segunda-feira, 7 de abril de 2014

Dono de mim.

A porta de casa se abriu, eu estava lavando a louça quando você chegou. No mesmo instante em que sua chave caiu sobre a mesa da sala, minhas mãos buscaram o pano de prato para que pudesse secá-las.

Me virei para porta da cozinha, ainda encostada na pia. O longo corredor a minha frente escuro e vazio, ansiava pela sua imagem surgindo sobre ele, assim como eu. Na outra ponta você surgiu vestindo um terno absolutamente alinhado ao corpo. Tão perfeito como se saísse de uma capa de revista de moda. 

VOCÊ ESTAVA ABSOLUTAMENTE DESLUMBRANTE E SEDUTOR.

Não me soltei na pia, permaneci ali a sua espera já imaginando o que aconteceria. E eu sempre sabia o que acontecia.

Você, com suas mãos nos bolsos, caminhou até mim  como se estivesse numa passarela. A cada passo que você dava, em minha direção, minhas entranhas se contorciam esperando o melhor, como sempre.

A penumbra do longo corredor não me permitia ver seu rosto, porém eu já sabia que em sua mente insana habitava todos os mais pecaminosos pensamentos. E como eu delirava ao saber disso.

Seu corpo perfeito chegou a porta da cozinha, e agora a luz branca e clara que vinha do lustre iluminava seu rosto também perfeito. E eu apenas esperando o seu sinal. Nosso teatrinho estava pronto para começar. 

Nos encaramos por alguns minutos, sem dizer uma palavra se quer, apenas sentindo o clima do momento. Esperamos...esperamos....esperamos até ver uma de suas sobrancelhas erguer afirmando que nossa loucura começaria. Recebi o sinal e em disparada corri para longe. Você, como um caçador atrás da presa me perseguiu pela cozinha. 

Dei a volta na ilha, esbarrei em algumas panelas e corri em direção a porta dos fundos para fugir. Minhas mãos alcançaram a maçaneta redonda da porta mas a mesma não a abria. E você, chamando minha atenção com um tilintar de chaves, sorriu ao me mostrar as mesmas balançando no ar deixando claro que havia trancado a porta. 

NO MESMO INSTANTE SORRI E SENTI MINHA EXCITAÇÃO AUMENTAR LOUCAMENTE.

Uma estreita passagem me levaria até a entrada do corredor onde eu poderia correr para longe de você. Mas precisaria ser rápida para que você não conseguisse me alcançar a tempo. Mas eu já conhecia o final dessa história. 

Corri e consegui alcançar o batente da porta, porém antes que eu disparasse corredor adentro, suas mãos alcançaram meus cabelos. 

Você sem medo de me machucar puxou meus cabelos e por ele me arrastou até a pia da cozinha e me prensou contra ela. Minha excitação se misturava ao medo. Senti sua mão deslizar sobre minha barriga até encontrar minhas partes íntimas e assim apertá-la e esfregá-la com os dedos. 

Sua mão desceu até encontrar a barra do meu vestido e o ergueu deixando meu bumbum a mostra. Achando que seria abusada por você ou de uma vez penetrada, me surpreendi com seu tapa ardido em meu glúteo.

VOCÊ NÃO EXITAVA QUANDO O ASSUNTO ERA ME MACHUCAR. E EU ADORAVA.

Meu grito de dor misturado ao gemido te deixaram louco. Ainda me segurando pelos cabelos você me jogou ao centro da cozinha e mandou que eu me despisse. Como eu adorava te provocar neguei seu pedido e tentei fugir novamente. Você, sendo muito mais veloz e já esperando minha atitude, estava perto o suficiente para me agarrar de novo. 

E no instante que me virei você mesmo se responsabilizou por me despir e rasgou meu vestido com uma força bruta. 

E EU ADORAVA QUANDO VOCÊ FAZIA ISSO

Era você que mandava naquela casa e eu não poderia jamais me esquecer disso. Nua em pelo você me fez engatinhar pelo corredor até encontrarmos as escadas. E enquanto eu engatinhava como um animal obediente, você me segurava pelos cabelos evitando que mais uma vez eu fugisse.

Ao chegarmos ao pé da escada você me mandou subir e antes que eu pudesse reclamar das dores nos joelhos, você novamente agarrou meus cabelos e me arrastou até o quarto.



Quando queria, você sabia ser muito bruto, e eu me perdia nas suas fantasias pois não sabia o momento em que o teatro viraria realidade.

Subimos as escadas, eu de joelhos e você comandando tudo. Entramos no seu escritório onde estavam seus acessórios de tortura. Fiquei de quatro no chão enquanto você buscava a coleira na gaveta da sua mesa. Fiquei feliz e aliviada por saber que desda vez apenas a coleira faria parte da nossa insana brincadeira.

A COLEIRA QUE ME FAZIA ABSOLUTAMENTE SUBMISSA A VOCÊ.

Você agachou em minha frente e eu ergui meus olhos para olhar os seus tentando seduzi-lo, mas claro você não suportava nenhuma reação minha. Eu, mesmo adorando tudo, não podia demonstrar a você. Quanto mais eu gemia de dor, quanto mais eu reclamasse de tudo, ou quanto mais prazeroso fosse para mim, mais você ficava excitado e assim perdia o foco da tortura.

Você se sentou no sofá e me colocou de bruços em seu colo. Me deu palmadinhas na bunda por eu ter fugido de você na cozinha, e eu gemia adorando seus tapas deliciosos.

Meus gemidos mais uma vez o provocaram. Você continuou me batendo e cada vez mais forte. Seus dedos marcaram minhas nádegas e por um instante de pena de mim, você decidiu me agradar.

Seus dedos deslizaram sobre meu apertado cuzinho até encontrarem minha vagina já encharcada. Senti ser dedilhada e gemi enlouquecidamente. Por mim, passaria horas em seu colo.

APANHANDO E GOZANDO.

Já estava incrivelmente molhada quando seus dedos deslizaram para fora da minha buceta. E agora eu apenas esperava a próxima ordem. 

Nua, encoleirada e domada você me levou como um cãozinho para nosso quarto. E lá tudo começou. Você sentou na beirada da cama e abriu a calça. Colocou seu pênis para fora e me fez chupá-lo. Enquanto eu o chupava você me ordenava. E se eu não fizesse do jeito certo, apanhava. 

MAS NINGUÉM O CHUPAVA COMO EU. E VOCÊ SABIA BEM DISSO.

E era nesse momento em que você se rendia um pouco a mim. Quando soltava a coleira e se apoiava nas mãos quase deitado na cama, eu sabia o quanto você estava entregue a mim. E quando seus lindos olhos fechavam para poder sentir todo meu potencial, ali a certeza do meu poder sobre você era plena.

AGORA EU TINHA VOCÊ NAS MÃOS. AGORA EU TINHA VOCÊ NOS LÁBIOS.

Chupei até você quase gozar. Num gemido alto e rouco você agarrou meu rosto aproximando-o do seu eufórico e irado dizendo como eu te chupava bem. Um riso escapou de minha boca, e isso o enfureceu novamente.

Você não suportava minhas emoções e eu adorava sua fúria. Vi seus pés andando até o guarda roupa onde você tirou gravata e casaco e pendurou no cabide. Ficando a sua espera encostei nos pés da cama e abri as pernas expondo todo meu corpo a você. 

Minha vagina brilhava em gozo e seus olhos, ao notarem isso, não suportaram a pressão. Segurando-me pelos cabelos você me jogou na cama, mergulhou entre meus seios e os lambeu. Tentando tirar o foco da minha buceta encharcada, você se dedicou aos meus mamilos por alguns minutos.



Algumas lambidas me fizeram gemer, e quando você notou que estava me proporcionado prazer, logo se recompôs e se levantou para mandar novamente. Limpou os lábios na manga da camisa enquanto me encarava enfurecido.

Notei seu pênis por baixo da calça rígido de tesão. No fundo você queria provar a si mesmo que conseguia se controlar ao me ver tão exposta. Foi quando acabei com todo seu teatro.

Me toquei, me mostrei, me masturbei. Deixei você louco de vontade de me abocanhar. Você podia até não dizer uma palavra enquanto me via naquela situação, mas sua respiração profunda e você me comendo com os olhos o entregava.

SUA BOCA DESEJAVA LOUCAMENTE MINHA VAGINA.

Você acariciou seu pênis o pondo para fora da braguilha e ordenou que eu o chupasse novamente mas que não parasse de me masturbar. Então, deitei próximo a beirada da cama e o chupei como uma louca e quanto mais eu me masturbava, mais você o enfiava em minha boca.

Mais uma vez senti seus tapas em minha bunda e aquela fúria tomou conta de mim e engoli você profundamente. Seu tesão era tanto que seus tapas agora estavam em minha cara. Tapas, puxões de cabelo, fúria e tesão. Aquela loucura estava perfeita.

Naquele momento eu era sua vagabunda, sua puta, sua escrava. Teus tapas esquentavam meu rosto e isso me fazia querer chupar você mais, mais e mais. Eu sentia meu rosto em brasa, mas o arder dos tapas sumia quando você deixava escapar um elogio de sua boca.

Eu podia ser a vadia que você queria, mas por ser tão perfeita e por estar tão entregue, era também a sua musa, a sua Deusa, o seu amor.

Por mais que você tentasse, sua maldade e fúria eram devastadas por mim. Meu corpo, gemidos e desejos por você aniquilavam qualquer possibilidade de resistência, e ali eu já sabia que não prolongaríamos muito as suas insanidades.      

Suas loucuras se tornavam as minhas e me puxando pela coleira você me jogou de bruços na beirada da cama e ordenou que eu ficasse de quatro. Se encaixou por trás de mim. Tampando minha boca você meteu em meu ânus com uma força que quase me levou ao desmaio.



Ali sem dúvida eu percebi o quanto você era malvado. Eu estava quase sem ar, mas você continuava a enfiar. Era bruto e me tirava lágrias dos olhos, Mas mesmo com dor eu queria que você sentisse que teria tudo de mim. Seria tua mulher e acataria todas as tuas ordens. Meu prazer era te dar prazer, não importava como.

EU GRITEI, EU XINGUEI, EU SÓ DESEJEI QUE VOCÊ TERMINASSE

Mas sua sede pelo meu buraquinho era maior que tudo. A dor tomou conta de mim e passei a não querer mais fazer parte das suas brincadeiras. Mas você não me soltava.

Seu tesão era imenso e sem mais aguentar minha luta, você me jogou no chão e enquanto se despia por completo, me ordenava a posição cachorrinho novamente. E eu só desejava ser penetrada em outro lugar.

AS LÁGRIMAS ESCORRIAM DO MEU ROSTO E O SORRISO SURGIA NO SEU.

Eu não queria mais ficar de quatro para você, mas você, prometendo que seria mais gentil, me convenceu a me entregar novamente. Minha surpresa foi que mesmo explodindo em excitação, desta vez você foi carinhoso. Finalmente minha vagina pôde sentir as carinhosas metidas do seu lindo pênis Me segurou pela coleira e meteu vagarosamente pedindo que eu gemesse baixinho para você.

Gemi baixinho e gritei alto quando você metia no meu ânus novamente. Revesando as entradas você me fodeu até não aguentar mais. Eu estava queimando e explodindo em orgasmos quando você gentilmente beijou minhas costas e comigo ainda de quatro no chão, soltou minha coleira.

AGORA O BRUTO CERTAMENTE TERIA IDO EMBORA

Você me virou de frente, agarrou meu pescoço e enquanto me beijava carinhosamente, enfiou seu mastro entre meus seios. Era maravilhoso senti-lo deslizando entre eles.

Eu estava sedenta de você, queria foder com você até juntos gozarmos finalmente. Mas você apenas abusava de mim. Após a espanhola você finalmente abocanhou minha vagina, e sua boca me levou a imenso delírio mais uma vez.



Fomos para cama, você abriu minhas pernas e me engoliu. Seu oral era divino. Sua língua deslizando sobre meus lábios vaginais e meu clitóris era praticamente o ápice para mim. Eu estava prestes a gozar pra você quando sem mais aguentar suas mãos vorazes me puxaram para beirada da cama e seu pau mais uma vez se fez presente.




Com força você me fodeu, e eu já sem energias me entreguei a você até explodir em gozo. Minha vagina já estava inchada. Meu corpo já doía. Minha pele já estava vermelha te tapas e mordidas. Mas você, insaciável, ainda queria mais.

Meu corpo tremia e minhas pernas bambeavam quando você me mandou engatinhar até a sala novamente. Eu não podia acreditar. Seu pau estava estourando de prazer, mas você ainda queria aguentar. E aguentaria o máximo que pudesse.

Senti seu pênis novamente antes de descer as escadas. Você ergueu meu quadril e me fodeu mais uma vez. O corrimão da escada estava molhado com meu suor. Eu estava exausta e temia pelo que viesse.

Num movimento brusco você me tomou em seus braços e no colo me levou até o andar de baixo. Agradeci em pensamento, pois meus joelhos já queimavam de tanto engatinhar.

Ao encontrar o sofá da sala, você me jogou por cima do encosto e de quatro mais uma vez você me fodeu. Minha buceta que nesse momento estava em chamas, engoliu seu pênis novamente. Você socava com força e rebolava. Eu gemia de dor e prazer.

MINHA VAGINA ARDIA, MAS POR INCRÍVEL QUE PAREÇA, O PRAZER ERA AINDA MAIOR.

Não achei que seria possível, mas ainda conseguia gozar. E cada vez que você me fodia, eu jorrava ainda mais. Seu pau já era parte de mim.




Sua fúria permanecia, e quanto mais excitado você ficava, mais forte você metia. Você prendeu meus braços para trás e mostrou quem era o dono de quem. Minha submissão a você era plena e estava alucinada com sua performasse.

Enfim você não mais aguentou, e seu gozo explodiu em mim. Você me puxou pelos cabelos e me sentou no sofá. Pediu que eu abrisse a boca e esperasse seu leite morno. Enquanto você se masturbava só para finalizar a chegada do jato branco, eu me acariciava para você.

Seu pênis jorrou sêmem em meu rosto. O líquido escorria até minha boca e eu lambia. Você segurando-me pelos cabelos, esfregava a cabecinha rosada em minhas bochechas. E agora sim, nosso sexo bruto e insano chegara ao fim.

Você me bateu o quanto pôde, arrancou meus cabelos até minha cabeça latejar de dor. Meu pescoço doía pela coleira apertada. Minhas partes íntimas não preciso nem dizer o quanto estavam esfoladas. Mas, mesmo com toda sua brutalidade e ignorância, após toda sua fúria, nós dois debaixo do chuveiro quente eramos só amor. Amor e risos. Amor e carinhos. Pois no final de tudo você era sim meu dono, mas era também aquele que sempre cuidava de mim.







sexta-feira, 4 de abril de 2014

Nossa noite. Minha noite.



Tudo estava pronto para me deitar. Banho tomado, o dente escovado, corpo hidratado e o despertador ativado. Minha camisola de algodão deixava tudo ainda mais confortável por debaixo dos lençóis. Acomodei meu corpo na cama e minha cabeça sob o travesseiro, enquanto a mesma, lembrava do teu sorriso. Tentei fazer com que esses pensamentos não me tirassem o sono, pois já era madrugada e meu dia seguinte começaria cedo.

Tentar esquecer teus lábios escancarados me puniam ainda mais e o que ao invés de ir embora, cravava com mais força em minha memória.

Teus olhinhos cerrados, teu sorriso largo, tua pele branca e linda, tudo isso me punia.

Tentei pensar nas contas que tinha que pagar, nas roupas que gostaria de comprar, no trabalho da faculdade que precisava entregar, mas a única coisa que consumia minha mente era o desejo do meu corpo sobre o teu jogar.

Fritei na cama por alguns minutos, ou horas, já nem sei mais. Mas no final, cansei dos pensamentos bobos e me entreguei ao sono profundo. Que bom, me livrei de você e agora posso descansar minha mente até acordar e lembrar de você novamente.

Ouvi um barulho na janela do quarto. Ouvi uma batida seguida de outra e sua voz surgindo entre elas. Não podia acreditar nos meus próprios ouvidos. Não seria possível sua presença ali. Quando me livrei dos lençóis e abri as cortinas me deparei com seus olhos cerrados e seu sorriso como sempre escancarado. Não era possível, quase não acreditei em meus próprios olhos também.

Mas era real, e se tornou ainda mais quando você, sem me deixar dizer uma palavra se quer, invadiu meu quarto pela janela caindo sobre minha cama. Sua linda voz me dando boa noite e me fazendo apenas uma pergunta, tirou minha vontade de adormecer:

POSSO DORMIR COM VOCÊ?

Largo agora, era o meu sorriso. E meu peito quase tremia com meu coração disparado dentro dele. Você estava ali e diante dos meus olhos começou a agir.

De joelhos na cama, nós dois, um de frente pro outro. E então, senti um leve toque alcançar minha mão. Sua face, agora era séria e concentrada, e cada vez mais se aproximava da minha, até o delicioso beijo iniciar nossa noite. A noite que eu jurava que havia terminado.

Sua língua invadiu minha boca, e enquanto deslisava na minha senti o gosto do seu beijo percorrer minhas veias. Era como se sua boca tivesse todo poder sobre mim.

Carinhosamente você foi me abraçando. Nossos lábios se soltaram e agora meu pescoço era seu território. Tua boca deslizando sobre minha jugular me desnorteava, e mole em teus braços me deixei levar até encontrar os lençóis novamente.

Você me deitou e permaneceu em cima de mim. Por alguns segundos, apenas me olhou. Teus dedos deslizavam sobre meus lábios enquanto eu beijava-os. Como era bom estar contigo.

Tudo era real, teus toques eram reais, teu gosto era real. Não tinha como eu evitar você, e nem queria. Entreguei meu corpo em tua mãos, que habilidosas lançaram minha camisola ao chão.

Meus gemidos começaram a surgir e a cada suspiro que eu dava em seu ouvido faziam suas ações ficarem ainda mais intensas e o que parecia ser uma linda noite de amor, transformara-se em sexo selvagem em meio a penumbra do meu quarto.



Pulei sobre teu corpo, te prendi entre as penas e sobre teu quadril arranquei tua camisa. Tua pele estava quente, e como forno recém desligado, aquecia a minha totalmente. Nos beijamos novamente.

Teu rosto mergulhado em meus seios me excitavam e me descontrolavam e ainda de calcinha esfregava em ti minha vagina. Rebolando e deslizando meu quadril sobre o teu.

Tuas mãos firmes agarraram meus glúteos e os pressionaram ainda mais no volume que vinha da braguilha da sua calça.

JÁ PODIA SENTIR O TAMANHO DA EXPLOSÃO QUE ESTAVA POR VIR.

Você voltou a controlar e me jogando sobre a cama abriu minhas pernas e abocanhou minha calcinha. Seus dedos delicados porém firmes, afastavam o tecido deixando-me vulnerável e entregue aos teus caprichos.

Achei que nada poderiam ser mais quente que tua pele fervendo em excitação, porém tua língua encharcada, surpreendeu meus sentidos e com espasmos retribuí tuas lambidas.

E QUE DELICIOSAS LAMBIDAS.

Minha vagina perdera-se em tua boca e uma parecia fazer parte da outra. Você tomou conta de mim. Meus dedos buscavam algo que eu pudesse agarrar, e encontrando o travesseiro joguei-o sobre meu rosto e gritei...gemi...gozei.

Teus lábios úmidos com minha seiva colaram nos meus novamente e agora alem de ti, sentia também um pouco de mim. Meu cheiro suave porém marcante me alucinava ainda mais. E a única coisa que eu desejava naquele momento era retribui-lo do mesmo jeito.

Empurrei-o para longe, novamente tomei-o entre as pernas. Abri tua calça e a arranquei de teu corpo. O desenho do teu pênis por baixo da linda cueca branca que tu vestia era devastador. Se minha vontade de abocanha-lo já existia, naquele momento então, eu jamais me controlaria.

Não brinquei com tua cueca pois nesse momento eu já tinha pressa. Enrijecido notei as veias saltadas e minha boca, cada vez mais, encharcava.

Envolvi minha mão ao redor dele e olhando você enquanto me aproximava daquela cabecinha rosada, meus lábios eu preparava.

Minha boca já estava molhada, e teu corpo com meu perfeito oral, quase levitava. Meus lábios babados deslizavam em teu pênis num delicado movimento de vai e vem. Em minhas mãos você se tornava refém. Entregue sem exatidão, você vibrava com minha sequência de sucção.

Agora teus gemidos ecoavam no meu quarto e a cada prazer expressado pela tua garganta, mais eu me sentia pronta.

Já sem calcinha e antes que você jorrasse líquido em minha boca, sentei sobre ele e rebolei. Pulei, brinquei, me esfreguei e de ti judiei. Tuas mãos buscavam meus seios, mas minha performasse intensa evitada tuas recompensas.

E NEM PRECISAVA

Meu tesão era tanto ao sentir você dentro de mim que se você decidisse nem mais me tocar, eu não me importaria. Desejava apenas uma coisa, te proporcionar a noite mais louca.

Me virei de costas e ainda sentada em ti, rebolei...me esfreguei...pulei e novamente gozei.

MAS AINDA QUERIA MAIS

Você ainda não tinha gozado e minha vontade de vê-lo explodir apenas aumentava. Quando percebi, seus dedos dos pés estavam contorcidos e demonstravam a força do teu auto controle. Era divertido ver teu sofrimento. E quanto mais teus dedos se contorciam, mais eu me empenhava.

De costas deitei sobre teu peito, e ainda assim, tinha você lá dentro. Você puxava meus cabelos e me tomava em suas mãos. Que imenso tesão.

Estávamos eufóricos e loucos de prazer e num movimento rápido e certeiro, de bruços você me jogou aos travesseiros. Minhas pernas abertas...você entre elas...teu braço erguendo meu quadril deixando minha bunda empinada...uma mão na cama te apoiava, e como uma presa, por você, eu era domada.

A SITUAÇÃO EU NÃO MAIS CONTROLAVA

A noite louca estava com os segundos contados, pois seus movimentos bruscos e apressados provavam o quanto você estava excitado. Nem de quatro, nem de bruços, erguida no ar, gozo voltei a jorrar e você ainda tentava se controlar e eu só pedia para você gozar.

Sua testa pingava suor em minhas costas, e seu gemido eufórico e rouco aumentava aos poucos. Você estava quase lá. Mais metidas, mais força, mais, mais, simplesmente mais.

Seus braços agarraram meu corpo e numa última metida intensa e bruta seu gozo finalmente invadiu minha gruta.

Nos derramamos nos lençóis e por alguns minutos você ainda permaneceu sobre mim. Cansado, suado, gozado. E ao primeiro sinal de sobrevivência, sua voz se fez presente. Dizendo ao pé do meu ouvido

ADOREI SONHAR CONTIGO



Abri meus olhos num susto repentino e notei que você não estava comigo. Me vi ali, nua, deitada, molhada, completamente abandonada. E percebi que mesmo em sono profundo, você ainda estava presente em meu mundo.

Já era manhã, o sol iluminava as cortinas, a cama estava vazia e eu, enrolada aos lençóis, nunca me sentira tão sozinha.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Fúria de amor.


Já era tarde. Vestida para dormir o esperei no sofá da sala. Minha ultima olhada para o relógio fora às 3h15 da madrugada quando o motor do seu carro foi desligado ao chegar na garagem. Respirei profundamente e estava pronta para uma briga.

Você, meio alcoolizado abriu a porta com dificuldade. Minha raiva só aumentava a cada erro seu na fechadura. Levantei do sofá para abrir a porta, mas finalmente sua chave entrou e girou com perfeição.

Sentei novamente e cruzei braços e pernas. Emburrei a face e esperei seu olhar alcançar o meu. Seu espanto me fez odiá-lo ainda mais. Suas palavras atropeladas além de piorar a situação aumentavam a minha vontade de bater em você. Na minha direção você caminhou, e sentando ao meu lado cheio de desculpas esfarrapadas me fez sentir o cheiro da sua noitada.

A MINHA RAIVA NÃO TINHA FIM.

Já não me importava suas explicações. Já não me importava suas desculpas. Eu já não me importava mais.

Me afastei de você e apontei suas malas. Sem mais olhar para seu rosto pedi que fosse embora. Sua voz me chamando de louca me entristecia e decepcionava absolutamente.

Já estava farta de suas noites fora de casa. Da cama vazia sem você. Do meu corpo sedento pelo seu.

DESISTI DE NÓS DOIS.

Seus joelhos foram ao chão, enquanto seus braços agarraram minhas pernas em busca de perdão. Não tinha mais forças para aceitar você. E mesmo que ainda tivesse, talvez não existisse mais amor suficiente para tê-lo em minha vida.

Me soltei de suas garras, e novamente apontei suas malas.

CHEGAVA AO FIM A NOSSA HISTÓRIA

Suas lágrimas escorriam desesperadamente confundindo minha cabeça loucamente. Não podia mais confiar, não queria mais acreditar.

MAS ALGO DENTRO DE MIM PRECISAVA TE AMAR.

Novamente seus braços em minha pele. E seu abraço envolvendo meu corpo desnorteava a minha alma. O ódio virava paixão e meu corpo suava temendo cada vez mais sua aproximação.

Sua voz provocava minha paciência quando enfatizava a certeza de eu não resistir a você.

Enfurecida lutei, lutei o quanto pude, mas você estava certo.

NÃO RESISTI!

Quando seu bafo horrendo de álcool conseguiu encontrar a menta da pasta de dente em minha boca,

ENTORPECI!

Voltei a mim. Lutei um pouco mais, mas sentir no fundo o sabor da sua língua maldita, estremecia meu corpo.

Seu amor bandido era louco.

A raiva que tinha de você ainda estava presente quando suas mãos vorazes e habilidosas deixaram em pedaços minha camisola. Com meus seios a mostras e o tesão tomando conta de mim o empurrei para longe e acertei seu rosto com força pedindo por favor que parasse.

Você, com o olhar de um lobo faminto dizia não. E seu não, significando querer ficar, foi muito mais forte do que o meu querendo parar.

Seu beijo mais uma vez me drogou, e sem forças me rendi aos teus braços.

No teu colo, completamente nua, fui levada ao nosso quarto. Teus pés chutaram as portas escancaradas do guarda roupa.

Ainda no teu colo senti meus seios em tua boca.

A cama bagunçada e cheia dos teus cabides tornaram-se o leito perfeito para nossa fúria de amor. Sua camisa estava ao chão junto com o teu perdão.

Montei em você de seios a mostra e ainda procurando forças para resistir, acertei tua face novamente. Teu sorriso cínico enfrentava minha raiva.



RAIVA? QUE RAIVA?

Meu tapa de amor o enlouqueceu, e numa única pegada você me empurrou contra a cabeceira da cama.
Suas mãos puxaram meus cabelos e meus olhos se fecharam de prazer ao sentir tua língua me lamber o pescoço. Tua língua em minha orelha, tua língua em meu pescoço, tua língua em minha boca deixava-me louca.

Já nem sentia o odor, já nem lembrava das tuas farras, já nem me importava com tuas malas. Desejava apenas uma coisa, que tua fúria escorresse por minhas pernas.

Tua calça, não sei nem dizer como, desapareceu de teu corpo. Tua cueca, se estava ali em algum momento, provavelmente fora jogada ao vento.

NU EM MIM! NUA EM TI!

Nossos corpos fervendo de amor e ódio quase lançavam faíscas ao se tocarem. Teu prazer, teu gosto, tua performasse, tudo era motivo para te perdoar.

Perdi a razão com teus movimentos bruscos metendo e novamente puxando meus cabelos. Minha bunda empinada quicando em tua barriga entregava em tuas mãos todo o poder sobre mim.



PORQUE BRIGUEI CONTIGO? JÁ NEM ME LEMBRO MAIS.

Tuas mãos marcavam minha pele branca com tapas e apertões, mordidas e chupões. Nossa fúria de amor seria vista por semanas.

Nosso gozo misturado ao lençol rasgado. Nossa fúria de amor terminava em um forte abraço.

O abraço te fizera sentir uma ardência nas costas e quando notei, vi tua pele sangrar a resposta do meu tesão.

A raiva sumira, o amor surgia, meu carinho o adormecia. E quase de manhã, totalmente nua, tuas malas eu desfazia.


    

quinta-feira, 20 de março de 2014

Teu corpo em mim.



Nada nem ninguém tiraria de mim o cheiro que você deixou. Nem mesmo o banho nem mesmo a máquina de lavar arrancaria teu cheiro, pois ele não estava somente em minha pele ou em minhas roupas, mas estava principalmente cravado em minha alma porque você é metade de mim.

Agora me diga, se nada restaria além do teu cheiro o que fazer para poder sentir você um pouco mais?

Me restou apenas fechar os olhos e me tocar. Imaginar que cada dedilhar dos meus dedos sobre meu próprio corpo seria teu tato me sentindo. 

As pernas sem controle se contorcem e esticam, cruzam e descruzam. E enquanto eu sinto cada parte sua através da minha imaginação, posso também ter a certeza que você me proporciona prazer maior. Prazer jamais sentido antes.

Sua imagem está em minha mente, seu gosto está em minha boca, e seu corpo como se estivesse materializado está aqui deitado sobre mim em minha cama. 

Meus olhos fechados ajudam a sentir seus movimentos e mesmo que minha mão esteja controlando tudo, o gozo que escorre pelos meus dedos é ainda tão excitante como se escorresse pelo seu membro.

Enquanto deslizo meus dedos encharcados por toda minha vulva, imagino sua língua molhada lambuzando-me por completa. 

Que delícia é fingir ter você aqui. Que delícia é sentir você, mesmo não estando aqui.

Quero abrir meus olhos para ver os teus, mas o medo de voltar a realidade ao não encontrá-los, faz com que eu os mantenha fechado e continue brincando de amar você. 

Seu peito colado no meu, sua boca sussurrando palavras insanas em meu ouvido. Teu cheiro....teu cheiro....teu cheiro! Aquele cheiro que não sai de mim! O cheiro que me perturba até o fim!


Me viro na cama e agora, aqui em minha mente, controlo a situação. Com você entre minhas pernas me mexo. Minhas mãos em sincronia perfeita excitam minha gruta e num gemer descontrolado sinto tuas mãos agarrarem meus seios. 

CAVALGO EM MEUS DEDOS AINDA IMAGINANDO TEU MEMBRO. 

Numa confusão me perco. Sou eu? Sou você? É você? Aonde está você?

Tudo é tão intenso que abro os olhos e como mágica te vejo. Fecho os olhos e enlouqueço.

Você está ali, você está em mim e como louca grito seu nome e gemo. Peço e imploro teus beijos e numa explosão de prazer chego ao ápice e completamente exausta ao teu lado me jogo, me deito. 

Em gozo, suor e bagunça, a cama é a prova da nossa loucura. Da minha maior aventura.

E agora, mesmo que tudo esteja calmo e minha mente cansada não mais mantenha teu corpo aqui, continuo a dizer...Te amo! Te sinto! Te cheiro!  

quinta-feira, 6 de março de 2014

O Sol da Manhã.


Sua boca pela manhã é tão quente quanto minha gruta.

Vc desliza a mão suavemente pelo meu corpo enquanto ainda estou em sono profundo. Seus dedos vão afastando o lençol de minha pele e descobrindo meu corpo semi nu. Em pleno sono me dou conta que alguém deseja me despertar. Meus olhos ainda fechados já percebem que já é dia. O morno sol da manhã que invade a janela do quarto aquece meu corpo junto com a sensação que vc me provoca enquanto tira minha calcinha.

Com seu jeito doce, desperta minha mente e meu corpo para o delicioso oral matinal. Como um café da manhã completo vc me devora. Fico entorpecida com seus toques. O sono ainda está presente, mas vai sumindo enquanto surge o delicioso prazer. Eu me estico na cama e ao invés de espreguiçar, demonstro o tesão que sinto quando agarro as grades da cabeceira.

Sua língua me encharca, eu encharco sua língua.

Vc é sutil e delicado e me faz acordar com o melhor gozo do dia. Sua língua enfurece a cada doce gemido que sai da minha boca e com a volúpia do momento, vc se torna um canibal entre minhas pernas.

Meu sono completamente perdido deixa o espaço livre em meu corpo para que o orgasmo me possua. E pouco a pouco meu corpo entra em transe com o delicioso trabalhar de sua língua.

Gemo e me contorço. Tremo e enlouqueço.

E vc, sem se cansar, me mantem no ápice do momento.

O tesão se espalha de uma vez por todo meu corpo, e de bruços peço que vc finalize o despertar perfeito. Então vc monta em cima de mim, e achando espaço enfia com maestria seu delicioso mastro. Enfia tão gostoso que minha vontade é nunca mais sair desse quarto!

O sol iluminando seu corpo detalhando cada veia e cada músculo me excitam desesperadamente. A cor do seus olhos e o som de prazer que vc faz me encharcam a cada penetração. Vc é completo pela manhã. Sei que pelo resto do dia vc seria ainda mais absoluto em minha pele, mas de manhã vc é único e sabe exatamente como me acordar.

Suas mãos me agarrando firme. Seus quadris se movendo com sutileza. Sua voz rouca elevando meu ego a cada elogio. Seu gozo quente como leite morno. Minha vagina lubrificada como manteiga no pão quente. Seu pênis explodindo como uma bomba..bomba de chocolate. Tudo que vc faz é completo quando se une ao tesão que sinto por vc.

Vc é para mim, assim como sou para vc, o café da manhã.

E ao término do delicioso sexo matinal percebo que nossos lençóis então encharcados e cada gota de suor derramado neles, representam seu delicioso dom de me despertar. Agora sei que meu dia será intenso e que vc será minha única lembrança durante o passar das horas.

A preguiça foi embora, e agora a única coisa que desejo é que vc tenha um bom dia meu amor!

quarta-feira, 5 de março de 2014

O Prazer de Máscara.



Apenas seus olhos bastaram para mim naquela noite. Seus rosto escondido enquanto suas mãos me puxavam para dançar uma música lenta. Nossos pés deslizavam pelo salão e a única coisa que eu tinha além do olhar era a sua respiração. Nenhuma palavra foi dita e ainda em ritmo lento vc me levou, sem que eu percebesse, para o cômodo ao lado. De lá ainda ouvíamos a canção, mas longe dos olhos de todos não precisaríamos mais dançar.

Vc ainda deslizava ao meu redor. Meu coração parava toda vez que vc diante de mim, fitava meus olhos por trás de nossas máscaras. Seu rosto coberto e toda minha imaginação aguçada tentando descobrir como seriam seus lábios e sorriso.

O cômodo escuro dificultava ainda mais saber quem era vc, porém suas mãos visíveis e o terno alinhado ao corpo demostravam um belo homem.. E eu, mesmo que com máscara, tinha a sua disposição decotes profundos os quais o hipnotizava a cada volta que vc dava ao redor de mim. Longo meu vestido o deixava curioso e suas mãos a cada aproximação, ousavam um deslizar sobre meus quadris. Vc brincava ao meu redor, com gestos gentis e carinhos breves, porém insinuantes.

Seus dedos dançavam sobre minhas costas e assim provocavam todos os pelos do meu corpo. E sem precisar descobrir quem era vc, já estava completamente envolvida. Seus gestos demonstravam um homem brincalhão, o qual seduz apenas com graça, mas num movimento certeiro sou tida em seus braços e colocada suavemente encima de uma mesa. Vc então toma conta de mim.

A dúvida invadia ainda mais meus pensamentos enquanto vc deslizava meu longo vestido descobrindo minhas pernas. Sou controlada pelo seu toque. E as máscaras já não nos importa mais, além de proporcionar um toque de fetiche. Seus cabelos passeiam por meus dedos e minhas pernas passeiam pelos seus.

Vc não me despe, apenas sugere uma nudez quando sua mão adentra meu decote acariciando meus seios, e através da seda cor marfim, meus mamilos dão sinais da excitação que tudo aquilo me proporciona.

Sem um som se quer além do que vinha do salão, íamos nos entendendo apenas no olhar. E pude perceber que seria para vc, a melhor fantasia de carnaval. Vc com todo seu jeito sedutor me fuzilava com os olhos enquanto ia me despindo como se desembrulhasse um presente. Meu corpo ficando nu diante de seus olhos e vc ainda te terno, tão bem vestido como um empresário em uma reunião de negócios.

A madeira da mesa em minha pele e minha pele em suas mãos. Vc tocando cada curva do meu corpo tentando descobrir um tesouro guardado. Carinhos e massagens amolecem minhas pernas. Estou na mesa deitada e derretida louca por um pouco de pele vindo de vc.

A renda que cobre meu corpo é a calcinha que escolhi imaginando ser sexy para alguém, e vc a tira de mim como se nem se importasse com ela. Meu corpo agora nu vira brinquedo em suas mãos. As quais deslizam sobre meus joelhos separando minhas pernas para que eu fique completamente exposta a vc. E o máximo que tenho é o som da braguilha abrindo enquanto a suave canção do cômodo ao lado da uma pequena pausa. Um puxão em direção ao seu quadril e tenho vc dentro de mim.

A provocação vira perturbação quando descubro que vc já me tem em total poder, e minhas mãos tentam alcançar sua máscara para que eu possa conhecer o misterioso homem que tomou conta de mim. Seu rosto se afasta enquanto seu quadril se aproxima. Seus movimentos amolecem meu corpo e sem mais conseguir me rendo ao sexo. Vc eleva minhas pernas e as aconchega em seu ombro enquanto a mesa arrasta os pés no chão com o chacoalhar do meu corpo sobre ela.

Meu corpo inteiro exposto ao alcance de suas mãos enquanto o seu coberto por roupas me irrita profundamente. Vc me enlouquece em todos os sentidos. Me deixa excitadamente furiosa e como uma louca tomo conta da situação.

Abro as pernas e o agarro com elas. Com as mãos agarro seu blazer para que vc não lute contra mim. Por alguns segundos nos olhamos profundamente e a respiração sufoca dentre as máscaras. Devagar e ainda com os olhos presos aos seus, vou deslizando seu blazer pelos seus ombros e vc não faz nenhum movimento sequer a não ser o que permite minhas intenções.

Vc ainda dentro de mim me assusta com fortes metidas, enquanto eu tento desabotoar sua camisa entre as penetrações intensas. Perco a concentração por alguns minutos enquanto me rendo aos gemidos que vc me causa enquanto me proporciona prazer absoluto. Vejo seu sorriso malicioso pelo olhar. E retribuo continuando minha saga em busca da sua pele exposta, assim como a minha.

Seu peito nu encharca minha boca e minhas mãos vorazes em seu cinto demonstram a pressa pela necessidade de mais pele, de mais corpo. Vc me deita na mesa e mergulha em meus seios, fecho os olhos e sinto sua língua deslizando sobre eles e então percebo que sua máscara caiu ao chão.

Enfim um rosto! A curiosidade aumenta a medida que vc me devora. Suas mãos apertam minha cintura e meus olhos buscam o seu rosto. Vc se encaixa dentro de mim ainda mais e eu me deito me rendendo por completo aos seus movimentos.

Tento levantar, tento lutar, mas sem forças e em extremo orgasmo enlouqueço e desisto de despi-lo. Nada mais importa e me delicio com seu dom de me proporcionar prazer. Meus olhos não abrem mais, e quando ainda conseguem uma imagem, vejo apenas o lustre no teto. Me contorço e me derreto em gozo.

Vc conseguiu, vc me teve por inteira. E mesmo com tremores no corpo, sinto que não fui  pra vc o que realmente gostaria. Vc se afasta e na penumbra do comodo seu rosto mesmo sem máscara desaparece. Desolada busco minhas roupas para sair de perto de vc. E a surpresa invade meus ouvidos quando em meio ao suave som da música, sua rouca voz me pede para chupá-lo.

Olho para trás e vc sentado na minha mesa totalmente nu, mostra o rosto angelical e o lindo pênis de macho. Sua boca e sorriso são como pílulas alucinógenas para mim. Sua imagem perfeita invade minha corrente sanguínea e me enfeitiça mais uma vez.Sou só sorrisos e agora também sem máscara mergulho entre suas pernas.

Agora são meus cabelos que passeiam sobre seus dedos. Minha boca recheada de sua pele quase consegue saciar minha vontade de vc. Sugo como uma louca e agora é vc que se rende a madeira da mesa. Vc se deita e se contorce.

Seus gemidos me deixam ainda mais excitada e sua voz que antes era muda, agora rouca implora para eu não parar. Vc geme, suspira, implora e eu apenas o engulo. Sua essência quase jorra em minha boca quando me desprendo de suas pernas e monto em vc.

Agora somos dois sobre a mesa, e meus movimentos o enlouquecem ainda mais. Seus braços me agarram e durante um abraço sinto sua pele em alta temperatura queimar a minha. Nossos olhares frente a frente passeiam sobre o rosto do outro, assimilando cada detalhe e um beijo sela o nosso louco sexo.

Eu ainda rebolo enquanto vc explode dentro de mim. Seu rouco gemido quase interfere na música ao lado. E agora sim posso dizer que fui a fantasia completa do seu carnaval.    

domingo, 2 de março de 2014

A espera.



Os dias passam e tudo se intensifica. O proibido ou as vezes nem isso, mas a impossibilidade de nos tocarmos transforma a simples vontade em uma luta diária contra o desejo. Vc, ali sentado em um sofá me olhando e me analisando. Eu aqui, sentada em sua frente retribuo cada olhar me controlando para não pular em vc na frente de todos. Quando vc passa por mim seu perfume invade minhas narinas me deixando ainda mais transtornada. Meu cérebro que controla toda minha razão luta contra meu corpo que transpira tesão por vc.  Qualquer movimento passa a ser uma provocação. Nossos olhares que se encontram, nossas mãos que se encostam em algum momento, seu corpo nu debaixo do chuveiro refletido pelo espelho enquanto eu tento escovar os dentes em frente a pia. Sua presença de certa forma passa a me incomodar. Os dias se arrastam e a imaginação fica ainda mais aguçada idealizando momentos únicos e loucas brincadeiras com seu corpo. Estou a beira da loucura.

PRECISAR DO SEU CORPO E LUTAR CONTRA ELE TODOS OS DIAS É DESAFIADOR

Seu sorriso safado prova o quanto me quer também. Seríamos loucos? Seríamos insanos por ficar segurando tamanha vontade? Sua respiração comum me parece ofegante quando estamos perto, e a minha para vc, se transforma em gemidos. As vezes até são, para que vc se sinta ainda mais desafiado e provocado. A espera se transforma em uma perigosa brincadeira.

NOS ABRAÇAMOS E NOSSAS PALMAS SENTEM CADA PELO ARREPIADO DO CORPO DO OUTRO.

Sua nuca que antes era apenas uma parte do seu corpo, hoje se oferece a minha língua como prato principal. Seus dedos que antes apenas acariciavam meus cabelos, hoje se mostram o membro perfeito para uma noite de amor. Seus lóbulos que apenas carregam o alargador, hoje para mim são fetiches na hora em que eu puder gemer no seu ouvido.

Será que chegamos ao extremo? Será que dias sem nos tocarmos provocou uma nova sensação? E como chamá-la então? Talvez possamos chamá-la de estupidez, porque duas pessoas que se querem como bichos no cio e mesmo assim não sedem a tal vontade só podem ser chamadas de estúpidas.

Ou será que estúpidos são aqueles que acham que a falta do sexo diário destrói um relacionamento? Porque dias longe de vc me provou apenas uma coisa.

QUE EU SIMPLESMENTE NECESSITO DE VC AINDA MAIS

Provou que a sensibilidade aumenta na mesma intensidade que a vontade. Provou que depois de dias lutando contra tudo isso, nos derretemos em prazer ao nos encontrarmos. Provou que o sexo pode ser sempre melhor e diferente. A vontade absurda de sentir vc fez cada centímetro do corpo provocar uma sensação diferente ao ser tocada.

E QUANDO VC FINALMENTE INVADE MEU CORPO, SINTO AO MESMO TEMPO SER INVADIDA NA ALMA.

Vc é um novo homem e um novo amante que me faz ir a loucura como se fosse a primeira vez.
Seu beijo é novo e diferente, assim como seus movimentos, posições, gemidos. Tudo se intensifica e prova que resistir a tudo foi nossa melhor escolha.

Eu sou a gostosa que mexe e geme como uma louca. Vc o desgraçado que me faz delirar a cada metida. Desmancho em prazer ao ver seus olhos virando enquanto vc derrete em gozo segurando meus quadris.

A espera valeu a pena. O prazer foi ainda maior e tudo se tornou novo. E vc me fez mais uma vez a mulher mais realizada do mundo.