sábado, 31 de agosto de 2013

A Prima


O que fazer quando seu desejo por uma mulher é grande o suficiente para tê-la a qualquer hora e lugar, porém seu grau de parentesco com a mesma o impede de chegar as vias de fato?

        Manoela, minha querida prima Manu estava de férias em minha casa. Ou melhor dizendo, na casa dos meus pais. O tesão que essa menina causava em mim era surreal. Não sabia se pela pouca idade que tinha, a qual me estimulava a incorporar um professor e ensiná-la tudo, ou talvez pelo sutil jeito de menina que me fazia querer transformá-la em mulher. Talvez até pelo belo corpo que ela tinha que mesmo com pouca idade já se via um lindo traseiro e um maravilhoso par de seios.
        Tão inocente ainda brincava de esconder com meus irmãos mais novos. Sempre gostei de observá-la, e às vezes, não sei se por fruto da minha imaginação, mas tinha a absoluta certeza que ela me lançava olhares bem profundos e sorrisos cheio de mistérios. Na minha mente imaginava como seria aquele corpo. Como seria a cor dos mamilos e se por acaso ela já tinha o habito de se depilar. E se tinha, como o faria? Deixaria muitos pelos ou apenas um ralo e fino caminho até sua caverna quente e molhada?
Ah priminha, se vc soubesse o tamanho to meu desejo e como ele ficava duro de imaginá-la.
        Mas infelizmente não podia arriscar, se minha família descobrisse qualquer envolvimento entre nós, todos ficariam contra mim, afinal mesmo já sendo uma adolescente, seus 18 anos não a faziam parecer mais do que uma doce menina.
        Tentava ficar o mais longe possível dela até mesmo para não correr o risco de não me controlar. Mas não resisti o dia que ela me convidou para brincar de esconder junto com as crianças da família. Um de meus irmãos ficou responsável pela contagem enquanto nós escolhíamos o lugar para nos esconder. Reparei que ela sempre escolhia o lugar mais a vista para que as crianças a encontrassem já que eram apenas crianças. Tentei não fazer diferente disso e me escondi atrás de uma árvore a qual deixava metade do meu corpo a mostra sendo assim fácil der ser encontrado, foi quando observei aquela linda menina correndo em minha direção segurando a saia para que o vento não a levantasse. Chegando a mim Manu me surpreendeu dizendo; vc vem comigo. Correndo e me segurando pela mão Manu foi me levando para dentro de casa. Não entendia o porque aquele doce de garota resolveu me levar para lá já que a intenção era ficarmos a vista para sermos encontrados. Mas Manu ainda me puxava pela mão e percorria a sala, as escadas e só parou quando chegamos ao sótão. Perguntei a ela o porque de nos escondermos lá, assim jamais aquelas crianças nos encontrariam. E aquela graça de menina, virando seu olhar a mim enquanto trancava a porta do sótão disse, exatamente para não sermos encontrados. Meu coração disparou, e eu não podia acreditar que por trás de asas de anjo, Manu escondia seu garfo de diaba. Mesmo tendo sonhado dia e noite com aquilo, acho que fiquei bem nervoso quando descobri o furacão que ela era. A cada passo que ela dava em minha direção, balbuciava uma frase do tipo, quero dar pra vc aqui e agora. Não tive tempo para nada, a menina que parecia intocável me atacou. Após tirar a blusa e a saia, só de langerie, Manu pulou em mim e me agarrou com braços e pernas e colou sua boca na minha. Seus lábios eram pequenos e macios e sua boca tinha suave sabor de morango.
        Eu, um cara de quase 30 anos e ela apenas com 18, era uma grande diferença. Minha idade era avançada e mesmo a desejando intensamente, naquele momento comecei a pensar o quão errado seria aquilo. Mas no sexo a priminha do interior se mostrava bem mais avançada do que eu. Não resisti e me entreguei.
        Carregando-a no colo com as pernas ainda entrelaçadas em meu corpo, fui beijando-a e levando-a até a primeira parede que eu pudesse enconstá-la. E lá Manu desabotoou o sutian mostrando seus pequenos e firmes seios de adolescente. Rosados, eram rosados. Enfim uma das dúvidas havia sido matada. Lindos mamilos rosados. E como eram doces, beijei-os e lambi o quanto pude, pois aquela MULHER estava apressada e só pedia para que eu a penetrasse. Não tínhamos mesmo muito tempo, a essa hora as crianças estariam gritando nossos nomes  pela casa. Mas ouvir Manu dizer a frase “me fode”, sem dúvida abafava qualquer outro barulho. E como isso soava bem aos meus ouvidos. A joguei num colchão velho que estava lá e enquanto seu corpo pulava com o impacto, seus seios balançavam deliciosamente. Enquanto a via deslizar as mãos pelo próprio corpo instigando-me, fui abrindo a calça e pondo todo aquele meu desejo pra fora. Duro feito rocha e pulsando como um coração acelerado. Cai ajoelhado no colchão entre as pernas dela e deslizei os dedos no vale por cima da calcinha. Já estava úmido e o cheiro que exalava me atraía como abelha no mel.
        Tira minha calcinha e mete, Manu pedia descontrolada. Arranquei a peça intima e assim mais uma curiosidade ia embora. Lá estava uma fina e rala penugem sobre os lábios vaginais mais lindos que eu já vi. Também rosados, mas brilhavam com tanta lubrificação. Que delícia de mulher. Manu estava finalmente nua em minha frente e eu não acreditava que meu sonho tinha finalmente virado realidade. Seu corpo era tão lindo e bem desenhado que se nada acontecesse não me importaria. Olhar para ela com todo aquele jeitinho meigo, mas ao mesmo tempo cheia de detalhes de uma mulher adulta me fascinava. Mas que homem suportaria controlar os próprios instintos com tudo aquilo nas mãos? Eu não seria um deles.
        Puxei-a pelo quadril em direção ao meu e com a ajuda de uma das mãos encaixei meu pênis dentro dela e esse ato tão simples, fez surgir o gemido mais angelical que eu já ouvi. Meti, meti e meti o quanto pude e o quanto o tempo permitiu. Já podia imaginar alguém tentando abrir a porta do sótão em busca de nós dois. O nervosismo e o medo pareciam me excitar ainda mais. Manu gemia gostoso e ao mesmo tempo dizia; isso primo, mete com força. Meu primo mais velho, finalmente. Que loucura!
        Jamais perderia a oportunidade de transar com ela, mas demorar pra gozar seria uma missão impossível diante daquela situação, mas por sorte consegui segurar até que ela chegasse ao orgasmo.
        Após nossa deliciosa rapidinha ela levantou e vestiu toda a roupa com exceção da calcinha, que estava jogada num canto do sótão. Juntou a mesma do chão e entregou em minha mão dizendo; essa vc guarda de lembrança. Manu foi até a porta e voltou para brincar com as crianças. E eu, ainda nu e deitado no velho colchão adormeci com sua peça íntima esticada em meu rosto exalando o mais puro aroma da doce e gostosa priminha do interior.     

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Aquele Estacionamento.

   

   Não poderia deixar escapar a oportunidade de me deliciar nos braços do meu mais antigo desejo sexual. Ah André! O tipo de cara que chama atenção de qualquer mulher. Boca carnuda, ombros largos, peitoral definido, sorriso extremamente encantador e tantas outras qualidades que me fazia delirar com a simples imagem de um dia ter ele só pra mim.
Já nos conhecíamos há algum tempo, mas nunca arriscamos algo a mais. O porque? Não fazia a menor ideia. Mas aquele dia, naquela festa tudo parecia conspirar a favor para que os desejos e fantasias virassem realidade.
      Pista de dança, uma multidão ao redor e algumas luzes piscando rapidamente iluminavam o rosto das pessoas. E no meio de tantos rostos lá estava o dele. Eu já havia bebido alguns goles de tudo que pudesse alterar minha razão e isso sem dúvida me ajudou a ter coragem para que eu atravessasse aquela pista de dança e fosse ao encontro dele. Enquanto dava meus passos na direção daquele homem divino, percebi que ele não só havia notado a mim e minha intenção como vinha ao meu encontro também. Passaria apenas alguns segundos até o primeiro toque e de repente minha cabeça se encheu de perguntas. Deveria beijá-lo? E como fazê-lo?  Lentamente como em um filme de amor ou vorazmente como animais no cio? O que eu queria? Sexo era a única coisa que me vinha à mente quando o via. Então não restavam mais dúvidas, iria agarrá-lo e deixar o instinto falar por mim. Falar? Eu deveria falar algo antes de atacá-lo? Minha nossa, tanta espera pra tanta dúvida? Chega! Nossos corpos estavam se aproximando cada vez mais e não restava mais tempo para tantas perguntas. Nenhuma palavra se quer, apenas o movimento dos nossos lábios se abrindo. O tão esperado beijo era exatamente como havia imaginado. Boa macia, incrivelmente quente e gostosa. E a cada roçar de uma língua na outra, meu corpo parecia estar em brasas. Sem perguntas nem respostas, apenas sua mão me puxando para fora da festa em direção ao estacionamento. Um canto escuro, uma parede e nada mais. Que loucura! Anos imaginando lindos lençóis de cetim, banheira de hidromassagem ou um macio sofá que fosse e fui parar ali, em pé no estacionamento. Bom, pode parecer loucura, mas ele não poderia ter escolhido lugar melhor. Rude suas mãos deslizaram sobre minhas coxas por baixo da sai indo de encontro a minha calcinha rasgando-a sem o menor pudor. Minha nossa que homem era aquele? Nem nos meus melhores sonhos o imaginava tão habilidoso com o corpo feminino. Após arrancar minha peça íntima e jogá-la longe, André agachou em minha frente, levantou uma de minhas pernas apoiando-a em seu ombro e abocanhou minha bocetinha tão encharcada. Sua língua estuprava meu clitóris me fazendo gozar pela primeira vez. Tremores tomavam meu corpo e na virilha sentia meu líquido escorrer deliciosamente. André se levantou e junto ao som abafado da festa uma frase invadiu meu ouvido; quer mais? Sim! Sim! Sim! Não desejaria outra coisa naquele momento.
Mais um puxão pela mão e correndo pelo estacionamento em busca de um lugar ainda mais deserto, pude sentir a brisa gelada da madrugada deslizar entre minhas pernas resfriando o vulcão que acabara de entrar em erupção.

       Um capô e toda ousadia possível. André se jogou em cima de um carro
e após se acomodar naquele capô coberto de sereno, me olhando nos olhos e abrindo a calça disse; me chupa! Não havia tempo pra pensar e minha boca já salivava imaginando o delicioso sabor daquele lindo pênis. Caí de boa, lambi e chupei o tão desejado membro. Enquanto deslizava as mãos sobre meus cabelos ele gemia baixinho demonstrando satisfação com meu desempenho. Nossos olhares se encontravam e no meio de tanto prazer eu o ouvia perguntar se minha vagina seria tão encharcada como minha boca. Mete e vc vai descobrir, eu disse. Um piscar de olhos e pude sentir o gelado capô em minhas costas. Mais alguns beijos, amassos e toda excitação que uma transa poderia proporcionar. Minhas costas ficavam cada vez mais geladas enquanto ele subia minha blusa deixando meus seios a mostra. Mas suas mãos e boca os acolhiam e protegiam tão bem, que todo o corpo começava a esquentar novamente. Pequenas mordidinhas nos mamilos e lá em baixo seus dedos me penetravam. Metendo com força e abocanhando meus seios, André me fez entrar em erupção mais uma vez. Que delícia! Como era bom gozar com as pernas entrelaçadas nele. Mas melhor que isso seria gozar com o bumbum roçando em seus pelos pubianos e quem sabe levando deliciosas mordidinhas na nuca e nas costas enquanto penetrada de bruços. E assim foi feito. O capô do carro agora evaporava nosso suor. Puxões de cabelo, apertões no quadril e seus movimentos de vai e vem me levavam ao delírio mais uma vez. Mas agora meu líquido se misturava ao dele e juntos gozamos deliciosamente. Sua pele estava toda arrepiada, sua respiração ia acalmando enquanto apoiava a testa sobre minhas costas. Finalmente, ele dizia. Não podia mais suportar a curiosidade. E eu sorrindo levemente não imaginava que tal fantasia era de ambos. Nossos olhares se encontravam novamente e após nos recompor selamos a aventura com um beijo mais suave. Um sorriso de satisfação e assim chegou ao fim o sexo mais emocionante que eu já tive na vida. Sem despedidas e nenhuma promessa. Voltei para a festa com apenas uma certeza. Primeira e ultima vez. Se houvesse outra, em hipótese alguma poderia se comparar aquela.    

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Sinais


O desejo invade o corpo. O suor escorre nas mãos. A boca seca. Os mamilos dão os primeiros sinais e em seguida a peça íntima umedece. O cheiro invade o ambiente. Os olhares se cruzam. As mãos se tocam e os pelos do corpo arrepiam. A primeira peça de roupa cai ao chão e em seguida a boca que estava seca se encharca. De repente um calafrio sobe a espinha e junto dele o toque macio de dedos. Mãos deslizam sobre as costas e chegam a nuca. E línguas se entrelaçam num beijo ardende e intenso. Abraços viram amassos, carícias viram pegação. Gemidos são sussurrados e entre eles algumas palavras de baixo calão. Em lençóis e travesseiros dois corpos se entrelaçam em puro prazer. E finalmente um passa a fazer parte do outro ligados por um só canal. Movimentos de vai e vem, olhos se fecham e mãos arranham costas e ombros. Quanta excitação, quanto prazer. Posições são exploradas. Beijos e mais beijos. Gemidos viram gritos. Carinhos viram leves palmadas e no alge do prazer partes íntimas são inundadas. Suor, respiração ofegante, a cama completamente desarrumada e a certeza de que cada segundo valeu a pena.   

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A Estranha Perfeita.



Imagine sentir atração por alguém que vc nem conhece, uma atração tão grande que toma conta de vc fazendo com que seus atos sejam totalmente incontroláveis. 

Luciana é uma mulher linda, cheia de estilo e com uma vontade voraz de seduzir. Certa vez, online no meu perfil da internet, ela veio falar comigo. 

Não conhecia aquele rosto e por isso relutei um pouco no começo com receio de ser um perfil fake. Mas seu jeitinho sedutor e sua foto que revelava uma mulher incrivelmente linda me instigaram o suficiente para que eu desse um pouco mais de atenção. Conversa vai conversa vem, Luciana começou a desviar o assunto tornando o papo ainda mais interessante. Foi fazendo perguntas mais íntimas do tipo “vc tem namorada?”, “gosta de sair?”. 

Confesso que cada vez mais aquela mulher me encantava. E ela sempre dizendo o quanto eu era interessante e chamava atenção. Dizia que eu era o tipo de homem que a agradava e que se ela pudesse gostaria de me ver mais de perto. Foi o que bastou para um encontro no horário do almoço. 

O RISCO DE TUDO AQUILO SER FALSO ERA MUITO GRANDE MAS EU ESTAVA DISPOSTO A CONHECE-LA E QUEM SABE ALGO MAIS.

Passei em um ponto marcado por ela para buscá-la e a levei até minha casa. Mesmo muito interessada, seu rosto ficou corado de vergonha quando sentiu pela primeira vez o roçar da minha barba em seu rosto ao cumprimentá-la com um beijo. Perguntei se ela tinha certeza de que queria mesmo ir até o fim e olhando nos meus olhos o suave tom da sua voz afirmou.

SIM, MAIS QUE QUALQUER OUTRA COISA NESSE MUNDO.

 Um tremor estranho tomou meu corpo, minha boca secou e meu membro enrijeceu como por um passe de mágica. É, não restava mais dúvidas, aquela mulher não só era de verdade como certamente me faria ter o melhor sexo da minha vida. 

 Ao abrir a porta de casa convidei-a para sentar, safada como pensei que seria, Luciana tocou meu pênis já adormecido e disse, aqui? Fiquei sem palavras, aquele jeito provocante e ao mesmo tempo cheio de bom humor me fazia ficar cada vez mais encantado por ela. Tentando entrar no clima da brincadeira, sem parecer muito bobo, concordei que se ela quisesse já poderia sim sentar em mim e cavalgar loucamente. Sem nem pensar Luciana foi se aproximando e sussurrando alguma coisa sobre meus lábios, foi me cheirando e me tocando. Não entendi o que ela havia dito, porém seus atos com certeza me explicaram. 

Não demorou muito para minha camiseta estar sobre o chão e sua blusa deslizar para fora do corpo. Sentir seus seios tocarem meu peito, mesmo que ainda cobertos pelo sutiã foi uma sensação muito prazerosa, sua pele era quente e macia e seu colo parecia chamar meu nome pedindo que eu os beijasse. 

Luciana tinha mesmo muita habilidade no quesito seduzir, além de mãos ágeis, sua boca era maravilhosamente macia, quente e úmida, e eu só imaginava que sua vagina fosse da mesma forma ou mais. Me conduzindo ao sofá ainda de sutiã, Luciana ajoelhou entre minhas pernas e foi deslizando suas mãos sobre minhas coxas até o zíper que ainda mantinha minha calça fechada. 

A PARTIR DAQUELE MOMENTO ELA NÃO SÓ ABRIU A CALÇA MAS TAMBÉM A BOCA.


Engoliu meu pênis que agora estava duro como nunca. Com uma cara de gulosa, Luciana foi deslizando sua língua sobre todo o corpo do meu pau duríssimo. Enquanto sentia sua língua lubrificar todo meu pênis fechei os olhos por alguns segundos e foi aí que me senti abocanhado. Sinceramente não sei como ela fazia aquilo, mas com um dom inexplicável ela me chupava e lambia e ainda assim mordia. Pude sentir sua garganta e nesse momento não mais enxergava meu pênis. 


ESTAVA INTEIRO DENTRO DA BOCA DELA.

Achando que ela se acabaria ali, fechei meus olhos e tentei me concentrar para não gozar. Mesmo que fosse delicioso vê-la engolir meu leitinho, quis usufruir mais daquela delícia. E então, achando que não tinha mais lugar para ser tocado, ou lambido ou chupado, Luciana deslizou a língua em minha virilha e foi descendo até as bolas. 

CHUPOU E LAMBEU SEM SE IMPORTAR COM OS POUCOS PELOS QUE TINHA.

 Ainda na missão de me dar prazer jamais sentido, sua língua desceu um pouco mais e entre as bolas e o ânus Luciana me levou ao êxtase maior, ao pico da adrenalina e ao maior tesão que eu já senti na vida. Que boca era aquela, que delícia de mulher. Meu corpo contorcia no sofá e mesmo que eu puxasse seus cabelos querendo tirá-la de lá para que eu não gozasse, aquela louca insistia em continuar, voltando assim para meu pênis. 

CHUPOU COM TANTA VONTADE QUE NÃO RESISTI.

 Avisei a ela que gozaria, sua boca estava me transtornando. Achando que ela pararia no mesmo instante para que aí eu pudesse proporcioná-la tal prazer, a menina da internet me surpreende ainda mais.

GOZA, GOZA NA MINHA BOCA QUE VOU ENGOLIR TODO SEU LEITINHO.


Foi como soltar um preso a anos encarcerado. Explodi dentro da boca dela, e a cada ejaculada sentia sua boca sugar tudo para dentro da garganta. 
Fiquei zonzo com tal atitude. Aquela mulher era muito deliciosa, sabia mesmo como enlouquecer um homem e eu só pensava em fazer o mesmo com ela. Mas minha alegria durou pouco. Mesmo sendo de carne e osso, Luciana desapareceu rapidamente. 

APENAS UMA AMOSTRA

Ela disse enquanto vestia a blusa. Se direcionou até a porta e de longe me jogou um beijo. Eu não podia acreditar. Mesmo tendo gozado eu queria mais, muito mais. Fiquei maluco, vidrado nela. Mas como num sonho tive que acordar e voltar a realidade. 
Não paro de pensar em tudo que aquela boca foi capaz de fazer. E aqui, dias depois desse louco encontro, ainda posso sentir os lábios dela sugando meu pau e tenho certeza de que essa sensação jamais sairá da minha pele. 
 Agora só me resta a dúvida, será que um dia poderei mergulhar entre as pernas dela também?

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Enfim entrego-me!


Olá. Meu nome é Natália, tenho 28 anos, sou casada e mãe de um lindo menino de 3 anos.

Em primeiro lugar gostaria de agradecer a todos que me estimularam a fazer esse blog. Demorei um pouco para expor minhas ideias e contos. O porque? Na verdade não sei ao certo, mas algo me diz que por uma boba insegurança.
Comecei com toda essa imaginação e vontade de escrever aos 17 anos. Aos 15 descobri a tão esperada vida sexual. Mas que até então nem era tão ativa assim. O fato é que a cabeça ia bem mais longe que o corpo e por isso preferi por no papel ao invés de por em prática. Ao ler um dos meus contos pela primeira vez para uma amiga mais íntima percebi na expressão de seu rosto que eu estava no caminho certo. Foi aí então que não parei mais de escrever. 
Muitas das minhas histórias estão em folhas de caderno e perdidas entre gavetas e caixas de papelão. Mas fui em busca, finalmente, da organização da minha imaginação. 
Então, a partir de agora, peço a permissão de vocês leitores para que eu possa abrir minha mente e assim expor em palavras o sentimental aguçado que nos contos fazem parte de uma pessoa a qual eu desconheço.
Essa não sou eu, mas sim dou vida (ao menos na narrativa) a pessoas, coisas, ares, e de particularidades que vivi, escutei ou inventei ao meu bel prazer. 

Os prazeres da mente de Natália Prudêncio.