente ele recebe mais toques. Depois de todo corpo explorado o sexo oral é o presente perfeito para de certa forma acalmar o corpo que já ferve. Enquanto sugando de maneira tão perfeita um leve lubrificante é sentido e por pouco um jato quase escapa invadindo a boca dela. Ele já não se aguanta e num movimento brusco a joga deitada e tenta penetrá-la. Tenta e consegue, e por algumas vezes até se movimenta, mas junto com toda vontade de gozar está a certeza de que se o fizer a noite chegará ao fim. Então se auto flagela um pouco mais segurando tudo dentro dele. Mais carinhos, mais línguas, mais gemidos silenciosos e muito mais tesão. Tudo se intensifica junto a espera pelo enfim ato de amor.
Tudo bem, chega de tanto sofrimento. A posição é conhecida, a mais prática. E ele por cima dela sem nem precisar das mãos penetra o pênis já quase explodindo. De tão molhada a vagina dela ecoa barulhos engraçados e isso ao invés de fazê-los rir os deixam ainda mais excitados. Mesmo a ponto de gozar, as metidas duram bastante e um quase grito escapa da boca dela. Ele a cala com um beijo e ao mesmo tempo respira ofegante com a boca grudada na dela. Suor, unhas rasgando a pele, mordidas, puxões de cabelo e a pouca luz permite um olho no olho. Além de química, entre eles existe um amor maior. E tudo isso faz desse sexo a melhor experiência já vivida por ambos. A saudade doeu o tempo todo mas naquele momento a saudade tranformou-se em prazer jamais sentido antes. E enfim o orgasmo acontece e com ele um abraço intenso e o gemido baixinho querendo virar grito. A intimidade...a amizade...a parceria faz deles um só. E alí fica a promessa de que a próxima será ainda melhor.  
   

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O Massagista.

        

        Os dias são corridos, o tempo quase não da pra nada. A minha vida é só trabalhar e claro como qualquer ser humano, um dia o corpo não aguenta. Meu nível de stress por conta do trabalho estava me matando de tão alto. Não tinha tempo pra mim e menos ainda para os amigos e sinceramente eu já estava cansada de tudo isso.
        Um dia cruzando com uma amiga pelos corredores do escritório fiquei pasmada com tantos sorrisos e bom humor que vinham dela. Até não aguentar e perguntar o motivo de tudo aquilo já que ela tinha a vida tão corrida quanto a minha. Andréia me disse que toda semana, ao menos 2 vezes fazia um tipo de massagem relaxante na hora do almoço. Eu adorei a ideia de início, mas ficar parada durante 1 hora enquanto o mundo lá fora corria na minha frente era demais para mim. Andréia pediu que eu guardasse o cartão do lugar que ela fazia a tal massagem. Agradeci, li rapidamente o nome do lugar e guardei no bolso do casaco sem dar muita importância. Achei a ideia bacana e sem dúvida seria uma solução para meu stress, mas não quis tentar. 
        Um belo dia, Andréia passou em minha sala me convidado para almoçar. Mesmo sem tempo resolvi aceitar o convite, mas como combinado seria um almoço rápido.
        Estranhei pegarmos o elevar para a garagem, já que o restaurante que costumávamos almoçar era a alguns passos do edifício que trabalhávamos. Intrigada perguntei a Andréia qual a necessidade do carro. E ela muito educada disse; eu a convidei para almoçar, por tanto eu escolho o restaurante e eu pago. Como a muito tempo não tínhamos um momento só das amigas, resolvi esquecer as horas e aproveitar aquela gentileza para por o papo em dia. Entramos no carro e seguimos em direção ao restaurante, bem, era o que eu imaginava. 
        Ao parar o carro em uma vaga na rua, olhei ao meu redor e não consegui enxergar nenhum restaurante. Talvez Andréia tivesse parada um pouco longe por falta de vaga para estacionar. Mas, ao descer do carro lá estava em minha frente uma placa com o mesmo logo do cartão que ela havia me dado. Não podia acreditar. Andréia havia me levado para fazer a tal massagem e eu só conseguia pensar no tempo que perderia dentro de uma sala. Fiquei furiosa no começo, mas de certa forma ela se preocupava com minha saúde e quis ajudar. Então depois de uma breve discussão resolvi entrar.
        O lugar era muito bonito. Um grande lustre no teto, um ambiente muito “clean” e um lindo homem nos aguardando na recepção. Enquanto Andréia confirmava meu horário com o rapaz dei uma rápida olhada ao meu redor e percebi que não era uma clínica de massagem comum. Alí faziam-se massagens eróticas e isso me deixou ainda mais afim de experimentar. Penduradas nas paredes alguns quadros chamaram minha atenção. Um belo nú artístico. Homens, mulheres, casais. Todos nús e expostos, porém com uma sutileza que já me fazia sentir mais leve só de observar tais imagens. Fiquei mesmo compenetrada com aquela bela arte, ao ponto de não ouvir o recepcionista me chamando. Voltei a mim com uma leve cutucada nas costas que Andréia havia me dado. Fiquei sem graça, pedi desculpas e acompanhei o rapaz até a sala que seria atendida. Antes que eu chegasse a porta da sala, Andréia me alcançou e disse; não se acanhe apenas faça exatamente o que o massagista pedir. Vc não vai se arrepender. Deixa comigo, eu disse e então segui o rapaz até que ele fechasse a porta pedindo que eu aguardasse o massagista.
       Esperei alguns minutos até que a porta se abriu e um lindo homem entrou na sala e me cumprimentou com um forte aperto de mão se apresentando como Bruno. Eu nunca havia feito massagem com um homem, e muito menos uma massagem daquele tipo. Pra falar a verdade, não me lembrava da ultima vez que um cara havia me tocado. Mas tudo bem, eu estava tão tensa que mãos grandes e fortes sem dúvida resolveriam meu problema.
       Bruno pediu que eu me despisse no banheiro que tinha na sala. Muito nervosa perguntei a ele o que exatamente eu precisava tirar. Bruno rindo discretamente disse que eu poderia ficar de calcinha se quisesse. Bom, foi o que fiz. Fiquei de calcinha e me enrolei em uma toalha. Ao voltar para sala, notei o ambiente um pouco escuro, apenas algumas velas iluminavam o local e um delicioso cheiro de incenso pairava no ar. Deite-se de bruços aqui, disse Bruno. Na mesma hora fui em direção a maca e deitei ainda enrolada na toalha. Bruno colocou um som muito suave para tocar, quase um mantra. Pediu que eu fechasse os olhos e esvaziasse a mente. Fui seguindo tudo de acordo como ele falava. Abri a toalha antes de me acomodar totalmente e a deixei-a solta sobre meu corpo. E então finalmente pude sentir o primeiro toque dele. Bruno retirou a toalha e assim fiquei exposta apenas de calcinha. Quando senti um delicioso líquido escorrer sobre minha costas.
            Bruno as tocou e enquanto o fazia ia me dizendo coisas referentes a chácaras e o lado espiritual de tudo aquilo. Enquanto estava no topo da minha cabeça, suas mãos deslizavam da nuca a lombar em movimentos suaves espalhando o óleo que ele havia despejado sobre mim. Realmente aquilo tudo me relaxaria totalmente e eu estava curiosa para saber como terminaria. Bruno foi para onde estavam meus pés e com suas mãos encharcadas de óleo massageou da ponta dos dedos ao calcanhar. Após massagear meus pés Bruno deslizou suas mãos em minhas pernas e chegando ao bumbum o apertou e acariciou. Enquanto ele fazia movimentos circulares nas minhas nádegas, elas abriam e fechavam e isso fazia o óleo escorrer em meu anus e em seguida minha vagina. Seus toques às vezes pareciam mais carinhos do que massagens. E isso começou a me excitar estranhamente. Após explorar toda parte de trás do meu corpo, a pedido dele virei de frente para ser massageada. E foi aí que o auge da excitação começou. No início mais sutil com massagens nas mãos e dedos. Um pouco mais de óleo e Bruno voltando ao topo da minha cabeça, começou a me tocar no pescoço, colo e seios. Suas mãos estavam quentes com o atrito em minha pele e eu temia abrir os olhos e ficar ainda mais excitada se visse os movimentos, além de senti-los. Quando suas mãos escorregaram em minha barriga até a costura da calcinha não consegui controlar e soltei o primeiro gemido. Da barriga, suas mãos subiram aos seios novamente pela lateral do corpo. E enquanto ele passeava pelas minhas curvas, podia sentir o calor do peito dele se aproximar do meu rosto. Novamente aos seios e seus movimentos circulares fazia meus mamilos endurecer de tanta excitação. Meu corpo começou a dar sinais de que aquela massagem me levaria ao ápice do prazer. Que loucura...
            Bruno voltou aos meus pés e lá pequenos espasmos orgásticos iam se intensificando pouco a pouco. Suas mãos deslizavam sobre minhas coxas e a ponta de seus dedos tocavam levemente minha virilha, e isso fazia meu corpo contorcer.
Comecei a pensar que ter ficado de calcinha tinha sido uma péssima idéia, mas não quis interromper a massagem pedindo que ele a tirasse. Então continuei de olhos fechados sentindo tudo que ele me proporcionava. Mas Bruno era muito experiente e quando eu menos esperava, ele mesmo tirou a calcinha. Que delícia. Deixei meu corpo largado encima da maca e com as pernas levemente abertas senti Bruno massagear meu clitóris me fazendo chegar a um nível incrível de excitação e estase total. Seus dedos me penetraram enquanto outros ainda tocavam o clitóris e ainda assim outra mão percorria meu corpo. Tal sensação já não era mais física e sim emocional. Ao mesmo tempo que gemidos escapavam da garganta, minha voz sumia quando eu mais precisava. E então fez-se a contagem. Um, dois três, quatro e incríveis cinco orgasmos seguidos um do outro. Que sensação única. A emoção era tão intensa que lágrimas me saltaram aos olhos. Emoção misturada com prazer. Definitivamente homem nenhum havia feito o que aquele massagista tão experiente fez. Meu corpo ainda tremia e eu quase não consegui voltar a realidade. Cada toque tinha um sentido, além de me fazer relaxar, Bruno me fez descobrir pontos em meu corpo que eu jamais imaginaria sentir prazer ao ser tocada.
        Bom, uma hora havia se passado e eu precisei de alguns minutos para voltar a razão e me acalmar. E enquanto voltava a mim, tive a certeza de que não poderia viver sem aquilo. Tanto pensei para me entregar as mãos daquele homem e agora sinto que não posso mais viver sem ele.
        Já vestida e de volta a recepção corri para os braços de Andréia e a abracei tão entusiasmada que ela mesma se espantou com minha atitude. Obrigada! Obrigada! Obrigada! Era tudo que conseguia dizer. Ela perguntava se eu havia gostado. E eu sem pensar respondi; Bruno agora passa a ser meu remédio, minha cura, minha razão para relaxar corpo e mente. Não vivo mais sem isso, não vivo mais sem ele.