segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Uma é pouco, mas com duas é bom demais!


Fim de expediente e fui a um bar beber algumas cervejas antes de ir pra casa. Uma mesa, duas belas garotas. E enquanto uma me olhava sem timidez a outra a acaricia de forma sutil e delicada. Dedos deslizam no cabelo, e a outra mão percorre as pernas. As mesmas se abrem e eu vejo uma linda imagem. elas me provocam e as coisas ficam ainda mais excitantes quando as duas chamam a garçonete. Eu disfarço o olhar quando percebo que as três falam de mim. Ao voltar o olhar para elas vejo em minha frente a tal garçonete com um sorriso no rosto e um bilhete na mão. O mesmo dizia;

VOCÊ É UM BELO HOMEM, SEJA TAMBÉM EDUCADO. PAGUE NOSSA CONTA E NOS LEVE PRA CASA.

Tentador apesar de bastante mandão. Normalmente eu tomo a iniciativa, mas confesso que aquela era uma situação única na minha vida. E que homem não gostaria de levar para casa duas mulheres lindas como aquelas e traça-las? Chamei a garçonete e paguei a conta. Levantei da mesa, e de lá disse que as esperava no estacionamento. Precisava ao menos demonstrar que aquele era um tipo de situação que eu já estava habituado, mesmo eufórico por dentro.

No estacionamento um beijo no rosto, gentilezas e sorrisos. Entramos no carro e eu segui para meu apartamento. Meu pau já estava duro. O cheiro das moças tomaram todo o carro. E no caminho a conversa seguiu facilmente. Elas falavam e me acariciavam. Mãos na minha coxa, na minha nuca, no ombro. E eu já imaginava as duas nuas em cima da minha cama.

JÁ TRANSOU COM DUAS MULHERES ANTES?

A pergunta veio como um soco no estomago. Claro que minha resposta foi sim, mesmo que a verdade seja não. Elas sabiam muito bem o que queriam e o que estavam fazendo então não poderia passar por mané naquela situação.

Chegamos a garagem do prédio e quando entramos no elevador as duas me abraçaram e me beijaram. O beijo triplo foi delicioso, tantas línguas e tantos lábios me excitavam cada vez mais. Eu jamais imaginaria que uma cerveja depois do trabalho resultaria em duas mulheres nuas em meu apartamento. Eu estava mesmo com sorte e resolvi me jogar em tal oportunidade.

A PORTA DO ELEVADOR SE ABRIU, E JUNTO A BLUSA DE UMA DELAS.

Os botões da blusa de uma foram sendo desabotoados pela outra. E os olhares entre elas e o roçar dos lábios me provocavam tanto que quase não encontrei a fechadura da porta. Por fim entramos e a que já estava sem blusa logo arrancou o sutiã. De seios a mostra montou em meu colo e me beijou. A agarrei pela bunda e a levantava no colo para que seus seios chegassem a minha boca. Mamilos adocicados, e que seios lindos. Carnudos. Melões perfeitos.

Logo a outra se aproximou e completamente nua roçou o corpo nas minhas costas. Eram tantos sentidos sendo aguçados que meu pau já estava explodindo dentro da cueca. Resolvi comandar um pouco aquela brincadeira e puxei as duas pelo braço e as joguei na cama. Mandei a peladinha despir a amiga enquanto eu me despia também. Era lindo demais ver dois corpos femininos se tocarem. Os seios de uma roçavam no da outra e o encontro dos mamilos me deixava maluco.

A LÍNGUA DELA UMEDECIA O MAMILO DA OUTRA ENQUANTO DESABOTOAVA A CALÇA.

Ambas completamente nuas se abraçavam e se beijavam, e eu não sabia se queria atrapalhar tal imagem me aproximando delas. Os pelos pubianos se encontravam e as duas me encaravam. Não resisti e me aproximei. Coloquei uma de quatro e cai de boca na bucetinha dela enquanto a outra no chão me chupava. Que explosão de sensações.

Aquelas duas sabiam o que fazer, me deixavam louco com gemidinhas, caras e bocas. Eu precisava loucamente foder as duas e nem sei se realmente seria capaz disso. Mas prossegui com a brincadeira torcendo para que meu pau desse conta daquelas safadas. 

Após tantas chupadas fiquei de pé e começamos a levar aquilo a sério. Novamente uma trepou no meu tronco e a outra que antes eu chupava ficou por baixo da bunda da outra e chupava minhas bolas enquanto eu socava o pau na amiga dela. 

QUE TESÃO SENTIR UMA BOCA SUGANDO MINHAS BOLAS ENQUANTO EU METIA MEU PAU DENTRO DE UMA BUCETINHA.



Fodi gostoso a ruivinha até que a outra pedia para eu meter nela também. Claro que atendi ao pedido. Antes que eu metesse na xaninha dela sua doce voz disse que queria sentir meu pau no seu cuzinho. Nossa, não poderia ficar mais feliz. Então a coloquei de quatro e enquanto metia naquele rabo gostoso a outra por baixo e entre as pernas dela chupava o grelinho fazendo ela gozar gostoso. 

AS DUAS TINHAM GOZADO E MEU PAU AINDA ESTAVA DURO COMO ROCHA.

Não suportei e pedi pra meter de novo na bucetinha da outra. Foi quanto as duas ficaram de quatro na cama uma ao lado da outra e enquanto elas se beijavam e se acariciavam eu metia. Na bucetinha de uma e no cuzinho da outra. Ah que delícia. Que tesão e que vontade de fazer aquilo durar a noite toda.

EU METIA E ELAS GEMIAM. EU SOCAVA E ELAS GOZAVAM. 

Até que não aguentei mais. Estava a ponto de estourar quando chamei as duas boquinhas para me chupar. Elas revezavam entre si. Uma chupava meu pau enquanto a outra as bolas. Trocavam e brincavam. Batiam com meu pau na cara uma da outra. E eu as segurava pelos cabelos. Foi quando gozei na carinha delas. E vi uma lamber a boca da outra enquanto minha porra escorria. Que delícia! 

Todos nós ainda brincamos um pouco pelo apartamento. As meninas tinham um fogo que eu jamais tinha visto antes. Elas eram insaciáveis.  Precisei respirar por um tempo para conseguir foder novamente. Mas enquanto eu estava com ele duro, elas estavam arreganhadas para mim. E quando eu já não aguentava mais, as duas se divertiam juntas. Fiquei assistindo elas gozarem em línguas e dedadas inúmeras vezes. As duas eram perfeitas e assisti-las em plena performasse era tão bom quando participar da brincadeira.



As meninas foram minha maior fantasia. Fiquei tão fissurado em sexo com duas mulheres que passei a viver em busca disso. E a cada final de expediente vou ao bar para ver se encontro mais aventuras como aquela.

    

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O Virtual Que Virou Real


Deitada na cama fecho os olhos e lembro das nossas conversas. Penso em como vc me enlouquece e como eu gostaria de alcança-lo e poder demonstrar a vc tudo que desejo e tudo que sou capaz. Viajo em meus pensamentos e consigo chegar a um lugar entranho. De onde estou vejo suas pernas e percebo que vc sentado em uma cadeira conversa comigo pelo note. Uma frase chega ao meu ouvido após vc apertar o enter do teclado.

"FALA COMIGO LINDA, ESTOU AQUI SÓ PRA VC."

E enquanto faço gestos, palavras surgem na sua tela. Enquanto engatinho como um gato inofensivo por baixo da mesa em direção a vc, seus olhos leem que estou tão presente que posso até tocar sua pele. Nossa química é tão intensa que me materializo por baixo da mesa e seu corpo pode enfim sentir tudo o que guardei pra vc.

Não olhe para baixo, vou me aproximar e quero apenas que vc sinta cada toque meu. Vou deslisar sobre suas coxas meu rosto quente. E começarei a explorar em pensamento cada pedacinho da sua pele a qual desejei incontrolavelmente por meses.

Estou mais perto do que vc imagina. De onde estou consigo sentir seu cheiro e percebo que vc acaba de sair do banho. Consigo alcançar a toalha na sua cintura e sem a menor dificuldade desfaço o nó que a prende a vc. Um lado da toalha se desprende do seu corpo e seu quadril nu fica a mostra. Deslizo os dedos na sua pele branca enquanto a outra mão despe vc arrancando de cima do seu colo a outra parte da toalha.

NU EM MINHA FRENTE VC ENCHARCA MINHA BOCA.

A visão que tenho é melhor do que tudo que podia imaginar e mesmo ainda tudo isso sento fruto da minha imaginação, vc é sem dúvida tão perfeito quanto tudo que imaginei ser. Confuso eu sei, porém, é assim que fico na sua presença.

Seu membro adormecido, ou quase despertado pelas minhas palavras até o momento, é tão lindo quando seu rosto quando sorri pra mim. Não conseguiria tocar em vc apenas com os dedos e mãos. Minha boca saliva de tal maneira que tudo o que me permito fazer é acaricia-lo com a língua.

QUE GOSTO DELICIOSO VC TEM!

Surjo por entre suas pernas e o vejo com os olhos fixos na tela do note. Agarro seu pênis e o desperto de uma vez por todas. E enquanto o chupo vejo que vc se rende ao encosto da cadeira e suspira de olhos fechados. Certamente consegue sentir meus lábios engolindo-o.

AH BRUNA VC DESPERTA TODO O TESÃO QUE EXISTE EM MIM!

Sua frase digitada invade meus ouvidos como se vc estivesse sussurrando. Percorro seu corpo com as mãos e percebo que vc ainda está molhado, e minha vontade é de lamber cada gota de desliza sobre sua pele. Vc estica os dedos sobre o teclado e suas frases agora, assim como as minhas viram ações. Seus braços me puxam pra cima e me arrancam debaixo da mesa, e eu que tinha todo o controle da situação tenho agora uma fantasia dividida com vc e juntos vamos nos descobrindo.

Vc me agarra e me senta na mesa e minha blusa é arrancada do meu corpo por suas mãos e meus seios ainda cobertos pelo sutiã são agarrados por vc.

AH EDUARDO, VC ENCHARCA NÃO SÓ MINHA BOCA!

Sinto o calor do seu corpo, a textura dele e o gosto da sua boca e isso parece me transtornar. De onde estou me contorço e só escrevo uma frase; "tira a minha saia"!
Vc manda, mas também obedece, e como um aluno exemplar me deixa nua em pelo em poucos minutos.
Me deita na mesa e senta novamente na cadeira, abre as minhas pernas e me abocanha.

NÃO SEI O QUE ESTÁ MAIS QUENTE, SUA LÍNGUA OU MEUS LÁBIOS VAGINAIS.

Me contorço ainda mais e enquanto de olhos fechados deslizo as mãos sobre meus seios. Agora sou pra vc, o prato principal, e ao invés de vc dedilhar no teclado do note agora dedilha dentro de mim me fazendo gozar deliciosamente. Meus gemidos e gritos de prazer invadem a tela no seu computador e também o ambiente em que estamos. Meus gemidos se misturam aos seus carinhos em mim. Já me perco no real e no virtual. Não sei mais onde está a divisão disso tudo, pois estou completamente entregue a nossos desejos.

VC DIGITA E MEUS OUVIDOS ESCUTAM...PEDE BRUNA, PEDE QUE EU FAÇO!

Quero vc dentro de mim Eduardo, quero seu pênis sumindo dentro dela.

Seus dedos escrevem, meus olhos leem, nossas mentes fluem, seu pênis penetra e minha vulva encharca. Nossa sintonia é uma só e encima da mesa nos completamos. Meu corpo pode estar na cama deitada, o seu ainda pode estar sentado na cadeira, mas nossas almas estão em pleno ato sexual e sentindo prazer jamais imaginado.

MEU CORPO DESLIZA SOBRE A MESA ENQUANTO SUAS MÃOS ME PUXAM PELO QUADRIL EM MOVIMENTOS DE VAI E VEM.



Sua boca beija meus seios e tudo o que mais desejo é nunca mais voltar a vida real.
Vc volta a sentar e me puxa para junto do seu corpo e agora eu volto a coordenar.

SENTO EM VC E REBOLO.

Sento em vc e pulo deliciosamente enquanto esfrego meu clitóris em seus pelos. Vc aperta minhas coxas e se diverte com meus seios balançando em seu rosto. E mais uma vez sua frase invade a tela e meus ouvidos.

VOU GOZAR BRUNA. PULA GOSTOSO QUE EU VOU GOZAR!

E vc sem mais controlar explode. E agora são seus gemidos que tomam toda a tela do meu computador.

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!! Hmmmmmmmmm!!!! Minha noooossaaaaaa!!!

Isso e um pouco mais é o que preenche a nossa conversa.

Alguns minutos em silencio e aos poucos vou voltando a mim e vc também vai se recompondo. Na realidade, nada aconteceu. Infelizmente não nos tocamos como queríamos, não nos beijamos como imaginamos, mas uma coisa foi extremamente real, eu fui aos céus com vc e vc foi além dos seus limites comigo.

Virtualmente ou não, nossa química quebrou as barreiras que nos separam e eu adorei estar em seus braços mesmo que apenas aqui dentro desse computador.                

sábado, 16 de novembro de 2013

Cartas e gozadas!



Olá! Meu nome é Vanessa e eu ainda não acredito que vou contar essa história. Foi surpreendente e inesquecível. Uma experiência única e maravilhosa.

Felipe era um amigo especial e eu sentia muito a sua falta após um mês inteiro sem notícias dele. Então resolvi visitá-lo para matar as saudades. Chegando em sua casa o encontrei fazendo uma de suas coisas preferidas, jogando poker com seus amigos Daniel, Fábio e Bruno. Conhecia todos, porém Daniel e Fábio apenas de vista. Bruno e eu já havíamos tido um flerte em uma festa na casa do Felipe mas nada passou de apenas olhares e sorrisos. 

Felipe me convidou para jogar e eu topei. Não tinha muito conhecimento, mas seria no mínimo divertido estar entre eles e quem sabe eu estaria com sorte naquele dia. Jogamos por 2 horas ou mais. Nem reparei que o tempo havia passado tão depressa pois por incrível que pareça eu estava ganhando quase todas. Acredito em sorte de principiante, mas naquele dia eu passei a ter certeza que isso existia mesmo. Ganhar de meninos tão viciados como aqueles era mesmo glorioso e muito satisfatório. A minha garra para o jogo e todos os meus blefes fizeram os quatro amigos desistirem de jogar e quererem fazer outra coisa.

FIQUEI EXTREMAMENTE FURIOSA!

Felipe, Daniel e Fábio definitivamente não queriam mais jogar, até Bruno dar uma ideia que no início me assustou um pouco. Vamos jogar Strip Poker, disse Bruno.

ARREGALEI OS OLHOS E PENSEI; AGORA EU TO FERRADA.

Recuei na mesma hora. Levantei da mesa e fui em direção a porta me despedindo de todos com um singelo abanar de mãos. Tchau pra vocês to fora, eu disse. No mesmo instante Fábio levantou do sofá e correu em direção a porta. Se colocando em minha frente impedindo minha passagem, caçoou de mim alegando que eu não era tão boa assim.

VOCÊ NÃO SE GARANTE VANESSINHA???

Meu rosto incendiou e minha vontade era meter a mão na cara dele. Perdeu de mim várias vezes, como podia se empinar em minha frente e dizer que eu não me garantia? Rapaizinho abusado. Bem, só me restava então provar que naquela mesa quem mandava era eu. Se a sorte estava comigo até aquele momento, não veria motivos para ela me abandonar logo agora.

RESPIREI FUNDO E VOLTEI PARA MEU LUGAR.

 Vamos lá então, estou louca para ver gente pelada nessa mesa, zombei daqueles meninos tão inocentes.

O primeiro a começar a se despir foi Felipe, tênis e meias. Que sem graça. Bom se eu quisesse deixá-los encabulados precisaria ganhar ainda mais. Felipe novamente e dessa vez a camiseta. Nas outras rodadas Felipe ganhou tanto quanto eu, não entendi o porque estava perdendo daquele jeito. Mas enfim prosseguimos com o jogo.  

E FELIPE PERDEU AS CALÇAS!

Só de cuecas Felipe tornava o jogo ainda mais interessante. Mesmo sendo apenas bons amigos, algo nele me chamou a atenção. O volume na cueca era visível.
O jogo prosseguiu quando um em seguida do outro foi ficando de cueca e eu sem entender tamanha sincronia. Não fazia muito sentido porém o mais importante é que eu estava completamente vestida.
Reparei que todos passaram a se olhar muito durante o jogo, mas não dei tanta importância já que minha missão naquele momento seria deixá-los completamente nus.

E DE REPENTE EU PERDI E LÁ SE FOI MINHA JAQUETA!

Respirei profundamente e a vontade de vê-los sem roupa aumentava a cada jogada. Era a cueca de cada um contra toda roupa que eu vestia, calça, blusa, jaquetinha, calcinha e sutiã. Seria impossível eles segurarem a tal cueca por tanto tempo.

MINHA BLUSA FOI AO CHÃO E JUNTO A MINHA CARA.

Ninguém dizia uma palavra apenas se olhavam e jogavam e eu pensando ainda mais no pênis de cada um.

PERDI, PERDI E PERDI!

De calcinha e seios a mostra finalmente consegui. Bruno perdeu no jogo e também a cueca. De tão eufórica pela enfim vitória fiz questão de ajudá-lo. Fui até ele e agachada em sua frente deslizei a peça íntima pelas pernas e por alguns minutos fitei seu pênis. Porque mesmo nós não ficamos naquela noite? Perguntei encantada com o pinto lindo que ele tinha. Todos riram e aquilo me excitou profundamente. Foi quando dei conta que eu estava completamente nua, ou quase isso, rodeada de caras na mesma situação e todos estavam excitados.

QUE BRINCADEIRINHA MAIS PERIGOSA MENINOS!

Bruno me ergueu pelo braço e me beijou. Ao mesmo tempo atrás de mim Felipe se aproximou e apertou minha bunda enquanto beijava nuca e costas. Fábio estava tirando a cueca e Daniel pela lateral tocava minha menina por cima da calcinha e a única coisa que passava em minha mente era que os quatro iriam me comer.

MEDO, FÚRIA, CURIOSIDADE E TESÃO!

Pouco a pouco fui sendo levada ao quarto, e todos estavam ao redor de mim, me beijando e me tocando. Ali eu era a gostosa, deliciosa e muito mais. E eu estava completamente envolvida com cada um deles. Do jeito de cada um fazer.

DEITEI NA CAMA E A LÍNGUA QUENTE DE DANIEL FOI A PRIMEIRA A TOCAR MINHA VAGINA JÁ ENCHARCADA.

Enquanto lambida, dois pênis roçaram meu rosto e com as mãos deslizei-os até a cabecinha encontrar minha boca. Um dedo úmido invadiu meu ânus.

O MEDO VIROU TESÃO. A FÚRIA VIROU TESÃO. A CURIOSIDADE VIROU TESÃO. E O TESÃO FOI QUADRUPLICADO PELOS NOMES DANIEL, FELIPE, BRUNO E FÁBIO!

Já não identificava quem era quem. Meus olhos estavam fechados quase que todo tempo. Meu corpo jamais sentiu tanto toque e tanta penetração ao mesmo tempo. Anal, vaginal, oral e a deliciosa punheta os deixavam delirando de prazer. Ninguém sobrou. Eram todos meus.

MEU CORPO TODO QUEIMAVA E POR INCRÍVEL QUE PAREÇA EU QUERIA MAIS, MAIS E MAIS!


Um por cima e outro por baixo e a dupla penetração me fez gozar infinitas vezes. De dois em dois os meninos revesavam a dupla penetração. Enquanto um montava o outro encaixava por baixo beijando meus seios. O desejo estava tão intenso que eu não sentia dor alguma. E os coordenava dizendo a palavra "troca". Não me senti usada em momento algum. Eu quis todos ao mesmo tempo desde o começo. Eu quis tirar a roupa desde o começo. Me vi trepando com os quatro desde o começo.

FODI! FODI! FODI O QUANTO PUDE E O QUANTO ELES AGUENTARAM!

Bruno já estava explodindo quando pediu para gozar na minha cara enquanto Felipe ainda metia um pouco mais. Quis que todos gozassem ao mesmo tempo em mim. Na cara, na boca, nos seios. Eles poderiam escolher mas todos deveriam gozar juntos em mim.

OS QUATRO PÊNIS AO MEU REDOR ME FAZIA SENTIR PODEROSA.



Todos apontaram seus membros em direção ao meu rosto e como metralhadoras fuzilaram minha pele fazendo-a ficar branca de gozo.

QUATRO EJACULADAS E UMA SAFADA!

Eu jamais esquecerei esse Poker!

Após esse dia nunca mais repetimos a dose. Porém confesso que adoraria jogar novamente.   

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Velho amigo, agora MEU barbudo!


Para mim, um homem de barba fica bem mais masculino. Dá aquele ar de homem rude e se bem cuidada a barba torna o homem muito mais interessante.

      Eu particularmente nunca dei muita importância se o cara tinha ou não barba, mas quando reencontrei um velho amigo na porta de casa me encantei perdidamente pelos lindos pelos que lhe cobria a face.
     

 Juliano e eu já havíamos tido alguns momentos de intimidade enquanto adolescentes, mas por motivos familiares precisou mudar de cidade e com o tempo fomos nos afastando. Os anos passaram, conhecemos outras pessoas e um belo dia o rosto angelical daquele menino foi sumindo das minhas lembranças, até nossos olhares se cruzarem novamente.

      Estava em casa a toa quando ouvi alguém bater a minha porta. 

NÃO PUDE ACREDITAR QUANDO O VI!

 Claro que no primeiro olhar seria impossível reconhecê-lo, quase 10 anos afastados e sem nenhum contato, mas aquele sorriso era só dele e aquele olhar eu jamais esqueceria.

Oi Má! Uma bela voz soou e um sorriso completava aquela frase me fazendo desacreditar no que via. Minha vontade era abraçá-lo de tanta alegria por reencontrá-lo, mas meu medo de tudo ter esfriado como eu realmente achava me impediu de pular em seu pescoço.
Juliano, é vc mesmo? Perguntei espantada. Sim Má eu voltei; ele disse me proporcionando a maior felicidade do mundo. 

E então não pude controlar, o abraço veio em seguida a tantos sorrisos trocados. E nesse momento senti o primeiro roçar daquela linda barba em meu rosto.

Após entrar e se acomodar no sofá, Juliano e eu conversamos por horas e horas, ainda tínhamos assuntos em comum e algo mais. Ele continuava moleque mesmo com cara de homem e foi novamente despertando em mim a tara que eu jurava ter acabado.

DEFINITIVAMENTE A TARA NÃO ACABOU!

      Em algum momento da conversa, Juliano tocou meu rosto dizendo como eu estava linda e o quanto ele havia sentido minha falta. Como dizer a ele que tudo que ele me falasse ou fizesse seria recíproco? 

E então, ainda sentado no sofá, Juliano chegou um pouco mais perto de mim e disse o quando queria matar as saudades. Engoli a seco e só pensava que o melhor orgasmo que eu já tive em toda minha vida havia sido com ele. COMO RESISTIR?  

Virei o rosto para ele e resolvi não mais me acanhar. Eu quero vc Má, aqui e agora, ele disse. Minhas mãos suaram no mesmo instante em que percebi aquela linda boca se aproximar da minha. 

Seu beijo ainda era o mesmo, com a única exceção de ter que descobrir o desenho dos lábios no meio de tantos pelos. 

Sua língua deslizou sobre meus lábios antes de chegar a minha e enquanto o beijo se concretizava, sua mão deslizava sobre meu corpo em direção aos meus seios. Sem nem perceber eu estava sem blusa e com toda delicadeza do mundo Juliano desabotoou meu sutiã. 

Piercings? Ele perguntou. Meus mamilos eram perfurados e na nossa época eu ainda não os tinha. Mas a surpresa o excitou ainda mais. 

Como era bom saber que mesmo com o rosto coberto de barba e com aquela cara de menino crescido Juliano ainda era o mesmo safadinho de sempre. Aliás, seu jeito sem vergonha misturado a cara de homem era o conjunto perfeito.

Mas de alguma forma estava diferente, dessa vez ele sabia exatamente o que fazer. 
Ju foi beijando cada parte do meu corpo e se tinha uma coisa que ele fazia como ninguém era abocanhar meus seios e a sensação da barba roçando em minha pele arrepiava meu corpo. Lentamente fui deitando no sofá e Juliano deslizou a língua sobre as jóias que meus mamilos possuíam. 

BRINCOU ATÉ ENCHARCAR...MINHA XOXOTA!

Desceu as mãos sobre meu quadril e abriu minha calça sem dizer uma única palavra, apenas me olhando profundamente e me deixando enlouquecida com cada movimento que ele fazia. Quando dei por mim estava nua e ele me tinha nas mãos novamente. 

 Tudo estava perfeito e ainda melhor com as cócegas que aquela barba fazia. E eu só imaginava como seria a sensação quando ele resolvesse descer um pouco mais.
      

LÍNGUA, PELOS, LÁBIOS E AS VEZES ATÉ DENTES!

Um de cada vez, e em alguns momentos todos juntos me levavam a doces lembranças do passado. Suas carícias foram descendo cada vez mais até seus pelos da face encontrar os meus pubianos. Outra habilidade fantástica desse menino. Sua língua percorria cada centímetro dela e meus lábios vaginais finalmente encontram aquela linda boca. 

O SILÊNCIO FOI QUEBRADO COM MEU GEMIDO E ENQUANTO EU DESLIZAVA OS DEDOS SOBRE SEU CABELO ELE DESLIZAVA OS DELE DENTRO DE MIM!

Ju penetrava levemente deslizando os dedos num vai e vem tão perfeito que minha alma parecia desprender do corpo. Sua barba fazia cócegas, sua língua arrepiava meu corpo e seus dedos me fizeram gozar deliciosamente.

Realmente Juliano tinha voltado, mas dessa vez mais homem do que nunca.

Minhas pernas ficaram moles e eu não acreditava que após dez anos iria sentir todo prazer novamente. Ju me carregou para o quarto e me jogou na cama  e enquanto me olhava profundamente ia se despindo. Camiseta, calça e a cueca estavam no chão e completamente nu Ju pulou sobre meu corpo me dando um beijo ardente. Suas mãos envolveram minhas costas e senti ser pressionada contra o corpo dele. E aquela barba, estava presente em cada movimento e fazia tudo ficar ainda mais delicioso. Agressivamente Juliano me penetrou e mesmo parecendo um sexo brutal cada metida dele dentro de mim me fazia delirar. 

PARAVA, REBOLAVA E METIA COM FORÇA.

E essa sequência foi me levando ao ápice do orgasmo. Era maravilhoso transar com ele.

Uma sincronia única de carinhos e pegadas expressavam o que a anos ficamos sem falar ou demonstrar. Ele estava dedicado a mim de uma forma que jamais esteve. Alí com o corpo colado ao meu, eu sabia que a falta e a saudade fez parte de ambos e agora, aniquilaríamos cada falta que sentimos do outro, em cada movimento. Ele estava feroz como um leão, pouco me deixava toca-lo, e com toda fúria que demonstrava no sexo se deixou mostrar menino quando disse que jamais me perderia novamente. 

JULIANO TOCOU ALÉM DE TUDO MEU CORAÇÃO!

E ali me derreti por dentro e por fora. Seu olhar era bruto mas seus olhos estavam cheios de carinho. E em meio a gemidos, putaria e carinho Juliano gozou.

UM ABRAÇO E NADA MAIS!

Juliano voltara, mas dessa vez para ficar.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Você, meu sonho.


Desligo o note e a última imagem presa na minha retina é sua foto, os olhos castanhos, a barba escura contrastando com a pele branca, os lábios que imagino macios, o peito nu, a cueca preta e seu corpo magro impregnado nos meus pensamentos.

Deito na cama exausta, mais uma madrugada de insônia e saudades, já tem dias que você não aparece online. Não bastasse a distância e o fato de não te conhecer pessoalmente, ainda sofro sem suas palavras pra me aquecer. Por isso adormeci te chamando nos meus sonhos, e você veio, num quarto simples de hotel, com um sorriso doce e sexy, não disse nada, apenas esticou sua mão em minha direção, num convite impossível de ser recusado.
Assim que nossas mãos se encontraram, senti seus dedos gelados e um puxão que levou meu corpo ao encontro do seu abraço, senti um arrepio intenso e minhas pernas amolecendo. Meu coração descompassado com a proximidade dos seus lábios, fechei meus olhos e me entreguei aos seus beijos, as línguas se roçando e as bocas unidas cheias de desejo, febre, salivas. A tua barba arranhando meu rosto e suas mãos apertando minha cintura, deslizando pelas minhas costas, minhas mãos se movem sozinhas, buscam teus ombros, tua nuca, querem saciar a necessidade de te ter.
A toalha que cobria meu corpo, se desprende e escorrega ao chão. Sem nada pra me proteger, sinto sua perna e a textura da calça jeans entre minhas coxas, meus seios se esfregam no algodão da sua camiseta vermelha, mordo vagarosamente seus lábios, soltando um gemido baixo de prazer. Seus braços me soltam e eu caio deitada na cama, as pernas entreabertas, quero reclamar por ter me soltado, mas me detenho ao ver você arrancando a camiseta e abrindo a calça. Ver você se despir, tão devagar, faz meu corpo estremecer, sinto minha respiração pausada, passo minha língua nos lábios, brinco instintivamente com meu piercing.
Você se ajoelha na beirada da cama e aperta minhas pernas com as mãos, abrindo-as enquanto se deita sobre o meu corpo. Quero te puxar para dentro de mim, acabar logo com essa vontade agoniante que me domina, mas você se detém nos meus seios, segurando-os entre suas mãos, envolve meus mamilos com a boca, arrancando mais gemidos da minha garganta. Abraço seu corpo com minhas pernas, você percebe a tortura que está fazendo e sorri deliciosamente, deixando meus mamilos, você sobe vagarosamente... beijando meu ombro, meu pescoço e termina por morder suavemente minha orelha enquanto finalmente me penetra, me preenchendo por completa.
Eu chamo seu nome entre gemidos, arranho suas costas e com o quadril acompanho seus movimentos, a luz acesa me permite ver seu rosto levemente molhado de suor e a expressão de prazer. Sinto meu corpo tremer, os músculos se contraindo a cada metida sua, tento me segurar e prolongar mais um pouco a sensação maravilhosa que antecede o orgasmo, mas como se adivinhasse e quisesse mostrar seu poder sobre mim, você me beija apaixonadamente e aumenta o ritmo das suas investidas. Um formigamento e um calor imenso toma conta do meu corpo, que explode em êxtase! 
Eu te aperto, num abraço quase desesperado, as bocas unidas, os olhos cerrados, sinto seus dedos acariciando meu rosto, abro os olhos devagar e sorrio, ainda te sentindo completamente rígido dentro de mim. Beijos seus lábios devagar e empurro levemente seus ombros. Sem nos desgrudarmos, giro seu corpo e me coloco sentada em cima de você, seguro suas mãos com as minhas, firmando-as no colchão enquanto continuo a mover meus quadris, me esfregando, subindo, descendo, alternando o ritmo de acordo com a minha vontade. Seus olhos brilham e seus lábios se comprimem tentando reter gemidos, ou gritos, e isso me deixa completamente louca, em transe, aumento o ritmo me sentindo completamente excitada novamente.
Solto suas mãos e levanto meu tronco, permitindo que você veja meus seios balançando e a volúpia que toma conta do meu corpo. Sinto seus dedos cravarem na minha perna, subindo pelos quadris e me mostrando o ritmo do seu prazer. O suor faz nossos corpos escorregarem com facilidade, numa dança única, como se já fossem íntimos um do outro, sinto as ondas de prazer que tomam conta de todos os meus sentidos e me deito sobre seu peito, sussurrando em seu ouvido "goza comigo, amor". Você me cala, invadindo com sua língua a minha boca, puxando meus cabelos, o outro braço em volta da minha cintura e enfim o seu corpo estremece junto com o meu, num orgasmo intenso, conjunto.
Acordo assustada, suada, tremendo, o celular tocando. Passo o dedo sobre a tela e vejo uma mensagem sua, desejando um bom dia e me contando que onde você está, o tempo é de muita chuva. Eu suspiro e respondo, desejando bom dia também, mas querendo apenas dizer, "sonhei com você e queria que estivesse aqui".

Conto fornecido pela autora "ACP".

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Meu pedaço de chocolate!



Abri meus olhos, olhei ao redor, o quarto estava vazio, o chão estava molhado, a toalha estava sobre a mesa, o vapor do chuveiro ainda estava no ar e embaçava o espelho, e eu, bem eu estava deitada na cama completamente nua.

Me virei de bruços e enquanto abraçava o travesseiro exalei o delicioso perfume que nele estava e isso me trouxe uma vaga lembrança da noite anterior. Enquanto forçava a mente para fazer surgir alguma lembrança percebi um pequeno detalhe.

UMA CUECA BRANCA ENFEITAVA O ABAJUR SOBRE O CRIADO MUDO.

Fleches vinham em minha mente e uma linda bunda perfeitamente desenhada surgiu em meus pensamentos.

Me distanciei do travesseiro sentando sobre as pernas e ao olhar na cabeceira da cama vi uma linda calcinha e então mais um fleche surgiu.

MÃOS ARRANCANDO A PEÇA ÍNTIMA DO MEU CORPO FAZENDO-A DESLIZAR SOBRE MINHAS PERNAS.

Sentei e abracei meus joelhos, foi quando percebi que os mesmos estavam levemente arroxeados. Mais um fleche e dessa vez um forte gemido e a clara imagem dos meus seios balançando enquanto quase de quatro era explorada. Respirei profundamente. Levantei e andei pelo quarto. Tentei de todas as formas lembrar de algo mais concreto como um rosto por exemplo. Eu estava certa de que havia transando com alguém, mas seria muito mais confortável se eu soubesse quem seria esse alguém.

Abri a porta do quarto e no corredor a minha frente estavam mais peças de roupa. Dessa vez uma calça masculina e minha blusa. Na mesma hora, mais um fleche. Um empurrão me fez ficar de encontro a porta e enquanto o espiava com o canto do olho com o cabelo no rosto o vi tirar a calça e em seguida sem deixar que me virasse para ele, arrancou minha blusa e a jogou no chão. Passo a passo fui olhando ao meu redor e observando cada detalhe do cenário. Cheguei ao topo da escada e de cima avistei no começo do corrimão meu jeans pendurado por uma só perna. Fechei os olhos e mais um fleche.

Com as costas nos degraus deitada com ele em cima de mim senti suas mãos abrirem minha calça enquanto sua boca deliciosamente beijava meu pescoço.

SEU ROSTO ESCONDIDO MAIS UMA VEZ.

Desci, e degrau por degrau tentava descobrir quem afinal passou aquela noite comigo. Cheguei a sala e por cima do encosto do sofá a camiseta dele se fazia presente. Alí tudo começou e era a minha chance de lembrar ao menos um detalhe do rosto até então desconhecido.

AINDA NUA DEITEI NO SOFÁ.

 Peguei a camiseta e levei-a de encontro ao rosto para sentir o perfume que certamente me levaria ao dono. Aquele que se tornou meu tormento.

RESPIREI UMA, DUAS, TRÊS VEZES E O FILME COMEÇOU.

A porta abriu, entrei e o convidei para sentar. Abrimos uma garrafa de vinho. Duas garrafas de vinho. A terceira pela metade fez com que eu aceitasse o que ele me propusesse. No sofá arranquei sua camiseta e a pele negra e sedosa me excitou profundamente. Nos beijamos, nos apalpamos e na primeira chance corri para as escadas implorando que ele me seguisse. Subi somente três degraus quando ele me segurou pela cintura e me deitou na escada. Com mãos habilidosas me livrou do apertado jeans que eu usava. Subi as escadas de quatro enquanto sentia a língua dele umedecer meu ânus por cima da calcinha. No topo da escada já de pé nos beijamos e aquele negão maravilhoso apertou meus seios por cima da blusa e os mordeu.

FUI SENTINDO CADA MORDISCAR EM MEUS MAMILOS ENQUANTO DE COSTAS IA EM DIREÇÃO A PORTA.

Quando me virou de costas e me empurrou contra a porta. Senti seus dedos deslizarem sobre minha bunda alcançando minha vagina e me penetrando deliciosamente.

GEMI, GEMI E GEMI.

Só imaginava aqueles dedos escuros contrastando com minha xoxota rosada.

FIQUEI COMPLETAMENTE EXCITADA.

Ele abriu e tirou a calça e tinha certeza que seria alí que aquele negão me foderia. Eu de calcinha e blusa, ele de cueca. Não tinha mais como prolongar. Ainda de costas para ele mas sem os dedos em mim, ele arrancou minha blusa e jogou ao chão. Olhei para meus seios e vi suas mãos negras os apalparem. O contraste de cor me excitava e minha curiosidade em relação ao tamanho do seu membro me instigava profundamente.

A PORTA SE ABRIU E NUA FUI JOGADA NA CAMA.

De frente para ele, puder observar cada detalhe. Cueca branca. Nenhum contraste de cor me excitaria tanto quanto sua pele negra vestida com a cueca branca. A cueca que delineava o formato do mastro duro.

AH NEGÃO, QUE TESÃO!

Sua cueca foi jogada no abajur e meu espanto era visível. Seu pênis era lindo, grande sim mas nada anormal. Só não teria coragem de deixá-lo me penetrar por trás.
Ele me puxou para a beirada da cama, abriu minhas pernas e abocanhou minha menina ainda com a calcinha.

ENQUANTO SUA LÍNGUA ENCHARCAVA O TECIDO POR FORA, MINHA VAGINA ENCHARCAVA O TECIDO POR DENTRO.

O sabor de dentro de mim ia de encontro a língua adoçando a boca dele. Minha calcinha foi saindo pouco a pouco e após deslizar sobre minhas pernas foi lançada até cair sobre a cabeceira da cama. Sua língua parecia ser tão grande quanto seu pênis.
Ele já estava tão ansioso quanto eu e num puxão só, me ergueu, agarrou meus braços e cabelos me deixando quase de quatro e assim enfiou o imenso mastro na minha buceta encharcada. A cabeça do seu pênis atingia lugares jamais visitados antes e eu estava delirando de prazer.

O SOCAR DA PIROCA ERA TÃO INTENSO QUE ME FEZ GOZAR INÚMERAS VEZES




Demorei para me lembrar dos detalhes mas após a lembrança do orgasmo vir a tona, foi fácil recordar que transamos não só no chão, mas também na cama, na mesa, no chuveiro, na parede, na sala. A casa ficou pequena para nossa performasse.

Foi quando o filme em minha mente acabou e ao abrir os olhos me deparei com o ator principal em pé ao lado do sofá em minha frente totalmente pronto pra outra. E eu pude finalmente descobrir que o ator principal e dono de toda a minha imaginação era um completo desconhecido. Um desconhecido sim, mas o pedaço de chocolate mais delicioso que já comi.                  

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Aluno exemplar.


Sou apaixonada pela minha profissão. Professora numa escola particular como sempre sonhei, lecionava para alunos do segundo grau. Naquele ano, desde o primeiro dia de aula um certo aluno me mandava bilhetes e fazia gracinhas com as coisas que eu dizia, levando tudo para o duplo sentido.

Nunca dei corda para suas brincadeiras até porque além do cargo que nos separava automaticamente, ele era bem mais novo do que eu. Mas mesmo com apenas 16 anos Fernando era muito gostoso. Não da pra negar que como mulher eu ficava completamente mexida por ele. Menino extremamente ousado e corajoso me surpreendeu saindo da escola num fim de tarde.

Deixei a sala dos professores e indo em direção a saída Fernando se aproximou e perguntou se eu precisava de ajuda. Ah se ele soubesse que tipo de ajuda eu realmente precisava. Estava mesmo sobrecarregada. Livros, bolsas, atraso sexual, provas, papéis e mais papéis. Aceitei sua ajuda e ao mesmo tempo me arrependi poque já imaginava que daquele lindo menino, nada seria de graça.

 Mesmo que eu topasse pagar o que fosse para sentir aquele moleque bem de pertinho. Fernando esticou sua mão em direção ao meu ombro e quando percebi me afastei com um passo pra trás questionando o que ele estava tentando fazer. Tentando pegar sua bolsa para carregar pra senhora, disse ele. Disfarcei o quanto pude mas não tinha como não notar minha face avermelhando em segundos.

Entreguei-lhe a bolsa e mais alguns livros e enquanto caminhávamos em direção a saída em absoluto silêncio, Fernando disse ter esquecido a blusa dele no banheiro da escola. Que desculpa esfarrapada, pensei, mas se ele estava sendo tão gentil em me acompanhar até o carro, que problema teria se eu fosse com ele até a entrada do banheiro, ou até lá dentro quem sabe. Que problema afinal teria em pagar um boquete pra ele? Minha nossa, me distraí por alguns minutos.

O banheiro não ficava tão distante de onde estávamos e como a escola já estava vazia, ninguém nos veria andando juntos pelos corredores. Pedi que ele não demorasse pois eu estava realmente com muita pressa e claro, estava lutando contra a vontade de pular naquele menino. Fernando entrou no banheiro e eu obviamente esperei do lado de fora, olhando para o relógio impacientemente. Cada segundo ao lado daquele rapaz era um risco pra mim e pra ele obviamente.

De repente ouvi um grito que vinha lá de dentro. SOCORRO!!! A voz de Fernando ecoava pelas frestas da porta. Me desesperei, não sabia se entrava ou se procurava o zelador da escola. Mas seria muito tempo perdido e algo sério poderia estar acontecendo aquele menino. Fernando o que houve? Gritei para dentro do banheiro, mas com o corpo ainda do lado de fora. Não via e nem ouvia mais nada. Resolvi me encorajar e descobrir de uma vez por todas o que de fato estava rolando.

Tensa com toda certeza, dei o primeiro passo para dentro do lavabo. Larguei minhas coisas na entrada e fui adentrando com a cabeça em busca de algo. Fernando onde está vc? Perguntei ainda mais nervosa. De repente ouvi o barulho do chuveiro ligado e enquanto entrava a visão daquele espetáculo de homem ia surgindo.



Completamente nu, completamente molhado e completamente perfeito. Em toda minha vida jamais vi um corpo tão bem torneado assim tão de perto. Fiquei paralisada por alguns segundos e esqueci de todo susto que tomara pelos mesmos segundos. Seus pelos pingavam água enquanto a mão deslizava sobre peito e membro.Algo dentro da minha cabeça dizia para acordar e voltar a realidade, mas meu corpo simplesmente não mexia, meus olhos simplesmente não piscavam e minha boca simplesmente não fechava.


Fitando cada detalhe percebi seu pé molhado pisar para fora do box e um seguido do outro caminhava em minha direção. Precisava me mexer, precisava reagir ou seria atacada. Nossa, atacada! Minha nossa, ATACADA! Alguém me ouvia?? EU SEREI ATACADA! Minha nossa, que delícia. EU FUI ATACADA!

Claro que não me movi. Já piscava, já fechava a boca e se eu quisesse poderia sair correndo daquele lugar, mas não. Que mulher não gostaria de se ver em tal situação? Me fazendo de morta esperei para ver do que aquele menino seria capaz. Suas mãos seguraram meu rosto e enquanto presa nelas senti o roçar do seu rosto molhado no meu. Me cheirava e deslizava os lábios sobre os meus. Nenhuma palavra, nenhum som. Apenas gestos e toda possível sacanagem estavam presentes.

Senti suas mãos percorrerem minhas costas e eu só pensava na maldita depilação que não havia feito naquela semana. Porque fui deixar pra ultima hora? Tantas provas, tantos afazeres e eu deixei de cuidar de mim. O que ele iria achar? Passei a me preocupar como uma garotinha que iria dar pela primeira vez. Que idiotice, na cabeça daquele menino eu era a professora, a que mandava e desmandava. Eu era a diferente de tudo que ele já teve na vida, então peluda ou não Fernando queria e iria me comer.

Caramba! Nesse momento o gostoso lambia meu pescoço e me fazia virar os olhos. Os olhos e o corpo, virou meu corpo e me jogou contra a parede do chuveiro. Parei ao dar de cara com ela e antes que me virasse para ele o desgraçado puxou meu cabelo e agarrou minha bunda. Nesse momento eu já estava encharcada, por fora e por dentro. Menino...eu disse. Sim professora, ele respondeu. Beijos, beijos, beijos, lambidas, lambidas e mais beijos. que tesão do caralho senti naquele moleque. Já era minha blusa, o maldito abriu violentamente minha camisa e o sutiã branco molhado praticamente esfregava na cara dele meus seios e mamilos.

Socorro? Eu perguntei enquanto ele espremia um seio contra o outro em suas mãos. Socorro sim professora, eu to com o pau latejando de tesão pela senhora, por favor me socorre. Cinto no chão, e o zíper abrindo. Tirar minha calça não foi fácil. A porcaria toda molhada grudava no corpo, mas ele sabia muito bem o que queria e mesmo com tanto trabalho, minha calça foi parar na pia. Já nem pensava nos pelos quando minha calcinha foi lançada ao ar. Agora era apenas a minha linda e peluda xoxota e seu mastro duríssimo.

Meu pau quer sua boceta professora, ele dizia. Mete nela então Fernando, respondi erguendo uma perna e entrelaçando na cintura dele. Fernando me pegou no colo e me prensando contra a parede enfiou aquele pau delicioso nela e meteu, meteu e meteu muitas vezes. Eu pulava em seus braços e seu caralho entrava e saia da minha buceta. Era tesão demais naquele banho, eu já havia gozado várias vezes enquanto ele ainda metia. Vc não vai gozar mocinho?; perguntei a ele já sem forças. Só se for no seu cuzinho professora, o filha da puta respondeu.



Meu cu! O desgraçado queria comer meu cu. Fiquei pasmada com a atitude ousada dele. Fiquei pasmada e dei meu cu pra ele, na mesma posição. O garotinho tinha mesmo força nos braços e eu não sabia que tinha tanto prazer em dar o rabo. Que bunda deliciosa professora, agora sim eu vou gozar; aquela voz de menino adolescente falou ao meu ouvido. Então goza que eu não aguento mais Fernando, respondi quase em desmaio. Os gritos dele enquanto gozava eram deliciosos. Mas enfim a putaria chegou ao fim e a professora santa, se é que ela existiu em algum momento voltou a habitar o meu corpo.

Desci dos braços dele, vesti minha calça sem calcinha, juntei tudo e voei para o carro. Com um sorriso muito sem vergonha Fernando me chamou antes que eu saísse e disse; até amanhã professora. E por favor venha de saia.