sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Ah o Sexo!



A excitação transforma-se em calor e no corpo ela se espalha em toda a dimensão da pele e se manifesta em cada detalhe refletindo-se em suor que escorre, boca que seca, pêlos que arrepiam, olhos que fecham, suspiros e gemidos que ecoam, lugares que umedecem...Fantasias são exploradas, o amor acontece... Ou não. Às vezes somente a chamada "putaria" se faz presente e sem pudor todos os orifícios são testados e fantasias são alcançadas. A dor que vira prazer, o tapa que vira afago, as mordidas que se comparam a doces beijos, mas deixam grandes marcas. O roxo que se esconde no dia seguinte e que às vezes se exibe como troféu. O sexo, a intimidade de duas pessoas ou mais, a nudez ou a quase nudez que nos provoca a imaginação. A sedução. A coragem e o poder que adquirimos para surpreender o outro. Na cama, na cadeira, no chão, no sofá, na grama, na água, na parede... Debruçados, de quatro, por cima, por baixo... AH O ORGASMO! Sensação unicamente prazerosa e que nos tira a razão quando atinge níveis altos. A sensação que dura segundos... Segundos intensos. Tremores, falta de ar, confusão, cansaço, riso solto e aquela vontade de ter tudo de novo!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Quando a saudade vira prazer.


Um quarto escuro, apenas uma sutil luz que vinha de um poste na rua invadia o quarto pela fresta aberta da cortina. Cada um se despe sozinho. Enquanto um olha o outro em meio a penumbra, se enchergam roupas sendo lançadas no ar. E o primeiro beijo acontece. A sensação é completamente nova. Mesmo com anos de convivência a saudade cravada no peito se mistura a vontade e tudo acontece. Um deita sobre o outro e mãos passeiam nas curvas do corpo. Lugares sensíveis são tocados e a respiração acelera. Mesmo com tanta vontade a espera pela penetração é muito mais instigante do que o próprio orgasmo. E o desejo de que a sensação perdure pela noite adentro é inmensamente maior ao tamanho da saudade. Na boca línguas se encontram e se misturam como numa dança romantica e enquanto isso acontece unhas deslizam sobre as costas. Uma pausa, para que um deite de bruços enquanto o outro explora o corpo deste em cada centímetro. E então a língua trabalha. Do tendão próximo ao calcanhar a língua encharca e provoca uma sensação jamais sentida antes. E no mesmo instante em que molha pêlos e perna, unhas e mãos deslizam em direção aos glúteos. Lábios, saliva e língua juntos enontram panturrilha, coxas e a bela bunda que o amor possui. Musculos bem torneados estimulam ainda mais a imaginação. Ela senta sobre as costas do outro, e enquanto nua, se faz presente de uma forma úmida e quente. Mãos acariciam toda a parte inferior do corpo e assim, pêlos arrepiam. O desejo aumenta e com ele o membro também, na mesma intensidade em que ela se encharca ainda mais, se possível. Ela se deita sobre o corpo dele também de bruços, encaixando tudo que a posição permite e enquanto ele sente seios sendo esmagados nas costas a língua dela e o bafo quente chegam a nuca dele. Mais pêlos arrepiam e mais tesão invade o corpo. Língua em orelha, gemidos em ouvidos e palavra de carinho são sussurradas em meio a tanta excitação. A posição muda, agora de frente ele recebe mais toques. Depois de todo corpo explorado o sexo oral é o presente perfeito para de certa forma acalmar o corpo que já ferve. Enquanto sugando de maneira tão perfeita um leve lubrificante é sentido e por pouco um jato quase escapa invadindo a boca dela. Ele já não se aguanta e num movimento brusco a joga deitada e tenta penetrá-la. Tenta e consegue, e por algumas vezes até se movimenta, mas junto com toda vontade de gozar está a certeza de que se o fizer a noite chegará ao fim. Então se auto flagela um pouco mais segurando tudo dentro dele. Mais carinhos, mais línguas, mais gemidos silenciosos e muito mais tesão. Tudo se intensifica junto a espera pelo enfim ato de amor.
Tudo bem, chega de tanto sofrimento. A posição é conhecida, a mais prática. E ele por cima dela sem nem precisar das mãos penetra o pênis já quase explodindo. De tão molhada a vagina dela ecoa barulhos engraçados e isso ao invés de fazê-los rir os deixam ainda mais excitados. Mesmo a ponto de gozar, as metidas duram bastante e um quase grito escapa da boca dela. Ele a cala com um beijo e ao mesmo tempo respira ofegante com a boca grudada na dela. Suor, unhas rasgando a pele, mordidas, puxões de cabelo e a pouca luz permite um olho no olho. Além de química, entre eles existe um amor maior. E tudo isso faz desse sexo a melhor experiência já vivida por ambos. A saudade doeu o tempo todo mas naquele momento a saudade tranformou-se em prazer jamais sentido antes. E enfim o orgasmo acontece e com ele um abraço intenso e o gemido baixinho querendo virar grito. A intimidade...a amizade...a parceria faz deles um só. E alí fica a promessa de que a próxima será ainda melhor.  
   

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O Massagista.

        

        Os dias são corridos, o tempo quase não da pra nada. A minha vida é só trabalhar e claro como qualquer ser humano, um dia o corpo não aguenta. Meu nível de stress por conta do trabalho estava me matando de tão alto. Não tinha tempo pra mim e menos ainda para os amigos e sinceramente eu já estava cansada de tudo isso.
        Um dia cruzando com uma amiga pelos corredores do escritório fiquei pasmada com tantos sorrisos e bom humor que vinham dela. Até não aguentar e perguntar o motivo de tudo aquilo já que ela tinha a vida tão corrida quanto a minha. Andréia me disse que toda semana, ao menos 2 vezes fazia um tipo de massagem relaxante na hora do almoço. Eu adorei a ideia de início, mas ficar parada durante 1 hora enquanto o mundo lá fora corria na minha frente era demais para mim. Andréia pediu que eu guardasse o cartão do lugar que ela fazia a tal massagem. Agradeci, li rapidamente o nome do lugar e guardei no bolso do casaco sem dar muita importância. Achei a ideia bacana e sem dúvida seria uma solução para meu stress, mas não quis tentar. 
        Um belo dia, Andréia passou em minha sala me convidado para almoçar. Mesmo sem tempo resolvi aceitar o convite, mas como combinado seria um almoço rápido.
        Estranhei pegarmos o elevar para a garagem, já que o restaurante que costumávamos almoçar era a alguns passos do edifício que trabalhávamos. Intrigada perguntei a Andréia qual a necessidade do carro. E ela muito educada disse; eu a convidei para almoçar, por tanto eu escolho o restaurante e eu pago. Como a muito tempo não tínhamos um momento só das amigas, resolvi esquecer as horas e aproveitar aquela gentileza para por o papo em dia. Entramos no carro e seguimos em direção ao restaurante, bem, era o que eu imaginava. 
        Ao parar o carro em uma vaga na rua, olhei ao meu redor e não consegui enxergar nenhum restaurante. Talvez Andréia tivesse parada um pouco longe por falta de vaga para estacionar. Mas, ao descer do carro lá estava em minha frente uma placa com o mesmo logo do cartão que ela havia me dado. Não podia acreditar. Andréia havia me levado para fazer a tal massagem e eu só conseguia pensar no tempo que perderia dentro de uma sala. Fiquei furiosa no começo, mas de certa forma ela se preocupava com minha saúde e quis ajudar. Então depois de uma breve discussão resolvi entrar.
        O lugar era muito bonito. Um grande lustre no teto, um ambiente muito “clean” e um lindo homem nos aguardando na recepção. Enquanto Andréia confirmava meu horário com o rapaz dei uma rápida olhada ao meu redor e percebi que não era uma clínica de massagem comum. Alí faziam-se massagens eróticas e isso me deixou ainda mais afim de experimentar. Penduradas nas paredes alguns quadros chamaram minha atenção. Um belo nú artístico. Homens, mulheres, casais. Todos nús e expostos, porém com uma sutileza que já me fazia sentir mais leve só de observar tais imagens. Fiquei mesmo compenetrada com aquela bela arte, ao ponto de não ouvir o recepcionista me chamando. Voltei a mim com uma leve cutucada nas costas que Andréia havia me dado. Fiquei sem graça, pedi desculpas e acompanhei o rapaz até a sala que seria atendida. Antes que eu chegasse a porta da sala, Andréia me alcançou e disse; não se acanhe apenas faça exatamente o que o massagista pedir. Vc não vai se arrepender. Deixa comigo, eu disse e então segui o rapaz até que ele fechasse a porta pedindo que eu aguardasse o massagista.
       Esperei alguns minutos até que a porta se abriu e um lindo homem entrou na sala e me cumprimentou com um forte aperto de mão se apresentando como Bruno. Eu nunca havia feito massagem com um homem, e muito menos uma massagem daquele tipo. Pra falar a verdade, não me lembrava da ultima vez que um cara havia me tocado. Mas tudo bem, eu estava tão tensa que mãos grandes e fortes sem dúvida resolveriam meu problema.
       Bruno pediu que eu me despisse no banheiro que tinha na sala. Muito nervosa perguntei a ele o que exatamente eu precisava tirar. Bruno rindo discretamente disse que eu poderia ficar de calcinha se quisesse. Bom, foi o que fiz. Fiquei de calcinha e me enrolei em uma toalha. Ao voltar para sala, notei o ambiente um pouco escuro, apenas algumas velas iluminavam o local e um delicioso cheiro de incenso pairava no ar. Deite-se de bruços aqui, disse Bruno. Na mesma hora fui em direção a maca e deitei ainda enrolada na toalha. Bruno colocou um som muito suave para tocar, quase um mantra. Pediu que eu fechasse os olhos e esvaziasse a mente. Fui seguindo tudo de acordo como ele falava. Abri a toalha antes de me acomodar totalmente e a deixei-a solta sobre meu corpo. E então finalmente pude sentir o primeiro toque dele. Bruno retirou a toalha e assim fiquei exposta apenas de calcinha. Quando senti um delicioso líquido escorrer sobre minha costas.
            Bruno as tocou e enquanto o fazia ia me dizendo coisas referentes a chácaras e o lado espiritual de tudo aquilo. Enquanto estava no topo da minha cabeça, suas mãos deslizavam da nuca a lombar em movimentos suaves espalhando o óleo que ele havia despejado sobre mim. Realmente aquilo tudo me relaxaria totalmente e eu estava curiosa para saber como terminaria. Bruno foi para onde estavam meus pés e com suas mãos encharcadas de óleo massageou da ponta dos dedos ao calcanhar. Após massagear meus pés Bruno deslizou suas mãos em minhas pernas e chegando ao bumbum o apertou e acariciou. Enquanto ele fazia movimentos circulares nas minhas nádegas, elas abriam e fechavam e isso fazia o óleo escorrer em meu anus e em seguida minha vagina. Seus toques às vezes pareciam mais carinhos do que massagens. E isso começou a me excitar estranhamente. Após explorar toda parte de trás do meu corpo, a pedido dele virei de frente para ser massageada. E foi aí que o auge da excitação começou. No início mais sutil com massagens nas mãos e dedos. Um pouco mais de óleo e Bruno voltando ao topo da minha cabeça, começou a me tocar no pescoço, colo e seios. Suas mãos estavam quentes com o atrito em minha pele e eu temia abrir os olhos e ficar ainda mais excitada se visse os movimentos, além de senti-los. Quando suas mãos escorregaram em minha barriga até a costura da calcinha não consegui controlar e soltei o primeiro gemido. Da barriga, suas mãos subiram aos seios novamente pela lateral do corpo. E enquanto ele passeava pelas minhas curvas, podia sentir o calor do peito dele se aproximar do meu rosto. Novamente aos seios e seus movimentos circulares fazia meus mamilos endurecer de tanta excitação. Meu corpo começou a dar sinais de que aquela massagem me levaria ao ápice do prazer. Que loucura...
            Bruno voltou aos meus pés e lá pequenos espasmos orgásticos iam se intensificando pouco a pouco. Suas mãos deslizavam sobre minhas coxas e a ponta de seus dedos tocavam levemente minha virilha, e isso fazia meu corpo contorcer.
Comecei a pensar que ter ficado de calcinha tinha sido uma péssima idéia, mas não quis interromper a massagem pedindo que ele a tirasse. Então continuei de olhos fechados sentindo tudo que ele me proporcionava. Mas Bruno era muito experiente e quando eu menos esperava, ele mesmo tirou a calcinha. Que delícia. Deixei meu corpo largado encima da maca e com as pernas levemente abertas senti Bruno massagear meu clitóris me fazendo chegar a um nível incrível de excitação e estase total. Seus dedos me penetraram enquanto outros ainda tocavam o clitóris e ainda assim outra mão percorria meu corpo. Tal sensação já não era mais física e sim emocional. Ao mesmo tempo que gemidos escapavam da garganta, minha voz sumia quando eu mais precisava. E então fez-se a contagem. Um, dois três, quatro e incríveis cinco orgasmos seguidos um do outro. Que sensação única. A emoção era tão intensa que lágrimas me saltaram aos olhos. Emoção misturada com prazer. Definitivamente homem nenhum havia feito o que aquele massagista tão experiente fez. Meu corpo ainda tremia e eu quase não consegui voltar a realidade. Cada toque tinha um sentido, além de me fazer relaxar, Bruno me fez descobrir pontos em meu corpo que eu jamais imaginaria sentir prazer ao ser tocada.
        Bom, uma hora havia se passado e eu precisei de alguns minutos para voltar a razão e me acalmar. E enquanto voltava a mim, tive a certeza de que não poderia viver sem aquilo. Tanto pensei para me entregar as mãos daquele homem e agora sinto que não posso mais viver sem ele.
        Já vestida e de volta a recepção corri para os braços de Andréia e a abracei tão entusiasmada que ela mesma se espantou com minha atitude. Obrigada! Obrigada! Obrigada! Era tudo que conseguia dizer. Ela perguntava se eu havia gostado. E eu sem pensar respondi; Bruno agora passa a ser meu remédio, minha cura, minha razão para relaxar corpo e mente. Não vivo mais sem isso, não vivo mais sem ele.   

sábado, 31 de agosto de 2013

A Prima


O que fazer quando seu desejo por uma mulher é grande o suficiente para tê-la a qualquer hora e lugar, porém seu grau de parentesco com a mesma o impede de chegar as vias de fato?

        Manoela, minha querida prima Manu estava de férias em minha casa. Ou melhor dizendo, na casa dos meus pais. O tesão que essa menina causava em mim era surreal. Não sabia se pela pouca idade que tinha, a qual me estimulava a incorporar um professor e ensiná-la tudo, ou talvez pelo sutil jeito de menina que me fazia querer transformá-la em mulher. Talvez até pelo belo corpo que ela tinha que mesmo com pouca idade já se via um lindo traseiro e um maravilhoso par de seios.
        Tão inocente ainda brincava de esconder com meus irmãos mais novos. Sempre gostei de observá-la, e às vezes, não sei se por fruto da minha imaginação, mas tinha a absoluta certeza que ela me lançava olhares bem profundos e sorrisos cheio de mistérios. Na minha mente imaginava como seria aquele corpo. Como seria a cor dos mamilos e se por acaso ela já tinha o habito de se depilar. E se tinha, como o faria? Deixaria muitos pelos ou apenas um ralo e fino caminho até sua caverna quente e molhada?
Ah priminha, se vc soubesse o tamanho to meu desejo e como ele ficava duro de imaginá-la.
        Mas infelizmente não podia arriscar, se minha família descobrisse qualquer envolvimento entre nós, todos ficariam contra mim, afinal mesmo já sendo uma adolescente, seus 18 anos não a faziam parecer mais do que uma doce menina.
        Tentava ficar o mais longe possível dela até mesmo para não correr o risco de não me controlar. Mas não resisti o dia que ela me convidou para brincar de esconder junto com as crianças da família. Um de meus irmãos ficou responsável pela contagem enquanto nós escolhíamos o lugar para nos esconder. Reparei que ela sempre escolhia o lugar mais a vista para que as crianças a encontrassem já que eram apenas crianças. Tentei não fazer diferente disso e me escondi atrás de uma árvore a qual deixava metade do meu corpo a mostra sendo assim fácil der ser encontrado, foi quando observei aquela linda menina correndo em minha direção segurando a saia para que o vento não a levantasse. Chegando a mim Manu me surpreendeu dizendo; vc vem comigo. Correndo e me segurando pela mão Manu foi me levando para dentro de casa. Não entendia o porque aquele doce de garota resolveu me levar para lá já que a intenção era ficarmos a vista para sermos encontrados. Mas Manu ainda me puxava pela mão e percorria a sala, as escadas e só parou quando chegamos ao sótão. Perguntei a ela o porque de nos escondermos lá, assim jamais aquelas crianças nos encontrariam. E aquela graça de menina, virando seu olhar a mim enquanto trancava a porta do sótão disse, exatamente para não sermos encontrados. Meu coração disparou, e eu não podia acreditar que por trás de asas de anjo, Manu escondia seu garfo de diaba. Mesmo tendo sonhado dia e noite com aquilo, acho que fiquei bem nervoso quando descobri o furacão que ela era. A cada passo que ela dava em minha direção, balbuciava uma frase do tipo, quero dar pra vc aqui e agora. Não tive tempo para nada, a menina que parecia intocável me atacou. Após tirar a blusa e a saia, só de langerie, Manu pulou em mim e me agarrou com braços e pernas e colou sua boca na minha. Seus lábios eram pequenos e macios e sua boca tinha suave sabor de morango.
        Eu, um cara de quase 30 anos e ela apenas com 18, era uma grande diferença. Minha idade era avançada e mesmo a desejando intensamente, naquele momento comecei a pensar o quão errado seria aquilo. Mas no sexo a priminha do interior se mostrava bem mais avançada do que eu. Não resisti e me entreguei.
        Carregando-a no colo com as pernas ainda entrelaçadas em meu corpo, fui beijando-a e levando-a até a primeira parede que eu pudesse enconstá-la. E lá Manu desabotoou o sutian mostrando seus pequenos e firmes seios de adolescente. Rosados, eram rosados. Enfim uma das dúvidas havia sido matada. Lindos mamilos rosados. E como eram doces, beijei-os e lambi o quanto pude, pois aquela MULHER estava apressada e só pedia para que eu a penetrasse. Não tínhamos mesmo muito tempo, a essa hora as crianças estariam gritando nossos nomes  pela casa. Mas ouvir Manu dizer a frase “me fode”, sem dúvida abafava qualquer outro barulho. E como isso soava bem aos meus ouvidos. A joguei num colchão velho que estava lá e enquanto seu corpo pulava com o impacto, seus seios balançavam deliciosamente. Enquanto a via deslizar as mãos pelo próprio corpo instigando-me, fui abrindo a calça e pondo todo aquele meu desejo pra fora. Duro feito rocha e pulsando como um coração acelerado. Cai ajoelhado no colchão entre as pernas dela e deslizei os dedos no vale por cima da calcinha. Já estava úmido e o cheiro que exalava me atraía como abelha no mel.
        Tira minha calcinha e mete, Manu pedia descontrolada. Arranquei a peça intima e assim mais uma curiosidade ia embora. Lá estava uma fina e rala penugem sobre os lábios vaginais mais lindos que eu já vi. Também rosados, mas brilhavam com tanta lubrificação. Que delícia de mulher. Manu estava finalmente nua em minha frente e eu não acreditava que meu sonho tinha finalmente virado realidade. Seu corpo era tão lindo e bem desenhado que se nada acontecesse não me importaria. Olhar para ela com todo aquele jeitinho meigo, mas ao mesmo tempo cheia de detalhes de uma mulher adulta me fascinava. Mas que homem suportaria controlar os próprios instintos com tudo aquilo nas mãos? Eu não seria um deles.
        Puxei-a pelo quadril em direção ao meu e com a ajuda de uma das mãos encaixei meu pênis dentro dela e esse ato tão simples, fez surgir o gemido mais angelical que eu já ouvi. Meti, meti e meti o quanto pude e o quanto o tempo permitiu. Já podia imaginar alguém tentando abrir a porta do sótão em busca de nós dois. O nervosismo e o medo pareciam me excitar ainda mais. Manu gemia gostoso e ao mesmo tempo dizia; isso primo, mete com força. Meu primo mais velho, finalmente. Que loucura!
        Jamais perderia a oportunidade de transar com ela, mas demorar pra gozar seria uma missão impossível diante daquela situação, mas por sorte consegui segurar até que ela chegasse ao orgasmo.
        Após nossa deliciosa rapidinha ela levantou e vestiu toda a roupa com exceção da calcinha, que estava jogada num canto do sótão. Juntou a mesma do chão e entregou em minha mão dizendo; essa vc guarda de lembrança. Manu foi até a porta e voltou para brincar com as crianças. E eu, ainda nu e deitado no velho colchão adormeci com sua peça íntima esticada em meu rosto exalando o mais puro aroma da doce e gostosa priminha do interior.     

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Aquele Estacionamento.

   

   Não poderia deixar escapar a oportunidade de me deliciar nos braços do meu mais antigo desejo sexual. Ah André! O tipo de cara que chama atenção de qualquer mulher. Boca carnuda, ombros largos, peitoral definido, sorriso extremamente encantador e tantas outras qualidades que me fazia delirar com a simples imagem de um dia ter ele só pra mim.
Já nos conhecíamos há algum tempo, mas nunca arriscamos algo a mais. O porque? Não fazia a menor ideia. Mas aquele dia, naquela festa tudo parecia conspirar a favor para que os desejos e fantasias virassem realidade.
      Pista de dança, uma multidão ao redor e algumas luzes piscando rapidamente iluminavam o rosto das pessoas. E no meio de tantos rostos lá estava o dele. Eu já havia bebido alguns goles de tudo que pudesse alterar minha razão e isso sem dúvida me ajudou a ter coragem para que eu atravessasse aquela pista de dança e fosse ao encontro dele. Enquanto dava meus passos na direção daquele homem divino, percebi que ele não só havia notado a mim e minha intenção como vinha ao meu encontro também. Passaria apenas alguns segundos até o primeiro toque e de repente minha cabeça se encheu de perguntas. Deveria beijá-lo? E como fazê-lo?  Lentamente como em um filme de amor ou vorazmente como animais no cio? O que eu queria? Sexo era a única coisa que me vinha à mente quando o via. Então não restavam mais dúvidas, iria agarrá-lo e deixar o instinto falar por mim. Falar? Eu deveria falar algo antes de atacá-lo? Minha nossa, tanta espera pra tanta dúvida? Chega! Nossos corpos estavam se aproximando cada vez mais e não restava mais tempo para tantas perguntas. Nenhuma palavra se quer, apenas o movimento dos nossos lábios se abrindo. O tão esperado beijo era exatamente como havia imaginado. Boa macia, incrivelmente quente e gostosa. E a cada roçar de uma língua na outra, meu corpo parecia estar em brasas. Sem perguntas nem respostas, apenas sua mão me puxando para fora da festa em direção ao estacionamento. Um canto escuro, uma parede e nada mais. Que loucura! Anos imaginando lindos lençóis de cetim, banheira de hidromassagem ou um macio sofá que fosse e fui parar ali, em pé no estacionamento. Bom, pode parecer loucura, mas ele não poderia ter escolhido lugar melhor. Rude suas mãos deslizaram sobre minhas coxas por baixo da sai indo de encontro a minha calcinha rasgando-a sem o menor pudor. Minha nossa que homem era aquele? Nem nos meus melhores sonhos o imaginava tão habilidoso com o corpo feminino. Após arrancar minha peça íntima e jogá-la longe, André agachou em minha frente, levantou uma de minhas pernas apoiando-a em seu ombro e abocanhou minha bocetinha tão encharcada. Sua língua estuprava meu clitóris me fazendo gozar pela primeira vez. Tremores tomavam meu corpo e na virilha sentia meu líquido escorrer deliciosamente. André se levantou e junto ao som abafado da festa uma frase invadiu meu ouvido; quer mais? Sim! Sim! Sim! Não desejaria outra coisa naquele momento.
Mais um puxão pela mão e correndo pelo estacionamento em busca de um lugar ainda mais deserto, pude sentir a brisa gelada da madrugada deslizar entre minhas pernas resfriando o vulcão que acabara de entrar em erupção.

       Um capô e toda ousadia possível. André se jogou em cima de um carro
e após se acomodar naquele capô coberto de sereno, me olhando nos olhos e abrindo a calça disse; me chupa! Não havia tempo pra pensar e minha boca já salivava imaginando o delicioso sabor daquele lindo pênis. Caí de boa, lambi e chupei o tão desejado membro. Enquanto deslizava as mãos sobre meus cabelos ele gemia baixinho demonstrando satisfação com meu desempenho. Nossos olhares se encontravam e no meio de tanto prazer eu o ouvia perguntar se minha vagina seria tão encharcada como minha boca. Mete e vc vai descobrir, eu disse. Um piscar de olhos e pude sentir o gelado capô em minhas costas. Mais alguns beijos, amassos e toda excitação que uma transa poderia proporcionar. Minhas costas ficavam cada vez mais geladas enquanto ele subia minha blusa deixando meus seios a mostra. Mas suas mãos e boca os acolhiam e protegiam tão bem, que todo o corpo começava a esquentar novamente. Pequenas mordidinhas nos mamilos e lá em baixo seus dedos me penetravam. Metendo com força e abocanhando meus seios, André me fez entrar em erupção mais uma vez. Que delícia! Como era bom gozar com as pernas entrelaçadas nele. Mas melhor que isso seria gozar com o bumbum roçando em seus pelos pubianos e quem sabe levando deliciosas mordidinhas na nuca e nas costas enquanto penetrada de bruços. E assim foi feito. O capô do carro agora evaporava nosso suor. Puxões de cabelo, apertões no quadril e seus movimentos de vai e vem me levavam ao delírio mais uma vez. Mas agora meu líquido se misturava ao dele e juntos gozamos deliciosamente. Sua pele estava toda arrepiada, sua respiração ia acalmando enquanto apoiava a testa sobre minhas costas. Finalmente, ele dizia. Não podia mais suportar a curiosidade. E eu sorrindo levemente não imaginava que tal fantasia era de ambos. Nossos olhares se encontravam novamente e após nos recompor selamos a aventura com um beijo mais suave. Um sorriso de satisfação e assim chegou ao fim o sexo mais emocionante que eu já tive na vida. Sem despedidas e nenhuma promessa. Voltei para a festa com apenas uma certeza. Primeira e ultima vez. Se houvesse outra, em hipótese alguma poderia se comparar aquela.    

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Sinais


O desejo invade o corpo. O suor escorre nas mãos. A boca seca. Os mamilos dão os primeiros sinais e em seguida a peça íntima umedece. O cheiro invade o ambiente. Os olhares se cruzam. As mãos se tocam e os pelos do corpo arrepiam. A primeira peça de roupa cai ao chão e em seguida a boca que estava seca se encharca. De repente um calafrio sobe a espinha e junto dele o toque macio de dedos. Mãos deslizam sobre as costas e chegam a nuca. E línguas se entrelaçam num beijo ardende e intenso. Abraços viram amassos, carícias viram pegação. Gemidos são sussurrados e entre eles algumas palavras de baixo calão. Em lençóis e travesseiros dois corpos se entrelaçam em puro prazer. E finalmente um passa a fazer parte do outro ligados por um só canal. Movimentos de vai e vem, olhos se fecham e mãos arranham costas e ombros. Quanta excitação, quanto prazer. Posições são exploradas. Beijos e mais beijos. Gemidos viram gritos. Carinhos viram leves palmadas e no alge do prazer partes íntimas são inundadas. Suor, respiração ofegante, a cama completamente desarrumada e a certeza de que cada segundo valeu a pena.   

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A Estranha Perfeita.



Imagine sentir atração por alguém que vc nem conhece, uma atração tão grande que toma conta de vc fazendo com que seus atos sejam totalmente incontroláveis. 

Luciana é uma mulher linda, cheia de estilo e com uma vontade voraz de seduzir. Certa vez, online no meu perfil da internet, ela veio falar comigo. 

Não conhecia aquele rosto e por isso relutei um pouco no começo com receio de ser um perfil fake. Mas seu jeitinho sedutor e sua foto que revelava uma mulher incrivelmente linda me instigaram o suficiente para que eu desse um pouco mais de atenção. Conversa vai conversa vem, Luciana começou a desviar o assunto tornando o papo ainda mais interessante. Foi fazendo perguntas mais íntimas do tipo “vc tem namorada?”, “gosta de sair?”. 

Confesso que cada vez mais aquela mulher me encantava. E ela sempre dizendo o quanto eu era interessante e chamava atenção. Dizia que eu era o tipo de homem que a agradava e que se ela pudesse gostaria de me ver mais de perto. Foi o que bastou para um encontro no horário do almoço. 

O RISCO DE TUDO AQUILO SER FALSO ERA MUITO GRANDE MAS EU ESTAVA DISPOSTO A CONHECE-LA E QUEM SABE ALGO MAIS.

Passei em um ponto marcado por ela para buscá-la e a levei até minha casa. Mesmo muito interessada, seu rosto ficou corado de vergonha quando sentiu pela primeira vez o roçar da minha barba em seu rosto ao cumprimentá-la com um beijo. Perguntei se ela tinha certeza de que queria mesmo ir até o fim e olhando nos meus olhos o suave tom da sua voz afirmou.

SIM, MAIS QUE QUALQUER OUTRA COISA NESSE MUNDO.

 Um tremor estranho tomou meu corpo, minha boca secou e meu membro enrijeceu como por um passe de mágica. É, não restava mais dúvidas, aquela mulher não só era de verdade como certamente me faria ter o melhor sexo da minha vida. 

 Ao abrir a porta de casa convidei-a para sentar, safada como pensei que seria, Luciana tocou meu pênis já adormecido e disse, aqui? Fiquei sem palavras, aquele jeito provocante e ao mesmo tempo cheio de bom humor me fazia ficar cada vez mais encantado por ela. Tentando entrar no clima da brincadeira, sem parecer muito bobo, concordei que se ela quisesse já poderia sim sentar em mim e cavalgar loucamente. Sem nem pensar Luciana foi se aproximando e sussurrando alguma coisa sobre meus lábios, foi me cheirando e me tocando. Não entendi o que ela havia dito, porém seus atos com certeza me explicaram. 

Não demorou muito para minha camiseta estar sobre o chão e sua blusa deslizar para fora do corpo. Sentir seus seios tocarem meu peito, mesmo que ainda cobertos pelo sutiã foi uma sensação muito prazerosa, sua pele era quente e macia e seu colo parecia chamar meu nome pedindo que eu os beijasse. 

Luciana tinha mesmo muita habilidade no quesito seduzir, além de mãos ágeis, sua boca era maravilhosamente macia, quente e úmida, e eu só imaginava que sua vagina fosse da mesma forma ou mais. Me conduzindo ao sofá ainda de sutiã, Luciana ajoelhou entre minhas pernas e foi deslizando suas mãos sobre minhas coxas até o zíper que ainda mantinha minha calça fechada. 

A PARTIR DAQUELE MOMENTO ELA NÃO SÓ ABRIU A CALÇA MAS TAMBÉM A BOCA.


Engoliu meu pênis que agora estava duro como nunca. Com uma cara de gulosa, Luciana foi deslizando sua língua sobre todo o corpo do meu pau duríssimo. Enquanto sentia sua língua lubrificar todo meu pênis fechei os olhos por alguns segundos e foi aí que me senti abocanhado. Sinceramente não sei como ela fazia aquilo, mas com um dom inexplicável ela me chupava e lambia e ainda assim mordia. Pude sentir sua garganta e nesse momento não mais enxergava meu pênis. 


ESTAVA INTEIRO DENTRO DA BOCA DELA.

Achando que ela se acabaria ali, fechei meus olhos e tentei me concentrar para não gozar. Mesmo que fosse delicioso vê-la engolir meu leitinho, quis usufruir mais daquela delícia. E então, achando que não tinha mais lugar para ser tocado, ou lambido ou chupado, Luciana deslizou a língua em minha virilha e foi descendo até as bolas. 

CHUPOU E LAMBEU SEM SE IMPORTAR COM OS POUCOS PELOS QUE TINHA.

 Ainda na missão de me dar prazer jamais sentido, sua língua desceu um pouco mais e entre as bolas e o ânus Luciana me levou ao êxtase maior, ao pico da adrenalina e ao maior tesão que eu já senti na vida. Que boca era aquela, que delícia de mulher. Meu corpo contorcia no sofá e mesmo que eu puxasse seus cabelos querendo tirá-la de lá para que eu não gozasse, aquela louca insistia em continuar, voltando assim para meu pênis. 

CHUPOU COM TANTA VONTADE QUE NÃO RESISTI.

 Avisei a ela que gozaria, sua boca estava me transtornando. Achando que ela pararia no mesmo instante para que aí eu pudesse proporcioná-la tal prazer, a menina da internet me surpreende ainda mais.

GOZA, GOZA NA MINHA BOCA QUE VOU ENGOLIR TODO SEU LEITINHO.


Foi como soltar um preso a anos encarcerado. Explodi dentro da boca dela, e a cada ejaculada sentia sua boca sugar tudo para dentro da garganta. 
Fiquei zonzo com tal atitude. Aquela mulher era muito deliciosa, sabia mesmo como enlouquecer um homem e eu só pensava em fazer o mesmo com ela. Mas minha alegria durou pouco. Mesmo sendo de carne e osso, Luciana desapareceu rapidamente. 

APENAS UMA AMOSTRA

Ela disse enquanto vestia a blusa. Se direcionou até a porta e de longe me jogou um beijo. Eu não podia acreditar. Mesmo tendo gozado eu queria mais, muito mais. Fiquei maluco, vidrado nela. Mas como num sonho tive que acordar e voltar a realidade. 
Não paro de pensar em tudo que aquela boca foi capaz de fazer. E aqui, dias depois desse louco encontro, ainda posso sentir os lábios dela sugando meu pau e tenho certeza de que essa sensação jamais sairá da minha pele. 
 Agora só me resta a dúvida, será que um dia poderei mergulhar entre as pernas dela também?