A festa estava perfeita. Era cada vez melhor estar contigo e tua companhia era tão completa e envolvente.
Mas a medida que as horas passavam a vontade de ter aquele momento a sós contigo só aumentava.
Bastou uma troca de olhares para entender que você também me devoraria. Para entender que mais uma vez estávamos na mesma sintonia.
Durante toda a noite, e mesmo na frente dos amigos, nos provocamos e nos testamos, e me entregar de uma vez era tudo que eu queria.
A vontade era grande demais. A euforia e o tesão aumentavam em cada movimento teu, em cada toque, em cada olhar.
Tocar teus lábios com os meus já era arriscado demais.
Teus olhos em alguns momentos pareciam me engolir. Sentia no fundo da alma o quanto eles analisavam cada parte do meu corpo.
E tamanha vontade fez de uma "saída à francesa", a solução para nossos problemas.
Dentro do carro a caminho de casa as provocações só aumentavam e você tinha um dom surreal de me deixar completamente entregue e submissa as tuas vontades.
Que delícia ver tua boca beijar meus dedos enquanto os mesmos entrelaçavam nos teus.
Era lindo te ver dividindo comigo a atenção que tinha na direção, enquanto acariciava com afinco teus lindos lábios e língua na minha pele.
TUA BOCA QUENTE DESPERTAVA O CALOR DE DENTRO DE MIM
Sutil e delicado o líquido morno escorria de dentro dela indo de encontro a calcinha e a euforia começava quando teus gemidos provocativos invadiam o silencio do carro. Não via a hora de chegar em casa.
AH MENINO, VOCÊ DESCONFIGURAVA TODO MEU AUTOCONTROLE.
Nosso destino se aproximava, mas o tesão já incontrolável não nos fez perder mais tempo.
Um canto deserto, e o estofado do carro foram o suficiente para que eu derretesse em gozo para vc.
O vestido q eu usava tornou tudo mais prático, e o deslizar da minha calcinha sobre as pernas fez com que você acelerasse as ações.
Teu corpo vindo em direção ao meu descompassava as batidas do meu coração e contraia ainda mais o pulsar dos meus músculos vaginais.
O TESÃO ENTRE NÓS ERA PERTURBADOR
Quando teus dedos passearam entre minhas pernas e invadiram meu corpo, amoleci como manteiga derretida deslizando no banco do carro. Tua boca gemendo eufórico no meu ouvido quase me levou ao orgasmo absoluto enquanto era puxada pelos cabelos.
Me entrego à você sentindo todos os teus toques enquanto de olhos fechados derreto em tuas mãos.
AH MEU AMOR, PRECISO DE VOCÊ TODOS OS DIAS!
SÓ VOCÊ PODE ME PROPORCIONAR PRAZER ASSIM!
Tua voz safada enfim me pede para sentar nele, e com delicadeza monto em vc, que sentado no banco observa cada movimento do meu corpo.
Erguer o vestido foi o suficiente e teu pênis lindo já duro como rocha aguardava o deslizar da minha menina encharcada sentando sobre ele.
E NESSE MOMENTO A CERTEZA DE QUE ELES FORAM FEITOS UM PARA O OUTRO ERA PLENA.
Me faltam palavras para descrever como era bom fazer amor contigo. Como nossos corpos se conectam da forma mais intensa possível.
Como é bom senti-lo entrando e saindo do meu corpo, como é perfeito olhar pro teu rosto e ver o tesão que sentes com tudo isso demonstrado em cada expressão.
Quando vc morde os lábios, quando franze a testa, quando fecha os olhos, quando fala as palavras mais doces e as mais sacanas enquanto eu rebolo sem controle sentada em você.
Tuas mãos buscando meus seios cobertos pelo vestido, as minhas apoiadas ao volante do carro me ajudando a quicar como louca. Nossos corpos em sintonia perfeita chegando ao ápice no mesmo instante
O teu líquido quente jorrando para dentro de mim no mesmo instante em que ela fricciona de prazer.
GOZAR JUNTO COM VOCÊ É A MELHOR SENSAÇÃO DO MUNDO!
E continuaria gozando infinitas vezes se pudesse.
Mas meu corpo exaurido e ainda tremulo com espasmos de prazer demonstravam que eu precisaria de alguns minutos para me recompor.
E como era bom fazer isso deitada no teu peito. Esperando deliciosamente minha alma voltar ao corpo. Melhor ainda era mais uma vez confirmar que DEFINITIVAMENTE nossos corpos foram feitos um para o outro.
A casa estava escura, o silêncio da madrugada já se fazia presente, e todos os pensamentos que me vinham a mente estavam em você.
Aquele que para mim era o fruto proibido. Como noivo da minha irmã eu precisava entender e aceitar que você jamais seria meu.
Numa noite como outra qualquer, você estava em casa com ela. Meus pais haviam viajado e ela aproveitava tais situações para ficar mais a vontade com você. E eu, come sempre, apenas imaginava e invejava tudo que acontecia.
Já era tarde, eu estava na sala ainda sem sono, tentando fugir dos sons perturbadores que ouvia através das paredes. Risos, gemidos, gargalhadas. A sintonia de vocês era intensa e isso me fazia acreditar, ainda mais, que ter uma noite contigo estava fora do meu alcance.
Eu assistia meu seriado de TV quando você surgiu somente de cueca samba canção em busca de um copo de água. E exatamente desse jeito, parou ao meu lado. Normalmente eu evitava olhar para você, mas dessa vez me senti hipnotizada ao reparar o desenho que seu pênis solto fazia no leve tecido da cueca.
O desejo que tinha era perturbador e somente me afastando eu conseguiria controlar alguns impulsos.
Parei de te olhar, mas seu corpo em pé ao meu lado me desconcentrava, e todos os seus comentários sobre o que passava na TV não fazia o menor sentido para mim. Não aguentei, e com o canto do olho espiei teu corpo novamente.
Foi quando o copo de água suado foi a sua boca, e algumas gotas pingaram em sua barriga. Por alguns segundos emudeci visualizando a gota escorrer até o tecido da sua cueca.
Fiquei excitada no mesmo instante, mas para evitar qualquer problema, arrumei alguma desculpa para deixá-lo e fui para meu quarto.
Jamais imaginaria que você passearia pela casa de madrugada, por isso não me importei em vestir uma camisola um pouco mais curta. E mesmo que esticasse-a para baixo tentando não ficar exposta, a camisola era curta o suficiente para surgir de você, um comentário provocante, antes mesmo que eu tentasse fechar a porta.
Não estava muito certa do que você havia dito. Talvez por não acreditar que fosse possível. Mas seu olhar faminto em minha direção bastava.
Você largou o copo encima de uma mesinha qualquer que decorava a sala, seu corpo foi se aproximando sem freio. Seu braço se esticando até a mão alcançar a maçaneta da porta, enquanto a outra me empurrava para dentro do quarto.
FIQUEI SEM FALA, FIQUEI SEM VOZ, FIQUEI SEM AÇÃO
Minhas pernas amoleceram quando teus braços envolveram minha cintura e você me tomou num beijo intenso e longo. Ainda podia sentir o geladinho da água que havias tomado. Suas mãos deslizavam no tecido de algodão que eu vestida, num provocar desenfreado erguendo aos poucos minha camisola.
Desejei você todos os dias desde que o conheci, e por mais errado que tudo aquilo seria, não conseguia parar de te beijar. Não conseguia parar de agradecer por conhecer o sono pesado que ela tinha. Não conseguia me soltar de seus braços, simplesmente porque eu não queria.
Tudo que sempre desejei estava prestes a acontecer e descobrir em cada detalhe que você tinha as mesmas vontades, tornava aquela noite a mais completa e perfeita da minha vida.
O medo de sermos pegos começou a tomar conta de mim, e tal adrenalina misturada aos teus toques tão perfeitos me excitavam arrancando suspiros e gemidos. Tua boca percorria meu corpo enquanto você se ajoelhava em minha frente.
Senti tuas mãos quentes deslizarem por minhas coxas até encontrar minha calcinha, e com cuidado e delicadeza, senti a mesma deslizar por minhas pernas. Eu ainda de pé, você ainda de joelhos. E então começava um dedilhar sutil, o qual mais uma vez, arrancava de mim gemidos e suspiros.
FECHEI OS OLHOS E ESPEREI PELO MELHOR
Foi quando tua língua se perdeu entre pelos e lábios. E o que antes eram pernas amolecidas, agora já não mais conseguia ficar em pé. Com tua ajuda deitei na cama, mas você ainda no chão de joelhos continuava a me lamber e chupar, acariciar e dedilhar.
MEU CORPO EM TRANSE CONTORCIA ENTRE OS LENÇÓIS
Dedicado ao sexo oral, me fez quase perder os sentidos. E gemer baixinho era algo que já não conseguia fazer. Tua língua estimulando meu clitóris, vagina e ânus e teus dedos entrando e saindo dos meus orifícios me fizeram gemer como louca.
Meu ânus apertado virava brinquedo em tuas mãos, e num momento de lucidez agarrei o travesseiro e abafei os gritos insanos que você me proporcionava.
Meu quadril mexia fazendo seus dedos serem engolidos por minha vagina. Eu rebolava em tua boca enquanto imóvel você me via perder o controle pela primeira vez.
TUA BARBA MOLHADA, MINHA VAGINA GOZADA. E EU AINDA QUERENDO MAIS
Teus dedos encharcados com minha essência foram em mim boca. E o sabor do orgasmo me fez querer retribuir da mesma forma o que você havia feito.
Montei em teu corpo que já estava confortavelmente deitado em minha cama. E enquanto me ajeitava para te chupar, mal acreditava que tudo aquilo estava de fato acontecendo.
Tirei com delicadeza sua samba canção, e a medida que a expulsava de seu corpo, surgia o tão esperado momento. Aquele em que eu mataria a curiosidade de saber como ele era.
Mal consigo explicar a perfeição. Duro com certeza, rosado e apetitoso. Grosso, cheio de veias, imponente e extremamente saboroso.
Por um momento achei que minha boca não comportaria o tamanho, mas com jeitinho e aos poucos, meus lábios encharcados deslizavam com facilidade.
Enquanto o chupava entendia o porque minha irmã gemia tão alto. E eu já não suportava esperar para ter a mesma sensação. Queria logo sentir você socando ele dentro de mim.
Mas não podia me apressar. Talvez aquela fosse nossa única chance e eu me dedicaria por completo à você.
CHUPEI! SUGUEI, LAMBI, MORDI, ENCHARQUEI, ASSOPREI! CHUPEI DE NOVO E FIZ TUDO DE NOVO
Agora eram teus gemidos que o travesseiro abafava.
Não tínhamos muito tempo para detalhes. A cada minuto que você permanecia ali comigo era um risco que corríamos. Então, numa pegada forte e brusca fui jogada de quatro na cama. Suas mãos apenas levantaram minha camisola deixando a mostra meu rabo empinado pra você. E finalmente socou seu delicioso pau dentro dela.
MAL PODIA ACREDITAR
O soca soca frenético me fez gozar inúmeras vezes. Seu dedo invasor pressionando meu ânus era um bônus o qual eu não esperava, mas que definitivamente fazia toda a diferença.
Suas mãos grandes apertavam meu quadril levando-o de encontro ao seu, e isso me tirava o ar e quase sem folego desabei entre os travesseiros empinando minha bunda ainda mais para você.
Gozamos, juntos e eufóricos. Mas descobri que minha vontade de você só aumentou. Queria mais, queria me expor mais. Faltaram os gritos, os tapas. Os puxões de cabelo que me fariam gemer e gemer cada vez mais. Meus seios fartos em tua boca. As posições não exploradas, enfim.
Mas precisava me conter com o que tinha.
Antes de voltar para ela, você se aproximou pedindo desculpas por não ter se controlado. Desculpas tão esfarrapadas como me encontrar "por acaso" ainda acordada no sofá.
Aceitei suas desculpas desde que fizéssemos um acordo. Não aceitaria mais passar vontades. Não aceitaria mais somente me masturbar pensando em você. Queria mais, queria ser sua tanto quanto ela era.
E eu sei que ela jamais aceitaria, mas por você Luiz Fernando, esperaria todos os dias.
Uma dor na lombar, das horas que ficamos juntos me fazia lembrar. Tua malícia tão envolvente era ainda maior quando eu estava presente.
A vontade de novamente contigo gozar, aumentava cada vez que meus olhos encontravam o teu olhar.
ERA PERCEPTÍVEL NO AR O QUANTO NOS DESEJÁVAMOS
Teu jeito divertido além de sedutor era instigante e perturbador. Você sabia ser a melhor companhia e engolir você como da última vez era tudo o que eu queria.
Tua mão agarrando meus cabelos em meio a uma conversa descontraída, me fazia esquecer completamente o que dizia.
E quando tuas mãos deslizavam sobre minha coxa por baixo do vestido, minha vagina me lembrou do que uma vez eu havia sentido. Minha calcinha molhada me lembrava do quanto um simples toque teu me excitava.
MEU CORPO JÁ SE PREPARAVA PARA O QUE VOCÊ ME PROPORCIONARIA
Entre risos e gargalhadas a espera me enlouquecia. Te ter era tudo que eu queria.
Pois quando você me desejava sentia com força bruta a vontade que te consumia.
A porta fechada me fazia pensar que naquele momento como bixos no cio iríamos nos agarrar.
Nossos gritos e gemidos incomodaram os vizinhos e no tapete macio trepei com você como uma cadela no cio.
AAAHHH!!! QUE DELÍCIA ERA SER FODIDA POR VOCÊ!
Fiquei louca quando de cerveja gelada te ví encher a boca. E quando vi teu dedo mergulhado no líquido gelado meu corpo inteiro ficou arrepiado.
Naquele momento percebi que querias atolar na minha vagina, teus gelados dedos e língua.
Tua criatividade era delirante e meu corpo em tuas mãos te proporcionava pura diversão.
Risos e gemidos nossa brincadeira louca me arrancavam suspiros. Folgado você me batia e eu delirava com tua ousadia.
Teu colo esparramado no sofá era o lugar perfeito para eu sentar. E teu pau tão imponente me fazia quicar loucamente.
Que delícia era novamente ser tua menina e naquela noite barulhenta mais uma vez eu estava sedenta. Teu sexo tão perfeito me fazia contrair por dentro. Minha vagina e minhas entranhas me proporcionavam sensações estranhas.
E agora estou viciada tanto na sua performance quanto na sua gozada.
Você tão sedento ainda me querendo, confesso causava medo. Mas tua dedicação em me dar prazer era o melhor que eu podia ter.
Teu corpo tão perfeito mechendo me fazia explodir por dentro e os espasmos de prazer me fizeram dormir e sonhar com você.
O dia ficou claro e eu não estava mais ao teu lado e ao acordar me veio uma provocante sensação, te proporcionar prazer absoluto se tornara minha maior missão.
Mais tarde naquela noite eu encontraria algo surpreendente. Estaria diante dos meus olhos alguém que por algum tempo havia sido presente.
Naqueles lindos olhos ví a antiga figura de um menino. E foi nessa imagem que voltei a sonhar com o perigo.
Aonde você estava que tanto te procurei? E porque foges de mim logo agora que te encontrei?
A dor de um passado reviveu entre nós dois e o ter em minha vida novamente eram planos que não poderia deixar para depois.
Em busca da minha maior alegria te procurei mais uma vez naquela esquina.
A esquina em que você costumava me esperar sempre depois do jantar.
Menino dos olhos marcantes, você se lembra de quando eramos grandes amantes?
Quando nos encontrávamos na penumbra da madrugada e você com intensos beijos me calava.
Naquele frio estacionamento seu carro era testemunha dos nossos momentos. E no apertado banco da frente, sua língua em meu corpo se fazia presente.
Quantas marcas meus pés deixaram no vidro do seu carro. Quantas vezes perdi meus brincos entre o banco e o encaixe do cinto. E quantas vezes o sol surgindo no horizonte é que nos mostrava o quanto a hora passara.
Mas era irresistível estar com você e hoje ainda sinto o quanto quero tudo aquilo reviver.
Lembro como se fosse hoje dos teus beijos lançados a mim de longe. Quando me via chegar corria para me abraçar... Apertar... Me amar.
Você lembra? Quando eu pulava em teu colo com uma euforia plena?
Você se recorda? De quando fazíamos amor por horas? Meu corpo contorcendo de prazer como num filme privê.
Para mim tudo ainda permanece aqui. Teu cheiro, teu beijo, teus gemidos, meus gritos.
QUERO TUDO DE VOLTA E QUERO AGORA!
Porque quando suas mãos deslizam sobre meu corpo sinto-me viva de novo.
O dia estava marcado e dessa vez nada daria errado. Fomos para seu carro em busca de uma conversa porque você com medo do passado não tinha pressa.
Te vi exitar toda vez que tentava te tocar. Não tenha medo pois dessa vez te prometo, não vou te magoar.
O carro já não era o mesmo mas o espaço ainda pequeno me impedia de desfrutar melhor daquele momento.
Você cheio de desculpas esfarrapadas não queria mais sentir por mim tamanha tara.
E eu cheia libido só desejava mais uma noite contigo.
Mas finalmente você se deu conta que mesmo lutando contra estava pronto pra me amar.
Ah menino, tuas mãos deslizando no meu umbigo enquanto debruçada no painel já imaginava teu dedilhar fiel.
Sentada em teu colo rebolando eu imploro...
ME POSSUA POIS EU ADORO!
Dessa vez algo estava diferente. Seus abraços eram mais intensos assim como teus beijos.
Sua pegada estava envolvente e isso demonstrava que você havia se tornado um homem experiente.
E quando tua boca mordeu meus mamilos por cima da roupa gemi pela primeira vez como louca.
A nossa saudade estava sendo exposta em cada movimento.
Minha saia já estava erguida quando senti teus dedos acariciando-me a virilha.
Teus olhares direcionados a mim só demonstrava que nossa história não havia chegado ao fim.
Minha calcinha posta pro lado aumentava ainda mais meu rebolado e eu achando que sentiria seus dedos cai na real quando já estava lá dentro.
Pulei, rebolei e de olhos fechados me entreguei.
Grosso e robusto seu pênis tentava achar espaço naquele buraco apertado que estava feliz por ter te encontrado.
Meus seios batiam em teu rosto enquanto empolgada eu pulava. E minha unha em tua pele de tanto tesão eu cravava.
Você que antes me evitava, agora por cima de mim penetrava.
E sua boca sedenta e norvasa a minha beijava.
Era maravilhoso recordar nossos momentos e descobrir um novo homem enquanto te sentia lá dentro.
De olhos fechados eu me entregava sem perceber que a lua enorme no céu iluminava eu e você.
Como vulcão você jorrou lava quente dentro de mim e após uma década percebi que nossa história jamais teria fim.
"Nem nos meus melhores sonhos imaginei que seria possível ter você. Nem nas minhas mais loucas fantasias imaginei que sua voz ao meu ouvido diria o quanto desejava me ter em seus braços também."
Eu estava sozinha em casa e ao que tudo indica a luz da sala acesa chamou sua atenção. A porta não estava trancada e você sem medo do que encontrar, abriu e chamou pelo meu nome. Eu estava deitada no sofá da sala, somente de camiseta e calcinha enrolada as cobertas. Meu filme favorito passava na TV quando seu corpo adentrando a sala me assutou profundamente.
Você fechou a porta e trancou, minha mão veio ao peito tentando controlar as batidas do meu coração eufórico pelo susto. Eu te olhava alí em pé ao lado da porta e furiosa pensava apenas uma coisa: afinal o que você queria?
Apenas conversar. Apenas um minuto de atenção, Apenas...
Há algumas semanas eu te olhava. Vizinhos de porta, era fácil ver você a cada saída pelo quintal.
Quantas vezes me perdi fuzilando teu corpo com o olhar enquanto você sem camisa pendurava as roupas no varal. E quantas vezes só despertava da minha imaginação quando você a centímetros do meu rosto perguntava se estava tudo bem.
Tendo que concordar com você alí dentro da minha casa, cedi um espaço no sofá para que você sentasse ao meu lado e pudesse então falar o que tanto queria.
Confesso meu nervosismo e não só pelo susto que levei ao te ver entrar de supetão, mas por estar semi nua tão perto de você.
As palavras saiam de sua boca mas nenhuma delas fazia sentido para mim. Nenhuma entrou na minha cabeça até que você, como um louco, pulou sobre mim me agarrando pela cintura. Seus braços fortes me fizeram deslizar sobre o tecido do sofá esparramando seu corpo sobre o meu.
EU FIQUEI CHOCADA E AS PRESSAS TENTAVA RECUPERAR AS COBERTAS QUE CAÍRAM AO CHÃO.
Seus olhos passearam sobre meu corpo e sua cara de safado triplicou ao me ver semi nua.
Quando seus olhos voltaram a fitar os meus, senti sua boca próxima o suficiente para sentir o cheiro de vinho que exalava dela.
SECO OU SUAVE?
Perguntei a você enquanto deslizava meu nariz sobre seus lábios querendo sentir um pouco mais do cheiro que vinha da sua boca.
ME BEIJE E SABERÁ!
Sua voz sensual sussurrou ao pé do meu ouvido estremessendo todo meu corpo.
Colei meus lábios aos teus e me entreguei.
Seu beijo era quente, seus lábios macios e apressados e suas mãos ágeis já agarravam meus seios por baixo da camiseta. Gemi baixinho e você feroz como um lobo me apertava contra seu corpo. Ah vizinho, como era bom te ter tão perto.
Confesso não fazer a menor ideia se o tal vinho era suave ou seco. Minha única certeza era querer permanecer colada em tua boca. Era continuar sentindo tua língua dançando com a minha. Minha única certeza era querer permanecer envolvida em teus braços.
Nossos corpos colados domimados pela volúpia do momento fizeram com que entrássemos numa luta para ver quem dominava mais a situação.
Queria mostrar a você todo meu potencial e você sem duvida fazia o mesmo. Mas entre agarros e amassos, predominou a lei do mais forte.
Seus braços me agarrando quase não me permitia movimentos. Sua boca me lambuzava os lábios, o queixo, o pescoço. Sua barba por fazer arranhava minha pele como lixa e ao mesmo tempo que temia marcas, desejava que você me esfolasse inteira.
Minha fúria em te dominar explodiu de alguma forma e com uma força desconhecida empurrei você jogando-o ao outro lado do sofá e montei em seu colo.
Enquanto ainda grudada em sua boca, rebolava encima de você e assim já sentia seu pênis empolgado com toda aquela situação.
Suas mãos amassavam meu bumbum espremendo com força minha menina contra seu quadril.
ESTÁVAMOS ENLOUQUECIDOS!
Arranquei minha camiseta. Meus seios a mostra e a centímetros de distancia de seus lábios o deixaram louco. Sua boca confusa não sabia se os beijava, lambia, mordia ou se os elogiava dizendo o quanto eram macios e carnudos, lindos e deliciosos.
Estávamos a um passo de nos conhecermos ainda mais e sua euforia o deixava ainda mais bruto e faminto.
Fui jogada novamente ao sofá, cobertores e travesseiros foram completamente ao chão. Você arrancou minha calcinha e erguendo minhas pernas ao ar abocanhou minha vagina. Que oral delicioso. Você definitivamente completava de forma perfeita cada item da minha imaginação insana.
Não queria mais que você parasse! Sua boca sugou minha virilha com tanta força que a primeira marca já podia ser vista.
Delirei!
COMO PRATO PRINCIPAL VOCÊ ME DEVORAVA!
Você era intenso e apressado e isso me deixava ainda mais envolvida a tudo que acontecia. Seu sexo oral era perfeito.
Enquanto meus olhos fechados intensificavam os toques de sua língua, sua mão agarrava meus seios amassando-os. Tudo que você fazia era maravilhoso.
Num movimento brusco você deslizou para cima de mim e quando abri meus olhos seu pênis já estava em minha boca.
MONTADO EM MIM VOCÊ ORDENAVA QUE EU O CHUPASSE.
Nem sei dizer o quanto suas ordens me excitavam. Uma de suas mãos agarrava meu cabelo com força enquanto a outra segura aquele imenso membro batendo na minha cara.
Desgraçado! Você ainda comandava, mas sua atitude tornava mais intensa a vontade de foder você!
Meu sexo oral o deixou louco. Chupei você com dedicação. Queria te mostrar o quanto poderia deixá-lo submisso a mim.
E FOI ASSIM QUE VOCÊ SE RENDEU PELA ÚNICA VEZ.
Encharquei meus lábios e ajoelhada entre suas pernas abocanhei todo o corpo do seu pênis. Sem fazer força alguma, apenas deslizando minha boca babada para cima e para baixo deixando vc ainda mais excitado.
Entre carinhos com a língua e leves chupadas enterrei a rosada cabeça do seu pau maravilhoso no fundo da minha garganta. Apertei meus lábios próximo aos seus pelos e suguei com força deslizando minha boca até a ponta dele.
Seus gritos eufóricos faziam eco na minha sala. E louco com tal sensação você deu alguns tapas na minha cara de safada.
SEM DÚVIDA EU ESTAVA DANDO À VOCÊ O QUE EU TINHA DE MAIS SAFADA!
Não demorou muito para você me por de quatro no sofá e enfiar seu pau duríssimo na minha gruta.
GRANDE, DURO, INTENSO E VELOZ! ERA ASSIM QUE SENTIA VOCÊ ATRÁS DE MIM!
Sua força ignorante açava minha pele, por dentro e por fora. Suas unhas me arranhavam as costas, sua boca mordia minha nuca. Você me deixava marcas e mais marcas, e o orgasmo se aproximava aos poucos.
Tapas na minha bunda, puxões de cabelo, dedilhadas no meu ânus apertado.
GRITEI COMO UMA LOUCA DESVAIRADA ENQUANTO VOCÊ SOCAVA!
Senti meu líquido morno escorrer por minhas coxas toda vez que você tirava ele de dentro de mim. Mas mesmo com o corpo amolecido você ainda penetrava com força.
Do sofá para o balcão da cozinha e ainda de quatro seu pau insaciável deslizava novamente para dentro da minha buceta molhada. Eu já não me aguentava nas próprias pernas mas você não se cansava. Definitivamente, essa era a posição que você mais gostava e eu nunca havia gozado tanto desta forma.
Com todo aquele movimento brusco podia sentir suas bolas batendo contra meu clitóris e que sensação deliciosa tudo isso me proporcionou.
VOU GOZAR!
Gritei gemendo quando mais uma vez senti seu dedo intruso visitar meu ânus. Ao me ouvir você acelerou ainda mais as metidas e assim meu gozo escorreu pelas pernas.
VIZINHO SAFADO!
Ainda sentia os espasmos do meu orgasmo quanto você me ajoelhou no chão pedindo para te chupar um pouco mais.
Ajoelhei, mas estava certa de que ficaria lambuzada com sua porra quente.
Dito e feito! Sua voz mansa pedia para gozar em mim e eu que estava entregue por completo a você, não pensei muito ao dizer sim.
Antes que você derramasse em em mim seu jato quente chupei você um pouco mais.
Mas dessa vez não precisei me dedicar tanto. Seu líquido já estava próximo e minha boca chupando suas bolas o aproximou ainda mais.
Ali na sua frente escancarei a boca e fui lambusada enquanto você jorrava gozo nos meu lábios e rosto.
Exaustos voltamos ao sofá e alí permanecemos por algum tempo. Você incrível como sempre achei que fosse, me deu um banho e me colocou na cama antes de ir embora.
A partir desse momento percebi que nós teríamos muito mais do que a política da boa vizinhança e suas vizitas noturnas e surpreendentes passaram a ser comuns durante muito tempo.
A porta de casa se abriu, eu estava lavando a louça quando você chegou. No mesmo instante em que sua chave caiu sobre a mesa da sala, minhas mãos buscaram o pano de prato para que pudesse secá-las.
Me virei para porta da cozinha, ainda encostada na pia. O longo corredor a minha frente escuro e vazio, ansiava pela sua imagem surgindo sobre ele, assim como eu. Na outra ponta você surgiu vestindo um terno absolutamente alinhado ao corpo. Tão perfeito como se saísse de uma capa de revista de moda.
VOCÊ ESTAVA ABSOLUTAMENTE DESLUMBRANTE E SEDUTOR.
Não me soltei na pia, permaneci ali a sua espera já imaginando o que aconteceria. E eu sempre sabia o que acontecia.
Você, com suas mãos nos bolsos, caminhou até mim como se estivesse numa passarela. A cada passo que você dava, em minha direção, minhas entranhas se contorciam esperando o melhor, como sempre.
A penumbra do longo corredor não me permitia ver seu rosto, porém eu já sabia que em sua mente insana habitava todos os mais pecaminosos pensamentos. E como eu delirava ao saber disso.
Seu corpo perfeito chegou a porta da cozinha, e agora a luz branca e clara que vinha do lustre iluminava seu rosto também perfeito. E eu apenas esperando o seu sinal. Nosso teatrinho estava pronto para começar.
Nos encaramos por alguns minutos, sem dizer uma palavra se quer, apenas sentindo o clima do momento. Esperamos...esperamos....esperamos até ver uma de suas sobrancelhas erguer afirmando que nossa loucura começaria. Recebi o sinal e em disparada corri para longe. Você, como um caçador atrás da presa me perseguiu pela cozinha.
Dei a volta na ilha, esbarrei em algumas panelas e corri em direção a porta dos fundos para fugir. Minhas mãos alcançaram a maçaneta redonda da porta mas a mesma não a abria. E você, chamando minha atenção com um tilintar de chaves, sorriu ao me mostrar as mesmas balançando no ar deixando claro que havia trancado a porta.
NO MESMO INSTANTE SORRI E SENTI MINHA EXCITAÇÃO AUMENTAR LOUCAMENTE.
Uma estreita passagem me levaria até a entrada do corredor onde eu poderia correr para longe de você. Mas precisaria ser rápida para que você não conseguisse me alcançar a tempo. Mas eu já conhecia o final dessa história.
Corri e consegui alcançar o batente da porta, porém antes que eu disparasse corredor adentro, suas mãos alcançaram meus cabelos.
Você sem medo de me machucar puxou meus cabelos e por ele me arrastou até a pia da cozinha e me prensou contra ela. Minha excitação se misturava ao medo. Senti sua mão deslizar sobre minha barriga até encontrar minhas partes íntimas e assim apertá-la e esfregá-la com os dedos.
Sua mão desceu até encontrar a barra do meu vestido e o ergueu deixando meu bumbum a mostra. Achando que seria abusada por você ou de uma vez penetrada, me surpreendi com seu tapa ardido em meu glúteo.
VOCÊ NÃO EXITAVA QUANDO O ASSUNTO ERA ME MACHUCAR. E EU ADORAVA.
Meu grito de dor misturado ao gemido te deixaram louco. Ainda me segurando pelos cabelos você me jogou ao centro da cozinha e mandou que eu me despisse. Como eu adorava te provocar neguei seu pedido e tentei fugir novamente. Você, sendo muito mais veloz e já esperando minha atitude, estava perto o suficiente para me agarrar de novo.
E no instante que me virei você mesmo se responsabilizou por me despir e rasgou meu vestido com uma força bruta.
E EU ADORAVA QUANDO VOCÊ FAZIA ISSO
Era você que mandava naquela casa e eu não poderia jamais me esquecer disso. Nua em pelo você me fez engatinhar pelo corredor até encontrarmos as escadas. E enquanto eu engatinhava como um animal obediente, você me segurava pelos cabelos evitando que mais uma vez eu fugisse.
Ao chegarmos ao pé da escada você me mandou subir e antes que eu pudesse reclamar das dores nos joelhos, você novamente agarrou meus cabelos e me arrastou até o quarto.
Quando queria, você sabia ser muito bruto, e eu me perdia nas suas fantasias pois não sabia o momento em que o teatro viraria realidade.
Subimos as escadas, eu de joelhos e você comandando tudo. Entramos no seu escritório onde estavam seus acessórios de tortura. Fiquei de quatro no chão enquanto você buscava a coleira na gaveta da sua mesa. Fiquei feliz e aliviada por saber que desda vez apenas a coleira faria parte da nossa insana brincadeira.
A COLEIRA QUE ME FAZIA ABSOLUTAMENTE SUBMISSA A VOCÊ.
Você agachou em minha frente e eu ergui meus olhos para olhar os seus tentando seduzi-lo, mas claro você não suportava nenhuma reação minha. Eu, mesmo adorando tudo, não podia demonstrar a você. Quanto mais eu gemia de dor, quanto mais eu reclamasse de tudo, ou quanto mais prazeroso fosse para mim, mais você ficava excitado e assim perdia o foco da tortura.
Você se sentou no sofá e me colocou de bruços em seu colo. Me deu palmadinhas na bunda por eu ter fugido de você na cozinha, e eu gemia adorando seus tapas deliciosos.
Meus gemidos mais uma vez o provocaram. Você continuou me batendo e cada vez mais forte. Seus dedos marcaram minhas nádegas e por um instante de pena de mim, você decidiu me agradar.
Seus dedos deslizaram sobre meu apertado cuzinho até encontrarem minha vagina já encharcada. Senti ser dedilhada e gemi enlouquecidamente. Por mim, passaria horas em seu colo.
APANHANDO E GOZANDO.
Já estava incrivelmente molhada quando seus dedos deslizaram para fora da minha buceta. E agora eu apenas esperava a próxima ordem.
Nua, encoleirada e domada você me levou como um cãozinho para nosso quarto. E lá tudo começou. Você sentou na beirada da cama e abriu a calça. Colocou seu pênis para fora e me fez chupá-lo. Enquanto eu o chupava você me ordenava. E se eu não fizesse do jeito certo, apanhava.
MAS NINGUÉM O CHUPAVA COMO EU. E VOCÊ SABIA BEM DISSO.
E era nesse momento em que você se rendia um pouco a mim. Quando soltava a coleira e se apoiava nas mãos quase deitado na cama, eu sabia o quanto você estava entregue a mim. E quando seus lindos olhos fechavam para poder sentir todo meu potencial, ali a certeza do meu poder sobre você era plena.
AGORA EU TINHA VOCÊ NAS MÃOS. AGORA EU TINHA VOCÊ NOS LÁBIOS.
Chupei até você quase gozar. Num gemido alto e rouco você agarrou meu rosto aproximando-o do seu eufórico e irado dizendo como eu te chupava bem. Um riso escapou de minha boca, e isso o enfureceu novamente.
Você não suportava minhas emoções e eu adorava sua fúria. Vi seus pés andando até o guarda roupa onde você tirou gravata e casaco e pendurou no cabide. Ficando a sua espera encostei nos pés da cama e abri as pernas expondo todo meu corpo a você.
Minha vagina brilhava em gozo e seus olhos, ao notarem isso, não suportaram a pressão. Segurando-me pelos cabelos você me jogou na cama, mergulhou entre meus seios e os lambeu. Tentando tirar o foco da minha buceta encharcada, você se dedicou aos meus mamilos por alguns minutos.
Algumas lambidas me fizeram gemer, e quando você notou que estava me proporcionado prazer, logo se recompôs e se levantou para mandar novamente. Limpou os lábios na manga da camisa enquanto me encarava enfurecido.
Notei seu pênis por baixo da calça rígido de tesão. No fundo você queria provar a si mesmo que conseguia se controlar ao me ver tão exposta. Foi quando acabei com todo seu teatro.
Me toquei, me mostrei, me masturbei. Deixei você louco de vontade de me abocanhar. Você podia até não dizer uma palavra enquanto me via naquela situação, mas sua respiração profunda e você me comendo com os olhos o entregava.
SUA BOCA DESEJAVA LOUCAMENTE MINHA VAGINA.
Você acariciou seu pênis o pondo para fora da braguilha e ordenou que eu o chupasse novamente mas que não parasse de me masturbar. Então, deitei próximo a beirada da cama e o chupei como uma louca e quanto mais eu me masturbava, mais você o enfiava em minha boca.
Mais uma vez senti seus tapas em minha bunda e aquela fúria tomou conta de mim e engoli você profundamente. Seu tesão era tanto que seus tapas agora estavam em minha cara. Tapas, puxões de cabelo, fúria e tesão. Aquela loucura estava perfeita.
Naquele momento eu era sua vagabunda, sua puta, sua escrava. Teus tapas esquentavam meu rosto e isso me fazia querer chupar você mais, mais e mais. Eu sentia meu rosto em brasa, mas o arder dos tapas sumia quando você deixava escapar um elogio de sua boca.
Eu podia ser a vadia que você queria, mas por ser tão perfeita e por estar tão entregue, era também a sua musa, a sua Deusa, o seu amor.
Por mais que você tentasse, sua maldade e fúria eram devastadas por mim. Meu corpo, gemidos e desejos por você aniquilavam qualquer possibilidade de resistência, e ali eu já sabia que não prolongaríamos muito as suas insanidades.
Suas loucuras se tornavam as minhas e me puxando pela coleira você me jogou de bruços na beirada da cama e ordenou que eu ficasse de quatro. Se encaixou por trás de mim. Tampando minha boca você meteu em meu ânus com uma força que quase me levou ao desmaio.
Ali sem dúvida eu percebi o quanto você era malvado. Eu estava quase sem ar, mas você continuava a enfiar. Era bruto e me tirava lágrias dos olhos, Mas mesmo com dor eu queria que você sentisse que teria tudo de mim. Seria tua mulher e acataria todas as tuas ordens. Meu prazer era te dar prazer, não importava como.
EU GRITEI, EU XINGUEI, EU SÓ DESEJEI QUE VOCÊ TERMINASSE
Mas sua sede pelo meu buraquinho era maior que tudo. A dor tomou conta de mim e passei a não querer mais fazer parte das suas brincadeiras. Mas você não me soltava.
Seu tesão era imenso e sem mais aguentar minha luta, você me jogou no chão e enquanto se despia por completo, me ordenava a posição cachorrinho novamente. E eu só desejava ser penetrada em outro lugar.
AS LÁGRIMAS ESCORRIAM DO MEU ROSTO E O SORRISO SURGIA NO SEU.
Eu não queria mais ficar de quatro para você, mas você, prometendo que seria mais gentil, me convenceu a me entregar novamente. Minha surpresa foi que mesmo explodindo em excitação, desta vez você foi carinhoso. Finalmente minha vagina pôde sentir as carinhosas metidas do seu lindo pênis Me segurou pela coleira e meteu vagarosamente pedindo que eu gemesse baixinho para você.
Gemi baixinho e gritei alto quando você metia no meu ânus novamente. Revesando as entradas você me fodeu até não aguentar mais. Eu estava queimando e explodindo em orgasmos quando você gentilmente beijou minhas costas e comigo ainda de quatro no chão, soltou minha coleira.
AGORA O BRUTO CERTAMENTE TERIA IDO EMBORA
Você me virou de frente, agarrou meu pescoço e enquanto me beijava carinhosamente, enfiou seu mastro entre meus seios. Era maravilhoso senti-lo deslizando entre eles.
Eu estava sedenta de você, queria foder com você até juntos gozarmos finalmente. Mas você apenas abusava de mim. Após a espanhola você finalmente abocanhou minha vagina, e sua boca me levou a imenso delírio mais uma vez.
Fomos para cama, você abriu minhas pernas e me engoliu. Seu oral era divino. Sua língua deslizando sobre meus lábios vaginais e meu clitóris era praticamente o ápice para mim. Eu estava prestes a gozar pra você quando sem mais aguentar suas mãos vorazes me puxaram para beirada da cama e seu pau mais uma vez se fez presente.
Com força você me fodeu, e eu já sem energias me entreguei a você até explodir em gozo. Minha vagina já estava inchada. Meu corpo já doía. Minha pele já estava vermelha te tapas e mordidas. Mas você, insaciável, ainda queria mais.
Meu corpo tremia e minhas pernas bambeavam quando você me mandou engatinhar até a sala novamente. Eu não podia acreditar. Seu pau estava estourando de prazer, mas você ainda queria aguentar. E aguentaria o máximo que pudesse.
Senti seu pênis novamente antes de descer as escadas. Você ergueu meu quadril e me fodeu mais uma vez. O corrimão da escada estava molhado com meu suor. Eu estava exausta e temia pelo que viesse.
Num movimento brusco você me tomou em seus braços e no colo me levou até o andar de baixo. Agradeci em pensamento, pois meus joelhos já queimavam de tanto engatinhar.
Ao encontrar o sofá da sala, você me jogou por cima do encosto e de quatro mais uma vez você me fodeu. Minha buceta que nesse momento estava em chamas, engoliu seu pênis novamente. Você socava com força e rebolava. Eu gemia de dor e prazer.
MINHA VAGINA ARDIA, MAS POR INCRÍVEL QUE PAREÇA, O PRAZER ERA AINDA MAIOR.
Não achei que seria possível, mas ainda conseguia gozar. E cada vez que você me fodia, eu jorrava ainda mais. Seu pau já era parte de mim.
Sua fúria permanecia, e quanto mais excitado você ficava, mais forte você metia. Você prendeu meus braços para trás e mostrou quem era o dono de quem. Minha submissão a você era plena e estava alucinada com sua performasse.
Enfim você não mais aguentou, e seu gozo explodiu em mim. Você me puxou pelos cabelos e me sentou no sofá. Pediu que eu abrisse a boca e esperasse seu leite morno. Enquanto você se masturbava só para finalizar a chegada do jato branco, eu me acariciava para você.
Seu pênis jorrou sêmem em meu rosto. O líquido escorria até minha boca e eu lambia. Você segurando-me pelos cabelos, esfregava a cabecinha rosada em minhas bochechas. E agora sim, nosso sexo bruto e insano chegara ao fim.
Você me bateu o quanto pôde, arrancou meus cabelos até minha cabeça latejar de dor. Meu pescoço doía pela coleira apertada. Minhas partes íntimas não preciso nem dizer o quanto estavam esfoladas. Mas, mesmo com toda sua brutalidade e ignorância, após toda sua fúria, nós dois debaixo do chuveiro quente eramos só amor. Amor e risos. Amor e carinhos. Pois no final de tudo você era sim meu dono, mas era também aquele que sempre cuidava de mim.
Tudo estava pronto para me deitar. Banho tomado, o dente escovado, corpo hidratado e o despertador ativado. Minha camisola de algodão deixava tudo ainda mais confortável por debaixo dos lençóis. Acomodei meu corpo na cama e minha cabeça sob o travesseiro, enquanto a mesma, lembrava do teu sorriso. Tentei fazer com que esses pensamentos não me tirassem o sono, pois já era madrugada e meu dia seguinte começaria cedo.
Tentar esquecer teus lábios escancarados me puniam ainda mais e o que ao invés de ir embora, cravava com mais força em minha memória.
Teus olhinhos cerrados, teu sorriso largo, tua pele branca e linda, tudo isso me punia.
Tentei pensar nas contas que tinha que pagar, nas roupas que gostaria de comprar, no trabalho da faculdade que precisava entregar, mas a única coisa que consumia minha mente era o desejo do meu corpo sobre o teu jogar.
Fritei na cama por alguns minutos, ou horas, já nem sei mais. Mas no final, cansei dos pensamentos bobos e me entreguei ao sono profundo. Que bom, me livrei de você e agora posso descansar minha mente até acordar e lembrar de você novamente.
Ouvi um barulho na janela do quarto. Ouvi uma batida seguida de outra e sua voz surgindo entre elas. Não podia acreditar nos meus próprios ouvidos. Não seria possível sua presença ali. Quando me livrei dos lençóis e abri as cortinas me deparei com seus olhos cerrados e seu sorriso como sempre escancarado. Não era possível, quase não acreditei em meus próprios olhos também.
Mas era real, e se tornou ainda mais quando você, sem me deixar dizer uma palavra se quer, invadiu meu quarto pela janela caindo sobre minha cama. Sua linda voz me dando boa noite e me fazendo apenas uma pergunta, tirou minha vontade de adormecer:
POSSO DORMIR COM VOCÊ?
Largo agora, era o meu sorriso. E meu peito quase tremia com meu coração disparado dentro dele. Você estava ali e diante dos meus olhos começou a agir.
De joelhos na cama, nós dois, um de frente pro outro. E então, senti um leve toque alcançar minha mão. Sua face, agora era séria e concentrada, e cada vez mais se aproximava da minha, até o delicioso beijo iniciar nossa noite. A noite que eu jurava que havia terminado.
Sua língua invadiu minha boca, e enquanto deslisava na minha senti o gosto do seu beijo percorrer minhas veias. Era como se sua boca tivesse todo poder sobre mim.
Carinhosamente você foi me abraçando. Nossos lábios se soltaram e agora meu pescoço era seu território. Tua boca deslizando sobre minha jugular me desnorteava, e mole em teus braços me deixei levar até encontrar os lençóis novamente.
Você me deitou e permaneceu em cima de mim. Por alguns segundos, apenas me olhou. Teus dedos deslizavam sobre meus lábios enquanto eu beijava-os. Como era bom estar contigo.
Tudo era real, teus toques eram reais, teu gosto era real. Não tinha como eu evitar você, e nem queria. Entreguei meu corpo em tua mãos, que habilidosas lançaram minha camisola ao chão.
Meus gemidos começaram a surgir e a cada suspiro que eu dava em seu ouvido faziam suas ações ficarem ainda mais intensas e o que parecia ser uma linda noite de amor, transformara-se em sexo selvagem em meio a penumbra do meu quarto.
Pulei sobre teu corpo, te prendi entre as penas e sobre teu quadril arranquei tua camisa. Tua pele estava quente, e como forno recém desligado, aquecia a minha totalmente. Nos beijamos novamente.
Teu rosto mergulhado em meus seios me excitavam e me descontrolavam e ainda de calcinha esfregava em ti minha vagina. Rebolando e deslizando meu quadril sobre o teu.
Tuas mãos firmes agarraram meus glúteos e os pressionaram ainda mais no volume que vinha da braguilha da sua calça.
JÁ PODIA SENTIR O TAMANHO DA EXPLOSÃO QUE ESTAVA POR VIR.
Você voltou a controlar e me jogando sobre a cama abriu minhas pernas e abocanhou minha calcinha. Seus dedos delicados porém firmes, afastavam o tecido deixando-me vulnerável e entregue aos teus caprichos.
Achei que nada poderiam ser mais quente que tua pele fervendo em excitação, porém tua língua encharcada, surpreendeu meus sentidos e com espasmos retribuí tuas lambidas.
E QUE DELICIOSAS LAMBIDAS.
Minha vagina perdera-se em tua boca e uma parecia fazer parte da outra. Você tomou conta de mim. Meus dedos buscavam algo que eu pudesse agarrar, e encontrando o travesseiro joguei-o sobre meu rosto e gritei...gemi...gozei.
Teus lábios úmidos com minha seiva colaram nos meus novamente e agora alem de ti, sentia também um pouco de mim. Meu cheiro suave porém marcante me alucinava ainda mais. E a única coisa que eu desejava naquele momento era retribui-lo do mesmo jeito.
Empurrei-o para longe, novamente tomei-o entre as pernas. Abri tua calça e a arranquei de teu corpo. O desenho do teu pênis por baixo da linda cueca branca que tu vestia era devastador. Se minha vontade de abocanha-lo já existia, naquele momento então, eu jamais me controlaria.
Não brinquei com tua cueca pois nesse momento eu já tinha pressa. Enrijecido notei as veias saltadas e minha boca, cada vez mais, encharcava.
Envolvi minha mão ao redor dele e olhando você enquanto me aproximava daquela cabecinha rosada, meus lábios eu preparava.
Minha boca já estava molhada, e teu corpo com meu perfeito oral, quase levitava. Meus lábios babados deslizavam em teu pênis num delicado movimento de vai e vem. Em minhas mãos você se tornava refém. Entregue sem exatidão, você vibrava com minha sequência de sucção.
Agora teus gemidos ecoavam no meu quarto e a cada prazer expressado pela tua garganta, mais eu me sentia pronta.
Já sem calcinha e antes que você jorrasse líquido em minha boca, sentei sobre ele e rebolei. Pulei, brinquei, me esfreguei e de ti judiei. Tuas mãos buscavam meus seios, mas minha performasse intensa evitada tuas recompensas.
E NEM PRECISAVA
Meu tesão era tanto ao sentir você dentro de mim que se você decidisse nem mais me tocar, eu não me importaria. Desejava apenas uma coisa, te proporcionar a noite mais louca.
Me virei de costas e ainda sentada em ti, rebolei...me esfreguei...pulei e novamente gozei.
MAS AINDA QUERIA MAIS
Você ainda não tinha gozado e minha vontade de vê-lo explodir apenas aumentava. Quando percebi, seus dedos dos pés estavam contorcidos e demonstravam a força do teu auto controle. Era divertido ver teu sofrimento. E quanto mais teus dedos se contorciam, mais eu me empenhava.
De costas deitei sobre teu peito, e ainda assim, tinha você lá dentro. Você puxava meus cabelos e me tomava em suas mãos. Que imenso tesão.
Estávamos eufóricos e loucos de prazer e num movimento rápido e certeiro, de bruços você me jogou aos travesseiros. Minhas pernas abertas...você entre elas...teu braço erguendo meu quadril deixando minha bunda empinada...uma mão na cama te apoiava, e como uma presa, por você, eu era domada.
A SITUAÇÃO EU NÃO MAIS CONTROLAVA
A noite louca estava com os segundos contados, pois seus movimentos bruscos e apressados provavam o quanto você estava excitado. Nem de quatro, nem de bruços, erguida no ar, gozo voltei a jorrar e você ainda tentava se controlar e eu só pedia para você gozar.
Sua testa pingava suor em minhas costas, e seu gemido eufórico e rouco aumentava aos poucos. Você estava quase lá. Mais metidas, mais força, mais, mais, simplesmente mais.
Seus braços agarraram meu corpo e numa última metida intensa e bruta seu gozo finalmente invadiu minha gruta.
Nos derramamos nos lençóis e por alguns minutos você ainda permaneceu sobre mim. Cansado, suado, gozado. E ao primeiro sinal de sobrevivência, sua voz se fez presente. Dizendo ao pé do meu ouvido
ADOREI SONHAR CONTIGO
Abri meus olhos num susto repentino e notei que você não estava comigo. Me vi ali, nua, deitada, molhada, completamente abandonada. E percebi que mesmo em sono profundo, você ainda estava presente em meu mundo.
Já era manhã, o sol iluminava as cortinas, a cama estava vazia e eu, enrolada aos lençóis, nunca me sentira tão sozinha.
Já era tarde. Vestida para dormir o esperei no sofá da sala. Minha ultima olhada para o relógio fora às 3h15 da madrugada quando o motor do seu carro foi desligado ao chegar na garagem. Respirei profundamente e estava pronta para uma briga.
Você, meio alcoolizado abriu a porta com dificuldade. Minha raiva só aumentava a cada erro seu na fechadura. Levantei do sofá para abrir a porta, mas finalmente sua chave entrou e girou com perfeição.
Sentei novamente e cruzei braços e pernas. Emburrei a face e esperei seu olhar alcançar o meu. Seu espanto me fez odiá-lo ainda mais. Suas palavras atropeladas além de piorar a situação aumentavam a minha vontade de bater em você. Na minha direção você caminhou, e sentando ao meu lado cheio de desculpas esfarrapadas me fez sentir o cheiro da sua noitada.
A MINHA RAIVA NÃO TINHA FIM.
Já não me importava suas explicações. Já não me importava suas desculpas. Eu já não me importava mais.
Me afastei de você e apontei suas malas. Sem mais olhar para seu rosto pedi que fosse embora. Sua voz me chamando de louca me entristecia e decepcionava absolutamente.
Já estava farta de suas noites fora de casa. Da cama vazia sem você. Do meu corpo sedento pelo seu.
DESISTI DE NÓS DOIS.
Seus joelhos foram ao chão, enquanto seus braços agarraram minhas pernas em busca de perdão. Não tinha mais forças para aceitar você. E mesmo que ainda tivesse, talvez não existisse mais amor suficiente para tê-lo em minha vida.
Me soltei de suas garras, e novamente apontei suas malas.
CHEGAVA AO FIM A NOSSA HISTÓRIA
Suas lágrimas escorriam desesperadamente confundindo minha cabeça loucamente. Não podia mais confiar, não queria mais acreditar.
MAS ALGO DENTRO DE MIM PRECISAVA TE AMAR.
Novamente seus braços em minha pele. E seu abraço envolvendo meu corpo desnorteava a minha alma. O ódio virava paixão e meu corpo suava temendo cada vez mais sua aproximação.
Sua voz provocava minha paciência quando enfatizava a certeza de eu não resistir a você.
Enfurecida lutei, lutei o quanto pude, mas você estava certo.
NÃO RESISTI!
Quando seu bafo horrendo de álcool conseguiu encontrar a menta da pasta de dente em minha boca,
ENTORPECI!
Voltei a mim. Lutei um pouco mais, mas sentir no fundo o sabor da sua língua maldita, estremecia meu corpo.
Seu amor bandido era louco.
A raiva que tinha de você ainda estava presente quando suas mãos vorazes e habilidosas deixaram em pedaços minha camisola. Com meus seios a mostras e o tesão tomando conta de mim o empurrei para longe e acertei seu rosto com força pedindo por favor que parasse.
Você, com o olhar de um lobo faminto dizia não. E seu não, significando querer ficar, foi muito mais forte do que o meu querendo parar.
Seu beijo mais uma vez me drogou, e sem forças me rendi aos teus braços.
No teu colo, completamente nua, fui levada ao nosso quarto. Teus pés chutaram as portas escancaradas do guarda roupa.
Ainda no teu colo senti meus seios em tua boca.
A cama bagunçada e cheia dos teus cabides tornaram-se o leito perfeito para nossa fúria de amor. Sua camisa estava ao chão junto com o teu perdão.
Montei em você de seios a mostra e ainda procurando forças para resistir, acertei tua face novamente. Teu sorriso cínico enfrentava minha raiva.
RAIVA? QUE RAIVA?
Meu tapa de amor o enlouqueceu, e numa única pegada você me empurrou contra a cabeceira da cama.
Suas mãos puxaram meus cabelos e meus olhos se fecharam de prazer ao sentir tua língua me lamber o pescoço. Tua língua em minha orelha, tua língua em meu pescoço, tua língua em minha boca deixava-me louca.
Já nem sentia o odor, já nem lembrava das tuas farras, já nem me importava com tuas malas. Desejava apenas uma coisa, que tua fúria escorresse por minhas pernas.
Tua calça, não sei nem dizer como, desapareceu de teu corpo. Tua cueca, se estava ali em algum momento, provavelmente fora jogada ao vento.
NU EM MIM! NUA EM TI!
Nossos corpos fervendo de amor e ódio quase lançavam faíscas ao se tocarem. Teu prazer, teu gosto, tua performasse, tudo era motivo para te perdoar.
Perdi a razão com teus movimentos bruscos metendo e novamente puxando meus cabelos. Minha bunda empinada quicando em tua barriga entregava em tuas mãos todo o poder sobre mim.
PORQUE BRIGUEI CONTIGO? JÁ NEM ME LEMBRO MAIS.
Tuas mãos marcavam minha pele branca com tapas e apertões, mordidas e chupões. Nossa fúria de amor seria vista por semanas.
Nosso gozo misturado ao lençol rasgado. Nossa fúria de amor terminava em um forte abraço.
O abraço te fizera sentir uma ardência nas costas e quando notei, vi tua pele sangrar a resposta do meu tesão.
A raiva sumira, o amor surgia, meu carinho o adormecia. E quase de manhã, totalmente nua, tuas malas eu desfazia.
Nada nem ninguém tiraria de mim o cheiro que você deixou. Nem
mesmo o banho nem mesmo a máquina de lavar arrancaria teu cheiro, pois ele não
estava somente em minha pele ou em minhas roupas, mas estava principalmente
cravado em minha alma porque você é metade de mim.
Agora me diga, se nada restaria além do teu cheiro o que
fazer para poder sentir você um pouco mais?
Me restou apenas fechar os olhos e me tocar. Imaginar que
cada dedilhar dos meus dedos sobre meu próprio corpo seria teu tato me
sentindo.
As pernas sem controle se contorcem e esticam, cruzam e descruzam. E
enquanto eu sinto cada parte sua através da minha imaginação, posso também ter
a certeza que você me proporciona prazer maior. Prazer jamais sentido antes.
Sua imagem está em minha mente, seu gosto está em minha
boca, e seu corpo como se estivesse materializado está aqui deitado sobre mim
em minha cama.
Meus olhos fechados ajudam a sentir seus movimentos e mesmo que
minha mão esteja controlando tudo, o gozo que escorre pelos meus dedos é ainda
tão excitante como se escorresse pelo seu membro.
Enquanto deslizo meus dedos encharcados por toda minha
vulva, imagino sua língua molhada lambuzando-me por completa.
Que delícia é fingir ter você
aqui. Que delícia é sentir você, mesmo não estando aqui.
Quero abrir meus olhos para ver os teus, mas o medo de
voltar a realidade ao não encontrá-los, faz com que eu os mantenha fechado e
continue brincando de amar você.
Seu peito colado no meu, sua boca sussurrando palavras
insanas em meu ouvido. Teu cheiro....teu cheiro....teu cheiro! Aquele cheiro
que não sai de mim! O cheiro que me perturba até o fim!
Me viro na cama e agora, aqui em minha mente, controlo a
situação. Com você entre minhas pernas me mexo. Minhas mãos em sincronia
perfeita excitam minha gruta e num gemer descontrolado sinto tuas mãos
agarrarem meus seios.
CAVALGO EM MEUS DEDOS AINDA IMAGINANDO TEU MEMBRO.
Numa
confusão me perco. Sou eu? Sou você? É você? Aonde está você?
Tudo é tão intenso que abro os
olhos e como mágica te vejo. Fecho os olhos e enlouqueço.
Você está ali, você está em mim e como louca grito seu nome e gemo. Peço e imploro teus beijos e numa explosão de prazer chego ao ápice e completamente exausta ao teu lado me jogo, me deito.
Em
gozo, suor e bagunça, a cama é a prova da nossa loucura. Da minha maior aventura.
E agora, mesmo que tudo esteja calmo e minha mente cansada não mais mantenha teu corpo aqui, continuo a dizer...Te amo! Te sinto! Te cheiro!
Sua boca pela manhã é tão quente quanto minha gruta.
Vc desliza a mão suavemente pelo meu corpo enquanto ainda estou em sono profundo. Seus dedos vão afastando o lençol de minha pele e descobrindo meu corpo semi nu. Em pleno sono me dou conta que alguém deseja me despertar. Meus olhos ainda fechados já percebem que já é dia. O morno sol da manhã que invade a janela do quarto aquece meu corpo junto com a sensação que vc me provoca enquanto tira minha calcinha.
Com seu jeito doce, desperta minha mente e meu corpo para o delicioso oral matinal. Como um café da manhã completo vc me devora. Fico entorpecida com seus toques. O sono ainda está presente, mas vai sumindo enquanto surge o delicioso prazer. Eu me estico na cama e ao invés de espreguiçar, demonstro o tesão que sinto quando agarro as grades da cabeceira.
Sua língua me encharca, eu encharco sua língua.
Vc é sutil e delicado e me faz acordar com o melhor gozo do dia. Sua língua enfurece a cada doce gemido que sai da minha boca e com a volúpia do momento, vc se torna um canibal entre minhas pernas.
Meu sono completamente perdido deixa o espaço livre em meu corpo para que o orgasmo me possua. E pouco a pouco meu corpo entra em transe com o delicioso trabalhar de sua língua.
Gemo e me contorço. Tremo e enlouqueço.
E vc, sem se cansar, me mantem no ápice do momento.
O tesão se espalha de uma vez por todo meu corpo, e de bruços peço que vc finalize o despertar perfeito. Então vc monta em cima de mim, e achando espaço enfia com maestria seu delicioso mastro. Enfia tão gostoso que minha vontade é nunca mais sair desse quarto!
O sol iluminando seu corpo detalhando cada veia e cada músculo me excitam desesperadamente. A cor do seus olhos e o som de prazer que vc faz me encharcam a cada penetração. Vc é completo pela manhã. Sei que pelo resto do dia vc seria ainda mais absoluto em minha pele, mas de manhã vc é único e sabe exatamente como me acordar.
Suas mãos me agarrando firme. Seus quadris se movendo com sutileza. Sua voz rouca elevando meu ego a cada elogio. Seu gozo quente como leite morno. Minha vagina lubrificada como manteiga no pão quente. Seu pênis explodindo como uma bomba..bomba de chocolate. Tudo que vc faz é completo quando se une ao tesão que sinto por vc.
Vc é para mim, assim como sou para vc, o café da manhã.
E ao término do delicioso sexo matinal percebo que nossos lençóis então encharcados e cada gota de suor derramado neles, representam seu delicioso dom de me despertar. Agora sei que meu dia será intenso e que vc será minha única lembrança durante o passar das horas.
A preguiça foi embora, e agora a única coisa que desejo é que vc tenha um bom dia meu amor!
Apenas seus olhos bastaram para mim naquela noite. Seus rosto escondido enquanto suas mãos me puxavam para dançar uma música lenta. Nossos pés deslizavam pelo salão e a única coisa que eu tinha além do olhar era a sua respiração. Nenhuma palavra foi dita e ainda em ritmo lento vc me levou, sem que eu percebesse, para o cômodo ao lado. De lá ainda ouvíamos a canção, mas longe dos olhos de todos não precisaríamos mais dançar.
Vc ainda deslizava ao meu redor. Meu coração parava toda vez que vc diante de mim, fitava meus olhos por trás de nossas máscaras. Seu rosto coberto e toda minha imaginação aguçada tentando descobrir como seriam seus lábios e sorriso.
O cômodo escuro dificultava ainda mais saber quem era vc, porém suas mãos visíveis e o terno alinhado ao corpo demostravam um belo homem.. E eu, mesmo que com máscara, tinha a sua disposição decotes profundos os quais o hipnotizava a cada volta que vc dava ao redor de mim. Longo meu vestido o deixava curioso e suas mãos a cada aproximação, ousavam um deslizar sobre meus quadris. Vc brincava ao meu redor, com gestos gentis e carinhos breves, porém insinuantes.
Seus dedos dançavam sobre minhas costas e assim provocavam todos os pelos do meu corpo. E sem precisar descobrir quem era vc, já estava completamente envolvida. Seus gestos demonstravam um homem brincalhão, o qual seduz apenas com graça, mas num movimento certeiro sou tida em seus braços e colocada suavemente encima de uma mesa. Vc então toma conta de mim.
A dúvida invadia ainda mais meus pensamentos enquanto vc deslizava meu longo vestido descobrindo minhas pernas. Sou controlada pelo seu toque. E as máscaras já não nos importa mais, além de proporcionar um toque de fetiche. Seus cabelos passeiam por meus dedos e minhas pernas passeiam pelos seus.
Vc não me despe, apenas sugere uma nudez quando sua mão adentra meu decote acariciando meus seios, e através da seda cor marfim, meus mamilos dão sinais da excitação que tudo aquilo me proporciona.
Sem um som se quer além do que vinha do salão, íamos nos entendendo apenas no olhar. E pude perceber que seria para vc, a melhor fantasia de carnaval. Vc com todo seu jeito sedutor me fuzilava com os olhos enquanto ia me despindo como se desembrulhasse um presente. Meu corpo ficando nu diante de seus olhos e vc ainda te terno, tão bem vestido como um empresário em uma reunião de negócios.
A madeira da mesa em minha pele e minha pele em suas mãos. Vc tocando cada curva do meu corpo tentando descobrir um tesouro guardado. Carinhos e massagens amolecem minhas pernas. Estou na mesa deitada e derretida louca por um pouco de pele vindo de vc.
A renda que cobre meu corpo é a calcinha que escolhi imaginando ser sexy para alguém, e vc a tira de mim como se nem se importasse com ela. Meu corpo agora nu vira brinquedo em suas mãos. As quais deslizam sobre meus joelhos separando minhas pernas para que eu fique completamente exposta a vc. E o máximo que tenho é o som da braguilha abrindo enquanto a suave canção do cômodo ao lado da uma pequena pausa. Um puxão em direção ao seu quadril e tenho vc dentro de mim.
A provocação vira perturbação quando descubro que vc já me tem em total poder, e minhas mãos tentam alcançar sua máscara para que eu possa conhecer o misterioso homem que tomou conta de mim. Seu rosto se afasta enquanto seu quadril se aproxima. Seus movimentos amolecem meu corpo e sem mais conseguir me rendo ao sexo. Vc eleva minhas pernas e as aconchega em seu ombro enquanto a mesa arrasta os pés no chão com o chacoalhar do meu corpo sobre ela.
Meu corpo inteiro exposto ao alcance de suas mãos enquanto o seu coberto por roupas me irrita profundamente. Vc me enlouquece em todos os sentidos. Me deixa excitadamente furiosa e como uma louca tomo conta da situação.
Abro as pernas e o agarro com elas. Com as mãos agarro seu blazer para que vc não lute contra mim. Por alguns segundos nos olhamos profundamente e a respiração sufoca dentre as máscaras. Devagar e ainda com os olhos presos aos seus, vou deslizando seu blazer pelos seus ombros e vc não faz nenhum movimento sequer a não ser o que permite minhas intenções.
Vc ainda dentro de mim me assusta com fortes metidas, enquanto eu tento desabotoar sua camisa entre as penetrações intensas. Perco a concentração por alguns minutos enquanto me rendo aos gemidos que vc me causa enquanto me proporciona prazer absoluto. Vejo seu sorriso malicioso pelo olhar. E retribuo continuando minha saga em busca da sua pele exposta, assim como a minha.
Seu peito nu encharca minha boca e minhas mãos vorazes em seu cinto demonstram a pressa pela necessidade de mais pele, de mais corpo. Vc me deita na mesa e mergulha em meus seios, fecho os olhos e sinto sua língua deslizando sobre eles e então percebo que sua máscara caiu ao chão.
Enfim um rosto! A curiosidade aumenta a medida que vc me devora. Suas mãos apertam minha cintura e meus olhos buscam o seu rosto. Vc se encaixa dentro de mim ainda mais e eu me deito me rendendo por completo aos seus movimentos.
Tento levantar, tento lutar, mas sem forças e em extremo orgasmo enlouqueço e desisto de despi-lo. Nada mais importa e me delicio com seu dom de me proporcionar prazer. Meus olhos não abrem mais, e quando ainda conseguem uma imagem, vejo apenas o lustre no teto. Me contorço e me derreto em gozo.
Vc conseguiu, vc me teve por inteira. E mesmo com tremores no corpo, sinto que não fui pra vc o que realmente gostaria. Vc se afasta e na penumbra do comodo seu rosto mesmo sem máscara desaparece. Desolada busco minhas roupas para sair de perto de vc. E a surpresa invade meus ouvidos quando em meio ao suave som da música, sua rouca voz me pede para chupá-lo.
Olho para trás e vc sentado na minha mesa totalmente nu, mostra o rosto angelical e o lindo pênis de macho. Sua boca e sorriso são como pílulas alucinógenas para mim. Sua imagem perfeita invade minha corrente sanguínea e me enfeitiça mais uma vez.Sou só sorrisos e agora também sem máscara mergulho entre suas pernas.
Agora são meus cabelos que passeiam sobre seus dedos. Minha boca recheada de sua pele quase consegue saciar minha vontade de vc. Sugo como uma louca e agora é vc que se rende a madeira da mesa. Vc se deita e se contorce.
Seus gemidos me deixam ainda mais excitada e sua voz que antes era muda, agora rouca implora para eu não parar. Vc geme, suspira, implora e eu apenas o engulo. Sua essência quase jorra em minha boca quando me desprendo de suas pernas e monto em vc.
Agora somos dois sobre a mesa, e meus movimentos o enlouquecem ainda mais. Seus braços me agarram e durante um abraço sinto sua pele em alta temperatura queimar a minha. Nossos olhares frente a frente passeiam sobre o rosto do outro, assimilando cada detalhe e um beijo sela o nosso louco sexo.
Eu ainda rebolo enquanto vc explode dentro de mim. Seu rouco gemido quase interfere na música ao lado. E agora sim posso dizer que fui a fantasia completa do seu carnaval.
Os dias passam e tudo se intensifica. O proibido ou as vezes nem isso, mas a impossibilidade de nos tocarmos transforma a simples vontade em uma luta diária contra o desejo. Vc, ali sentado em um sofá me olhando e me analisando. Eu aqui, sentada em sua frente retribuo cada olhar me controlando para não pular em vc na frente de todos. Quando vc passa por mim seu perfume invade minhas narinas me deixando ainda mais transtornada. Meu cérebro que controla toda minha razão luta contra meu corpo que transpira tesão por vc. Qualquer movimento passa a ser uma provocação. Nossos olhares que se encontram, nossas mãos que se encostam em algum momento, seu corpo nu debaixo do chuveiro refletido pelo espelho enquanto eu tento escovar os dentes em frente a pia. Sua presença de certa forma passa a me incomodar. Os dias se arrastam e a imaginação fica ainda mais aguçada idealizando momentos únicos e loucas brincadeiras com seu corpo. Estou a beira da loucura.
PRECISAR DO SEU CORPO E LUTAR CONTRA ELE TODOS OS DIAS É DESAFIADOR
Seu sorriso safado prova o quanto me quer também. Seríamos loucos? Seríamos insanos por ficar segurando tamanha vontade? Sua respiração comum me parece ofegante quando estamos perto, e a minha para vc, se transforma em gemidos. As vezes até são, para que vc se sinta ainda mais desafiado e provocado. A espera se transforma em uma perigosa brincadeira.
NOS ABRAÇAMOS E NOSSAS PALMAS SENTEM CADA PELO ARREPIADO DO CORPO DO OUTRO.
Sua nuca que antes era apenas uma parte do seu corpo, hoje se oferece a minha língua como prato principal. Seus dedos que antes apenas acariciavam meus cabelos, hoje se mostram o membro perfeito para uma noite de amor. Seus lóbulos que apenas carregam o alargador, hoje para mim são fetiches na hora em que eu puder gemer no seu ouvido.
Será que chegamos ao extremo? Será que dias sem nos tocarmos provocou uma nova sensação? E como chamá-la então? Talvez possamos chamá-la de estupidez, porque duas pessoas que se querem como bichos no cio e mesmo assim não sedem a tal vontade só podem ser chamadas de estúpidas.
Ou será que estúpidos são aqueles que acham que a falta do sexo diário destrói um relacionamento? Porque dias longe de vc me provou apenas uma coisa.
QUE EU SIMPLESMENTE NECESSITO DE VC AINDA MAIS
Provou que a sensibilidade aumenta na mesma intensidade que a vontade. Provou que depois de dias lutando contra tudo isso, nos derretemos em prazer ao nos encontrarmos. Provou que o sexo pode ser sempre melhor e diferente. A vontade absurda de sentir vc fez cada centímetro do corpo provocar uma sensação diferente ao ser tocada.
E QUANDO VC FINALMENTE INVADE MEU CORPO, SINTO AO MESMO TEMPO SER INVADIDA NA ALMA.
Vc é um novo homem e um novo amante que me faz ir a loucura como se fosse a primeira vez.
Seu beijo é novo e diferente, assim como seus movimentos, posições, gemidos. Tudo se intensifica e prova que resistir a tudo foi nossa melhor escolha.
Eu sou a gostosa que mexe e geme como uma louca. Vc o desgraçado que me faz delirar a cada metida. Desmancho em prazer ao ver seus olhos virando enquanto vc derrete em gozo segurando meus quadris.
A espera valeu a pena. O prazer foi ainda maior e tudo se tornou novo. E vc me fez mais uma vez a mulher mais realizada do mundo.